background preloader

Gestão Dilma II

Facebook Twitter

Porto de Mariel

Ministérios. Congresso. Siro Darlan: Esopo e os políticos - Opinião. A Caixa continuará sendo a Caixa com a abertura de seu capital? O orçamento federal e a marginalização da política externa brasileira. - Relações Internacionais em perspectiva. O orçamento federal e a marginalização da política externa brasileira.

O orçamento federal e a marginalização da política externa brasileira. - Relações Internacionais em perspectiva

É fácil saber quando o governo federal utiliza um discurso de forma retórica quanto à importância dispensada a alguns setores, basta analisar o orçamento anual para cada ministério, o que dará uma noção do nível de importância dado pelo governo federal em comparação com o discurso utilizado, muitas vezes vergonhosamente ilusório. Embora exista uma imagem de que o Brasil tem buscado mais influência externa, participação em círculos importantes de cooperação e negociação internacional e consequentemente o aumento da participação brasileira no sistema internacional, o que certamente traria benefícios econômicos e políticos a um país que vive a beira de uma recessão sem precedentes, o orçamento federal mostra o contrário. O Ministério da Cultura, por exemplo, tem um orçamento duas vezes maior que o das Relações Exteriores. Este é um espaço público de debate de idéias. “Sarneyzação piorada” Análise publicada no jornal impresso desta segunda-feira, dia 23.02.2015.

“Sarneyzação piorada”

Em política quase nada é impossível, mas nem tudo é plausível. Há especulação de todo tipo, mas parece claro que, ao final, algumas dezenas de políticos sejam implicados com a Operação Lava Jato. Cardozo ao 247: 'empresas devem ser preservadas' 247 - Na última quinta-feira, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, recebeu a equipe do 247 para falar sobre o bombardeio a que vinha sendo submetido.

Cardozo ao 247: 'empresas devem ser preservadas'

Era criticado por personagens como Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, por supostamente interferir nas investigações da Lava Jato. No PT, também recebia ataques dos que o acusavam de não conter o direcionamento da Lava Jato, que parece mirar a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Um corte que não agrada a Levy - Política - Estadão. PT e PSDB já namoraram bastante. E você arrumando briga por causa deles. PT e PSDB já namoraram bastante.

PT e PSDB já namoraram bastante. E você arrumando briga por causa deles

E você arrumando briga por causa deles Crédito: Arquivo Gazeta do Povo. A matéria abaixo foi publicada pela Gazeta do Povo pouco antes do início da campanha de 2014. Está mais atual que nunca: Quando Lula chegou ao segundo turno contra Fernando Collor, em 1989, o PSDB não teve dúvidas de subir no palanque do PT.

Altamiro Borges: Folha quer apressar o golpe através da Lei de Responsabilidade Fiscal. Publicado em 19 de abril de 2015 às 22:04 No HSBC da Folha não vai nada?

Altamiro Borges: Folha quer apressar o golpe através da Lei de Responsabilidade Fiscal

Educação é o ministério mais atingido com ajuste fiscal - Economia - Estadão. Câmara aprova lei que tipifica crime de terrorismo e estabelece pena de até 30 anos. BRASÍLIA - A Câmara aprovou nesta quarta-feira projeto da lei “antiterrorismo”, de autoria do Executivo.

Câmara aprova lei que tipifica crime de terrorismo e estabelece pena de até 30 anos

O texto tipifica o crime de terrorismo e estabelece penas que vão de 12 a 30 anos em regime fechado, além de outras sanções correspondentes a ameaça ou violência. Com a votação do projeto, que trancava a pauta da Casa, o caminho fica livre para que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vote as contas da presidente Dilma Rousseff. Segundo o projeto aprovado, atos de terrorismo consistem em práticas com a finalidade de intimidação de Estado, organização internacional ou pessoas jurídica, nacional ou estrangeira, ou representações internacionais, ou coagi-los a ação ou omissão.

Folha de S.Paulo. Os protestos marcados para este domingo (16) em diversas cidades do Brasil serão realizados a contrafluxo do que tem se passado nas esferas política e econômica.

