
“Minhas previsões não são cor-de-rosa” | Horizonte, educação e comunicação “Minhas previsões não são cor-de-rosa” Alceo Magnanini participou do grupo que elaborou o Código Florestal que agora o Congresso está tentando mudar. Ele questiona principalmente a falta de estudos técnicos na nova proposta Sua formação é de engenheiro agrônomo, mas Alceo Magnanini já atuou como geógrafo e como botânico. Quais foram as premissas adotadas pelo grupo de trabalho que deveria propor o Código Florestal no início da década de 1960? Quais foram os principais avanços em relação ao primeiro código, de 1934? Se não havia interesse nas questões ambientais, como foi possível aprovar um código com tantos preceitos preservacionistas? Vocês já aprovaram o código antevendo que, se aquelas regras não fossem estabelecidas e cumpridas, esse tipo de desastre poderia acontecer? E o novo código que está sendo discutido no Congresso? Mas existe o argumento de que o código atual é cruel com os pequenos produtores, que ele inviabilizaria a produção em pequenas propriedades.
Using Agroforestry to Save the Planet Agroforestry—the use of trees in farming—benefits both farmers and the environment. According to a recent report by Biodiversity International, the Center for International Forestry Research, the World Agroforestry Centre, and Charles Sturt University, forests contribute to the livelihoods of more than 1.6 billion people. Yet, 30 percent of the world’s forests are used primarily for the production of wood products. Agroforestry is defined as the integration of trees and shrubs into crop and animal farming systems. These practices can help landowners diversify products and create social, economic, and environmental benefits. Trees and forests provide more than just food—they can enhance soils, protect biodiversity, preserve precious water supplies, and even help reduce the impacts of climate change. Agroforestry efforts in Niger, for example, have resulted in 200 million trees being planted on over 5 million hectares of farmland.
Quando a tecnociência vê um pixel mas ignora a paisagem. A agricultura convencional mata o solo. Entrevista especial com Antonio Donato Nobre "Mais importante do que ser multidisciplinar é ser não-disciplinar, isto é, integrar e dissolver as "disciplinas" em um saber amplo e articulado, sem fronteiras artificiais e domínios de egos", afirma o cientista do CCST/Inpe. O conhecimento científico não pode cegar a complexa relação entre os inúmeros ecossistemas presentes no planeta. “Tal abordagem gera soluções autistas que não se comunicam, tumores exuberantes cuja expansão danifica tudo que está em volta. Assim, a tecnociência olha o mundo com um microscópio grudado em seus olhos, vê pixel, mas ignora a paisagem”, afirma Antonio Donato Nobre, cientista do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – CCST/Inpe. “A maior parte da agricultura tecnificada adotada pelo agronegócio é pobre em relação à complexidade natural. Foi relator nos estudos sobre o Código Florestal promovidos pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC e Academia Brasileira de Ciências.
Quando a tecnociência vê um pixel mas ignora a paisagem | Revista IHU Online #485 O conhecimento científico não pode cegar a complexa relação entre os inúmeros ecossistemas presentes no planeta. “Tal abordagem gera soluções autistas que não se comunicam, tumores exuberantes cuja expansão danifica tudo que está em volta. Assim, a tecnociência olha o mundo com um microscópio grudado em seus olhos, vê pixel, mas ignora a paisagem”, afirma Antonio Donato Nobre, cientista do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – CCST/Inpe. “A maior parte da agricultura tecnificada adotada pelo agronegócio é pobre em relação à complexidade natural. Para Nobre, a saída não é abandonar a ciência e a tecnologia produtiva de alimentos, mas sim associá-las e integrá-las a sistemas complexos de vidas em ecossistemas do Planeta. Antonio Donato Nobre é cientista do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – CCST/Inpe, autor do relatório O Futuro Climático da Amazônia, lançado no final de 2014. Leia mais...
