O Steve Jobs matou os nerds. Steve Jobs tinha 12 anos e um problema: queria montar um frequenciômetro – aparelho essencial quando você precisa construir seu próprio circuito em casa. O menino não tinha todas as peças que precisava, então decidiu telefonar para alguém que certamente teria: Bill Hewlett, dono da HP. Era a maior empresa da região onde Jobs morava, naquele ano de 1967. Graças à Hewlett-Packard, aliás, aquele lugar na Califórnia, nos arredores de San Francisco, acabaria conhecido como Vale do Silício.
Jobs pegou a lista telefônica, encontrou um “William Hewlett” ali e ligou. O fundador do Vale do Silício e o jovem Da Vinci conversaram por 20 minutos. Jobs conseguiu o que precisava para montar seu frequenciômetro. E não parou mais. Entre um trote e outro, os dois tiveram contato com o primeiro computador pessoal da história, o Altair 8800. Enquanto isso, em Albuquerque, Novo México, outro fã do Altair 8800 montava sua própria empresa: a Microsoft. E no final dos anos 80 a coisa explodiu. Cientistas australianos afirmam: rabiscar faz bem à saúde mental – Superblog. Todos os professores devem incentivar seus alunos a rabiscar por aí.
Pode parecer estranho, mas esse é o pedido de um trio de pesquisadores educacionais da Austrália à comunidade escolar. Um estudo publicado no periódico Science trouxe a evidência clara: os alunos que costumam rabiscar e desenhar em folhas de papel enquanto fazem outras tarefas têm uma memória melhor do que os donos de lápis quietos. A teoria é que quem fica rabiscando a esmo tende a evitar os devaneios e se concentra melhor. Vários estudantes de três universidades foram incentivados a ler um texto e alguns tiveram que fazer um desenho criativo e divertido sobre o que haviam lido. Aqueles que desenharam disseram ter se inspirado muito mais do que os que não desenharam. Os pesquisadores acreditam que a atmosfera de brincadeira ajuda a ensinar e a incentivar o aprendizado. Você vai ficar milionário? Especial 45 Verdades Inconvenientes já está disponível para o iPad – Superblog. Esqueça aquelas histórias de que a Amazônia é o pulmão do mundo, de que é verão quanto o Sol está mais perto da Terra e de que é pela cabeça que a gente perde mais calor.
Fique sabendo que Napoleão não era baixinho, o Dia D não decidiu a 2ª Guerra Mundial e Charles Darwin não inventou o conceito de evolução. E abra o coração para aceitar também o fato de que a feijoada, prato do qual tanto nos orgulhamos, não é uma invenção brasileira. Reunidos nesta edição especial estão 45 verdades inconvenientes. Mas não é só. O especial está agora disponível para o iPad. Superinteressante, o site para quem ama conhecimento. 10 sinais de que seu casamento pode acabar em divórcio. 7 dicas científicas para ter um casamento feliz. 18 características de um bom mentiroso – Como as pessoas funcionam. Já dizia o doutor House: as pessoas mentem. Algumas, muito mais e muito melhor do que as outras.
Por isso, é normal desconfiar das histórias absurdas do amigo ou acreditar que o seu colega de trabalho pode ser um psicopata. Mas não há motivos para a paranoia. A revista Scientific American mencionou recentemente o trabalho de uma equipe de pesquisadores liderados pelo psicólogo holandês Aldert Vrij, da Universidade de Portsmouth, que listou características típicas de mentirosos convicentes para ajudar a identificá-los: 1- São manipuladores. Segundo o artigo, manipuladores mentem frequentemente e não têm escrúpulos morais – por isso, sentem menos culpa.
Eles também não têm medo de que as pessoas desconfiem e não precisam de muito esforço cognitivo para fazer isso. 2- São bons atores. 3- Conseguem se expressar bem. 4- Têm boa aparência. 5- São espontâneos. 6- São confiantes enquanto mentem. 7- Têm bastante experiência em mentir. 8- Conseguem esconder facilmente as emoções. Lavar as mãos te deixa livre de culpas, literalmente. Então é por isso que Pôncio Pilatos lavou as mãos Se você tiver tomado uma decisão difícil e quer que ela seja cumprida, lave as mãos. Uma equipe de psicólogos descobriu que o simples ato de lavar as mãos faz após tomar uma decisão faz com que as pessoas se sintam mais confortáveis com as escolhas que que fizeram, apagando todas as dúvidas sobre as escolhas cotidianas. O estudo, da Universidade de Michigan, observou que o ato parece afastar as dúvidas de que a pessoa fez a coisa certa. A pesquisa aponta que pessoas que lavaram a mão logo após a tomada de uma decisão importante estavam felizes com suas escolha, em comparação com aqueles que não o fizeram.
Um grupos de jovens estudantes foi avaliado para observar a preferência deles por CDs. Os jovens analisarem 30 capas de CD e eles escolheram 10 CDs que eles gostariam de possuir e classificaram pela preferência. O estudo então incluiu uma “recompensa” ao teste: que os estudantes escolhem ficar com o quinto ou sexto álbum da lista. Filhos primogênitos são mais inteligentes. Homens têm mais prazer em limpar a casa do que mulheres. Estudo “prova” que temos a habilidade de prever o futuro. O que o comprimento dos dedos diz sobre o homem. A Ciência da Sobrevivência ao Apocalypse Zumbi | Fail Wars. Dá para dizer se o cara é gay ou não com uma sílaba? Homofóbicos têm desejo sexual pelo mesmo sexo? Cientistas dizem que sim.
Por que às vezes o tempo voa e outras vezes se arrasta? – Como as pessoas funcionam. Você está assistindo à final do campeaonato num estádio de futebol e seu time está ganhando. Falta pouco para o jogo acabar, mas um gol do adversário pode estragar tudo. Você está à beira de um ataque de nervos porque aqueles minutos finais não terminam nunca. Enquanto isso, a torcida do outro time alimenta a esperança de um empate, mas o tempo está passando depressa demais e nada desse gol acontecer. O lugar e a quantidade de minutos decorridos são os mesmos, mas os sentimentos das torcidas são bem diferentes e a forma como elas sentem o tempo passar também. Segundo o professor William Gomes, do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), esta situação ilustra bem como a percepção do tempo pode variar de pessoa para pessoa e de acordo com a situação. Ele explica que, para a psicologia, o tempo “é a medida dos nossos julgamentos.
Quando o tempo voa Quando o tempo se arrasta Quanto mais uma coisa te incomoda, mais o tempo tende a se arrastar.