background preloader

Comunicação

Facebook Twitter

This Was the Year When Everything Became TV. In a workplace, other people are there in an ambient way — they drift in, they drift out, there’s an occasional did-you-see-this exchange between tasks.

This Was the Year When Everything Became TV

The TV of People doesn’t work that way: Your switch is either on or off. People become episodic. Someone is present until their little rectangle winks off and they disappear. Show’s over. What distinguished TV, when it entered people’s homes in the middle of the 20th century, was that it created a second world in your living room, one that contained all of the greater world within it: baseball stadiums, theater stages, the African savanna.

Ferramentas

Bem-vind_s. AWID. Los robots ya escriben noticias en el periódico. Especial Tiempo de Buenas Noticias - Colombia. 12a. Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão. Los nuevos futuros del periodismo. DDJBR. GIJN en español - Global Investigative Journalism NetworkGlobal Investigative Journalism Network. De quién son los medios. Latinobarómetro Database. 2645 7657 1 PB. História da Imprensa no Brasil. O surgimento da imprensa negra no Brasil se deu na primeira metade do Século XIX, com o jornal “Homem de Cor”, que era dedicado à luta contra o preconceito racial.

História da Imprensa no Brasil

Tal imprensa constitui-se de três fases. A primeira delas, de 1904 até 1923, era uma mídia de caráter sócio-recreativo e defendia o branqueamento como uma forma de isenção do negro na sociedade. Coronelismo 2.0: os novos rumos da aliança entre política e mídia no Brasil. Os coronéis estão vivos e se adaptaram à modernidade: têm página no Facebook e conta no Twitter, além de programa de rádio e de televisão.

Coronelismo 2.0: os novos rumos da aliança entre política e mídia no Brasil

É o que explica em entrevista a The Intercept Brasil a professora Suzy dos Santos, da Escola de Comunicação da UFRJ, coordenadora do Grupo de Pesquisa Política e Economia da Informação e da Comunicação. Sua equipe rastreia os políticos que tenham vínculos com a mídia e busca entender como esse vínculos influenciam as pautas nos jornais e no Congresso. Eles encontraram 168 parlamentares que têm alguma presença fixa na mídia digital ou em rádio e televisão. La marea - Oxfam Intemon - Taller de periodismo con perspectiva de género. ¿Qué son, cómo distingues sus características y qué clase de géneros periodísticos existen? Todo, de un vistazo. El periodismo y el arte burgués. 1.

El periodismo y el arte burgués

Estilo y autobiografía —Empecemos con este cuento (“Un oscuro día de justicia”), ¿cuándo lo escribiste, en qué época lo escribiste? Chiapas Media Project. 34 125 1 PB. Periodismo 20. Untitled. Dilemas éticos do jornalismo e o caso ‘Brangelina’ Privacidade para Jornalistas_ M1.3.Analisis generos periodisticos 30 08 2012. Mediar, Verbo Defectivo: Contribuições Da Teoria Ator-Rede Para A Conjugação Da Mediação Jornalística // Mediate, A Defective Verb: Contributions Of Actor-Network Theory For Journalistic Mediation Conjugation. Mediar, Verbo Defectivo: Contribuições Da Teoria Ator-Rede Para A Conjugação Da Mediação Jornalística // Mediate, A Defective Verb: Contributions Of Actor-Network Theory For Journalistic Mediation Conjugation Geane de Carvalho Alzamora, Tacyana Karinna Arce Rodrigués, Tiago Barcelos Pereira Salgado Resumo A mediação jornalística tem sido tradicionalmente abordada pelo viés da prática profissional especializada, que seleciona, avalia, hierarquiza e coloca em circulação as informações consideradas de interesse público.

Mediar, Verbo Defectivo: Contribuições Da Teoria Ator-Rede Para A Conjugação Da Mediação Jornalística // Mediate, A Defective Verb: Contributions Of Actor-Network Theory For Journalistic Mediation Conjugation

Contudo, a reconfiguração do cenário comunicacional – marcado pela interpenetração intensa entre as lógicas de transmissão, que delineou o jornalismo, e de compartilhamento, típica das redes sociais online – torna opaca a separação entre produtores e consumidores de informação. Palavras-chave. OBCOMP - Textos e Opiniões - Felipe Milanez: O jornalismo legitima a violência contra os índios no Brasil. Foto: Maria Helena Weber Felipe Milanez: O jornalismo legitima a violência contra os índios no Brasil Nesta entrevista, o jornalista, ambientalista e professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) Felipe Milanez fala sobre os conflitos ambientais do país, provocados por interesses econômicos de uma lógica de desenvolvimento predatório, e suas consequências na desumanização e violência sofridos pelos índios e comunidades tradicionais.

