SOPA - PIPA - ACTA

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http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,brasil-quer-discutir-novo-modelo-de-gestao-para-internet-,826101,0.htm?p=1 A briga brasileira por mudanças na governança global - as esferas de poder mundial como o Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional - chega à internet. Não se sabe ainda quando ou como, mas o governo brasileiro quer retomar a discussão da governança da internet, iniciada em 2003, revista em 2005 e ainda sem avanços. O controle dos Estados Unidos sobre as principais ferramentas da rede mundial de computadores incomoda o Brasil, a União Europeia e outros países. Até hoje, no entanto, não se encontrou uma solução que tire o poder dos americanos. Criada por pesquisadores americanos para conectar suas universidades, a internet transformou-se rapidamente em um mundo virtual paralelo que, hoje, faz parte da vida da grande maioria da população mundial. A organização dessa rede ainda é feita pelos americanos.

Brasil quer discutir novo modelo de gestão para internet - politica - versaoimpressa - Estadão

A entrevista abaixo foi publicada no Blog do Zé Dirceu e explica o que é o projeto de lei chamado Stop Online Piracy Act (SOPA) que está para ser votado na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos. No próximo dia 18/01, o Reddit está chamando um black out na rede para protestarmos contra a possibilidade de censura e de bloqueio aos sites pelas autoridades norte-americanas. Aqui, no Trezentos, vamos começar uma grande campanha contra os projetos SOPA e PIPA. A entrevista abaixo ajuda a esclarecer o que está em jogo. Qual é o conteúdo desse projeto de lei? Por que é tão polêmico?

O que é o SOPA (Stop Online Piracy Act) e porque ele é tão perigoso. | Trezentos

http://www.trezentos.blog.br/?p=6642
http://blogs.estadao.com.br/alexandre-matias/2012/01/22/kodak-yahoo-direitos-autorais-e-a-inevitabilidade-do-digital/

Kodak, Yahoo, direitos autorais e a inevitabilidade do digital - Alexandre Matias - Link - Estadao.com.br

A Sopa e a Pipa foram o principal assunto da semana passada, mas queria aproveitar para falar de outros acontecimentos ofuscados pela briga entre a indústria de entretenimento e a de tecnologia, mas que podem nos ajudar a jogar uma luz sobre a confusão legal a que estamos assistindo. Um deles é a concordata da Kodak e o outro, a demissão de Jerry Yang, um dos criadores do Yahoo, do cargo de “cofundador e líder” do site (sim, esse era seu cargo). Ambas notícias podem ser comparadas à clássica anedota sobre a inevitabilidade do digital – quando as grandes gravadoras do mundo resolveram processar seus próprios consumidores (que, graças ao Napster, descobriram que era possível baixar música de graça e à vontade) e deram início ao fim de seu próprio monopólio, o da música gravada e lançada em mídias físicas. A Kodak, uma empresa centenária, inventou a câmera fotográfica portátil que a tornou sinônimo do aparelho que popularizou.
http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/criador-de-site-de-videos-e-condenado-a-14-meses-de-prisao

Fundador de site de vídeos é condenado a 14 meses - Vida Digital - Notícia - VEJA.com

NinjaVideo: Justiça americano tirou a página do ar e prendeu os responsáveis pelo site (Reprodução) O Departamento de Justiça americano anunciou nesta sexta-feira que um dos fundadores do site NinjaVideo.net, especializado, segundo autoridades, na oferta de vídeos ilegais, foi condenado a 14 meses de prisão. Matthew Smith, 24, declarou-se culpado em setembro, em um tribunal federal de Alexandria, nos arredores de Washington. Após cumprir a pena, Smith continuará sob liberdade vigiada por dois anos, e terá que pagar mais de 172 mil dólares de multa e entregar às autoridades contas bancárias e equipamentos de informática. Autoridades americanas anunciaram em setembro processos contra cinco pessoas acusadas de terem permitido que milhões de internautas baixassem ilegalmente cópias de filmes e programas de TV. Entre fevereiro de 2008 e seu fechamento, em junho de 2010, o NinjaVideo registrou uma receita de mais de 500 mil dólares, dos quais Smith teria ficado com 172.387.

