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Anarchy

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Greg Graffin – A Punk Manifesto - all i do is punk. FYI – I stole this from: (Just wanted to make it easier to read, and to preserve it.) by Greg Graffin (Bad religion) 03/2002 I have never owned a record label, nor directed a successful merchandise company, so I don’t pretend to be an expert on marketing.

Greg Graffin – A Punk Manifesto - all i do is punk

I have evolved through my craft as a songwriter, but others have labeled it and marketed it and made it neat for consumption. O que é amar (por Bakunin) Pimenta Negra - Carta de Bakunine ao irmão Paulo ( 29 de Março de 1845) Continuo a ser eu próprio, como antes, inimigo declarado da realidade existente, só que com uma diferença: eu parei de ser um teórico, eu venci, enfim, em mim, a metafísica e a filosofia, e entreguei-se inteiramente, com toda a minha alma, ao mundo prático, ao mundo dos factos reais.

O que é amar (por Bakunin)

Acredite em mim, amigo, a vida é bela; agora tenho pleno direito de dizer isto porque parei há muito tempo de olhá-la através das construções teóricas e de conhecê-la somente em fantasia, pois experimentei efectivamente muitas das suas amarguras, sofri muito e entreguei-me frequentemente ao desespero. Amar é querer a liberdade, a completa independência do outro; o primeiro acto do verdadeiro amor é a emancipação completa do objeto que se ama; não se pode amar verdadeiramente a não ser alguém perfeitamente livre, independente, não só de todos os demais, mas também e, sobretudo, daquele de quem é amado e a quem ama.

Anarchosyndicalism by Rudolf Rocker - Chapter 1. [Originally published in 1938 by Martin Secker and Warburg Ltd] Anarchism: Its Aims and Purposes; The Proletariat and the Beginning of the Modern Labour Movement; The Forerunners of Syndicalism; The Objectives of Anarcho-Syndicalism; The Methods of Anarcho-Syndicalism; The Evolution of Anarcho-Syndicalism.

Anarchosyndicalism by Rudolf Rocker - Chapter 1

Anarchism versus economic monopoly and state power; Forerunners of modern Anarchism; William Godwin and his work on Political Justice; P.J. Why We Don't Make Demands / CrimethInc. Ex-Workers' Collective. Share this on: twitter  facebook  tumblr From Occupy to Ferguson, whenever a new grassroots movement arises, pundits charge that it lacks clear demands.

Why We Don't Make Demands / CrimethInc. Ex-Workers' Collective

Why won’t protesters summarize their goals as a coherent program? Why aren’t there representatives who can negotiate with the authorities to advance a concrete agenda through institutional channels? Why can’t these movements express themselves in familiar language, with proper etiquette? Often, this is simply disingenuous rhetoric from those who prefer for movements to limit themselves to well-behaved appeals. Anarquismo especifista. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Anarquismo especifista

Anarquismo especifista é uma forma de anarquismo organizado que defende a criação de grupos orgânicos que diferencia-se das demais correntes libertárias por seu caráter estratégico de inserção social e político. O especifismo emergiu do resultado das experiências anarquistas na América do Sul, mais precisamente no Uruguai, através da FAU, (Federación Anarquista Uruguaya), fundada em 1956 por anarquistas que viram a necessidade da retomada do vetor social enquanto organização atuando especificamente dentro dos movimentos sociais. Especifismo e Síntese / Sintetismo. Plataformismo. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Plataformismo

O Plataformismo é uma tendência dentro do movimento anarquista que salienta a necessidade de uma forte organização dentro do movimento anarquista, para que possam ser capazes de influenciar efetivamente as classes trabalhadoras. Felipe Corrêa e Rafael Viana da Silva. “Bakunin, Malatesta e o Debate da Plataforma” Felipe Corrêa e Rafael Viana da Silva.

Felipe Corrêa e Rafael Viana da Silva. “Bakunin, Malatesta e o Debate da Plataforma”

“Bakunin, Malatesta e o Debate da Plataforma: a questão da organização política anarquista” Nesse artigo, os autores realizam uma discussão da organização política anarquista. Anarquismo coletivista. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Anarquismo coletivista

O anarquismo coletivista ou anarcocoletivismo é uma das vertentes clássicas do anarquismo. Trata-se de uma corrente de pensamento econômica anarquista, que defende a abolição tanto do Estado como da propriedade privada dos meios de produção.[1] Anarquistas brasileiros. Quiet Rumours: Index. Quiet Rumours: an Anarcha-Feminist anthologypublished by Dark Star, Rebel Press Introduction The feminist movement that began in the late '60s developed its own organisational form and practice, at the heart of which lay the small group - for example for consciousness-raising - often composed of close friends.

