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Mundo Invisível | Trabalho sexual é trabalho – contra o estigma e a criminalização. { O Tantra vê o universo como uma... - Vulva livre, Alma liberta. Texto de Paul B. Preciado acerca das... - Juliana Fausto Guarani-Kaiowá. Por que meu trabalho como prostituta me levou a ser contra a descriminalização do sexo pago - BBC Brasil. Direito de imagem Sabrinna Valisce Durante a maior parte de sua vida como prostituta na Nova Zelândia, Sabrinna Valisce fez campanha pela descriminalização do sexo pago. Mas quando a prostituição foi finalmente legalizada no país, ela mudou de opinião e agora argumenta que pessoas que pagam por sexo deveriam ser processadas. Julie Bindel, da BBC, conta sua história: Quando Sabrinna Valisce tinha 12 anos, seu pai se suicidou. A morte mudou sua vida completamente. Num espaço de dois anos, sua mãe se casou novamente e sua família se mudou da Austrália para Wellington, capital da Nova Zelândia, onde ela diz ter entrado em depressão.

"Fiquei muito infeliz", diz Valisce. Valisce sonhava em se tornar uma dançarina profissional e chegou a dar aulas de balé clássico durante a hora do almoço na escola, que eram tão populares que eram frequentadas por um grupo de dança local famoso, chamado Limbs. Mas, em poucos meses, Valisce se viu nas ruas, fazendo sexo para sobreviver. Direito de imagem Getty Images. IHU Online - O caso de amor entre a prostituição internacional e o capitalismo. Coordenador do Instituto de Estudos e Pesquisas Feministas da Universidade de Ottawa, no Canadá, Richard Poulin discute a exploração de mulheres em escala mundial Para Richard Poulin, a prostituição gerou uma indústria sexual de dimensões mundiais, onde atualmente representa uma verdadeira potência econômica.

“Ela [a indústria do sexo] constitui 5% do produto interno bruto da Holanda, 4,5% na Coreia do Sul, 3% no Japão e, em 1998, a prostituição representava de 2% a 14% do total das atividades econômicas da Indonésia, Malásia, Filipinas e Tailândia”, sustenta o professor. Em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, o pesquisador destaca que a prostituição está diretamente relacionada às estratégias de consumo, exploração e a lógicas análogas à escravidão. Richard Poulin é sociólogo e professor titular da Universidade de Ottawa. Dedica-se a temas relacionados ao feminismo, sobretudo às pesquisas de direitos humanos e exploração sexual de mulheres e crianças.

Confira a entrevista. Estudo mostra diversidade de práticas sexuais entre indígenas no Brasil pré-colonial. A diversidade sexual no Brasil pode parecer uma pauta nascida na atualidade, mas é muito mais antiga: ela existe, pelo menos, desde antes da época colonial. É o que mostram os antropólogos Estevão Rafael Fernandes e Barbara Arisi no estudo Gay Indians in Brazil: Untold Stories of the Colonization of Indigenous Sexualities (“Índios gays no Brasil: Histórias não contadas da colonização das sexualidades indígenas”).

Analisando dezenas de registros das diferentes formas de sexualidade e de relacionamentos entre os índios brasileiros no período colonial, a dupla concluiu que foi a homofobia, e não a homossexualidade, que desembarcou na América com os colonizadores europeus. Recém-publicada em inglês pela editora alemã Springer, a pesquisa traz exemplos da diversidade de práticas sexuais que datam de muito antes dos processos de colonização: homossexualidade, poligamia e até mesmo algo semelhante à transgeneridade e ao não-binarismo. Ecos da colonização. 1512225 2017 completo. Qual nudez sera castigada. Flavia Scholz. Cómo es que la tradición muxe se ve amenazada por el actual discurso LGBT - Click Necesario.

Juchitán parecía ser el paraíso de la tolerancia con su tercer género, los muxes. Los muxes son hombres zapotecos homosexuales que viven en la región del Istmo, en Oaxaca, y su papel dentro de la sociedad zapoteca es reconocido y protegido como un género extra. Te contamos más de esta tradición y cómo es que en las últimas décadas, el tercer género se ha visto amenazado, irónicamente, por los discursos y avances actuales de la comunidad LGBTT. En Juchitán alrededor del 6% de la población son muxes. El término proviene de una versión zapoteca de la palabra mujer en español. Algunos muxes se visten de mujer y viven como tal: cocinan, bordan, usan vestidos, forman parte de las fiestas comunitarias, se acuestan con hombres, etc. La imponente figura de la mujer zapoteca Cada género tiene un rol específico.

