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Teoria

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Design Patterns on CodePen. Quando amadores ganham a primeira página - IdeaFixa. As fotografias de amadores são responsáveis pela crise no fotojornalismo? Existe a crença na comunidade de fotógrafos profissionais de que há novas organizações midiáticas e grupos de compartilhamento dando apoio a fotógrafos amadores com câmeras baratas de celulares que acabam tornando-se rivais de quem vive dos cliques por aí. (Na foto acima, a cidade de Miyako sofre com a vinda de um tsunami, Japão 11/03/2011.) Video de George Holliday em que um grupo de policiais bate em Rodney King. Los Angeles. EUA. 03/03/1991. Não é segredo que o jornalismo é um setor em crise. Com dificuldades sérias para conseguir orçamentos de anunciantes e relutância em se adaptar ao momento de mudanças nas comunicações, vários meios optam por métodos alternativos de sustentar as operações.

Frame #372 do assassinato de Kennedy. Dois meses depois, o jornal francês Liberation levantou a pergunta: "somos todos jornalistas? " Frame de um vídeo em que Muammar Gaddafi é preso na Líbia, 20/10/2011. | Via. Creating color palettes with adjustment layers. Recently, it came in handy for iStat Menus 5, where we have 14 base colors with 4 variations on each. The 56 resulting colors form iStat Menus’ colors and themes. Base colors To get started, choose some base colors and draw large blocks as shape layers in Photoshop. These don’t need to be final — rough approximates will do.

Place them in a horizontal row. Adjustment layers With the base colors in place, it is now possible to create an adjustment layer with a mask running horizontally across all the colors (either a vector or bitmap mask will do). I’ve used levels adjustment layers as an example, but hue/saturation, vibrance, curves and other adjustment layer types can be just as effective, depending on your needs. Blending modes The technique also works well with shape layers and blending modes. The result is a nice shift, giving us some stronger and brighter colors that relate to the originals. Fine tuning My next challenge will be getting all the color values out, in an automated way.

Marca cromática e semântica da cor | Norberto Chaves. Read in spanish Marca cromática y semántica del color No manual de identificação gráfica de uma rede internacional de centros educacionais se lê o seguinte: «O azul representa o ardente desejo de conhecimento dos jovens. O vermelho remete ao fogo regenerador da instituição». Este tipo de verbalização do significado das cores prolifera em manuais e apresentações orais do design de marcas. Em ambos os casos trata-se de atribuições de significados unilaterais e arbitrários, ou seja, significações inventadas pelo emissor independentemente dos códigos sociais que permitem uma decodificação direta, imediata, unânime pelos receptores.

O significado de uma cor só é unânime, ou seja, comunicacionalmente eficiente, quando seu uso o associa de modo unívoco a um determinado contexto, no qual determinada cor já está socialmente codificada. O significado de uma cor não é intrínseco, mas determinado pelos códigos operantes no contexto em que se apresenta. Author Norberto Chaves Barcelona Translation. Codecademy. A simple example on how to make your graphs less terrible. Sete princípios do design universal. Os princípios do Design Universal são conceitos de acessibilidade que o designer de produto deve ter em mente ao desenvolver um design que seja praticável a todos.

Consideramos um design que seja acessível a todos aquele que prevê o uso do produto em diferentes situações, as múltiplas funcionalidades que pode ser atribuído e a habilidade do usuário, não importando a idade. Para você se situar melhor, o termo Design Universal foi cunhado nos anos 70 por Ronald Mace, fundador do The Center for Universal Design, nos EUA. Este estudo surge a partir do Design Acessível (acessibilidade). Os princípios abaixo foram adaptados do texto original (versão 2.0) em inglês. 1- Uso equitativo O design precisa ser útil, comercializável, atraente e seguro para pessoas com diferentes habilidades sem estigmatizar ou segregar qualquer usuário. 2- Flexibilidade de uso 3- Uso intuitivo A compreensão do design deve ser independente da experiência do usuário, conhecimento, competência linguística ou concentração. Www.umcs.maine.edu/~markov/GoldenRatio.pdf.