:: Fazendo Media: a média que a mídia faz :: » Diretor do Creative Commons no Brasil e professor da FGV fala sobre os projetos estadunidenses

http://www.fazendomedia.com/diretor-do-creative-commons-no-brasil-e-professor-da-fgv-fala-sobre-os-projetos-estadunidenses/ Na quarta-feira (18), algumas das maiores páginas da internet como Wikipedia, Google, Mozilla e WordPress, fizeram greve para protestar contra o SOPA (Stop Online Piracy Act) e o PIPA (Protect IP Act) que são dois projetos de lei que estão em discussão no congresso estadunidense. Se aprovadas, essas leis criarão um controle sobre a internet, afetando desde negócios online até o livre compartilhamento de cultura. A Caros Amigos conversou por e-mail com Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV no Rio de Janeiro, e diretor do Creative Commons no Brasil. Na entrevista ele falou sobre os possíveis efeitos da aprovação do SOPA e os rumos da Lei de Direitos Autorais brasileira. Caros Amigos - Tem se falado muito sobre censura, cerceamento da liberdade de expressão e controle da internet. O SOPA foi criado realmente para evitar pirataria, ou existe um viés de controle por trás dele?
A questão da cópia de arquivos na internet é muito simples: se há comunicação privada entre peers , não há como impedir a cópia do “trabalho de outros” – não garantir essa comunicação privada não só é difícil por ser (mais) antiético do que usar o trabalho dos outros, mas, com criptografia, darknets, etc., é também impossível. Sendo impossível impedir a cópia de material que não se quer ver copiado, esqueça imperativos supostamente éticos por um momento: foquemos na economia – o trabalho intelectual tem agora menos valor econômico . Isso é “bom”? http://papodehomem.com.br/copia-de-arquivos-na-internet-um-raciocinio-em-7-pontos-curtos/

Cópia de arquivos na internet – um raciocínio em 7 pontos curtos | Papo de Homem – Lifestyle Magazine

http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/01/25/fundador-do-megaupload-permanecera-na-prisao/ O fundador do site Megaupload.com , detido em Nova Zelândia a pedido do FBI que o acusa de pirataria em massa, permanecerá na prisão até o próximo exame do pedido de extradição dos Estados Unidos, em 22 de fevereiro, decidiu nesta quarta-feira a justiça neozelandesa. Um juiz neozelandês rejeitou nesta quarta-feira o pedido de libertação sob fiança de Kim Schmitz, o "Kim Dotcom", um alemão de 38 anos detido na sexta-feira com outros três chefes do Megaupload. "Graças à determinação e aos recursos financeiros (de Schmitz), existe um certo risco de que fuja", declarou o juiz David McNaughton em um veredicto por escrito. A promotoria neozelandesa se opunha que fosse colocado em liberdade, argumentando que a polícia encontrou em sua casa passaportes e cartões de crédito com diferentes nomes. Também recordou que no passado ele já havia fugido para a Tailândia para escapar da justiça alemã, que o procurava por outro caso.

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Fundador do Megaupload permanecerá na prisão

http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/01/27/concorrentes-do-megaupload-tomam-atitudes-para-se-proteger/ O fechamento do site de compartilhamento de arquivos Megaupload há uma semana desencadeou uma série de reações. Além dos ataques de hacktivistas à indústria da música e do cinema e a sites do governo americano, foi detectado um aumento no uso de redes de compartilhamento de arquivos P2P e, é claro, serviços semelhantes ao Megaupload tomaram algumas medidas para tentar escapar do mesmo destino do concorrente. Desde declarações mostrando diferenças entre seus serviços e os do Megaupload, em uma tentativa de se distanciar das acusações de atividades ilegais, até o bloqueio de compartilhamento de arquivos, veja algumas dessas medidas nos mais populares sites de compartilhamento.

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Concorrentes do Megaupload tomam atitudes para se proteger