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Pobreza e Desigualdade

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IBGE: negros são 17% dos mais ricos e três quartos da população mais pobre. Entre 2005 e 2015, aumentou o número de negros entre os brasileiros mais ricos, de 11,4% para 17,8%.

IBGE: negros são 17% dos mais ricos e três quartos da população mais pobre

Apesar disso, a população branca ainda é maioria – oito em cada dez – entre o 1% mais rico da população. Entre os mais pobres, por outro lado, três em cada quatro são pessoas negras, segundo informou hoje (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Boulos: o capitalismo do 1% Em apenas cinco anos, a metade mais pobre da humanidade perdeu 38% de sua riqueza.

Boulos: o capitalismo do 1%

Os lucros dos bancos não param de crescer. É a isso que chamam de “austeridade” — ou “ajuste fiscal”… Por Guilherme Boulos. 1% da população mundial terá mais da metade do PIB global em 2016. WASHINGTON - Apenas 80 pessoas detêm a mesma riqueza que metade da população mundial, ou 3,5 bilhões de pessoas, aponta relatório divulgado nesta segunda-feira pela ONG britânica Oxfam.

1% da população mundial terá mais da metade do PIB global em 2016

Os dados, de 2014, mostram um aumento da desigualdade, já que em 2013 eram 85 bilionários. Em 2009, o número era de 388. Por outro lado, a parcela do 1% mais rico da população mundial está perto de controlar a maior parte da riqueza global. Queda no número de filhos é maior entre os mais pobres, mostra IBGE. BRASÍLIA - Nos últimos dez anos, o número de filhos por família no Brasil caiu 10,7%.

Queda no número de filhos é maior entre os mais pobres, mostra IBGE

Entre os 20% mais pobres, a queda registrada no mesmo período foi 15,7%. A maior redução foi identificada entre os 20% mais pobres que vivem na Região Nordeste: 26,4%. Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e têm como base as edições de 2003 a 2013 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento mostra que, em 2003, a média de filhos por família no Brasil era 1,78. Brasil vive 'filme dramático' após década de avanços, diz Marcelo Neri - 29/08/2015 - Mercado. Um dos maiores especialistas do país em distribuição de renda, o economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV-RJ, diz que o Brasil vive um "filme dramático" após uma década de avanços.

Brasil vive 'filme dramático' após década de avanços, diz Marcelo Neri - 29/08/2015 - Mercado

"Nossa trajetória positiva dos últimos anos está em risco. " Ex-presidente do Ipea e ex-ministro da SAE/PR, Neri diz que os mais pobres vinham "bombando" por conta do mercado de trabalho até o governo Dilma 2, que agora entra em uma espiral de rápido aumento do desemprego. "Quando analisamos os motivos de a renda ter crescido e a desigualdade caído, não é tanto por causa do Bolsa Família ou do impacto do salário mínimo sobre a Previdência. O principal foi o peso da renda do trabalho, formal e informal", afirma. Blog EstadãoDados – Apenas 32 cidades têm IDH municipal muito baixo; em 2000 eram 2328.

Índice de Desenvolvimento Humano de 2010 traz nova metodologia - notícias em Brasil. IDH municipal do Brasil cresce 47,5% em 20 anos, aponta Pnud - notícias em Brasil. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil cresceu 47,5% entre 1991 e 2010, segundo o "Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013", divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

IDH municipal do Brasil cresce 47,5% em 20 anos, aponta Pnud - notícias em Brasil

De acordo com a publicação, a cidade com o IDHM mais elevado é São Caetano (SP), e os municípios que tiveram maior evolução no quesito "renda" são das regiões Norte e Nordeste. A classificação do IDHM geral do Brasil mudou de "muito baixo" (0,493), em 1991 para "alto desenvolvimento humano" (0,727), em 2010. Em 2000, o IDHM geral do Brasil era 0,612, considerado "médio". Economia - 71 mil brasileiros concentram 22% de toda riqueza; veja dados da Receita. Que o Brasil é um país desigual estamos cansados de ouvir.