Harmonia das Cores – Circulo Cromático | IFDBlog. As cores harmoniosas são aquelas que funcionam bem em conjunto ou justapostas, e que produzem um esquema de cores atractivo. O círculo cromático ou roda das cores pode ser utilizado de forma a ajudar na escolha das cores e combinações harmónicas. Para trabalhar bem as harmonias, é sempre aconselhável conhecer alguns termos relacionados com a teoria das cores, como o conceito de tom, tonalidade, valor ou escala tonal, luminosidade, saturação. 1. Harmonia Monocromática É a harmonia resultante de uma mesma cor da roda das cores. As tonalidades podem mudar, mas todas ficam no mesmo matiz da roda das cores. O esquema ou harmonia monocromática utiliza variações de luminosidade e saturação de uma mesma cor. Prós: A harmonia monocromática, é simples de utilizar e sempre luz balançada e visualmente apelativa.

Contras: Este esquema carece de contraste. 2. É a harmonia formada de uma cor primária combinada com duas cores vizinhas na roda das cores. 3. 4.Harmonia Triádica 5. 6. 7. 8. Fonte: Amo Pintar. Os 12 princípios básicos para começar a animar. O primeiro passo para quem quer começar a animar, é se apegar aos detalhes. Não somente na composição (cenário, objetos e personagens, mas nos detalhes técnicos na hora de fazer a mágica acontecer. Veja a importância neste vídeo. Agora que você viu o que acontece quando não se pensa nos detalhes do movimento, vamos aos 12 princípios da animação, retirados do livro “Disney Animation – The illusion of life”(a Disney certamente é referência quando se fala em fluidez e dramatização, mas falar sobre ela daria uma nova postagem).

Comprimir e esticar (Squash and Stretch): Sem dúvida o conceito mais importante. Qualquer figura viva demonstra mudanças considerável em sua forma ao se deslocar durante uma ação. Antecipação (Anticipation): Como na vida real, poucos movimentos ocorrem sem a antecipação. Sem ela os movimentos não teriam força. Encenação (Staging): Este princípio está baseado em apresentar uma ação de forma que fique claro visualmente para o espectador. Lita Rebello. Discovery | UX Apprentice. Research Adam hired me to design his iPad application.

I initially met with him and his investors at the restaurant to determine the scope of the project and the objectives: reduce the wait time for customers to place an order increase customer spending by encouraging multiple courses create a unique dining experience I noticed that there was a disconnect between Adam’s vision and the stakeholders’. The burden was on my team to find out what the customers would consider a “viable” menu system. Quick & Dirty Research Adam and his team provided us with the current analytics: average spend, dining time, size of parties. The Map Leads the Way Next time we met with the team, we brought our research findings. O que é Tactile Design? Oi Chocólatras! Em minhas pesquisas sobre design e tato, nas quais muitas vezes eu atirava no Google “tactile design”, frequentemente caia em imagens como […] Oi Chocólatras!

Em minhas pesquisas sobre design e tato, nas quais muitas vezes eu atirava no Google “tactile design”, frequentemente caia em imagens como essa aqui: Não era bem isso que eu queria naqueles momentos, porém me despertou o interesse e hoje dedico este post ao tal Tactile Design. Mas o que ocuparia essa categoria? O processo de criação de uma peça que pode entrar nessa categoria é o que realmente importa. O Tactile Design funciona como uma ilustração 3D feita a mão. Veja também: Www.policyconnect.org.uk/sites/default/files/DC_Restarting_Britain_2_report - interactive.pdf. Colunistas - Nizan Guanaes - A diferença é a marca - 19/02/2013.

19/02/2013 - 03h00 A diferença entre um tablet fabricado na China e o mesmo tablet igualzinho, só que com a marca Apple, é a marca da Apple. A marca não é só um logo estampado num produto, mas um conjunto de valores e atributos tangíveis e intangíveis que essa marca carrega e aquele logo anuncia. A construção de uma marca é uma obra empresarial suada, que leva tempo, feita com disciplina e profissionalismo.

