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Como atender os consumidores mais pobres do Primeiro Mundo. YouTube.

47'35" Pergunta 5: Eu acho que uma das grandes variáveis que todo mundo colocou é a questão dos recursos. Um dos principais recursos é o Bike Lover (pessoas) e como você imagina controlar... Assim, toda a responsabilidade em uma entrega vai vincular ao nome PDV e ao seu aplicativo, ou seja, toda responsabilidade jurídica ou etc tá vinculado a isso. Como você vai vincular o BL a esta responsabilidade jurídica. Como você vai criar esse controle? O BL vai ser um microfranquiado. Ele vai ser dono do próprio negócio. A PDV é uma empresa que faz o gerenciamento de uma rede, gerencia esses microfranqueados, tanto que qdo ocorre uma entrega quem emite a nf é o microfranqueado. A PDV só recebe royalty disso e uma taxa por ter gerenciado a rede. Então a questão de seguro, por exemplo, o cliente opta por seguro sim ou não. Você fez uma pergunta de logística reversa. Volta para o demandante e cobra por isso. Hoje isso já está operando já acontece. E a gente está protegido na questão jurídica de onerosidade, na subordinação, na habitualidade, ou seja, eu não vejo vínculo empregatício nisso. 49'27" Minha questão é quanto menor o vínculo você não acha que vai ficar mais difícil controlar a imagem da empresa? Esse discurso de que aquela pessoa que está fazendo a entrega é o microempreendedor individual vai emitir a nf, que ele é o responsável, ele é um discurso jurídico, mas para o contratante é a PDV. Tem um sistema em implementação rudimentar, nós somos uma startup, nossos processos são manuais, nossos sistemas são manuais. Nós temos um ranking de ciclistas. Várias coisas fazem ir pro alto ou baixo. Infraçoes. Eu mesmo te denunciei isso. Primeiros colocados vão pegar as melhores entregas (mais rentáveis). No final do ranking se ainda não foi descrendenciado vai pegar as piores entregas (as que pagam pior). Você pode fazer isso? Legalmente é correto? Pode ver rankear legalmente? Eu não vejo impedimento. Funcionário pode? Funcionário é mais complicado? O BL é fornecedor? Bonificação é a única forma de tratar isso? [Six Sigma, política de avaliação - 360 graus]. Divagação irrelevante. Divagação relevante. A engenharia do seu negócio requer 100% de logística e logística através de sistemas e métodos, e logistica só existe quando a gente precisa de processo. Processos para ganhar tempo, mais rentabilidade, distribuição de lucro. Isso desumaniza a característica do que você está usando como base pra vender o seu negócio. Então é a minha observação é: tome cuidado com isso. Se a fase é a fase de negócios. Se é fase de abrir peito, encarar, qual o tamanho, qual dimensão eu vou tá, presta atenção nisso, não venda um ideal ou pegue o seu negócio com tanta eficiência porque amanha lá na frente algumas pessoas vão questionar. O seu cliente não sabe claramente se voce tem ou nao um microempreendedor, se o que defende como entrega consciente é o mesmo conceito se vc não tem nenhuma relação com ele. O cara sabe que tem uma PDV atras. E é em cima de você que vai. Tudo o que você falar ou usar em termos de mídia ou o que a sociedade vai ler e o cliente vai ler e vai vender pra um outro e outro e outro e isso vai criar uma massa crítica que eventualmente vai pô, o negócio é legal mas tem uma confusão. Eu já me ferrei, o conceito era uma expectativa, então foca. O processo ele desumaniza. – eduardomoreiracorreia
44'54" Sanidade empreendedora. Nós somos donos de empresa.Situação que vai passar em que começa a deixar o sentimental um pouco de lado e pensar de forma mais mercadológica. Isso é perceptível em sua fala hoje, o seu amor pelo personagem, e pelo discurso poético, mas em algum momento... Porque se você identificar o seu negócio como logística independente do que vier a ocorrer nos próximos anos você vai conseguir adaptar o seu negócio pra isso. A gente sonhava em trabalhar com design mas o design da forma top e no decorrer dos anos a gente foi tratando isso e modelando de acordo com o negócio então aí o que eu coloco é o seguinte: de repente você pensar que a sua pessoa física, Rafael, ciente, moro na terra e tal, gosto de bike, nao quer poluir, nao quer nada, quer desenvolver mais, quer ter mais gente na rua. Mas o Rafael dono da PDV, cara, ele quer trabalhar com logística e ai independente o cara de paraquedas, drone, bicicleta, vai continuar com o teu negócio ele vai se perpetuar por muito mais tempo e você não vai deixar de ser o Rafael, gosta de bike. Porque às vezes vc vai ter que desassociar em algum momento isso aí. hoje tá muito pertinente em sua fala o que você gosta e o que quer fazer na PDV. É um discurso legal? É um discurso pertinente para o momento, mas as coisas podem mudar, pode ser que daqui a pouco seja mais interessante o cara a barco de remo. Será que o melhor caminho para manter a sanidade empresarial não seja ter um sócio que está um pouco mais isolado desse lado emocional em relação à bicicleta? Eu não sei. Eu acho que cada negócio ele se caracteriza e se constrói a partir das pessoas que estão imersas. No nosso caso a gente foi construindo com perfis diferentes dentro da sociedade mesmo. Eu tenho um jeito o Felipe tem outro. Um objetivo só. Eu acho que a resposta a essa pergunta é o tripé (investidor, gestor e empreendedor). O empreendedor vai continuar sonhador. O gestor vai puxar ele. O investidor vai puxar ele. Eu vou continuar sonhador dessa maneira pra sempre. Eu te garanto. Se a PDV mudar os rumos eu saio da empresa. Steve Jobs [estudar a biografia. Apostas sobre o destino da Apple]. – eduardomoreiracorreia
36'43" Quer então que é pré-requisito pro bike lover só usar a bicicleta? Nesse modelo eu posso usar uma scooter? 3657" Resposta: Não. Não pode usar uma scooter. Existe uma conversa interna para mudar o modelo para entregas não poluentes. Todos os produtos pensados para bicicleta podem ser transportados por outros modais? 37'56" Toma cuidado com os conceitos que você vende em um negócio que depois vc emociona seu cliente e ele não enxerga aquele produto realmente e aquela essência do negócio você tá ferrado. 38'08" Até o nome tá errado porque Pedivela tem pedal. – eduardomoreiracorreia

