Para que serve a democracia - Augusto de Franco, e-Agora. Nesta semana, fui jantar com um amigo – cuja identidade preservo – e lá pelas tantas começamos a discutir sobre a democracia. Para quê, afinal, serve a democracia se não for para melhorar a vida dos seres humanos, incluir os excluídos, enfim, possibilitar maior desenvolvimento humano, social e sustentável? É o que ele perguntava. E eu respondia. A democracia não pode ser usada como instrumento para atingir essas coisas, desejáveis por certo, que pertencem, porém, a outras campos de desideratos a que se impõem os humanos, como a universalização da cidadania e a conquista da sustentabilidade. A democracia tem, sim, uma utopia, mas que não é finalística, não é o Eldorado ou a Cidade do Sol. A democracia não é o ponto de chegada e sim o modo de caminhar.
Não sei se ele entendeu o meu ponto de vista. Começo com a proposição ‘se o sentido da política é a liberdade então política é sinônimo de democracia’. Por quê? Guerra. Artigos » Existe Política Além do Voto. "La Argentina es un museo de un debate que ya desapareció" - 11.08.2012 - lanacion.com. Cree que el modelo kirchnerista no tiene nada para enseñarle al mundo.
Dice que "el libre mercado es eficiente, pero no es justo". Está a favor de la redistribución de la riqueza siempre que "haya algo para redistribuir". Sostiene que el Estado de bienestar es "populismo auténtico" y el kirchnerismo, "discurso populista sin ninguna sustancia". "No sé quién es", contesta cuando se le propone conversar sobre las ideas del intelectual kirchnerista Ernesto Laclau. Desde fines de los años 80, el economista y ensayista francés Guy Sorman visita regularmente la Argentina. Esta vez, llegó para participar de un foro de universitarios organizado por el South American Business Forum (SABF), una iniciativa de estudiantes del Instituto Tecnológico de Buenos Aires (ITBA). -Usted sostiene que el "Estado de Derecho" y el "respeto por las instituciones" son clave para el desarrollo económico. -Sí, la Argentina se ha vuelto bastante única en ese sentido.
-¿Y qué es lo que está probado que funciona? -Sí. Microdemocracy - Right Question Institute. Microdemocracy: A new idea that ordinary encounters with public agencies are opportunities for individual citizens to “act democratically” and participate effectively in decisions that affect them. Democratic Action on One Level is Democratic Action on Any Level A democracy needs citizens who can ask questions, participate in decisions and hold decision-makers accountable on any level of democracy. Indeed, we encourage people to “act democratically” by writing letters to the editor or to a representative, attending public hearings, organizing, advocating and voting.
But, what do we call it when people in low-income communities ask questions, participate in decisions and hold decision-makers accountable in their ordinary encounters with public and publicly-funded institutions such as their children’s public school, the welfare office, job training program, Medicaid-funded health care service, and public housing? We have no ‘democratic’ name for action at that level. Cognitive Democracy. Over the last couple of years, Cosma Shalizi and I have been working together on various things, including, inter alia , the relationship between complex systems, democracy and the Internet.
These are big unwieldy topics, and trying to think about them systematically is hard. Even so, we’ve gotten to the point where we at least feel ready to start throwing stuff at a wider audience, to get feedback on what works and what doesn’t. Here’s a paper we’re working on, which argues that we should (for some purposes at least), think of markets, hierarchy and democracy in terms of their capacity to solve complex collective problems, makes the case that democracy will on average do the job a lot better than the other two ways, and then looks at different forms of collective information processing on the Internet as experiments that democracies can learn from.
A html version is under the fold; the PDF version is here . Cognitive Democracy We start by explaining social institutions should do.