OBCOMP - Textos e Opiniões - Felipe Milanez: O jornalismo legitima a violência contra os índios no Brasil

Frente a um jornalismo que acaba por legitimar esta violência, o uso das redes socias têm sido um caminho efetivo para que estes povos denunciem, informem, mobilizem a sociedade, na defesa de seus territórios, de sua cultura, de sua existência. Imprensa%20Negra%20e%20%C3%81frica%20no%20Brasil. Dicas para usar elementos narrativos em sua reportagem. Este texto faz parte de uma oficina de redação atualizado de um dos workshops que apresentei pela primeira vez na década de noventa, sobre o uso de elementos de storytelling.

Dicas para usar elementos narrativos em sua reportagem

Uma versão anterior foi postada no site No Train, No Gain. RESISTIR É PRECISO: A imprensa alternativa e clandestina durante a ditadura – Um projeto do Instituto Vladimir Herzog. Na beira do Rio Doce* : antropoceno e mobilização no rastro da catástrofe** Lorena Regattieri[1] Marcelo Castañeda[2] Omama escondeu seu metal lá no meio dos morros das terras altas, onde também fez jorrarem os rios.

Na beira do Rio Doce* : antropoceno e mobilização no rastro da catástrofe**

É de lá que surgem os ventos e o frescor da floresta. É de lá que vem sua fertilidade. Quando fazemos dançar a imagem desse pai dos minérios, ela se apresenta a nós como uma montanha de ferro subterrânea, cheia de imensas hastes fincadas em todos os lados. Mauro wolf teorias da comunicacao. Clacpi. Entrevista a Gema Tabares, doctora en Ciencias Antropológicas de la Universidad Autónoma de México y profesora en la Universidad de los Pueblos del Sur, del estado de Guerrero (México); autora del libro, Periodismo Indígena: la minga de pensamientos y acciones sobre la comunicación indígena.

clacpi

Hacking Team Malware para la vigilancia en América Latina. Publicado en marzo de este año por la organización Derechos Digitales, el siguiente informe da cuenta de la información filtrada a raíz del hackeo hacia Hacking Team, una de las empresas más importantes en el rubro de software de vigilancia.

Hacking Team Malware para la vigilancia en América Latina

Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Honduras, México y Panamá compraron licencias para el uso de Galileo o DaVinci, los nombres comerciales de su programa RCS (Remote Control System). El cual es un software capaz de acceder a cualquier tipo de información contenida en una computadora o teléfono celular. Argentina, Guatemala, Paraguay, Perú, Uruguay y Venezuela contactaron a la empresa y negociaron precios, pero no hay información respecto a si las ventas fueron concretadas, señala el informe. O mapa do jornalismo independente. Enviado por: publica O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé atua nacionalmente, com núcleos estaduais, produzindo conteúdo informativo e promovendo debates, cursos, palestras e atividades relacionadas à luta pela democratização da comunicação desde 2010. Uma das principais premissas dessa luta é que, sem pluralidade e diversidade de opiniões e ideias na mídia, que reflitam, inclusive, a riqueza dos contrastes regionais e culturais brasileiros, se torna impossível avançar e consolidar, de fato, a democracia no país.

De onde é? Guia violacoes voliii web. Luther Blissett. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Luther Blissett é um pseudônimo multi-usuário, uma identidade em aberto, adotada e compartilhada por centenas de hackers, activistas e operadores culturais em vários países, desde o verão (no hemisfério norte) de 1994.[1] Na Itália, no período 1994-1999, o chamado Luther Blissett Project (mais organizado no seio da comunidade aberta que utiliza o pseudônimo), adquire notoriedade tornando-se uma lenda, uma espécie de herói popular, um Robin Hood da era da informação que organiza zombarias, passa notícias falsas à mídia, coordena heterodoxas campanhas de solidariedade a vítimas da repressão. Observatório da Imprensa – Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito. No início dos anos 1990, a internet ainda engatinhava no Brasil mas já começavam os debates sobre o futuro do jornal impresso e do próprio jornalismo diante da nova tecnologia.

Em 1993, a Folha de S.Paulo promoveu seu primeiro fórum internacional para tratar desse tema. Um dos convidados, Warren Hoge, então chefe de redação adjunto do New York Times, sintetizou a crítica aos que exaltavam a hipótese de dispensar essa mediação essencial: os jornais, disse, dão ao público “aquilo que ele não sabe que precisa”. Falava-se, então, em “informação personalizada”, ainda oferecida pelos jornais de sempre – o que hoje chamamos de “mídia tradicional” –, a partir da qual o público seria incentivado a montar seu próprio jornal.