YouTube. Análise.

O que a Pedivela fará será aumentar a base de pessoas donas de seus negócios, protagonistas de seus destinos, geradoras de riqueza. Isso passa ao largo de jogar dinheiro pelo avião para miseráveis. – eduardomoreiracorreia
A única diferença percebida em toda essa discussão trata-se da distribuição da riqueza gerada. Em um sistema perverso a riqueza fica concentrada em poucos. Em um sistema solidário a riqueza é distribuída não por meritocracia mas por graça, solidariedade, por acreditar que todos contribuem de uma forma ou de outra (ou só por existir) para a geração da riqueza. A propriedade pode ser privada, mas a riqueza gerada é coletiva. – eduardomoreiracorreia
Um investimento sempre será necessário em um empreendimento. Uma maneira é muitos investirem um pouco. Outra é poucos ou um investir muito. Em ambos os casos é importante poupança (acumulo em dinheiro - ativo financeiro - ou ativo real). Acumular de muitos, poucos ou de um será sempre uma necessidade para a implantação de um empreendimento. Não há outra maneira. Um empreendimento exige um conjunto de competências (ativos, capitais). Quanto maior o empreendimento, maior será o investimento e maior a poupança. Um único investidor pode ter formado poupança pelo trabalho e até como proletariado. – eduardomoreiracorreia
Quando o ativista se dispõe a captar investidor é por acreditar que o capital financeiro será capaz de converter-se em capital tecnológico de modo a potencializar um catalisador que ative a rede da cooperação. Bike lovers devem ser integrados de modo cooperativo, colaborativo seguindo os princípios da economia solidária e promotores do bem e da felicidade de outras pessoas de dentro e de fora da rede. O cicloativismo deve ser uma atividade temporária de transição enquanto a sociedade caminha para uma mudança de paradigma onde a bicicleta passa a fazer parte natural na vida das pessoas. Neste momento não precisaremos mais de cicloativismo. – eduardomoreiracorreia
Quando um ativista oferece 100 bicicletas para um negócio o faz por acreditar que este capital é necessário a uma atividade econômica para ativar um movimento, uma dinâmica. Em um sentido mais amplo e em um mundo real, ativistas são catalisadores que ativam a economia de modo a causar autonomia e realização nas pessoas. Em um mundo de transição ativistas podem ser vistos restritamente a movimento de protesto que mobilizam a conciencia, mas que como efeito imediato de seu ativismo não vão além da conscientização. Ao passo que ativismo por meio de um empreendimento da economia solidária, com inserção social, aplicação de capitais humano, social, tecnológico são capazes de uma ativação geradora de riqueza e distribuidora de riqueza. – eduardomoreiracorreia
Marx chamou de Capitalismo o sistema que valoriza o capital por oposição ao trabalho. E este capital não é o dinheiro. Dinheiro é moeda conversível em capital. Atualmente, o capital deverá ser o humano e suas relações sociais no ambiente. – eduardomoreiracorreia
A origem remota de capital é o latim caput ("cabeça"). Inicialmente, o adjetivo capitalis significava "o que está acima dos outros; principal, dominante". No Renascimento, os famosos banqueiros italianos passaram a usar o termo capitale para designar a parte principal de uma quantia investida, excluídos os juros e os rendimentos que ela pudesse trazer. Pouco a pouco, com o desenvolvimento da Economia Política, o sentido foi sendo ampliado, até que, no séc. 19, passou a significar "a riqueza considerada como meio de produção", por oposição ao "trabalho", relação que Marx analisou no clássico O Capital. – eduardomoreiracorreia

Síntese ambiental. A Urbanidade e o Modelo de Negócio Pedivela. Logística. Valor Econômico Setorial.pdf. Youtube. Estratégia Natura.

Natura diz que avanço ainda fica abaixo do nível desejado ( de 22/10/2014) Companhia reconheceu em seu relatório de resultados a competitividade do mercado brasileiro de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. A base de consultoras aumentou 3,7% no Brasil, mas a produtividade (R$ em vendas por consultora) caiu 1,1%. O avanço da venda direta diante de outros canais de distribuição. Segundo a companhia precisa aumentar a competitividade do canal venda direta ao mesmo tempo que amplia a oferta em outros canais. – eduardomoreiracorreia
A Natura vai à guerra ( de 28/08/2014). 1) Em 19/08/2014 a Natura anunciou o novo presidente Roberto Lima (Ex-presidente da Vivo) para substituir Alessandro Carlucci, no cargo desde 2005. 2) Sob o comando de Carlucci a Natura quadruplicou de tamanho e firmou-se como referência em sustentabilidade. Nos últimos anos, porém, vem sofrendo com a concorrência. 3) Desde 2010 a participação de mercado passou de 14,8 para 12,4%. 4) A margem de lucro caiu 20%. 5) Os críticos acreditam que o modelo de vendas direta precisa ser virado do avesso. 6) Plínio Musetti é presidente do Conselho de Administração: a) O presidente saindo tem 25 anos de empresa. O presidente entrando está no conselho desde 2012. b) O novo presidente tem competências complementares à Natura (internacional, outras indústrias, química com os acionistas, tecnologia). c) Estratégias: internacionalização (ativo biodiversidade Brasil), multicanais, multimarcas (australiana Aesop). – eduardomoreiracorreia
Inovação. A Natura produziu um novo produto a cada 3 dias úteis. Comparável a 3M. Tinha fortes relações com universidades francesas e americanas. 40% das receitas eram de produtos criados nos dois últimos anos. P&D de apenas 150 pessoas e investimento de 3% das vendas. O processo começou com uma reunião mensal entre os 3 presidentes, diretor marketing e diretor de P&D. A inovação era testada imediatamente através da venda e avaliação dias depois por telefone. Em uma semana era possível saber do resultado. Não há necessidade de criar grupos de teste. Linha mamãe-bebê. A J&J tinha 90% do mercado e um domínio incontestável. A estratégia de mkt associava o produto à criação de laços mais estreitos entre a mãe e o bebê (chalanta, técnica de acariciamento), a embalabem apeladora e a reputação da marca deram à Natura expressiva participação no mercado. Com uma inovação conceitual - e não tecnológica - tomou 30% do mercado de luxo. – eduardomoreiracorreia
O lema da Natura: "A verdade em cosmética. Segundo Seabra, "em um setor famoso por promessas e pela busca do sucesso a qualquer preço, a Natura se orgulha de oferecer um posicionamento verdadeiro para os consumidores." Equipe treinada para dar conselhos em relação aos ingredientes e adequação. O compromisso com o bem-estar contribuiu para a fidelidade dos clientes. "Acreditamos que podemos ajudar a transformar a vida das pessoas e a sociedade. Fazemos aquilo em que acreditamos e ganhamos dinheiro com isso. A funcionalidade do produto é apenas um aspecto das necessidades que ele supre... nossos produtos têm muito mais do que respostas funcionais, eles têm emoções, espiritualidade, ideais intelectuais que podem melhorar a vida das pessoas." (Guilherme Leal, CEO e presidente da Natura). – eduardomoreiracorreia
A estrutura de vendas do Brasil não deu certo na Argentina. Para crescer mais rápido, não restringia às novas consultoras valor mínimo de pedidos. Mais de 50% do canal era fantasma (nomes inventados para ganhar os incentivos oferecido às consultoras que recrutavam novas consultoras) ou clientes finais que queriam se beneficiar com os descontos. Rotatividade alta de consultoras com baixo volume de vendas. – eduardomoreiracorreia

Youtube. Empreendedorismo e Bicicleta na FGV – Jilmar Tatto. Assista ao 1º video da Mesa Redonda que aconteceu no último dia 24 Com a palavra, Jilmar Tatto: Semana Global do Empreendedorismo na GV O Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV/EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas) realizará, de 24 a 27 de novembro, a Semana Global do Empreendedorismo.

