background preloader

You Won’t Believe What Obama Says In This Video! □

You Won’t Believe What Obama Says In This Video! □

http://www.youtube.com/watch?v=cQ54GDm1eL0

Related:  DESINFORMAÇÃOspeeches and short filmsDigital Age: Law & EthicsImages et Photos de presseEvaluer l'information

Como descobrir se as notícias na internet são verdadeiras ou falsas? O mundo da internet é maravilhoso e, ao mesmo tempo, perigoso. Se por um lado, passamos a ter acesso a uma infinidade de informações em tempo real de qualquer parte do mundo, por outro ficamos à mercê de dados falsos, notícias inventadas que podem causar muito mais estrago do que conseguimos imaginar. Diversos escândalos recentes trouxeram o assunto à tona e chegaram até a gerar o termo “fake news" (notícias falsas, em português) para descrever esse tipo de desinformação. Empresas como a Google e o Facebook estão trabalhando com seus sistemas de inteligência artificial para identificar e remover de suas plataformas notícias falsas É muito difícil, com a quantidade de informação passada pela internet, discernir perfeitamente o que é verdade e o que é mentira em artigos e matérias publicadas na rede.

ESL Halloween Lesson Plan - Scary video and sounds - Teacher Training Blog Melissa´s hopefully helpful ESL Halloween lesson Plan Have fun using this Lesson Plan with the scary soundtrack video! (There is another video with an A to Z of Halloween vocabulary at the bottom of the page – and a page with dictionary definitions of all the words) When you have completed the listening activity (see below), you can help students with the speaking and writing activity by showing the video with some of the useful vocabulary which will help them improve their story telling/writing. You can download the lesson plan from Scribd, but it is also all written out for you in this blopost. BTW, there are more lesson ideas from Melissa here.

How and Why Businesses Collect Consumer Data Credit: Arthimedes/Shutterstock The modern business environment is awash in data. As technologies like the internet of things and artificial intelligence continue to develop, companies have begun capturing and analyzing more and more data. Few things are immune to the explosive demand for more information. This includes the consumer. Companies capture, store, analyze and react to massive amounts of data on their consumer base every day. "Je crois ce que je vois." : remise en question à l'ère du deepfake - Recherche d'IdéeS Avant de commencer votre lecture, si, comme moi il y a peu, vous n’êtes pas certain-e de ce qui se cache derrière les termes intelligence artificielle, machine learning ou deep learning, je vous suggère cette courte vidéo. Vous avez probablement déjà entendu parler du deepfake : ces trucages vidéo ou audio plus vrais que nature générés par des algorithmes et publiés sur internet. Rendus possibles grâce à l’avènement du deep learning, ces montages permettent notamment de changer un visage par un autre (face swap), de créer de faux visages ou de modifier des expressions faciales. En termes d’audio, la modification ou la synthèse des voix sont les procédés les plus courants. Comment ça marche ?

Les « deepfakes », ces fausses vidéos créées pour nous influencer Entre l’affaire Cambridge Analytica, les tentatives d’ingérence dans les élections françaises et les opérations d’influence en Ukraine, les méthodes visant à influencer les populations sont maintenant perçues comme une réalité par les opinions publiques occidentales. Or, un nouveau phénomène émerge depuis quelques années avec le développement de l’intelligence artificielle (IA) et ses potentialités de création et d’apprentissage : les deepfakes, ou hypertrucages en français. Quelle est la nature de ces contenus de synthèse ? Comment leur utilisation pourrait influencer les opinions publiques ? Qu’est-ce qu’un deepfake ? Les hypertrucages sont des matériaux de synthèse, qui « truquent » avec beaucoup de réalisme des vidéos ou fichiers audio.

Notícia falsa Diagrama sobre como identificar notícias falsas da IFLA em português Notícias falsas (sendo também muito comum o uso do termo em inglês fake news) são uma forma de imprensa marrom que consiste na distribuição deliberada de desinformação ou boatos via jornal impresso, televisão, rádio, ou ainda online, como nas mídias sociais.[1] Este tipo de notícia é escrito e publicado com a intenção de enganar, a fim de se obter ganhos financeiros ou políticos, muitas vezes com manchetes sensacionalistas, exageradas ou evidentemente falsas para chamar a atenção.[2][3] O conteúdo intencionalmente enganoso e falso é diferente da sátira ou paródia. O fácil acesso online ao lucro de anúncios online, o aumento da polarização política e da popularidade das mídias sociais, principalmente a linha do tempo do Facebook,[6][2] têm implicado na propagação de notícias deste gênero. Definição[editar | editar código-fonte] Claire Wardle, do First Draft News, identifica sete tipos de notícias falsas[15]:

Tone and Mood in Poetry: OCD by Neil Hilborn Let’s be honest about poetry…students find it boring… groans can be heard near and far when I introduce the unit.. “Uggggggghhhhhh – poetry!? FY FAN! WHY BRIANNE?! How could you dooooo this to uuuuuuuussss…” Thus cometh in…eth (?)

mpanies have been selling our data in exchange for ‘free’ products and services for a long time – Facebook’s not so different Let’s forget for a moment about the Facebook scandal, though if you are one of the million-plus Britons who have had their data sold on, someone else remembers a whole lot about you. Think instead about your mobile phone. It knows who you are. It knows where you are and if you have a contract, where you live. It knows who you connect with. It knows a lot about what you buy and it probably knows what you look like.

Related: