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HISTORIA DO BRASIL

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Carlos Moskovics - Instituto Moreira Salles. O fotógrafo húngaro Carlos Moskovics, um prolífico profissional, deixou um acervo de mais de 150 mil imagens.

Carlos Moskovics - Instituto Moreira Salles

Incorporado em 2004 ao conjunto de coleções fotográficas do IMS, trata-se de um registro notável a respeito da vida mundana do Rio de Janeiro entre os anos 1940 e 1970, com destaque para as longas séries de imagens que Moskovics realizou no Cassino da Urca e no hotel Quitandinha, em Petrópolis, como fotógrafo-cronista social das revistas Sombra e Rio Magazine.

Nascido em Budapeste, Moskovics veio com a família para o Brasil ainda criança, em 1927. Jongo. Alberto Henschel (Berlim, 13 de junho de 1827 – Rio de Janeiro, 30 de junho de 1882) Photographia Allemã.

Alberto Henschel (Berlim, 13 de junho de 1827 – Rio de Janeiro, 30 de junho de 1882)

Alberto Henschel (à direita) e Constantino Barza, c. 1877. Recife, Pernambuco. Coleção de retratos Francisco Rodrigues, do acervo da Fundação Joaquim Nabuco – Ministério da Educação No mês de junho são celebradas as datas de nascimento e de morte do berlinense Alberto Henschel, um dos mais importantes fotógrafos que atuaram no Brasil na segunda metade do século XIX. Chegou em Recife, em 1866, e, ao longo de 16 anos, teve uma intensa atividade no país. “Henschel fotografou o Rio e seus arredores, chegando até Nova Friburgo e mesmo ao Itatiaia, que naquele tempo atraía poucas pessoas. No livro Pioneers Phothographers of Brazil, Ferrez chama atenção especial sobre a série de vistas realizadas por Henschel em Itatiaia, em 1870, e, em Nova Friburgo, em 1875.

Cronologia da Alberto Henschel Identificação de Alberto Henschel. 1827 – 13 de junho – Alberto Henschel nasce em Berlim, na Alemanha. 1873 – Henschel & Benque participam da Exposição Universal de Viena. Bibliografia. Fazenda Rio Grande. Veja como visitar as fazendas históricas do Vale do Café. Quem gosta de decoração, antiguidades e reviver os tempos de outrora tem obrigação moral de fazer uma visita ao Vale do Café, situado a 120 km da capital do Rio de Janeiro.

Veja como visitar as fazendas históricas do Vale do Café

São cerca de 30 fazendas do séc XIX, espalhadas por cidades coloniais como Conservatória, Vassouras, Valença, Rio das Flores e Barra do Piraí. Elas não são próximas umas das outras. Por isso é melhor escolher uma cidade base e visitar as fazendas mais próximas. Eu visitei algumas em um final de semana e vou contar um pouco como foi. Vassouras ficou conhecida como a “Cidade dos Barões” pela quantidade de fazendeiros com títulos de nobreza. Para se situar historicamente, o Vale do Paraíba foi uma das regiões mais ricas do País, com auge em 1850, quando o café valia ouro no mercado internacional. Felizmente o marasmo descrito por ele não é mais uma realidade. Fazenda Santa Eufrásia Qual a dica principal que posso dar? Recepção com trajes típicos e licor de café A parte boa das visitas é que sempre terminam na cozinha.

Baquaqua Comum & Extraordinário. Historiadores traduzem única autobiografia escrita por ex-escravo que viveu no Brasil. RIO - “Que aqueles ‘indivíduos humanitários’ que são a favor da escravidão se coloquem no lugar do escravo no porão barulhento de um navio negreiro, apenas por uma viagem da África à América, sem sequer experimentar mais que isso dos horrores da escravidão: se não saírem abolicionistas convictos, então não tenho mais nada a dizer a favor da abolição.”

Historiadores traduzem única autobiografia escrita por ex-escravo que viveu no Brasil

As palavras são de Mahommah Gardo Baquaqua, ex-escravo nascido no Norte da África no início do século XIX e que trabalhou no Brasil antes de fugir das amarras da servidão em Nova York, em 1847. O trecho consta do livro “An interesting narrative. Biography of Mahommah G. Baquaqua” (“Uma interessante narrativa: biografia de Mahommah G. Baquaqua”, em tradução livre), lançado assim mesmo, em inglês, pelo próprio ex-escravo, em Detroit, no ano de 1854, em plena campanha abolicionista nos EUA. . - Baquaqua sempre foi um personagem que me intrigou. Baquaqua não pôde contar com a sorte daquela vez. Entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973. Importante relato sobre a escravidão no Brasil, uma entrevista de 1973 transcrita e publicada no blog Spirito Santo, traz conversa com Maria Teresa, ex-escrava, de 117 anos na época, e iniciada no Jongo.

Entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973

O áudio da entrevista foi captado na quadra da Escola de Samba “GRES Arranco de Engenho de Dentro”, localizada entre Cascadura e Engenho de Dentro: “Um dia chegava, tirava o filho da gente pra vender. Hum! Minha mãe num foi vendida? Minha mãe num era daqui. Minha mãe era lá da Bahia. No Brasil 247. 125 anos de abolicao. Rio Preto (MG) - Falta apenas o sinal verde do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para as escavações começarem.

125 anos de abolicao

Sob o piso da senzala da Fazenda Santa Clara, em Santa Rita de Jacutinga, Zona da Mata mineira, os pesquisadores esperam desenterrar História. Pela primeira vez, em 20 anos, eles vão esquadrinhar um sítio arqueológico do Ciclo do Café, no Vale do Paraíba, em busca do que ainda resta contar sobre a passagem dos escravos pela região. Nos primeiros 30 anos do século XIX, o Porto do Rio recebeu cerca de 700 mil africanos, pelos cálculos do historiador e especialista em escravidão Flávio Gomes, da UFRJ. Parte considerável foi levada para as fazendas de café do Paraíba. Diante da grandeza do número, pode parecer inútil abrir a golpes de colher de pedreiro um buraco de 45 metros quadrados e 30 centímetros de profundidade, no máximo.

. — São vestígios que mostram como os africanos construíam a identidade. Propriedade sobrevive às intempéries.