Empreendedorismo e Bicicleta na FGV – Jilmar Tatto

A Mesa Redonda: Empreendedorismo e Bicicleta será uma conversa com 3 empreendedores: a Talita Noguchi, do bar e bicicletaria “Las Magrelas”, a Renata Falzoni, criadora do site Bike é Legal, que também vai falar de cicloturismo na Europa e como isso ajudou no resgate de regiões rurais abandonadas e com Thiago Benicchio, para relatar a história que culmina com a criação da Ciclocidade, além de falar um pouco de sua atuação no ITDP.

Self storage.

A GuardeAqui, que pertence ao fundo Equity International e tem o Morgan Stanley como um de seus investidores, programa uma expansão nos próximos anos. Hoje, possui seis unidades, sendo três em São Paulo, duas no interior paulista e uma no Rio. Até o fim do ano, serão mais três: em BH, Guarulhos, Jundiaí. O plano é chegar a 50 unidades até o fim de 2018, com um orçamento de R$ 1 b. – eduardomoreiracorreia
Empresas de grande porte estão intensificando o uso do sistema como apoio logístico, neste caso ocupando espaços que podem chegar até a 1 k metros quadrados. "Temos sido procurados por transportadoras que precisam de espaço para consolidar cargas e empresas que necessitam de estruturas regionais para estocar produtos que serão distribuídos localmente. Outro uso comum é a armazenagem de máquinas e equipamentos que são utilizados sazonalmente ou de documentos." – eduardomoreiracorreia
Porque as grandes empresas de logística não utilizam os self storage ou investem neles e contratam bicicletas? – eduardomoreiracorreia
Porque ter lojas de bandeira própria se o negócio é integração? – eduardomoreiracorreia
GoodStorage. São Paulo. 1,1 k boxes de 1 a 50 metros quadrados. Disponibilidade de R$ 150 m para expansão. Previsão de chegar a 8 lojas na GSP com 3,5 k boxes. Em 5 anos, a meta são 50 unidades em vários estados. – eduardomoreiracorreia
Preço da locação: entre R$ 65 e R$ 75 o metro quadrado sem despesas com luz, água e taxas. – eduardomoreiracorreia
Tempo de locação flexível, estendido ou não. – eduardomoreiracorreia
Segmento de clientes: empresas que não possuem volume ou fluxo regular. – eduardomoreiracorreia

Postmates is Uber for local delivery - of anything. Empresas de bike courier adotam aplicativos para atender clientes.pdf. Imobilizados. Ineficiência econômica. O Globo.pdf. Incentivo para o carro. Especial Bicicletas.pdf. O desafio das ciclovias.pdf. Pesquisa Copacabana.

O percentual de Outros Estabelecimentos é muito elevado. Denota a dificuldade de especificar no gráfico, mas revela como os pequenos negócios são fortes demandantes por perceberem valor na logística com bike. – eduardomoreiracorreia
Há curiosidades importantes sobre a pesquisa como: raio de abrangência da entrega; relação de emprego; formalidade dos negócios pequenos; percepção do valor ambiental; pulverização geográfica dos pequenos negócios. – eduardomoreiracorreia
O recorte por estabelecimento comercial é interessante mas não captura todo a indústria. – eduardomoreiracorreia

Drones.pdf. Relevo.pdf. Regionais_Administrativas.pdf. Plano diretor urbano.pdf. Ocupação do espaço geográfico pelos agentes ecômicos.pdf. Prefeita de Paris vai proibir circulação de veículos na área central da cidade. RIO - A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, quer banir completamente da cidade os gases emitidos por motores movidos a diesel até 2020.

Prefeita de Paris vai proibir circulação de veículos na área central da cidade

Para isso, ela anunciou, em entrevista ao “Journal du Dimanche” (“JDD”) neste fim de semana, que vai proibir a circulação de veículos nos quatros arrondissenments centrais da capital francesa: “Nos quatro distritos centrais de Paris, à exceção de bicicletas, ônibus, táxis, os únicos veículos permitidos serão os de residentes, carros de entregas e de emergência”, disse ela ao semanário francês, acrescentando que o plano antipoluição será discutido no Conselho de Paris em 9 de fevereiro. A proibição entrará em vigor inicialmente nos fins de semana, mas rapidamente deverá ser expandida para todos os dias da semana, segundo a prefeita. “Quero agir de forma eficaz, rápida e vigorosa”, disse Anne. “Porque a poluição é um tema maior, um grave problema de saúde pública, em particular para as populações mais vulneráveis.” Urban Arrow. Crowdfunding - Rio de Janeiro Cargo Bike Championships.