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História

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Prof. Márcio Barbosa - Aulas online de Matemática e Vídeos. Revolução Egípcia de 2011. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Revolução no Egito em 2011, também conhecida como Dias de Fúria, Revolução de Lótus e Revolução do Nilo,[18][19] foi uma série de manifestações de rua, protestos e atos de desobediência civil que ocorreram no Egito de 25 de janeiro até 11 de fevereiro de 2011. Os organizadores das manifestações contaram com a recente revolta da Tunísia para inspirar as multidões egípcias a se mobilizarem, assim como ocorreu em grande parte do mundo árabe.

Os principais motivos para o início das manifestações e tumultos foram a violência policial, leis de estado de exceção, o desemprego, o desejo de aumentar o salário mínimo, falta de moradia, inflação, corrupção, falta de liberdade de expressão, más condições de vida[20] e fatores demográficos estruturais.[21] O principal objetivo dos protestos era derrubar o regime do presidente Hosni Mubarak, que esteve no poder durante trinta anos.[22] Antecedentes[editar | editar código-fonte] Referências.

40 filmes para quem ama História. Lista de quarenta filmes com temas relacionados com História, para quem gosta do gênero. Nós que aqui estamos por vós esperamos (1999) – Direção: Marcello Masagão. Um documentário sensacional. Com recortes biográficos reais para representar o século XX e toda sua efervescência. Sem seguir a típica e didática linha cronológica dos documentários tradicionais, este, além de dispensar a também típica narração, se revela um experimento totalmente original.

O Nome da Rosa (1986) – Direção: Jean-Jacques Annaud Em 1327 William de Baskerville (Sean Connery), um monge franciscano, e Adso von Melk (Christian Slater), um noviço que o acompanha, chegam a um remoto mosteiro no norte da Itália. Diários de Motocicleta (2004) – Direção: Walter Salles Que belo filme. A Guerra do Fogo (1981) – Direção: Jean-Jacques Annaud Um dos meus prediletos. Ivan, o Terrível – Parte I (1944) – Direção: Sergei M.

Alexander Nevsky (1938) – Direção: Sergei M. O Encouraçado Potemkin (1925) – Direção: Sergei M. História Mundi: Moisés, Ramsés II e o Êxodo. Novo Milênio: Histórias e Lendas de Santos: História da Imprensa de Santos (5) Jornais (cont.) L'Independente - 1894 L'Independente (O Independente) foi um jornal hebdomadário que começou a publicar-se no Município no dia 1ºde novembro de 1894. Inteiramente redigido em idioma italiano. Diário de Santos, em sua edição de 2 de novembro de 1894, noticiando a saída de L'Independente, assim se manifestou: "Temos em nossa mesa de trabalho o 1º número deste semanário italiano que apareceu ontem em nossa Cidade. É um jornal bem feito, variado, propondo-se a ser antes de tudo bastante noticioso, e trazer sempre uma crônica e um completo serviço telegráfico, além das outras seções.

É seu redator-chefe o sr. O 15 de Novembro - 1894 Em outubro de 1894 o dr. O dr. Floriano Peixoto - 1894 Composto e impresso na Tipografia Brasil, de Deoclides Bezerra, foi editado em Santos a 30 de abril de 1894 o jornal de 4 páginas intitulado Floriano Peixoto, em homenagem ao marechal Floriano Peixoto pelo seu dia natalício, mandado editar por seus amigos santenses. Santos Comercial - 1894.

70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial: Seis anos que mudaram a história do mundo. Juliano Tatsch Soldados alemães durante a Batalha de Stalingrado Quando, a bordo do cruzador Missouri, o ministro das Relações Exteriores do Japão, Mamoru Shigemitsu, junto com o chefe do Estado-Maior da Armada Imperial, general Yoshijiro Umezu, assinou a rendição japonesa diante do general norte-americano Douglas McCarthur, os dois envergonhados representantes do imperador Hiroito oficializavam ao mundo a derrota do esforço de guerra nipônico diante do poderio armamentício dos Estados Unidos.

