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Water

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Privatização da companhia de saneamento do RJ põe em risco o acesso à água como direito humano. A fórmula do desastre: pegue uma substância natural que está entrando em escassez no planeta; coloque grandes reservas dessa mesma substância no subsolo de um país que não tem histórico de bom planejamento de longo prazo; combine com a tendência a entregar a exploração de bens naturais para a iniciativa privada.

Privatização da companhia de saneamento do RJ põe em risco o acesso à água como direito humano

Para quem ainda não matou a charada, o país é o Brasil. E a substância não é petróleo, é água. É por isso que a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) deve ser uma preocupação de todos os brasileiros. Caso a estatal seja vendida, a maior estrutura de produção de água potável do mundo pode ir parar nas mãos da iniciativa privada, bem como licenças para captação em rios por até 50 anos. Isso em um mercado no qual o maior grupo privado do país é formado majoritariamente por companhias investigadas na Operação Lava Jato. Dito desta forma – “ativos” – quase se torna possível esquecer o que exatamente está em jogo. Investidores garimpam água, a próxima commodity quente - 03/10/2015 - Mercado. Agencia Brasil Mobile. Desafios urgentes para a água no Brasil - Nexo Jornal. Garantir água em quantidade e qualidade adequadas para todos os seres humanos e atividades econômicas em um mundo cada vez mais habitado, quente e seco é um dos grandes desafios da humanidade no século 21.

Desafios urgentes para a água no Brasil - Nexo Jornal

As crises hídricas em diferentes regiões do planeta são uma boa amostra do que nos espera no futuro e reforçam a urgência em construirmos uma nova forma de viver e se relacionar com a água. O século 20 foi a “era dourada da água”. Represamos e mudamos o curso de grandes rios, como o Colorado nos EUA e o rio Paraná no Brasil. Passamos a retirar água de aquíferos localizados a centenas de metros de profundidade, como o Aquífero Guarani. Boa parte desse aumento de consumo foi impulsionado pela Revolução Verde, que expandiu as fronteiras agrícolas por todo o planeta. Crise Hídrica em São Paulo: A vida com três horas de água. Em alguns bairros de Osasco, o quinto município mais populoso do Estado de São Paulo, o sol deixou de marcar o início do dia de seus moradores.

Crise Hídrica em São Paulo: A vida com três horas de água

Aqui, a jornada começa de madrugada, ainda na escuridão, com os primeiros ruídos da água correndo pelas tubulações. Na casa de Janaína Dias, de 28 anos, o alvoroço das máquinas de lavar roupa, pratos, higiene pessoal e limpeza começa às três e meia da manhã e vai até as seis, as únicas horas do dia em que a casa e o bairro tem fornecimento. Essas três horas em que as mulheres do Jardim Conceição, o bairro mais povoado da cidade, fazem provisão de água são fundamentais para garantir o abastecimento para o resto da família durante o dia. Elas se queixam de que quase não dormem e de que já não precisam do despertador: a falta d’água, consequência da crise hídrica mais grave dos últimos 84 anos, mudou o sono e a rotina delas. Anne Vigna: São Paulo a seco. Um restaurante elegante no coração de São Paulo, capital econômica do Brasil.

Anne Vigna: São Paulo a seco

O sommelier apresenta a seus clientes uma garrafa de vinho, que ele manipula como se fosse um bebê, e em seguida serve seu conteúdo, em copos de plástico. Crise hídrica em São Paulo: Exército simula ocupar a Sabesp em caso de crise social. O Exército brasileiro ocupou na manhã desta quarta-feira as dependências da Sabesp, no bairro de Pinheiros, na zona Oeste de São Paulo.

Crise hídrica em São Paulo: Exército simula ocupar a Sabesp em caso de crise social

Cerca de 70 militares armados estudam o perímetro e o interior do recinto "para uma eventual necessidade de ocupação, em caso de crise", segundo o comunicado interno enviado pela companhia aos seus funcionários. Quem Secou Detroit? Manifestantes protestam contra os cortes de água no centro de Detroit, 18 de julho de 2014.

Quem Secou Detroit?

