Fontes interessantes

Facebook Twitter
PPBio/CENBAM lançam livro com base na experiência de mais de uma década na implementação do sistema RAPELD na Amazônia brasileira. Ricamente ilustrado e escrito em linguagem simples, o livro aborda as questões que levaram ao desenvolvimento do sistema, a inclusão da pesquisa no sistema social, a organização espacial e representações da diversidade biológica, o monitoramento ambiental, os importantes parceiros do RAPELD e o gerenciamento de dados. Baixe o PDF. O monitoramento da biodiversidade não é meramente uma empreitada acadêmica. Ainda que a representação da biodiversidade, a estrutura espacial e a integração com informações sobre o ambiente sejam temas essenciais, é imprescindível pensar no contexto político em que serão tomadas as decisões e em como incorporar parceiros, já que os pesquisadores têm uma capacidade limitada de ação. ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Tablóide Verde Chris Berg, ambientalista australiano, tem uma visão parecida com a minha sobre as mudanças climáticas. Para ele, as mudanças climáticas devem ser enfrentadas como um problema sócio-econômico. É a idéia por trás do artigo publicado no jornal Sydney Morning Herald . Segundo Berg, Julia Gillard, primeira ministra australiana, está parcialmente correta quando fala das ações sobre mudanças climáticas. Tablóide Verde
::  MAB  |  Movimento dos Atingidos por Barragens - Brasil  ::
Rio Madeira VIVO Governo e entidades bolivianas rejeitam o projeto das hidrelétricas do Rio Madeira - 25/06/2007 ...Durante a última semana, ministros de Estado e inúmeras entidades da região da Amazônia boliviana se reuniram no primeiro Fórum Amazônico já realizado no país. Entre as discussões sobre um modelo sustentável de desenvolvimento para a região, todos os presentes, incluindo ministros e o próprio presidente Evo Morales, reafirmaram a posição do país contra a construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira... The New York Times Projeto controverso de represa no Rio Madeira é uma questão crucial para o Brasil - 12/06/2007 ... A tensão eterna entre a necessidade de crescimento econômico do Brasil e o dano que pode causar ao ambiente está em maior evidência aqui, neste canto da região ocidental amazônica. Mais de um quarto desse Estado de fronteira, Rondônia, foi desmatado, o maior índice da Amazônia. Rio Madeira VIVO
PRPA — PRPA
ISA :: Instituto Socioambiental
- FAOR - Página Inicial Página Inicial Bem vind@s ao FAOR - Fórum da Amazônia Oriental! O Fórum da Amazônia Oriental (FAOR) é uma rede mista de entidades populares, ONG´s e movimentos sociais que atua nos estados Amapá (AP), Maranhão (MA), Pará (PA) e Tocantins (TO). O FAOR tem como missão intervir nas políticas públicas econômicas, sociais e ambientais desenvolvidas no âmbito da Amazônia Oriental, na promoção dos direitos socioambientais e dos modos de vida das suas diversas populações: pequenos agricultores, extrativistas, quilombolas, indígenas, periurbanos e urbanos, mulheres, jovens e GLBT, entre muitas outras. É concebido como Fórum de debate, mobilização e fortalecimento do movimento social na cidade e no campo, praticando uma nova forma de atuação coletiva, com relações de caráter mais solidário, mais horizontais, mais abertos ao pluralismo e à complementaridade. - FAOR - Página Inicial
CIMI
philipfearnside philipfearnside Segue uma breve revisão das razões para os resultados muito dispares sobre o impacto das barragens no aquecimento global. Estas são explicações técnicas; discussão das explicações mais profundas na sociologia da ciência, especialmente a influência da indústria hidrelétrica e o papel dos conflitos de interesse, pode ser encontrada em Fizzy Science (Ciência Efervescente), a publicação da ONG International Rivers, que foi nomeada em homenagem à controvérsia sobre bolhas na Coca-Cola versus o guaraná [1]. Em primeiro lugar, a omissão das emissões da água que passa pelas turbinas e vertedouros deveria ser óbvia. Esta omissão tem sido uma característica de longa data das estimativas produzidas pelo grupo da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, liderado por Luis Pinguelli Rosa, que era o presidente da Eletrobras durante o debate memorável sobre esta matéria na revista Climatic Change [2-5].
A retomada do projeto desenvolvimentista pelo governo brasileiro, paradigma atualizado e agora caracterizado como liberal-desenvolvimentista, tem causado temor e grande preocupação entre os povos indígenas, ativistas, movimentos sociais, e moradores da floresta, dos rios e das cidades amazônicas. Dados do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios Frente à Mineração apontam que, entre 2001 a 2011, a produção mineral cresceu 550% no país. Praticamente no mesmo período, entre 2002 e 2012, o número de indígenas assassinados cresceu 170%. Xingu Vivo para Sempre Xingu Vivo para Sempre
Língua Ferina Língua Ferina Há 25 anos, Jornal do Brasil teve a chance de publicar a entrevista que poderia ter salvado a vida de Chico Mendes; o "interesse" pela publicação do material, porém, só aconteceu após o assassinato do ativista Edilson Martins* A pouco mais de um mês de completar 25 anos do assassinato de Chico Mendes, ocorrido no dia 22 de dezembro de 1988, em Xapuri (AC), recebo do jornalista Altino Machado, do Blog da Amazônia, a mensagem a seguir, que contém relevante depoimento e indagação: - No dia 18 de dezembro de 1988, numa banca de revistas, em Rio Branco (AC), encontrei o líder sindical e ecologista Chico Mendes (1944-1988) pela última vez. Estava triste ao constatar que o Jornal do Brasil não havia publicado naquele domingo uma entrevista dele. Quatro dias depois, em Xapuri, Chico Mendes foi assassinado.
Belo monte de violências
Amazonia na midia Amazonia na midia As ONGs IFT (Instituto Floresta Tropical) e Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), em parceria com Aimex, realizaram a Palestra ‘Sensibilização sobre Concessões Florestais, Exploração de Impacto Reduzido e Certificação Florestal FSC’. O evento ocorreu nesta quarta-feira, (30), no Auditório I da FIEPA, Belém-PA, e reuniu 22 pessoas representantes de empresas, associações, ONGs e Consultores ligados ao setor florestal. O evento é uma das atividades do Programa TAA (The Amazon Alternative), que busca estimular o aumento da área certificada na Amazônia e de produtos certificados no mercado nacional, holandês e europeu. O programa é uma iniciativa do governo Holandês, do FSC Holanda e de empresas holandesas, numa parceira público-privada, de incentivo à Certificação Florestal FSC na Amazônia brasileira, peruana e boliviana.
Blog do Planeta | O meio ambiente que você faz