Fontes interessantes

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PPBio/CENBAM lançam livro com base na experiência de mais de uma década na implementação do sistema RAPELD na Amazônia brasileira. Ricamente ilustrado e escrito em linguagem simples, o livro aborda as questões que levaram ao desenvolvimento do sistema, a inclusão da pesquisa no sistema social, a organização espacial e representações da diversidade biológica, o monitoramento ambiental, os importantes parceiros do RAPELD e o gerenciamento de dados. Baixe o PDF. O monitoramento da biodiversidade não é meramente uma empreitada acadêmica. Ainda que a representação da biodiversidade, a estrutura espacial e a integração com informações sobre o ambiente sejam temas essenciais, é imprescindível pensar no contexto político em que serão tomadas as decisões e em como incorporar parceiros, já que os pesquisadores têm uma capacidade limitada de ação. ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia ULE, União Local de Ecólogos (Inpa): Ecologia da Amazônia
Tablóide Verde Chris Berg, ambientalista australiano, tem uma visão parecida com a minha sobre as mudanças climáticas. Para ele, as mudanças climáticas devem ser enfrentadas como um problema sócio-econômico. É a idéia por trás do artigo publicado no jornal Sydney Morning Herald . Segundo Berg, Julia Gillard, primeira ministra australiana, está parcialmente correta quando fala das ações sobre mudanças climáticas. Tablóide Verde
::  MAB  |  Movimento dos Atingidos por Barragens - Brasil  ::
Rio Madeira VIVO Governo e entidades bolivianas rejeitam o projeto das hidrelétricas do Rio Madeira - 25/06/2007 ...Durante a última semana, ministros de Estado e inúmeras entidades da região da Amazônia boliviana se reuniram no primeiro Fórum Amazônico já realizado no país. Entre as discussões sobre um modelo sustentável de desenvolvimento para a região, todos os presentes, incluindo ministros e o próprio presidente Evo Morales, reafirmaram a posição do país contra a construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira... The New York Times Projeto controverso de represa no Rio Madeira é uma questão crucial para o Brasil - 12/06/2007 ... A tensão eterna entre a necessidade de crescimento econômico do Brasil e o dano que pode causar ao ambiente está em maior evidência aqui, neste canto da região ocidental amazônica. Mais de um quarto desse Estado de fronteira, Rondônia, foi desmatado, o maior índice da Amazônia. Rio Madeira VIVO
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CIMI
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Fonte: Terra Magazine No Pará, indígenas apreendem máquinas e expulsam garimpeiros Por Larissa Saud Xingu Vivo para Sempre Xingu Vivo para Sempre
Língua Ferina Língua Ferina Por Rosiane Carvalho* Genocídio de dois mil indígenas waimiri atrori, impactos irreparáveis à população tenharim e a quase dizimação dos povos jiahui. Essas são algumas das “heranças” que o Amazonas recebeu do Golpe Militar, que no próximo dia 1º de abril completa 50 anos. Ao contrário dos registros da história oficial, a Ditadura Militar impôs ao Amazonas mortes e violação dos direitos humanos, que marcam a rotina e a memória dos povos indígenas waimiri atroari, tenharim e jiahui. O levantamento sobre as inconsequentes ações dos governos militares no Estado faz parte de uma investigação feita em duas ações civis públicas do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF-AM). A investigação aponta que os militares, a pretexto de “ocupar uma terra sem homens” (Amazônia), foram responsáveis pela morte de milhares indígenas durante a construção das BR-174 (Manaus-AM/Boa Vista-RR) e BR–230, a Rodovia Transamazônica.
Belo monte de violências
Amazonia na midia Amazonia na midia As ONGs IFT (Instituto Floresta Tropical) e Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), em parceria com Aimex, realizaram a Palestra ‘Sensibilização sobre Concessões Florestais, Exploração de Impacto Reduzido e Certificação Florestal FSC’. O evento ocorreu nesta quarta-feira, (30), no Auditório I da FIEPA, Belém-PA, e reuniu 22 pessoas representantes de empresas, associações, ONGs e Consultores ligados ao setor florestal. O evento é uma das atividades do Programa TAA (The Amazon Alternative), que busca estimular o aumento da área certificada na Amazônia e de produtos certificados no mercado nacional, holandês e europeu. O programa é uma iniciativa do governo Holandês, do FSC Holanda e de empresas holandesas, numa parceira público-privada, de incentivo à Certificação Florestal FSC na Amazônia brasileira, peruana e boliviana.
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