A marca não é, como muitos pensam, fruto só de publicidade. Ela é uma verdade, um sonho ou uma fantasia. A única coisa que ela não pode ser é uma mentira. É uma verdade mesmo que essa verdade seja a fantasia da Disney. Uma marca também é definida por coisas que não é. As marcas não vendem só luxo, exclusividade ou frescura. Para isso, a Zara é um prodígio de seguir a moda sem copiar seus custos, abrindo lojas bem na frente das marcas de luxo.

As marcas, assim como os grandes jornais que amamos, têm que ter conselho editorial e editor-chefe. A família Safra é um exemplo. Discussão | As Cores no Processo Criativo - Clube do Designer. Qual a melhor cor para um botão de e-commerce? Pensar em qual a melhor cor para um botão é uma tarefa que necessita de um tempo maior de pesquisa e reflexão, uma vez […] Pensar em qual a melhor cor para um botão é uma tarefa que necessita de um tempo maior de pesquisa e reflexão, uma vez que, como profissionais de design, não podemos simplesmente aplicar uma cor só porque ela ficou bonita no layout sem ao menos entender que tipo de sensações ela está transmitindo no contexto em que está inserida. Esse contexto se refere ao público alvo do projeto e as questões culturais desse público. Portanto, para escolher a cor mais adequada é necessário, antes de tudo, entender o que elas significam, por isso, recomendo a leitura do post Psicologia e Relações Físicas das Cores e Preferências Cromáticas e suas relações.

Relação das cores com o consumidor Essa relação muitas vezes é intrínseca ao ser humano porque fomos condicionados a acreditar que é exatamente assim que deve ser. AmareloOtimista e jovem. Teste A/B entre os botões verde e vermelho. Revista Leaf » Materiais grátis na web sobre Design Thinking. Existem vários materiais grátis para pesquisa sobre Design Thinking na web. Se você está interessado em aprender um pouco sobre o assunto e não tem dinheiro disponível no momento para investir no assunto, pode começar pela leitura das indicações abaixo: O primeiro livro indicado é o excelente Design Thinking, Inovação em Negócios de Maurício Vianna, Ysmar Vianna, Isabel K. Adler, Brenda Lucena e Beatriz Russo, através da MJV Press que está disponível para download no site livrodesignthinking.com.br mediante o pagamento de um post pelo Facebook ou pelo Twitter. O livro traz algumas ferramentas bem descritas e como aplicá-las e também cases brasileiros de aplicação do design thinking.

Vale o download. Outra dica é ler o blog Design Thinking, Thoughts by Tim Brown (designthinking.ideo.com), onde o próprio autor do termo Design Thinking compartilha seus pensamentos sobre o assunto. A próxima fonte sobre o Design Thinking é o slideshare, que tem muito conteúdo disponível sobre o assunto. Criação de vídeos para apresentações | SOAP Video. Brainstorming Doesn’t Really Work. In the late nineteen-forties, Alex Osborn, a partner in the advertising agency B.B.D.O., decided to write a book in which he shared his creative secrets. At the time, B.B.D.O. was widely regarded as the most innovative firm on Madison Avenue. Born in 1888, Osborn had spent much of his career in Buffalo, where he started out working in newspapers, and his life at B.B.D.O. began when he teamed up with another young adman he’d met volunteering for the United War Work Campaign. By the forties, he was one of the industry’s grand old men, ready to pass on the lessons he’d learned.