Economia - 71 mil brasileiros concentram 22% de toda riqueza; veja dados da Receita

Dados das declarações de imposto de renda divulgados neste mês pela Receita Federal ajudam a conhecer melhor a distribuição de renda e riqueza no país e mostram que menos de 1% dos contribuintes concentram cerca de 30% de toda a riqueza declarada em bens e ativos financeiros. De 2012 para 2013, o número de brasileiros com renda mensal superior a 160 salários mínimos (maior faixa da pirâmide social pelos critérios da Receita) caiu de 73.743 para 71.440. Esta pequena elite - que corresponde a 0,3% dos declarantes de IR - concentrou, em 2013, 14% da renda total e 21,7% da riqueza, totalizando rendimentos de R$ 298 bilhões e patrimônio de R$ 1,2 trilhão.

O crescimento e a desigualdade no Brasil e em 3 países da América do Sul - Nexo Jornal. Em 2011, a revista “Época”” publicou um gráfico de autoria do infografista Alberto Cairo comparando os índices de desigualdade e de crescimento do PIB do Brasil de 1981 até 2010.

O crescimento e a desigualdade no Brasil e em 3 países da América do Sul - Nexo Jornal

Fizemos um recorte dos dados e expandimos a análise com dados mais atuais para comparar com os índices de outras economias sul-americanas. Veja os cenários possíveis na relação entre essas duas variáveis: RENDA - Agronegócio puxa redução da desigualdade no Paraná. O Paraná é o segundo estado com menor desigualdade de renda no Brasil, de acordo com ranking de 2013 elaborado a partir do índice de Gini, que mede a distribuição de renda entre a população.

RENDA - Agronegócio puxa redução da desigualdade no Paraná

O Estado também é o único, entre os primeiros colocados, que subiu de posição em relação a 2012, passando do quarto para o segundo lugar. Santa Catarina, o campeão da igualdade, manteve-se estável nos dois anos avaliados. Ninguém além do Brasil repetiu milagre de tirar 22 milhões da pobreza, diz Bauman - Portal Fórum. Pela primeira vez em uma década, a miséria no Brasil para de cair. Pela primeira vez em dez anos o número de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza aumentou, passando de 10,08 milhões em 2012, para 10,45 milhões no ano passado.

Pela primeira vez em uma década, a miséria no Brasil para de cair

Os dados, que se chocam com o discurso de redução da miséria vendido pelo PT ao longo de toda a campanha eleitoral, foram disponibilizados no site do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no dia 30 de outubro praticamente na surdina, uma vez que o Instituto não realizou nenhuma divulgação das informações. Desde 2003, essa é a primeira vez que a quantidade de miseráveis deixa de cair. Brasil reduz a pobreza extrema em 75%, diz FAO - Agência Estado. Economia - Após 10 anos de queda, número de miseráveis volta a subir no Brasil. Pessoas extremamente pobres Número de indivíduos com renda familiar per capita abaixo da linha de extrema pobreza (em milhões) Fonte: Ipeadata Após uma década de queda na miséria, o número de brasileiros em condição de extrema pobreza voltou a subir em 2013. O país tinha 10,08 milhões de miseráveis em 2012, contra 10,45 milhões um ano depois, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O aumento é de 3,7%. Sair do mapa de fome da ONU é histórico, diz governo. Brasília - O governo brasileiro considerou como um feito "histórico" que o país tenha saído do mapa de fome da ONU, de acordo com relatório apresentado em Roma nesta terça-feira. "Superar a fome era uma das principais metas do Estado brasileiro e isso foi possível", declarou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. O relatório foi desenvolvido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA).

A apresentaçação aponta que, nos últimos 10 anos, o Brasil reduziu pela metade a parcela da população que sofre com a fome. Com isso, alcançou um dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio que as Nações Unidas estabeleceram até 2015. Nordeste é única região onde miséria caiu em 2013; Sudeste tem maior alta.

Pela primeira vez, dados oficiais apontam que miséria parou de cair. Sem fazer alarde, o governo Dilma Rousseff já apurou os primeiros dados oficiais que mostram a interrupção do processo de redução da miséria. Segundo cálculos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, ligado ao Palácio do Planalto), o número de indigentes do país cresceu de 10,08 milhões, em 2012, para 10,45 milhões no ano passado. Sobre a recente queda da desigualdade de renda no Brasil — Brasil Debate.