Seria uma expressão da liberdade de escolha. Na época, escrevi que esta seria “uma fórmula que expande o velho princípio do ‘direito de saber’: o público não apenas tem esse direito como já sabe o que quer e sabe onde encontrar. Umberto Eco: 'No estoy seguro de que internet haya mejorado el periodismo' RECURSOS DIXITAIS TicsCRABergondo. Debates Públicos. Opinião: Negócio do Google e Facebook é a destruição industrial da privacidade - Notícias - Internacional. Unesdoc.unesco.org/images/0022/002276/227647por.pdf. Este vídeo con Kirsten Dunst es la mejor burla del absurdo de Instagram. Inventar com a Diferença. Midia NINJA. Veja o Dossiê completo sobre as novas mídias, o jornalismo pós-industrial e as redes sociais. Pesquisadores apontam as mudanças no jornalismo tradicional numa sociedade midiatizada. Textos de C. W. Anderson da City University of New York; Ramón Salaverría da Unav, na Espanha; Ivana Bentes, da ECO/UFRJ, André Lemos da UFBA, jornalistas e pesquisadores de midia e comunicação de diferentes laboratórios e universidades.

Publicação da Revista IHU do Instituto Humanitas. Dossiê completo On Line : MUJERES BRASILEÑAS: Del icono mediático a la realidad (subtítulos en castellano) » Proprietários do Brasil. Mídi@s na Educação. Indivíduo Coletivo - O Resultado do Processo da Educomunicação. Radiotube - A cidadania por todas as ondas. Libertad deExpresión Guía para estudiantes. Www.camara.gov.br/internet/agencia/pdf/Guia PcD para Comunicadores Eletronico.pdf. Página Inicial da Biblioteca Digital Mundial. Televisão - TV sem contexto.

Www.ibope.com.br/pt-br/relacionamento/imprensa/Documents/cartilha_de_midia.pdf. A República dos Ruralistas. No Congresso Nacional tramitam atualmente inúmeras propostas que atacam frontalmente os direitos indígenas garantidos na Constituição de 1988; direitos conquistados pela população brasileira há mais de 25 anos para proteger sua diversidade cultural e ambiental. Quem são os interessados em restringir esses direitos? Parlamentares da bancada ruralista, a maioria deles grandes proprietários de terra, que, legislando em favor de si próprios, cobiçam terras indígenas, territórios quilombolas e unidades de conservação. Live de pos_tv. Marco Civil e a Neutralidade de Rede. Blog Galileu » O ponto em comum entre a praça Taksim e avenida Paulista. O sociólogo espanhol Manuel Castells falou nesta terça-feira em São Paulo sobre esta nova modalidade de manifestação social – que começa na internet e vai para as ruas Ao mesmo tempo em que o sociólogo espanhol Manuel Castells falava em mais uma palestra do evento Fronteiras do Pensamento, que aconteceu no Teatro Geo na terça-feira desta semana, em São Paulo, a tensão entre manifestantes contra o aumento da passagem de ônibus e a polícia militar chegava às vias de fato a poucos quilômetros dali, na Avenida Paulista.

Não estava alheio ao que acontecia na cidade, ao citar o protesto paulistano como uma das inúmeras manifestações de uma indignação que, nos últimos cinco anos, tem começado em um novo espaço social, a internet, para depois chegar às ruas, em massa. Com esta introdução ele explicou que a atuação do poder – de qualquer natureza, político, econômico, militar, tecnológico, etc. – não acontece sozinha, e sim com a participação da sociedade civil. Zeega. Editais de Cultura. Possibilidades na Arte! Jornalismo. Andredeak. International Journalism Network, Journalism Opportunities. Links recomendados. New journalism agora é outra coisa Home » AULAS » Links recomendados Links recomendados Posted in AULAS | 0 comments Leave a Reply O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados * Você pode usar estas tags e atributos de HTML : <a href="" title=""><abbr title=""><acronym title=""><b><blockquote cite=""><cite><code><del datetime=""><em><i><q cite=""><strike><strong> Tags 2010 abril aula AULAS casa da cultura digital colaboração curso Curso Intersemestral ECA-USP dicas digital documentário DOWNLOAD Estadão facebook folha fred di giacomo fórum da cultura digital g1 google iG impresso INFOGRAFIA infografias infográfico infográficos interatividade ipad JC Online jogo JORNALISMO jornalismo multimídia jornalista mapas MULTIMIDIA newscamp newsgame newsgames online prêmio repórter superinteressante top5 usp webdocumentário wordpress.