His book “Your Creative Power” was published in 1948. An amalgam of pop science and business anecdote, it became a surprise best-seller. “Your Creative Power” was filled with tricks and strategies, such as always carrying a notebook, to be ready when inspiration struck. The book outlined the essential rules of a successful brainstorming session. The results were telling. Palestra sobre Design Emocional. eXtreme Go Horse (XGH) Esqueça tudo que conhece de boas práticas, se conhecer algo de eXtreme Programming, esquceça também. Scrum… Kanban… Não! Este artigo não descreve nenhuma metodologia vangloriada por desenvolvedores ou gerentes que procuram fazer o seu melhor para desenvolver software de qualidade. Trata de uma realidade triste do mercado, demonstrando a falta de comprometimento da equipe e a falta de visão dos donos de empresas de tecnologia da informação, que geram softwares vergonhosos, com baixa qualidade e que ninguém tem orgulho de dizer que fez. 1- Pensou, não é XGH.

XGH não pensa, faz a primeira coisa que vem à mente. 2- Existem 3 formas de se resolver um problema, a correta, a errada e a XGH, que é igual à errada, só que mais rápida. XGH é mais rápido que qualquer metodologia de desenvolvimento de software que você conhece (Vide Axioma 14). 3- Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer. Para cada problema resolvido usando XGH, mais uns 7 são criados. 4- XGH é totalmente reativo. COLOR IN MOTION / Main. Www.umcs.maine.edu/~markov/GoldenRatio.pdf. MITOS DO DESIGN GRÁFICO (por Ricardo Martins) - DesignBR. A suástica antes do nazismo. Depois de um surto de popularidade na cultura ocidental , a suástica de 1930 tornou-se fortemente associada com seu uso icônico pela Alemanha nazista. Entretanto, poucos conhecem a sua trajetória: um símbolo antigo com origem há mais de 5 mil anos e com diferentes significados ao longo do tempo.

Do sânscrito svastika, que significa "aquilo que traz sorte", ornamentava as moedas da Mesopotâmia 3 mil anos antes de Cristo e aparecia na arte dos povos bizantinos e dos primeiros cristãos, assim como na cultura dos índios maias da América Central e os navajos da América do Norte. Até hoje, a suástica, também conhecida como "cruz gamada", é usada como símbolo de fortuna pelos hindus. Contrapondo a etimologia do sânscrito, a suástica tinha outro significado nas religiões: quando seus braços estão em sentido horário (conforme observado na bandeira nazista) a suástica seria um ícone mágico capaz de chamar a atenção das divindades malévolas. Contrast Rebellion - to hell with unreadable, low-contrast texts!

The Infinite Grid. Grid systems are a key component of graphic design, but they’ve always been designed for canvases with fixed dimensions. Until now. Today we’re designing for a medium that has no fixed dimensions, a medium that can and will shape-shift to better suit its environment—a medium capable of displaying a single layout on a smartphone, a billboard in Times Square, and everything in between. We’re designing for an infinite canvas—and for that, we need an infinite grid system. It’s common to think of responsive design as multiple layouts: mobile, tablet, desktop, etc. The problem is the “in-between” sizes tend to suffer, so we end up with layouts that look great at specific dimensions (320, 720, 960), but less than great for everything else. As the spectrum of device resolutions gets wider and smoother, focusing all our attention on “key dimensions” for each page is going to result in a subpar experience for more and more users.

What is an infinite grid system? States#section2 Components#section3. 10 Steps To Boost Your Creativity. Www.iif.com.br/downloads/oitava_edicao.pdf. Insert 2012. 12 regras para uma boa animação. O nome dentro da marca. Bom Design é discreto. Paula Scher: Do What You've Never Done Before :: Videos :: 99U. Folder.pdf (objeto application/pdf) Quando e como quebrar as regras no Design. Divine Composition With Fibonacci’s Ratio (The Rule of Thirds on Steroids) Dieter Rams e o Bom Design. A eterna e inútil discussão | Joan Costa.

Design Estratégico de Marcas | FACAMP. Revista Leaf | Processo de Inovação com Design Thinking. A cor e seus significados culturais. Imagem do dia: como as cores agem no teu cérebro. Herói – a influência cromática e visual do cinema chinês. Infographic: The Psychology of Color for Web Design.