O dia era 2 de setembro de 1945. Após seis anos de ferrenhas batalhas, de massacres desumanos, de heroísmos e vilanias, de destruição e dor, o mundo deixava de sangrar. A Segunda Guerra Mundial foi um marco em diversos aspectos. Os números não são exatos, mas cerca de 55 milhões de pessoas morreram no conflito que envolveu 72 nações, inclusive o Brasil, mas que teve como protagonistas, de um lado, Alemanha, Itália e Japão, e, do outro, Reino Unido, França, União Soviética e Estados Unidos.

Brasil

Historia. Revolução Americana. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Os ingleses, lutando a 5.500 km de casa, enfrentaram problemas de carência de provisões, comando desunido, comunicação lenta, população hostil e falta de experiência em combater táticas de guerrilha. A Aliança Francesa (1778) mudou a natureza da guerra, apesar de ter dado uma ajuda apenas modesta; a Inglaterra, a partir de então, passou a se concentrar nas disputas por territórios na Europa e nas Índias Ocidentais e Orientais. Os colonos tinham força de vontade, mas interesses divergentes e falta de organização.

Das colônias do sul, só a Virgínia agia com decisão. Os britânicos do Canadá permaneceram fiéis ao Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda. Os voluntários do exército, alistados por um ano, volta e meia abandonavam a luta para cuidar de seus afazeres. O curso da guerra pode ser dividido em duas fases a partir de 1778. Mais tarde, em 1812 e 1815, ocorreu uma nova guerra entre os Estados Unidos e a Inglaterra. History. As epidemias abaixo surgiram e se espalharam em épocas de muita troca comercial, grandes guerras ou de superpopulações em áreas de pequeno porte, com serviços inadequados de higiene e saúde.

Essas doenças causaram milhões de mortes e provocaram mudanças no curso da história. Por muitos anos, acreditou-se que eram castigos divinos ou presságios do fim do mundo. Conheça suas origens e consequências. A expansão do ebola acelerou as pesquisas para conter seus efeitos devastadores. Até o momento, esta doença infecciosa viral aguda deu fim à vida de mais de 4 mil pessoas, em 60 regiões diferentes do oeste africano. A primeira grande epidemia da qual se tem registro é “A peste da Guerra do Peloponeso”, em 430 a.C. Foi conhecida como “A praga Antonina” e atingiu a capital do Império Romano entre os anos 165 e 180, porém muitos especialistas a descrevem como um primeiro tipo de varíola.

A peste bubônica possui 1.500 anos de história e ainda não foi erradicada. Historiadores traduzem única autobiografia escrita por ex-escravo que viveu no Brasil. RIO - “Que aqueles ‘indivíduos humanitários’ que são a favor da escravidão se coloquem no lugar do escravo no porão barulhento de um navio negreiro, apenas por uma viagem da África à América, sem sequer experimentar mais que isso dos horrores da escravidão: se não saírem abolicionistas convictos, então não tenho mais nada a dizer a favor da abolição.” As palavras são de Mahommah Gardo Baquaqua, ex-escravo nascido no Norte da África no início do século XIX e que trabalhou no Brasil antes de fugir das amarras da servidão em Nova York, em 1847. O trecho consta do livro “An interesting narrative.

Biography of Mahommah G. Baquaqua” (“Uma interessante narrativa: biografia de Mahommah G. No entanto, com apoio do Ministério da Cultura e do Consulado do Canadá, o professor pernambucano Bruno Véras, de 26 anos, resolveu se debruçar sobre o documento, ajudado por outros dois pesquisadores. . - Baquaqua sempre foi um personagem que me intrigou. Baquaqua não pôde contar com a sorte daquela vez. Guerra de Secessão. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Guerra Civil Americana foi uma das primeiras verdadeiras guerras industriais.