Es tan importante la figura de la mujer, que algunos antropólogos han considerado que tiene más presencia que el hombre en esta zona: La importante figura del muxe para los zapotecos. Más allá del binomio masculino-femenino: Una etnia de Indonesia reconoce 5 géneros diferentes - Cultura Inquieta. La teoría de género nos ha mostrado que "masculino" y "femenino" no son las dos mitades de las que se compone la humanidad sino más bien los puntos --siempre extremos e ideales-- de un performance, de un ejercicio del género que cada persona en cada cultura realiza como parte de la vida social en comunidad. En ese sentido, se dice que los hombres y mujeres cisgénero (aquellos que se identifican con el sexo asignado al nacer) son sólo dos posibilidades entre muchas de ejercer el género. Una diferenciación importante que hay que hacer al hablar de este tema es la diferencia entre sexo, sexualidad y género.

Mientras que el sexo es asignado genéticamente durante la gestación humana (cromosomas XX para mujeres, XY para hombres) y determina los órganos sexuales que presentamos al nacer, la sexualidad se refiere a los cuerpos que nos producen emoción sexual, y género es la expectativa de una sociedad respecto al ejercicio del sexo y la sexualidad. makkunrai - mujer femenina. 2015 JamilleMamedBomfimCocentino. Rosa Luz - AFRONTANDO IDEIAS. A Bucepower Gang É a Nova Geração de Feminismo no Tumblr | VICE | Brasil.

"Queremos todas vocês", repete Lay Moretti, rapper de Osasco e criadora da Bucepower Gang, um Tumblr para mulheres anônimas postarem nudes e "selfies de ass" com a função de estimular a discussão a respeito da liberação sexual da mulher na sociedade. Com a ambiciosa proposta de agregar o máximo de meninas possível (dá para falar facilmente com elas pelo e-mail que está na página), a gangue oferece uma forma muito mais acolhedora no feminismo sem nenhum tipo de filtro estético ou acadêmico. A existência do Bucepower se deve a um dos maiores responsáveis pelo alcance que o feminismo atingiu na internet, o Tumblr.

Sim, ele mesmo: nosso depósito favorito de gifs de gatinhos e de pornografia amadora. Lá se trata de uns dos poucos lugares que cederam espaço para mulheres de diversas origens contarem sobre seus problemas, permitindo que milhares e milhares de garotas aprendessem sobre empoderamento e opressões de gênero. Gif e fotos por Guilherme Santana. Elas não estão erradas. "E os homens? " Onedrive.live. Guia completo de termos de sexualidade, gênero e relacionamentos. - Sapatômica. Quando a gente acha que já sabe tudo sobre o mundo do arco-íris e da diversidade, aparece mais uma letra na sigla de sexualidades e gêneros. Um dia fomos apenas GLS (gays, lésbicas e simpatizantes). Evoluímos para LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). Depois descobrimos que a coisa é muito mais fluída do que isso e passamos para LGBTQ (adicionando o Q de Queer) e hoje estamos caminhando para dois lados: a sigla LGBTQIAP+ ou, então, para tirar o T e o I da sigla.

Nesse post, vou explicar o que significa cada letra e por que a sigla pode diminuir e também fazer um guia completo dos termos que envolvem sexualidade no geral. A atual sigla LGBTQIAP e seus significados! L = Lésbicas Mulheres homossexuais. G = Gays Homens homossexuais. B = Bissexuais Mulheres e homens que sentem atração por mulheres e por homens, igualmente. T = Transgêneros / Transsexuais / Travestis Pessoas que se identificam com um gênero diferente daquele registrado no nascimento. Q = Queer A = Asexual Ally = Aliado. Gênero: uma construção social? Por trás de uma porta escondida na Rua Mauá, região central de São Paulo, um casarão de três andares tem a missão de jogar luz sobre temas-tabu na sociedade contemporânea: os (trans)gêneros, seus limites e subversões. Afinal, o que é gênero?

Quais os limites da orientação sexual? Até que ponto somos imutáveis? A primeira Ocupação [SSEXBBOX], no sábado 25, trouxe ao espaço cultural Casa da Luz ativistas, acadêmicos e artistas que carregam o direito de escolha sobre a identidade de gênero como principal bandeira. Ponto que, ressaltam, nada tem a ver com a orientação sexual de cada um. “Eu tenho uma identidade política, que é a de homem trans, mas tenho a minha pessoal, que é de bissexual”, disse a CartaCapital Luciano Palhano, do Instituto Brasileiro de Transmasculinidade (Ibrat), ao ressaltar que não é uma pessoa binária, limitada ao feminino e masculino. “Gênero é uma construção social que permite que a gente exerça um papel na sociedade. “Se te chamam para a luta, você tem que ir. Revista Sexus. 10 fotos de desnudo que han hecho historia. El desnudo es uno de los géneros más recurrentes entre los grandes fotógrafos.

