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BNCC na Prática de Língua Portuguesa: como ensinar gramática de forma contextualizada

BNCC na Prática de Língua Portuguesa: como ensinar gramática de forma contextualizada

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O ENSINO DE GRAMÁTICA EM UMA PERSPECTIVA TEXTUAL Maria Luci de Mesquita Prestes (FAPA/RS) malupre@terra.com.br, malupre@fapa.tche.br Resumo Nos últimos tempos, com os avanços das ciências relacionadas à linguagem, muito se tem discutido e pesquisado quanto ao ensino de gramática.

Produção de texto: como ensinar os alunos a escrever de verdade Narração, descrição e dissertação. Por muito tempo, esses três tipos de texto reinaram absolutos nas propostas de escrita. Consenso entre professores, essa maneira de ensinar a escrever foi uma das principais responsáveis pela falta de proficiência entre nossos estudantes. O trabalho baseado nas famosas composições e redações escolares tem uma fragilidade essencial: ele não garante o conhecimento necessário para produzir os textos que os alunos terão de escrever ao longo da vida. Português. Estratégias de Ensino para as aulas de Português Nossa língua é um legado de diversidades múltiplas de linguagem e é dividida em duas partes: a fala e a escrita. A princípio se definiu a fala como individual, algo próprio, passível de ser moldada, de acordo com os grupos lingüísticos. Já a escrita é social, a fim de termos uma convenção ao escrevermos, algo que será compreendido ao ser lido em todo âmbito social em que a língua é falada. No entanto, com o passar dos anos, falamos de discursos e tipologia de discurso, ou seja, dos tipos de comunicação existentes. Há tipos de discurso para todas as ocasiões: para conversas formais e informais, com os colegas de sala, com os pais, msn, orkut.

Prática de ensino de língua portuguesa - Blog da Parábola Editorial 6 Dicas para transformar sua aula de português Há muitas evidências de que a prática de ensino da língua não tem conseguido resultados que respondam, satisfatoriamente, às demandas sociais do momento atual Existe um visível descompasso entre a prática de ensino e o que exige o mercado profissional ou as relações interpessoais que marcam o funcionamento de qualquer grupo. A escola, em geral, não tem atendido às exigências de uma atuação social participativa, ampla (oral e escrita, formal e informal), mais ou menos complexa, multifuncional e multimodal. Sintonizando com a compreensão do que seja a linguagem, do que ela significa para a vida individual e social das pessoas, e atendendo, ainda, ao propósito de superar as carências mencionadas acima, podemos indicar algumas urgências, ou prioridades para as atividades do dia a dia da sala de aula. 1.

Gramática sem decoreba Há anos se fala de uma concepção diferente do ensino de gramática, mas pouca coisa mudou.O professor sabe que decorar regras e ler a gramática (que deve ser usada só para consulta) não funcionam. Isso porque somente o estudo teórico não leva ninguém a falar, ler e escrever melhor.Como muitos educadores ainda não descobriram outra forma de abordar o tema, simplesmente o deixam de lado. O resultado é que o conteúdo praticamente desapareceu da sala de aula. Essa parte da língua foi relegada porque se acreditava que ela não dava competência para redigir bem. "Nos anos 1990, essa idéia começou a ser questionada", observa Kátia Lomba Brakling, uma das autoras dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa de 1ª a 4ª série e de 5ª a 8ª.

Produção de texto: Como incentivar os alunos a escrever melhor A produção de texto está presente nas diversas etapas do conhecimento. Ela se relaciona com os estudantes desde criança, estimulando a criatividade. E, no final do Ensino Médio, é bastante decisiva para o Enem. Durante toda essa jornada, a relação do aluno com a produção textual pode ser conflituosa. Afinal, ela é desafiadora para os estudantes que não são corretamente estimulados e motivados a desenvolver a escrita. Além disso, o educador desempenha um importante papel em todo esse processo.

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