Quiet Rumours: Index

The Anarchist Library. George Woodcock: The Anarchist of Cherry Street (1/3) George Woodcock page: anarchist, poet, literary critic; from the Daily Bleed's Anarchist Encyclopedia: A Gallery of Saints & Sinners; Labor, Radical, Poets, Anarchists, Anti-Authoritarians... George Woodcock was born May 8, 1912, in Winnipeg, Canada.

George Woodcock page: anarchist, poet, literary critic; from the Daily Bleed's Anarchist Encyclopedia: A Gallery of Saints & Sinners; Labor, Radical, Poets, Anarchists, Anti-Authoritarians...

Active in anarchist politics in the 1930s when his family returned to England from Canada to escape poverty. He was educated in England, where he worked in railway administration & as a farmer, free-lance writer, & editor. Home - George Woodcock Lifetime Achievement Award. Portal Anarquista pelo apoio mútuo e pela autogestão. An Anarchist FAQ. Revolução dos Bichos - Animal Farm. Learn about nonviolent conflict and civil resistance. Critiques Of Libertarianism. Established 10/25/94. Last updated 09/26/11. Welcome to the web site dedicated to critiquing libertarianism! Introductory features: A Non-Libertarian FAQ. A general introduction to discussion with libertarians, with an extensive discussion of arguments commonly used by libertarian evangelists. About Us - Anarkismo. Who we are and why we do it Anarkismo.net is the product of international co-operation between anarchist organizations and individuals who agree with our Editorial Statement (see below).

It is intended to further communication, discussion and debate within the global anarchist movement. Principal. Darwin et Kropotkine, compétion ou solidarité? / Darwin e Kropotkin: competição ou solidariedade? COLETIVO MUNDO ÁCRATA. Correntes do Anarquismo. Acompanhando toda a história da humanidade, nos deparamos com uma série de práticas anárquicas na cultura dos povos e dos movimentos de libertação contra reis, imperadores, senhores, patrões e demais arautos da opressão. O Anarquismo enquanto sistema de pensamento e de ação passou por diferentes experiências através dos tempos. As diversas correntes históricas hoje apresentam-se muito mais como tendências dentro do Anarquismo. O Anarquismo Revolucionário se tornou a corrente majoritária do Movimento Anarquista Internacional em fins do século XIX, e envolveu principalmente coletivistas, sindicalistas e comunistas libertários.

O Anarquismo filosófico - Lança o sistema de valores de uma sociedade livre e igualitária, sem governantes e governados, opressores e oprimidos, exploradores e explorados. Surge desde a antigüidade da China até a Grécia. O Anarquismo comunista - Reivindica a abolição de todo sistema de salários e preços, e o controle de toda a economia pela comuna popular. Anarchy Archives. POLITICAL JUSTICE. The text is taken from my copy of the fourth edition, 1842. This version of Political Justice, originally published in 1793, is based on the corrected third edition, published in 1798. EN HomePage. This site is about the life and works of Daniel Guérin, a leading far-left figure in France in the 20th century, and the initiatives about him, both online and offline.

Anarquismo é uma filosofia política que engloba teorias, métodos e ações que objetivam a eliminação total de todas as formas de governo compulsório. Organização online, Ação off-line!!! Viva Anarquia!!Christiania: a Cidade Anarquista. Christiania: A Lenda da Liberdade No coração gelado do capitalismo europeu, na fria Copenhagen, Dinamarca, uma comunidade de 10 mil pessoas vive num outro compasso. Cristiania não tem prefeito, não tem eleição e funciona sem governo, sem imposição de leis que controlem a organização social. A lenda da cidade-livre da Dinamarca é real: inspirada no Anarquismo, Christiania resiste há mais de 20 anos, inventando um jeito novo de conviver com os problemas da vida comunitária. Guerrilla News. Imigrantes anarquistas: Sem pátria nem patrão. Na virada do século 20, o Brasil havia se tornado o novo lar de cerca de 1 milhão de italianos. Fugindo de uma severa crise econômica no país natal, a grande maioria chegava para tentar a sorte nas fazendas do interior paulista ou nas fábricas de São Paulo.