Manejo de Pastagem Ecológica e a produção de água. | Retorno das Arvores Como os pecuaristas podem contribuir na produção de água e de passagem recuperar e aumentar a produtividade das pastagens, melhorar a saúde e bem estar dos animais e se livrar da pecha de inimigos do Meio Ambiente.O verão 2014-2015 provavelmente ficará marcado como o período em que a consciência da população brasileira despertou definitivamente para necessidade de se tratar com mais seriedade a questão da água. Quase que diariamente aparecia no noticiário a crise hídrica da maior cidade do país onde, parecendo capítulos de uma novela de suspense, era divulgado o nível cada vez mais baixo dos reservatórios do Sistema Cantareira, principal abastecedor de água da cidade de São Paulo. Com o início da utilização dos “volumes mortos” – reservas existentes abaixo do nível normal de captação dos reservatórios -, a preocupação só aumentou. O que fazer para se evitar um possível colapso do abastecimento d´água, com todas as suas terríveis consequências? Fotografias relacionadas:
If Agroecology is So Great, Why Aren’t All Farmers Doing It? : Food First This post is also published on the Huffington Post here. After a half century of pioneering work by farmers and scientists, agroecology has finally penetrated mainstream policy circles. This is due to agroecology’s widespread success on the ground and the tireless efforts of food activists and policy advocates determined to break corporate agriculture’s chokehold on the politics and the purse strings of our food system. Last month, Friends of the Earth (FoE) published Farming for the Future: Organic and Agroecological Solutions to Feed the World – which was released on the heels of the International Panel of Experts on Sustainable Food Systems’ (IPES) report, From Uniformity to Diversity: A paradigm shift from industrial agriculture to diversified agroecological systems. What we’re left wondering is, if agroecology is so great, why aren’t more farmers doing it? But farmers don’t grow environmentally destructive commodities simply because they receive subsidies.
O chamado das árvores A cearense Maria Roberta Macedo saiu para comprar balas com o sobrinho João Rafael, de 2 anos. No caminho, admiraram uma árvore e resolveram gastar os 2 reais do doce comprando uma muda de jambo. Plantaram no jardim da casa, em Juazeiro do Norte, e até hoje se divertem olhando a planta crescer junto com o menino. O mineiro Paulo de Souza e sua mulher costumam guardar as sementes das frutas que consomem e, quando viajam, fertilizam o caminho: “Vou dirigindo devagar pelo acostamento enquanto ela lança as sementes na terra. Assim, ajudamos os pássaros a realizar o milagre da vida”, diz ele. Esses e muitos outros depoimentos estão registrados no site www.ummilhaodearvores.org.br, que convida gente de todos os cantos a salvar a Terra plantando árvores. Além de plantar árvores novas, é preciso preservar as maduras, que têm grande capacidade de absorver gás carbônico e transformá-lo em oxigênio: “Com 15 ou 20 anos, uma árvore já consegue absorver 1 tonelada de CO2. Divulgação
Trophobiosis Trophobiosis is a symbiotic association between organisms where food is obtained or provided. The provider of food in the association is referred to as a trophobiont. The name is derived from the Greek τροφή trophē, meaning "nourishment" and -βίωσις -biosis which is short for the English symbiosis.[1] In mutualistic relationships, the production of honeydew by trophobionts is rewarded by removal of dead hemipterans and protection from a variety of predators by the attendant ants. Ants of the entirely subterranean genus Acropyga have a noted trophobiotic relationship with mealybugs, being considered obligate coccidophiles and living in the same nests with their trophobionts.
Teoría de la trofobiosis (Francis Chaboussou) by on Prezi Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos | Expressão Popular Francis Chaboussou, ao enunciar a teoria da trofobiose, lançou um dos pilares da agroecologia. Ao longo desta obra, o leitor encontrará uma sólida argumentação científica, demonstrando que os parasitas não atacam as plantas cujos sistemas nutricionais estejam equilibrados; em contrapartida, são os fertilizantes solúveis e os agrotóxicos que os atraem, gerando, assim, um ciclo de dependência. As pragas e doenças vegetais hoje cresceram muito, com o uso desenfreado desses agrotóxicos e fertilizantes. Resultante desse processo é o fracasso da “revolução verde” e do “agronegócio”, com suas sombrias consequências para o planeta. Aí está, para os cientistas e para os agricultores pesquisadores, a base de uma tecnologia da vida - a agroecologia - por meio da qual se propõe alcançar a harmonia da natureza com a própria consciência humana, por um modelo de produção capaz de alimentar a humanidade, sem dilapidação dos recursos não renováveis.
Edible Landscaping: Organic Gardening And Landscape Design Do trees have brains? There's increasing evidence to show that trees are able to communicate with each other. More than that, trees can learn. If that's true — and my experience as a forester convinces me it is — then they must be able to store and transmit information. And scientists are beginning to ask: is it possible that trees possess intelligence, and memories, and emotions? So, to cut to the quick, do trees have brains? It sounds incredible, but when you discover how trees talk to each other, feel pain, nurture each other, even care for their close relatives and organise themselves into communities, it's hard to be sceptical. There's increasing evidence to show that trees are able to communicate with each other I didn't always feel this way. It was my job to look at hundreds of spruces, beeches, oaks and pines every day, to assess their readiness for the lumber mill and their market value. Forester Peter Wohlleben believes trees must be able to store and transmit information It had no leaves, however.
Fantastic Fungi, a film about mushrooms by Louie Schwartzberg Instituto Árvores Vivas