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Acampados. Os pobres estão sempre em crise.

Acampados

São as vastas camadas médias que, mais do que as mais pobres, estão agora a sentir a diferença, ao fecharem-se cada vez mais as torneiras do trabalho improdutivo. Por Passa Palavra Os acampamentos de contestação em várias praças centrais de cidades espanholas (sobretudo a Porta do Sol em Madrid) e mais recentemente no Rossio de Lisboa estão a levantar discussões nos meios da esquerda. O espaço público dos movimentos sociais em rede resulta da conexão do ciberespaço com o espaço urbano ocupado, defende Castells. No momento em que o Brasil é assolado por uma torrente de protestos, muitos são os que buscam explicações para as formas novas que as manifestações assumiram, aliadas às redes sociais online e sob a repulsa às bandeiras dos partidos políticos.

O espaço público dos movimentos sociais em rede resulta da conexão do ciberespaço com o espaço urbano ocupado, defende Castells

A leitura de “Redes de indignación y esperanza: los movimentos sociales en la era de internet”, de Manuel Castells, pode ser de uma contribuição fundamental para o entendimento da situação atual do país, ainda que a obra não tenha sido escrita a partir de nossa experiência, mas das várias outras anteriores que têm emergido no restante do mundo – indo das revoltas árabes, aos movimentos contra o equivocado gerenciamento da crise econômica na Europa e nos Estados Unidos, aos protestos dos “indignados” na Espanha e até o movimento Ocuppy Wall Street. No livro, o sociólogo espanhol destaca a perda da confiança das pessoas nos economistas, nos políticos, nos governos, na mídia. Anarquistas palestinos em conversação: Recalibrando o anarquismo em um país colonizado.

O Posto Avançado - [Joshua Stephens] "Honestamente, ainda estou tentando desencanar dos hábitos nacionalistas", brinca o ativista Ahmad Nimer, enquanto conversamos do lado de fora do café Ramallah.

Anarquistas palestinos em conversação: Recalibrando o anarquismo em um país colonizado

O assunto da nossa conversa parece improvável: viver em uma Palestina anarquista. "Em um país colonizado, é um tanto difícil convencer as pessoas de uma solução não autoritária e não estatal. Você encontra, no geral, uma mentalidade - frequentemente próxima do nacionalismo - estritamente anticolonial", lamenta Nimer. De fato, anarquistas na Palestina atualmente tem um problema de visibilidade. Apesar do destaque da atividade anarquista internacional e israelense, não parece haver uma percepção correspondente do anarquismo entre os próprios Palestinos.

Não é hora de sair do Facebook. Manuel Castells: ‘O povo não vai se cansar de protestar’ Para o sociólogo catalão Manuel Castells, boa parte dos políticos é de “burocratas preguiçosos”.

Manuel Castells: ‘O povo não vai se cansar de protestar’

Ele é um dos pensadores mais influentes do mundo, com suas análises sobre os efeitos da tecnologia na economia, na cultura e, principalmente, no ativismo. Conhecido por sua língua afiada, o espanhol falou ao GLOBO por e-mail sobre os protestos. Os protestos no Brasil não tinham líderes. Www.colegiooficina.com.br/admin/upload/file/enemmanuelcastellsanalisaacriseatual_150820111522.pdf. MANUEL CASTELLS - REDES DE INDIGNAÇÃO E ESPERANÇA. Às vésperas de lançar novo livro, sociólogo aposta numa articulação entre internet e praças reocupadas, pode reinventar democracia e sociedades.

MANUEL CASTELLS - REDES DE INDIGNAÇÃO E ESPERANÇA

Entrevista a Francisco Guaita, da RT-TV | Transcrição e tradução: Daniela Frabasile Manuel Castells parece mais disposto do que nunca a derivar, de suas teorias, saídas políticas. Nas próximas semanas, lançará a primeira edição, em castelhano, de “Redes de Indignação e Esperança”, seu novo livro. “A autonomia zapatista é um exemplo para toda a humanidade” Pesquisador mexicano Peter Rosset fala sobre a atuação política do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) José Francisco Neto da Redação “Nós jamais fugimos, por mais que os veículos de todo o espectro das comunicações tenham tentado enganar todos vocês.”