Usado en la moda, el arte o la fotografía más irónica por autores como Helmut Newton, Man Ray o Elliott Erwitt, el cuerpo desnudo -del hombre o la mujer- es protagonista de instantáneas que forman parte del imaginario colectivo del siglo XX. El erotismo, el amor, la sensualidad, el glamour, la naturaleza primitiva del ser humano y las emociones son algunos de los temas tratados en las fotografías de esta selección. Foto: Tom Kelley La historia de esta sesión comienza en 1948, con un pequeño accidente de coche en el que se vio involucrada la joven Marilyn Monroe, y con el fotógrafo Tom Kelley, que le dio a esta un billete de cinco dólares para gasolina y una tarjeta de visita. Meses después, el 27 de mayo del 49, la actriz se presentó en el estudio del fotógrafo: no le costó convencerla para posar desnuda. Foto: Spencer Tunick Foto: Man Ray Con este desnudo Man Ray juega al doble sentido desde varias lecturas.

Religião: Lésbicas, casadas e pastoras de uma igreja evangélica. Na porta do endereço da Avenida São João, número 1.600, bem no centro de São Paulo, a transexual Vitória tentava entender um aviso fixado em uma porta de vidro. Analfabeta, pediu ajuda para ler que “no próximo domingo não haverá distribuição de cestas básicas”. O anúncio estava colado na porta da igreja evangélica Cidade de Refúgio, um lugar onde transexuais, como Vitória, além de gays e lésbicas são bem recebidos.

Inaugurado em 2011, o templo é comandado pelo casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha, 40 e 41 anos, respectivamente. Em junho deste ano, a Cidade de Refúgio completará quatro anos, quando deve inaugurar um novo templo, com capacidade para até 2.000 pessoas, no endereço ao lado. Quando ela foi me buscar no aeroporto e eu a vi, pensei: Jesus, tenha misericórdia Era justamente a "cura gay" que Lanna Holder pregava quando conheceu Rosania, em 2002.

Em uma das viagens aos Estados Unidos, Lanna e Rosania se conheceram. Eu não tinha nem como entrar na igreja. Disidentes en un mundo binario: 21 historias que desafían todos los estereotipos sexuales. Etiquetar para definir procesos. Etiquetar para definir objetos. Etiquetar para definir y simplificar personas. Y, de paso, para jerarquizarlas. La historia nos ha enseñado que las etiquetas de género como construcción social sirven, sobre todo, para discriminar. ¿Pero qué ocurre cuando uno, a pesar de todas las advertencias sociales en contra, llega a crecer fuera de ambos grupos? Ese es uno de los espacios que Poem Baker explora en Hymns From the Bedroom. La fotógrafa entiende la serie como un diario personal, un libro de anotaciones en el que va dejando constancia de sus encuentros con amigos personales y extraños que se vuelven amigos en sus habituales deambulares por los márgenes sociales de Londres.

La mayoría de sus protagonistas son jóvenes creativos en la veintena, individuos que han rechazado la conformidad de una identidad genérica cerrada en favor de la exploración y la expresión personal. Son criaturas no binarias en un mundo binario. Budapeste 1937: A Cidade dos Suicídios Quis Sorrir | cúlti & pópi. Um artigo publicado no jornal australiano Sunday Times em 17 de outubro de 1937, narrava uma nova tendência presente em Budapeste, capital húngara, após a Primeira Guerra Mundial.

Por causa dos altos índices de melancolia e de suicídios em ocorrência naquela capital durante o período, dois homens tiveram a ideia de ensinar o povo a sorrir. O artigo do Sunday Times segue abaixo com mais algumas fotos da revista holandesa Het Leven. Cidade do Suicídio Torna-se a Cidade do Sorriso Embora atraia turistas de todas as partes do mundo, Budapeste é chamada pela sua própria população de a Cidade do Suicídio. Budapeste sofreu muito após a Guerra e tem recebido uma publicidade negativa pelo números de casos de auto destruição ocorrendo todo ano.

O método de suicídio favorito adotado pelos melancólicos budapestenses é o afogamento, e barcos de patrulha ficam ancorados próximos às pontes para que possam resgatar os cidadãos que procuram consolo nas águas escuras do Danúbio. Tongues Untied (1989) Línguas Desatadas... - Deleuze Recombination. The Adipositivity Project | The Valentine Series.