Entre 2002 e 2012, o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade de renda, diminuiu de 0,59 para 0,53. Segundo o Pnud, o percentual de brasileiros em situação de pobreza caiu 22,5% em seis anos, e, para a OIT, a parcela de indigentes reduziu-se de 25% da população em 2001 para 17,4% em 2009. Foram retiradas da pobreza 23 milhões de pessoas EmailShare 615EmailShare De um dos mais utilizados manuais de microeconomia, retira-se a seguinte citação: “A desigualdade crescente pode ser desvantajosa para trabalhadores com baixos salários, cujas oportunidades limitadas podem levá-los a sair da força de trabalho e, no limite, podem até entrar para o crime.

No entanto, ela [a desigualdade] também pode motivar os trabalhadores, cujas oportunidades para ascensão a partir de empregos de altos salários nunca estiveram melhores” (Pindyck e Rubinfeld, 2001: 529, tradução livre). Assim, percebe-se que, para uma ala de economistas, a desigualdade pode ser considerada um incentivo. Os 15 mais ricos do país em 2013, segundo a Forbes Brasil - Fotos.

Ações Afirmativas

Bolsa Família. Renda Mínima. Como reduzir a pobreza: uma nova lição do Brasil para o mundo? Se tem uma coisa em que o Brasil é bom é em globalizar. Fez do seu futebol e das suas novelas fenômenos globais, transformando a marca “Brasil” em uma grife mundial. This is the proof that the 1% have been running the show for 800 years — Quartz.

One night a few years ago, Emma Lewis sprained her ankle. She had spent the evening dancing, then walked several miles home wearing what she calls “slightly inadvisable shoes.” The next morning, Lewis went to see her doctor. But her damaged ankle was not his main concern. Instead, he told Lewis that she ought to be getting more exercise and losing weight.

Like many Americans who are overweight or obese, Lewis dreads seeking medical help. It’s time for doctors to stop using weight to judge the health of the people under their care. Yet many doctors continue to prescribe weight loss to all their overweight and obese patients. Despite the popularity of dieting, most weight loss is temporary. Desigualdade social: 1% da população mundial concentra metade de toda a riqueza do planeta. Quase um milhão de crianças africanas sofrem com desnutrição aguda grave, alerta Unicef. Who controls the world? More resources for understanding. It Is Expensive to Be Poor - Barbara Ehrenreich. Fifty years ago, President Lyndon B. Johnson made a move that was unprecedented at the time and remains unmatched by succeeding administrations.

He announced a War on Poverty, saying that its “chief weapons” would be “better schools, and better health, and better homes, and better training, and better job opportunities.” So starting in 1964 and for almost a decade, the federal government poured at least some of its resources in the direction they should have been going all along: toward those who were most in need.

Longstanding programs like Head Start, Legal Services, and the Job Corps were created. Um novo retrato da desigualdade global. Distância entre nações reduziu-se, mas elite de super-ricos isolou-se ainda mais. Slavery Footprint - Made In A Free World. Nascer em bairro pobre 'prejudica ascensão social por décadas' - BBC Brasil. Quer dizer que o mérito é seu? - Caixa Zero. As inequality soars, the nervous super rich are already planning their escapes. With growing inequality and the civil unrest from Ferguson and the Occupy protests fresh in people’s mind, the world’s super rich are already preparing for the consequences. Identificada rede capitalista que domina o mundo. A revista New Scientist acaba de identificar, naquilo que eu chamaria de furo de reportagem, a rede capitalista que domina o mundo. [1107.5728v2] The network of global corporate control.

ONU: Fome no mundo cai, mas 805 milhões de pessoas continuam desnutridas. Richard Wilkinson: How economic inequality harms societies. The age of entitlement: how wealth breeds narcissism. Call it the asshole effect. That is the term coined by US psychologist Paul Piff after he did some stunning new research into the effects of wealth and inequality on people’s attitudes. As we ponder Joe Hockey’s budget and his division of the world into "leaners" and "lifters", as we learn from Oxfam that the richest 1% of Australians now own the same wealth as the bottom 60%, we would do well to consider the implications of Piff’s studies.

He found that as people grow wealthier, they are more likely to feel entitled, to become meaner and be more likely to exploit others, even to cheat. Piff conducted a series of revealing experiments. One was remarkably simple. They were four times more likely to cut off drivers with lower status vehicles. Fascinated by these results, Piff and his colleagues then looked at what created these impulses to bad behaviour. Wealth cultivates attitudes that are against redistribution and for privilege, Piff said: These qualities are not set in concrete. Patrimônio dos 85 mais ricos é igual ao da metade da população mundial - 20/01/2014 - Mercado.