Estradas de ferro, o telégrafo, navios a vapor e armas produzidas em massa foram utilizados extensivamente. A mobilização de fábricas, minas, estaleiros, bancos, transportes e alimentos civis prenunciavam a Primeira Guerra Mundial. O conflito foi a guerra mais mortal na história dos Estados Unidos, resultando na morte de cerca de 750 mil soldados[3] e um número indeterminado de vítimas civis. O historiador John Huddleston estima o número de mortos em dez por cento de todos os homens do norte com idades entre os 20 e 45 anos e 30 por cento de todos os homens brancos do sul com idades entre 18 e 40 anos.[4] Causas da secessão[editar | editar código-fonte] Raízes históricas[editar | editar código-fonte] Enquanto isto, o clima frio e o solo rochoso dos Estados do Norte mostraram-se pouco adequados à prática da agricultura. Diferenças culturais[editar | editar código-fonte] A "guerra civil" americana - uma defesa do separatismo sulista.

Escrito por Rafael Salomão Aguillar | 20 Setembro 2012 Artigos - Cultura Empreendo a difícil e politicamente incorreta tarefa de tentar defender os direitos dos estados norte-americanos do sul durante o período que ficou conhecido como o da "guerra civil" americana (1861-1865). Difícil porque o assunto encontra-se impregnado de um senso-comum que costuma desqualificar e impedir a exposição de outra interpretação e de visões distintas acerca dos fatos históricos. Recorrentemente, os que ousam tentá-lo são tachados de racistas, de escravistas e de preconceituosos, sendo injustamente desmerecidos. Começo, pois, por me referir a um grande erro, perpetrado pelo uso incorreto da terminologia "guerra civil".

Elucidada essa questão de mera nomenclatura, podemos, destarte, nos aventurar pela problemática jurídica em torno da guerra de secessão americana. Hoje, a visão de que as federações são indissolúveis é incontestável e pacífica na doutrina; [2] mas nem sempre foi assim. Ordem dos Templários. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim: "Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici"), conhecida como Cavaleiros Templários, Ordem do Templo (em francês: Ordre du Temple ou Templiers) ou simplesmente como Templários, foi uma das ordem militar de Cavalaria.[3] A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista. O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas.

Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. História[editar | editar código-fonte] Mega infográfico traz dados sobre a “primavera brasileira” Um infográfico muito bacana – mas muito bacana, mesmo! – produzido pelo pessoal da Iinterativa traz diversos dados e fatos sobre as manifestações que rolaram por todo o país. Independentemente se você é contra ou a favor ou, ainda, se você crê nas teorias conspiratórios que as manifestações fora arquitetadas pela esquerda, pela direita, pelos militares, pela Globo ou pelos Estados Unidos, uma coisa é fato: o Brasil ainda muito mal das pernas e não é de hoje.

O transporte público brasileiro é sucateado, as estradas são mortais, a saúde é inexistente, a violência atinge níveis assustadores, a corrupção é lei e a educação é falida. Isso são dados concretos e absolutos sobre a realidade brasileira que dia a dia fingimos não ver ou tentamos não acreditar, já que um país com as mais altas taxas de impostos e com tantas riquezas deveria tratar de uma maneira mais significativa seu povo. No mais, confira o mega infográfico: Nova descoberta muda rumo de estudos sobre a origem dos maias. O surgimento da civilização maia é, até hoje, um dos maiores mistérios da arqueologia. No entanto, uma nova análise pode fazer com que as duas antigas teorias sobre o assunto sejam derrubadas. Até então, pesquisadores acreditavam que a cultura maia teria começado no ano de 2000 a.C. Uma hipótese sugeria que os maias teriam se desenvolvido sozinhos em meio a florestas que hoje fazem parte do sudoeste do México. Enquanto isso, alguns pesquisadores acreditam que houve um tipo de “cultura-mãe”, de onde os maias descenderam.