Folha de S.Paulo

Não que a crise esteja superada; longe disso. Mas, nos últimos dias, líderes partidários e empresariais parecem ter-se dado conta de que, a despeito dos erros cometidos pela presidente Dilma Rousseff (PT) –e foram muitos–, o melhor para o país, neste momento, é contar com alguma calmaria no Planalto. Planalto paralisa projeto "Pátria Educadora", mote do 2º mandato - Palácio do Planalto.

O Palácio do Planalto decidiu manter engavetado o projeto "Pátria Educadora", mote do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, que até hoje não saiu do papel.

Planalto paralisa projeto "Pátria Educadora", mote do 2º mandato - Palácio do Planalto

O plano, lançado no discurso de posse da presidente, foi elaborado pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Mangabeira Unger, e prevê metas na área educacional. Mas uma disputa de protagonismo político entre Mangabeira e o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, na prática inviabilizou sua implementação. Lei contra o terror e estado de exceção na democracia brasileira. Nas últimas semanas tem circulado no Congresso Nacional o Projeto de Lei da Câmara (PLC 101/15) que visa regulamentar o crime de terrorismo disposto no artigo 5o da Constituição Federal.

Lei contra o terror e estado de exceção na democracia brasileira

Ao buscar definir o conceito de organização / ação terrorista, o PLC 101/15, proposto pela Presidência da República, criou uma espécie de ornitorrinco. Expressão criada pelo sociólogo Francisco de Oliveira, o “ornitorrinco” refere-se a um animal híbrido, improvável na escala evolucionista e que, no caso deste Projeto, se apresenta sob a marca liberal e de assimilação das mudanças políticas globais. Requião: o TCU e a espetacularização da formalidade contábil contra a democracia. Para senador, “houve sim uma engenharia financeira, mas não houve crime.

Requião: o TCU e a espetacularização da formalidade contábil contra a democracia

Ninguém se apropriou de recurso público. Dilma veta auditoria da dívida pública proposta pelo PSOL. 10 motivos para temer a bancada BBB, 'Bíblia, Boi e Bala', do Congresso Nacional. Que esta versão da Câmara dos Deputados é uma das mais conservadoras da história, não há dúvidas. O projeto que reduz a maioridade penal, em tramitação desde 1993 e até então sempre postergado, não causou só comoção social como acendeu um sinal de alerta. Há outros no caminho. Apelidados de Bancada BBB, da bíblia, boi e bala, pela deputada Erika Kokay (PT-DF), em referência a quantidade de religiosos, delegados e ruralistas eleitos, os conservadores apresentaram uma pauta robusta esta legislatura. O grupo tem se articulado para tirar do limbo da Casa projetos de consenso da bancada que eram facilmente rejeitados.

Eles contam com um aliado forte, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Eduardo Cunha acata pedido de impeachment contra Dilma Rousseff - 02/12/2015. Em retaliação ao PT e ao Planalto, que não asseguraram votos para enterrar seu processo de cassação, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou às 18h38 desta quarta-feira (2) a deflagração do principal pedido de impeachment contra Dilma Rousseff. Desafeto do governo e responsável pela aplicação de derrotas legislativas ao Planalto em 2015, Cunha coloca para funcionar novamente, 23 anos depois, a engrenagem que levou à queda de Fernando Collor de Mello em 1992. O peemedebista recebeu a representação assinado pelos advogados Hélio Bicudo (ex-petista), Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, peça corroborada pela oposição e pelos movimentos de rua oposição a saída de Dilma. Governo Dilma congela reforma agrária - 27/03/2016 - Poder. Tradicional bandeira do PT, a reforma agrária foi paralisada pela gestão Dilma Rousseff.

Análise: Jovens podem ser os mais prejudicados por mudanças na lei de terceirização - 20/04/2015. Moro interferiu politicamente contra Dilma e Lula. Dilma diz que sua gestão foi a que mais reduziu impostos, mas não é verdade. Ozan Kose/AFP A presidente Dilma Rousseff durante reunião de líderes do G20 em Antália, na Turquia Nesta segunda-feira (16), a presidente Dilma Rousseff afirmou, durante entrevista coletiva na reunião do G20, na Turquia, que sua gestão foi a que mais reduziu impostos "nos últimos anos".

Medidas impopulares colocam PT em ebulição.