Alguns, entretanto, atravessavam o oceano Atlântico com uma outra missão: difundir o anarquismo. All About Anarchism. This classic statement of anarchism was written by a diverse group of anarchists in Cardiff around 1980 and it is an interesting historical record of the optimism of mainstream anarchist thought at that time. There is probably more rubbish talked about anarchism than any other political idea. Actually, it has nothing to do with a belief in chaos, death and destruction.

Anarchists do not normally carry bombs, nor do they ascribe any virtue to beating up old ladies. WELCOME TO THE OFFICIAL WEBSITE OF THE INTERNATIONAL WORKERS ASSOCIATION (IWA) A-Infos: Anarchist News Service. The Horizon of Anarchy: Anarchism and Contemporary Radical Thought. Saul Newman Abstract—This paper explores the relevance of anarchism for current debates in continental radical political philosophy. It argues that anarchism – as a form of politics which proposes the abolition of state power – is the unacknowledged referent for radical politics today, and that contemporary thinkers such as Alain Badiou, Jacques Rancière and Michael Hardt and Antonio Negri, amongst others, must situate their own political thought in relation to the questions posed by anarchism. In particular, radical political thought today tends to converge around three configurations – politics beyond the state, political organisation beyond the party, and political subjectivity beyond class – thus pointing to the exhaustion of Marxism-Leninism and the need for new forms of egalitarian and libertarian forms of politics.

Here, I argue that anarchism provides a more consistent way of theorising radical politics today. Anarchism has always been a political heresy. ANARCHY.NET - Intelligent Anarchism for a Post-Globalist Future. Anarchist Federation - Organising for Resistance. Everything you ever wanted to know about anarchism. CrimethInc. Ex-Workers’ Collective : Home. The True Nature and Goals of Anarchism. It's one of the most prevalent and enduring myths regarding Anarchism. It's reinforced daily with news reports of countries that have "descended into anarchy" or political pundits railing against things that we can't do because it would (gasp!) Lead to anarchy. The idea that Anarchy and chaos are synonymous has been firmly entrenched within the lexicon of modern imagery. Yet, it couldn't be much further from the true nature of Anarchism. Anarchists don't oppose society, order, or laws in general. Real examples of anarchism in history are problematic.

As near as I can tell, the united States of America is one of the best examples of an anarchist nation that has ever been, though it did not last terribly long before the public servants hired to govern subverted the peoples sovereignty and replaced the dejure united states with a corporation. From Bouviers Law Dictionary 6th edition: A chief ruler with supreme power; one possessing sovereignty. (q. v.) No Treason No. VI: The Constitution of No Authority. Center for a Stateless Society. The Theory of Property, Chapter VIII. Industrial Workers of the World. Constitution as a Contract. Anarchosyndicalism by Rudolf Rocker - Chapter 1. An archive of anarchist literature. (Curdistão) Milícias populares expulsam o Estado Islâmico para fora de Kobane.

Por Lusbert (*) Finalmente, depois de mais de 4 meses de sofrimento, de interesses geopolíticos da NATO e dos Estados Unidos com a cumplicidade da Turquia, depois de Kobane ter estado só contra o monstro do ISIS (Estado Islâmico) e quando, depois de terem entrado na cidade, parecer um facto consumado a queda de Kobane; depois de duríssimos confrontos, de numerosas baixas e mortes que deixaram mártires nas fileiras das YPG e YPJ, depois dos seus contra-ataques, os quais conseguiram libertar com esforço e perseverança, pouco a pouco, mais território; desde que finalmente os Estados Unidos decidiram, face à pressão internacional e às manifestações de solidariedade por todo o mundo, mandar-lhes apoio; depois do apoio de algumas forças do Exército Livre Sírio (ELS) e da entrada dos Pershmerga; podemos hoje, por fim, celebrar uma grande vitória conseguida através do povo em armas.

Contudo, esta vitória não significa o fim da história. Ativista curdo pede solidariedade e apoio para o processo revolucionário de Rojava. 24/jan/2015, 9h44min Giran Ozcan esteve em Porto Alegre para falar sobre a causa curda com organizações de esquerda | Por Roberta Fofonka/Sul21 Samir Oliveira Os curdos são a mais numerosa etnia do mundo sem Estado: são mais de 26 milhões de pessoas que vivem em regiões da Turquia, da Síria, do Iraque e do Irã.

David Graeber: "No. This is a Genuine Revolution"