“A autonomia zapatista é um exemplo para toda a humanidade”

A frase faz parte do comunicado divulgado no dia 30 de dezembro de 2012 pelo Exército Zapatista de Liberação Nacional (EZLN), uma semana após os seus membros ocuparem as principais cidades do México, no dia 21. Elas já haviam sido tomadas pelo EZLN em 1994 no levante armado que declarou guerra ao governo do então presidente Carlos Salinas de Gortari. No “dia em que o mundo ia acabar”, 12 mil mulheres, homens, jovens, idosos e crianças marcharam em silêncio pelas ruas e praças do México. Rosset acompanhou a marcha dos zapatistas e destaca a importância da participação da juventude no movimento. Feminismo muda o mundo, Livros feministas. AARON SWARTZ, GUERRILHEIRO DA INTERNET LIVRE. A guerra entre Wall Street e as cidades nos EUA.

A marcha de Wall Street contra os 99% está se acelerando.

A guerra entre Wall Street e as cidades nos EUA

É a mesma filosofia de austeridade imposta à Grécia e à Espanha, e a mesma que leva o presidente Obama e Mitt Romney a insistirem na redução de custos com o Medicare (assistência de saúde pública) e com a Previdência Social. Diferentemente do governo federal estadunidense, a maioria das cidades e estados têm constituições que previnem déficits orçamentários.

Isso significa que ao suprimirem impostos sobre imóveis, as cidades e estados devem pegar dinheiro emprestado dos ricos ou cortar serviços públicos. Por muitos anos eles, as cidades e estados, pegaram dinheiro emprestado, pagando juros isentos de impostos aos detentores de títulos, os credores públicos. Isso parece arriscado agora que a economia afunda com a queda dos valores das dívidas. Isso tem se tornado a principal causa do crescente desemprego nos Estados Unidos, que obviamente diminui a demanda de consumo. O plano é atingir três metas. Esboços de uma democracia digital. Indignados espanhóis criam ferramentas inovadoras para ação política e convidam a imaginar Estado que seja mera estrutura para trocas autônomas Por Bernardo Gutierrez | Tradução: Antonio Martins Um ano depois de seu início, a Revolução Espanhola sobreviveu às vitórias do ultra-conservador Partido Popular (PP), nas eleições municipais de 22/5 e gerais de 20/11.

Esboços de uma democracia digital

O PP obteve sua maior vitória de todos os tempos, mas – com apenas um em cada três espanhóis votando em seu favor – dificilmente pode alegar que é “representate” da população. A baixa capacidade de mobilização dos partidos, especialmente entre eleitores jovens, contrasta com a intensa participação destes nas ruas. Mundo - Criador do Occupy Wall Street diz que "a magia acabou" - 09/09. O famoso cartaz com a bailarina em cima do touro de Wall Street pergunta: Qual é a sua exigência?

Mundo - Criador do Occupy Wall Street diz que "a magia acabou" - 09/09

A hashtag #OccupyWallStreet convoca quem usa o twitter para as ruas. A revista mensal Adbusters publica vários artigos justificando a campanha e cria o mote: 99% da população que está fora do controle pode, unido, ir contra o poder do mercado financeiro e das grandes corporações. Um ano atrás, em 17 de setembro, a ideia do ativista Kalle Lasn de fazer uma coisa "muito, muito louca" deu certo, e milhares encheram o Zuccotti Park, no centro financeiro de Nova York. Ninguém pára a revolução - Opinião. Esqueçamos por agora.