Novembro e o Pânico Anal | Diego Semerene. Nesta semana, o "Encontro com Fátima Bernardes" continuou seu culto aos fundamentos essencialistas da cultura hétero-cêntrica. Uma de suas pautas foi a conscientização sobre o exame de toque retal como prevenção do câncer de próstata. Como lhe é de praxe, o programa reiterou uma série de ficções culturais sobre o comportamento dos gêneros "opostos" como se fossem inatas. No mundo do "Encontro," que é o nosso, não há diferença entre o achismo, o neurocientista de plantão, Fernando Gomes Pinto, para quem todos os fenômenos são causados por processos fisiológicos, e a psicanalista, Viviane Mosé, que à respeito de uma outra pauta veio a dizer recentemente que "é orgânico" o homem cuidar dos negócios "com mais competência" e as mulheres serem "mais desequilibradas" por causa dos hormônios - porque "a mulher tem uma ligação muito grande com a terra pelo fato dela parir, dela brotar, dela menstruar.

" No programa sobre toque anal, não se questionou a resistência do homem ir ao médico. Close. Nudez masculina com modelos voluntários vira must de jovens fotógrafos e faz sucesso nas redes sociais - Diversão. Toda Nudez Será Castigada. A frase, título da peça teatral de Nelson Rodrigues escrita em 1965, foi ultrapassada. O momento atual não castiga os pelados, pelo contrário - comemora o desapego às roupas. E assim, cada vez mais as redes sociais - termômetro social e cultural - assistem às imagens de pessoas posando nuas. Com um diferencial: os modelos costumam ser voluntários, posam porque querem, e de graça! E mais um diferencial: a nudez masculina ganha força, destruindo velhos clichês como o de que somente a nudez feminina seria digna de apreciação - ou descartando o machismo da cultura brasileira, em que homem não fica nu; quem fica é a mulher, para deleite dos homens.

Claro que tal atitude "de vanguarda" teria de vir de um setor que, em meio a bombardeios políticos e preconceitos internos, continua lançando modas e tendências: o universo gay. Alguns dos projetos fotográficos eróticos mais interessantes do momento trazem esse "verniz LGBT". "Eu não sou fotógrafo. Grupo cria festa para homens que curtem homens, mas que garantem ser héteros - Comportamento. Em Campo Grande, uma festa privê, destinada ao público masculino, não abre espaço para gays, nem g0ys (homens que fazem de tudo com outros homens, menos sexo) e muito menos aos afeminados, porque é exclusiva para “héteros que curtem héteros”. Veja Mais› Mãe que viu filha fugir da morte atribui vida a milagre e hoje emociona o mundo› O que é um amigo? No dicionário das crianças, é a melhor coisa do mundo A primeira edição do "evento" aconteceu há menos de um mês, em um motel, e reuniu 63 homens.

A maioria deles tem algum envolvimento com mulher. São casados ou namorados e, por isso, precisam manter uma aparência mais máscula, viril, para não levantar suspeitas. “É uma festa gay, de gay que não curte gay. Os frequentadores pensam assim mesmo, diz. Alguns se apresentam, no máximo, como bissexuais. Não aceitam “esses nomes”, mas transam com pessoas do mesmo sexo. Mas esse mesmo rapaz, que foge de um envolvimento afetivo dessa natureza, tem um caso de 3 anos com outro jovem.

天 : Photo. Série fotográfica explora a beleza alternativa de mulheres. La mala víctima - Revista Anfibia. Fotógrafa capta características femininas e masculinas em transexuais. Em ensaios, fotógrafo nigeriano explora sensualidade de homens africanos. Provocativo, perturbador, controverso. "A buceta é minha": o corpo como sujeito no mundo | Revista Fórum Semanal. Fatos Desconhecidos » Como fica o corpo humano com 100 anos ou mais?

Confronting Sexuality and Identity in China. Série fotográfica mostra os fetiches sexuais das pessoas. Apreensões de um Viajante: As contradições do Corpo - Carlos Drummond de Andrade. Laverne Cox Talks to TIME About the Transgender Movement. Poussière d'Etoile, des danseuses posent pour le photographe Ludovic Florent. Formas e cores de Julia noni. Genderbent mostra pessoas que não se encaixam em padrões cisnormativos de gênero - Comportamento. » Guia básico para jornalistas. Miguel Rio Branco - Nada Levarei Quando Morrer. A fotografia alcança onde nossos olhos não podem ver. A New Kind of Beauty: ensaio mostra a estética do excesso de cirurgias plásticas | Pêssega D'Oro. Estudos do corpo encontros com artes e educacao arquivo para download a5 by INDEPIn Instituto. La vulva es bella: de la vagina dentata a la adoración del yoni.

TV éParaná - Gente.com - Fernanda Magalhães. El porno, un reflejo de la sociedad. Toda nudez será celebrada (e polemizada) Abre la boca y cierra los ojos: apología del sexo oral.