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Cultura

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Cultura geral — tudo o que se deve saber (Dietrich Schwanitz) Os que não pensam – SAPIENTIAM AUTEM NON VINCIT MALITIA. Olavo de Carvalho Época, 9 de dezembro de 2000 O sujeito pensa que disse, mas não disse nada Não posso deixar de aplaudir a sugestão do ministro Weffort de que o grego e o latim devem voltar a nossas escolas. A sugestão, é claro, parecerá odiosa aos cretinos que imaginam que a cultura é um instrumento que você compra para fazer com ela o que quiser, e com base nessa premissa alegam que as línguas clássicas “não servem para nada”. Nada no repertório dos conhecimentos humanos tem esse poder educativo como os estudos clássicos.

Não digo que esse remédio, sozinho, possa deter a alucinante precipitação da inteligência nacional ladeira abaixo. Arrastados no declínio da fala geral, mesmo os homens mais preparados acabam por perder de todo a compreensão do que lêem e mesmo do que dizem. Tomo como exemplo a declaração do deputado José Genoíno: “Há dois documentos da Igreja que prezo muito e coloco no mesmo patamar do Manifesto Comunista: Os Dez Mandamentos e O Sermão da Montanha”. 5 Curtidas Comments. É da cultura que estou falando – SAPIENTIAM AUTEM NON VINCIT MALITIA. Olavo de Carvalho Diário do Comércio (editorial) , 28 de março de 2007 As reações negativas aos meus recentes artigos sobre o liberalismo seguem o mesmo padrão de automatismo mental que neles mencionei. Como o debate político brasileiro não vai além dos temas econômicos e, nestes, como que em obediência à lei da gravidade, volta sempre à contraposição usual de Estado e mercado, o que quer que se diga contra o liberalismo é sempre interpretado como uma apologia ao menos implícita do intervencionismo estatal.

Nesses termos foram respondidos os meus artigos, o que é o mesmo que dizer: não foram respondidos. Minha objeção central ao liberalismo é sua falta de princípios, seu apego exclusivo a preceitos formais – liberdade e propriedade – que ele toma ingenuamente como se fossem princípios. Princípios têm de ser claros e auto-explicativos. O ideal liberal é fazer da sociedade uma máquina neutra que cada consumidor use segundo suas preferências e valores autodeterminados. 5 Curtidas Comments. Olavo de Carvalho, o 'parteiro' da nova direita que diz ter dado à luz flores e lacraias - BBC Brasil. Direito de imagem João Fellet Quando se mudou há alguns meses para que sua casa fosse reformada, o escritor e filósofo Olavo de Carvalho fez questão de levar toda a sua coleção de armas para a residência temporária, no sul do Estado da Virgínia (EUA).

Sobre a cama onde dorme, afixou uma espingarda Remington calibre 12. No cômodo vizinho, ao lado de uma caixa com brinquedos, espalhou mais de 30 rifles de caça. Em frente à mesa onde trabalha, pendurou pistolas e revólveres. É dali que Carvalho faz as transmissões diárias de seu curso de filosofia, escreve para cerca de 500 mil seguidores nas redes sociais e trava os embates que o tornaram uma das figuras mais conhecidas e controversas da corrente que vem sendo chamada de nova direita brasileira - grupo ao qual, paradoxalmente, diz não pertencer.

"Eu quis que uma direita existisse, o que não quer dizer que eu pertença a ela. Elogia Michel Temer ao mesmo tempo em que diz considerar seu governo ilegítimo. Estrutura de poder Racha na direita. Home - IHGB - Instituto Histórico Geográfico Brasileiro. Livraria IHGB - IHGB - Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Visite mais de 2.500 museus do mundo através do Google Arts & Culture. Para que serve a Cultura? Cultura- Definição segundo Edward Tylor. No vocábulo inglês CULTURE, que "tomado em seu amplo sentido etnográfico é este todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, arte, moral, leis, costumes ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como membro de uma sociedade. " O conceito de Cultura, pelo menos como utilizado atualmente, foi, portanto definido pela primeira vez por Edward Tylor (1832-1917). O seu pensamento pode ser melhor compreendido a partir da leitura deste seu trecho: Por um lado, a uniformidade que tão largamente permeia entre as civilizações pode ser atribuída, em grande parte, a uma uniformidade de ação de causas uniformes, enquanto, por outro lado, seus vários graus podem ser considerados como estágios de desenvolvimento ou evolução.

Para entender Tylor, é necessário compreender a época em que viveu e consequentemente o seu background intelectual. Kroeber procurou mostrar que, superando o orgânico, o homem de certa forma libertou-se da natureza. 1. Texto extraído do livro: Cultura. I Fórum São Thomas More - A Restauração da Cultura no Brasil. Emel - the muslim lifestyle magazine. O Estado da arte - cultura - versaoimpressa. Um decreto publicado no Diário Oficial da União pela presidente Dilma Rousseff no último dia 18 muda consideravelmente os conceitos de coleções pública e privada de arte, além de modificar as noções de posse, de mercado internacional, de comercialização e, possivelmente, também de apreçamento de obras.

Pelo decreto (que regulamenta a Lei 11.904, de 14 de janeiro de 2009, que cria o Estatuto de Museus do País), de agora em diante, podem ser declarados de interesse público os bens que atualmente estão em museus (musealizados) públicos e privados e também os que ainda não estão em museus, mas em coleções particulares. Enquadram-se na lei todos os objetos de arte “cuja proteção e valorização, pesquisa e acesso à sociedade representarem valor cultural de destacada importância para o País, respeitada a diversidade cultural, regional, étnica e linguística”.