Alguns estudos levantavam a hipótese de que os maias começaram a ocupar as planícies do sul do México entre 1000 e 700 a.C., quando os olmecas ocupavam a cidade de La Venta. No entanto, exames de datação de carbono em estruturas cerimoniais encontradas na cidade maia mostram que elas foram construídas até 200 anos antes de La Venta atingir seu auge. Dia das bruxas. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa e pronuncia-se: /hæləʊˈiːn/ ; /hæloʊˈiːn/[1] ) é um evento tradicional e cultural, que ocorre principalmente em países de língua inglesa, mas com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como origem as celebrações dos antigos povos Celtas.[2] [3] [4] Etimologia[editar | editar código-fonte] Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening Hallowe'en Halloween.

Outra hipótese é que a Igreja Católica ao eliminar o dia de Martinho Lutero, que foi o fundador da igreja protestante, disse que a salvação é pela graça e não pela obra (indulgencias). História[editar | editar código-fonte] Um cartão comemorativo do Halloween. A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando: Epidemia de Dança de 1518. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Gravura de Henricus Hondius retratando três mulheres acometidas pela praga. Obra baseada em desenho original de Pieter Bruegel, que teria testemunhado um dos surtos subsequentes em 1564 na região de Flandres Epidemia de Dança de 1518 foi um caso de dançomania ocorrido em Estrasburgo, França (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) em julho de 1518. Diversas pessoas dançaram sem descanso por dias a fio e, no período de aproximadamente um mês, a maioria caiu morta em consequência de ataques cardíacos, derrames ou exaustão.

Eventos[editar | editar código-fonte] O fenômeno começou quando uma mulher, Frau Troffea, começou a dançar incontrolavelmente em uma rua de Estrasburgo. Documentos históricos, incluindo "observações médicas, sermões catedráticos, crônicas locais e regionais, e mesmo notas divulgadas pelo conselho municipal de Estrasburgo" deixam claro que as vítimas estavam dançando. Referências Ligações externas[editar | editar código-fonte] Guerra da Coreia - causas, resumo, o que foi. Guerra da Coreia História da Guerra da Coreia, fatos, causas, resumo, foto, o que foi a guerra Conflito armado nas ruas de Seul durante a Guerra da Coreia O que foi A Guerra da Coreia foi um conflito armado entre Coreia do Sul e Coreia do Norte.

Ocorreu entre os anos de 1950 e 1953. Causas da Guerra - Divisão ocorrida na Coreia, após o fim da Segunda Guerra Mundial. . - Após diversas tentativas de derrubar o governo sul-coreano, a Coreia do Norte invadiu a Coreia do Sul em 25 de junho de 1950. O desenvolvimento da guerra - Logo após a invasão norte-coreana, as Nações Unidas enviaram tropas para a região a fim de expulsar os norte-coreanos e devolver o comando de Seul para os sul-coreanos. - Os Estados Unidos entraram na guerra ao lado da Coreia do Sul, enquanto a China (aliada da União Soviética) enviou tropas para a zona de conflito para apoiar a Coreia do Norte. - Em 1953, a Coreia do Sul, apoiada por Estados Unidos e outros países capitalistas, apresentava várias vitórias militares.

Guerras. Europa - O domínio espanhol sobre Portugal - Passeiweb. Principio De Legitimidade | Desconversa - História. Historia [2]!Principio da legitimidade - Yahoo! Respostas. Comuna de Paris. Primos idênticos - o czar e o rei Jorge V da Inglaterra. Questão Oriental. África - Domínio Público. Guerra dos Trinta Anos. Casa de Habsburgo. Liechtenstein. Sacro Império Romano-Germânico. Paz de Vestfália. Império Otomano. Segunda Guerra Mundial. Ação Integralista Brasileira. Primeira Guerra Mundial. Qual era o objetivo da primeira guerra mundial. Países que estavam na primeira guerra mundial e seu objetivos. A Ar bia antes do Isl. A%20LIRICA%20MODERNISA. Revolução Gloriosa. Guerra dos Farrapos. 1939: Assinado o Pacto de Não-Agressão | Calendário Histórico | Deutsche Welle | 23.08.2011.

Qual o principal motivo que levou hà derrota Nazista na Segunda Guerra Mundial. A essência do gesto. ISTO é ARTE - 014 - ufgrs.