Ninguém pára a revolução - Opinião

Esqueçamos as promessas de que tudo se ia resolver pelos cortes nas gorduras e diminuição dos custos intermédios. Esqueçamos a profunda ignorância sobre as razões da crise que atravessamos ou a suprema desonestidade de as sabendo não as dizer. Esqueçamos o facto de não haver uma linha de discurso governamental sobre os problemas do euro, da Europa ou da crise financeira global.

Um novo perfil de pensador revolucionário. Ocupa Rio Alexandre Mendes viaja pelos conceitos de “intelectual específico” e “co-pesquisa” – que envolvem esforço radical e iconoclasta de unir teoria e prática No site da Uninômade. A resposta da Islândia à crise “econômica”: a invenção democrática. Por João Telésforo Medeiros Filho O povo islandês tinha dois caminhos a seguir, diante da forte recessão econômica que atingiu o país: abrir mão de direitos sociais e manter intocada a estrutura econômica da nação (como se tem imposto a países como Grécia, Portugal, Espanha, enfim, ao mundo inteiro); ou proclamar a soberania democrática sobre a economia, a apropriação comum das riquezas produzidas em comum pelo povo, para garantir a todos uma existência digna. Escolheu o segundo, mostrando ao mundo que existe uma alternativa – democrática, inclusiva e transformadora – ao receituário de precarização que costuma se apresentar como o único caminho.

A grande ilusão. A grande ilusão Depois da farra, o colapso - o choque, a confusão e a revolta no país mais afetado pela crise econômica mundial Um relatório da Organização das Nações Unidas publicado em outubro de 2007 afirmava que a Islândia, segundo todos os indicadores sociais, havia superado a Noruega e era agora o melhor país do mundo para se viver. Exatamente um ano depois, em 6 de outubro passado, boa parte dos 320 mil islandeses parou para ver o primeiro-ministro Geir Haarde se dirigir à nação. Era o meio da tarde, um horário fora do comum - os canais abertos islandeses começam a transmitir às 18 horas. Ainda...

Cheias de charme... Da antiga União Soviética elas só conheceram o período de implosão e desmantelamento. Nasceram na virada dos anos 90, numa Rússia já em transição do comunismo para um regime mais assemelhado às democracias ocidentais. Cresceram dentro das fronteiras de uma nova classe média emergente, urbana e de sotaque europeu. Nadezhda Tolokonnikova, de 22 anos,estuda filosofia e é mãe de uma menina de 4 anos. Maria Alyokhina, de 24, cursa jornalismo e letras e atua em causas ambientais. Quando o decisivo é construir espaço. Rio de Janeiro: as dores do assembleísmo. O movimento do etcétera. O que vocês diriam desta vida que não dá mais pé? Viagem no Tempo: As acampadas e a colônia de férias do PCdoB. Colunistas - Vladimir Safatle - Mostrar o elefante - 07/08. Castells quer tecer alternativas. Portal EMDiálogo - Ensino Médio em Diálogo. Olá, Pessoal. 01. Occupy Rio, "Cidade Viva" Tirando a roupa para mudar o mundo « Made in Blog. Um tema, para ser polêmico, deve mexer com todos os conceitos médio-burgueses da sociedade, como religião, sexualidade, moral e bons costumes, etc., o que será analisado, inevitavelmente, sob o ponto de vista machista da sociedade.

Como tudo o que envolve a classe média, ela sempre apresenta o pré-julgamento, podendo apresentar ambos juízos, culpado ou inocente. A tinta vermelha: o discurso de Slavoj Zizek no Occupy Wall Street. Boaventura de Sousa Santos - Sexta Carta às Esquerdas. Noam Chomsky escreve – e fala – sobre o Occupy. Terrorismo Poético. 15M, multidão que se utiliza de máscaras para ser uma > Raúl Sánchez Cedillo « Revista Global Brasil. Ocupar a praça, ocupar o prédio, ocupar-se. OcupaRio. 12Méier: o soviete pós-moderno. The Californian Ideology.