O texto colocou em polvorosa colecionadores, museólogos, leiloeiros e outros profissionais da área de artes visuais. Início A cobrança. A importância do ensino das artes na escola - ÉPOCA | Ideias. No dia 3 de maio, o teatro, as artes visuais e a dança foram incorporados ao currículo do ensino básico brasileiro.

Até então, apenas a música era componente “obrigatório, mas não exclusivo” do ensino de arte na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Escolas públicas e privadas têm cinco anos para se adequar aos novos padrões. “A arte não é babado cultural, não é enfeite para botar em parede”, disse a professora Ana Mae Barbosa, uma das principais referências no estudo de arte-educação no Brasil. Em entrevista a ÉPOCA, a especialista comemorou a aprovação da lei e falou sobre a contribuição que o ensino de arte traz à aprendizagem.

Entre eles, o desenvolvimento da capacidade de interpretação: “Ao interpretar, você amplia a sua inteligência e a sua capacidade perceptiva, que vai aplicar em qualquer área da vida”. Apesar de enxergar a mudança com otimismo, Ana Mae faz uma ressalva: "A batalha ainda não está ganha. ÉPOCA - A música já era obrigatória no currículo. Teatro do absurdo. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Teatro do absurdo foi o termo criado em 1961 pelo crítico húngaro, radicado na Inglaterra, Martin Esslin (1918-2002), tentando sintetizar uma definição que agrupasse as novas obras de dramaturgos de diferentes países que, apesar de serem completamente diferentes em suas formas, tinham como centro de sua obra o tratamento de aspectos inusitados e inesperados da vida humana.

Teatro do absurdo é então a designação que agrupava inicialmente as peças teatrais de vários dramaturgos europeus, principalmente no final dos anos 1940, após o fim da Segunda Guerra Mundial, e nos anos 1950 e 1960. É uma forma do teatro moderno que utiliza, para a criação do seu enredo, das suas personagens e de seu diálogo, de elementos do ilógico. Martin Esslin[editar | editar código-fonte] Segundo a definição de Esslin (1961): Principais características[editar | editar código-fonte] Textos dramáticos de referência[editar | editar código-fonte] Referências Portal do teatro. Romantismo. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Romantismo foi um movimento artístico, político e filosófico surgido nas últimas décadas do século XVIII na Europa que perdurou por grande parte do século XIX.

Caracterizou-se como uma visão de mundo contrária ao racionalismo e ao iluminismo[1] e buscou um nacionalismo que viria a consolidar os estados nacionais na Europa. Inicialmente apenas uma atitude, um estado de espírito, o Romantismo toma mais tarde a forma de um movimento, e o espírito romântico passa a designar toda uma visão de mundo centrada no indivíduo. Os autores românticos voltaram-se cada vez mais para si mesmos, retratando o drama humano, amores trágicos, ideais utópicos e desejos de escapismo. Se o século XVIII foi marcado pela objetividade, pelo Iluminismo e pela razão, o início do século XIX seria marcado pelo lirismo, pela subjetividade, pela emoção e pelo eu. O Romantismo é a arte do sonho e fantasia.

Contexto histórico[editar | editar código-fonte] Emoção acima de tudo. Pós-modernidade. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A pós-modernidade é um conceito da sociologia histórica que designa a condição sócio-cultural e estética prevalente no capitalismo após a queda do Muro de Berlim (1989), o colapso da União Soviética e a crise das ideologias nas sociedades ocidentais no final do século XX, com a dissolução da referência à razão como uma garantia de possibilidade de compreensão do mundo através de esquemas totalizantes. [1] O uso do termo se tornou corrente embora haja controvérsias quanto ao seu significado e a sua pertinência. O conceito de pós-modernidade inclui, portanto, o que se designa como pós-modernismo em arte - especialmente na arquitetura. O crítico brasileiro Mário Pedrosa foi um dos primeiros a utilizar este termo, em 1966 [6] . Em importante artigo sobre a arte de Hélio Oiticica, publicado no Correio da Manhã de 26 de junho de 1966, Pedrosa afirmava: Uso do Termo[editar | editar código-fonte] Pós-Modernismo[editar | editar código-fonte]

A Mil Palavras - Mil Palavras Acessibilidade Cultural. Pré-Modernismo. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista[1] ) foi um período literário brasileiro[2] , que marca a transição entre o simbolismo e o movimento modernista. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo [3] . O termo pré-modernismo parece ter sido criado por Tristão de Athayde, para designar os "escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920", no dizer de Joaquim Francisco Coelho[4] Contexto histórico[editar | editar código-fonte] Pontos de conflito no Brasil pré-modernista. Além desses fatos somam-se as lutas políticas constantes pelo coronelismo, e disputas provincianas como as existentes no Rio Grande do Sul entre maragatos e republicanos.[6] Outras manifestações artísticas[editar | editar código-fonte] Na música erudita, o nome representativo foi o de Alberto Nepomuceno, de composições de “intenção nacionalista”. [5] Ambiente literário e outras informações[editar | editar código-fonte] Referências.

Escreva seu nome em alfabeto japonês - Made in Japan.

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Recursos. The Ballet Bag. Indios, nossos antepassados, nossos irmãos. RádioTertúlia.com - Piratini/RS. Jornal do Nativismo Rio Grande do Sul. Brasil com S. .: SR BRASIL - Rolando Boldrin :. SR. BRASIL. Portal Sapiens Parque.