George Boukas se abanou com um aviso de desligamento que recebeu alguns dias antes do Departamento de Água e Esgoto de Detroit. O total devido, US$340,32 (cerca de R$755), estava destacado em vermelho. “Acabei de pagar isso aqui”, ele disse com um sorriso. Era uma tarde de quinta-feira quente e abafada no Temple Bar, um estabelecimento na Cass Avenue, centro de Detroit. Untitled. A book review by Marilyn Gates: The Price of Thirst: Global Inequality and the Coming Chaos. “Dr.

a book review by Marilyn Gates: The Price of Thirst: Global Inequality and the Coming Chaos

Piper has written an eye-opening book about a hotly contested vital resource. . . . No hiding in libraries for this academic. . . . The outcome is a deeply moving exposé of how ordinary people’s lives can be altered irrevocably by corporate greed.” Only one percent of the world’s water is drinkable, with the remainder stored in oceans and icecaps. And much of that one percent is not potable without costly treatment because of uncontrolled urbanization and heedless industrialization. This situation is compounded by groundwater over-extraction, while melting ice testifies to anthropogenic climate change heralding a water crisis of unprecedented dimensions which may threaten the future of our species.

Multinational corporations, with the blessing of the World Bank and the International Monetary Fund (IMF), are pressuring governments to profit from catastrophe. “There’s Money in Thirst,” read a recent headline in the New York Times. In India and South Africa, Dr. Dr. There’s Money in Thirst. ComCiência - Energia: ensino e alternativas. Hidronegócio Roberto Malvezzi (Gogó) Não é apenas um neologismo.

ComCiência - Energia: ensino e alternativas

Hidronegócio, obviamente tem a inspiração no agronegócio. Literalmente, o negócio da água. Não beba água, beba cerveja! Como a privatização da gestão da água, aliada ao descontrole sobre poços artesianos e reservatórios instalados em propriedades privadas levaram Itu, no interior de São Paulo, ao desespero.

Não beba água, beba cerveja!

O jorro do hidronegócio - Aliás - Estadão. Se não começar a chover em abundância a partir da próxima semana, os paulistanos terão de pedir água de presente a Papai Noel.

O jorro do hidronegócio - Aliás - Estadão

Se a chuva só cair sobre a capital e não na cabeceira dos rios que abastecem o Sistema Cantareira, 6,5 milhões de pessoas poderão ficar sem água em suas torneiras. A fonte está secando, e a culpa é menos de São Pedro que de São Paulo; ou, melhor dito, da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo), que subestimou os estragos que as mudanças climáticas, a poluição e a extração descontrolada de recursos hídricos vêm causando ao consumo de água, aqui e lá fora. Revelou-se há dias que a Sabesp sabia do risco de desabastecimento no Sistema Cantareira desde 2012, mas só começou a encarar o problema oito meses atrás, quando criou aquele bônus para quem economizasse água.

Falta de água é culpa do governo de SP, afirma relatora da ONU - 31/08/2014 - Cotidiano - Folha de S.Paulo. The Alternative World Water Forum (FAME) The Alternative World Water Forum (FAME) in Marseilles ended successfully on 17th March with a protest march of 2000 people, united under the slogan 'Water is life, Not for Profit'. In total over 4000 people from all over the world participated in FAME (14-17th March), including workshops about concrete alternatives to water privatization and commercialization. FAME demonstrated the unity of water justice movement, the progress made in building alternatives and the commitment to work together in future.

The success of FAME reflects that the international water movement has been working for many years in bringing international solidarity to local struggles and impacting global policy. TNI together with Reclaiming Public Water Network partners actively engaged in FAME and contributed to this collective achievement. Springs of hope: Defending, Reclaiming and Redefining Public Water by Mary Ann Manahan, Focus on the Global South.

TNI's activity programme at FAME: Workshop 1. Workshop 2. World Water Council - World Water Council. As águas e os tucanos: Sabesp segue Sanepar e privilegia acionistas. Crise hídrica e caos social em São Paulo entram na pauta do Exército. O Comando Militar do Sudeste, que abrange todos os Comandos e Forças com sede em São Paulo e Mato Grosso, organizou terça-feira, dia 28, uma palestra sobre planejamento e estratégia com “o problema de abastecimento de água para consumo no Estado de São Paulo” como único assunto.