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Jornalismo Científico

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Why Scientists Should Publicize Their Findings-–for Purely Selfish Reasons | Guest Blog. Recent debate over the role of scientists in public outreach efforts has been heated, to say the least. Some say scientists should make more of an effort to engage with the public on science-related issues, which is fair. Some say scientists have no business doing outreach work, because that’s not what they’re trained to do. Also fair.

Some say it would be great to do outreach, but they just don’t have the time. You can’t argue with that. I want to highlight some purely selfish reasons that scientists should engage in at least one kind of outreach – publicizing their findings. First off, what do I mean when I talk about publicizing research findings? Here are a few reasons for the self-interested scientist to promote his or her work – reasons that can support his or her work moving forward. Finding grad students. Making funding agencies happy. Informal networking. Creating opportunities for formal collaborations. And publicizing your work doesn’t have to be particularly time-consuming.

Visualização de notícias. O evento reuniu ontem (29), em Brasília, jornalistas, cientistas e estudantes de Comunicação, promovendo o debate sobre o estágio atual da divulgação científica no Brasil e a sua importância para a popularização da Ciência. O 4º Encontro Mídia e Ciência foi promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com o apoio da representação da União Européia no Brasil. Os principais resultados foram a troca de experiências, a partir das diferentes visões dos profissionais de vários segmentos relacionados à divulgação da ciência no país, incluindo representantes de grandes veículos de comunicação, de veículos especializados, do setor acadêmico e de assessoria de imprensa, entre outros.

Ele também adiantou duas novidades para valorizar as atividades de divulgação. Essas informações serão consideradas na hora do julgamento de projetos e bolsas. Ciência - Universidade Harvard reclama do preço de revistas científicas - 01/05. 01/05/2012 - 12h20 Harvard, considerada uma das melhores universidades do mundo, está incentivando seus pesquisadores a publicarem artigos em periódicos de acesso aberto. A instituição emitiu um comunicado aos seus mais de 2.000 cientistas pedindo que considerem publicar seus trabalhos nas revistas acessíveis de graça na internet. O comunicado também pede que os pesquisadores, caso publiquem em revistas de acesso pago, garantam que os trabalhos fiquem disponíveis na internet em sites ou blogs -e que incentivem os colegas a fazerem o mesmo.

De acordo com Harvard, a conta de assinatura dos periódicos está "insustentável" -mesmo para uma instituição com orçamento anual de US$ 6 bilhões. A universidade gasta US$ 3,5 milhões por ano para garantir o acesso aos principais periódicos científicos do mundo. As publicações de maior impacto hoje, ou seja, as que são mais citadas pelos cientistas, cobram assinaturas anuais que chegam a custar US$ 40 mil. Frischknecht I, Figueiredo Júnior IC, Resende LM, Cruz-Filho AM, Sousa-Neto MD, Lehfeld NAS. Frischknecht I, Figueiredo Júnior IC, Resende LM, Cruz-Filho AM, Sousa-Neto MD, Lehfeld, NA Avaliação do conhecimento do corpo docente do ensino superior a respeito de documentos gerenciais e pedagógicos estratégicos.

(Evaluation of the higher education knowledge regarding managerial and pedagogic strategic documents) Ivens Frischknecht* , Irdival Cristino Figueiredo Júnior**, Leandro Marques de Resende** Antônio Miranda da Cruz Filho***, Manoel Damião Sousa Neto****, Neide Ap. Lehfeld***** * Doutorando em Odontologia (Endodontia) - UNAERP Chefe do Departamento de Odontologia da FURB (2004/02-2006/01 - 2006/02-2008/01) ** Doutorandos em Odontologia (Endodontia) – UNAERP ***Professor do Curso de Pós-Graduação Doutorado em Odontologia (Endodontia) - UNAERP Coordenador do Curso de Graduação de Odontologia – UNAERP ****Professor do Curso de Pós-Graduação Doutorado em Odontologia (Endodontia) - UNAERP Coordenador do Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu da UNAERP *****Pró-Reitora de Ensino - UNAERP. Relação entre cientistas e jornalistas é debatida em seminário. Divulgação científica ganha peso no meio acadêmico e relacionamento entre as duas classe profissionais se torna mais próximo,dizem especialistas em encontro realizado pela FAPESP Especiais Por Karina Toledo Agência FAPESP – Com as ações de divulgação científica ganhando cada vez mais peso no meio acadêmico, a relação entre jornalistas e pesquisadores parece mudar para melhor.

Mas é preciso ter em mente que cientistas eminentes não são autoridades em todos os assuntos. O alerta foi feito pelo biólogo Thomas Lewinsohn, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), durante sua participação no seminário Ciência na Mídia, realizado pela FAPESP no dia 16 de abril. “Antigamente os pesquisadores davam muito peso para publicação em revistas científicas, o que lhes garantia prestígio acadêmico e financiamento, e quase nenhuma atenção à divulgação científica, que servia apenas para aumentar a popularidade.

Hoje estamos perto de um equilíbrio entre os dois ramos”, afirmou. Knight Science Journalism Tracker. Angier: Newspaper Science Reporting Is ‘Basically Going out of Existence’ Like many journalists who write about science, Natalie Angier worries about the future of her beat. It’s a beat she’s worked on for 19 years at The New York Times, where she’s written features about interstellar space travel, the evolution of the family and bee brains. Throughout it all, she’s wanted to show people why they should care about science and how it affects their lives. But she worries about the value of her work. She’s grappling with questions that lots of science reporters are asking these days: Do most people even care about science coverage? And if they do, how can mainstream news organizations continue to provide them with this coverage when they have so few resources? Several mainstream news organizations in recent years have let go of their science reporters and done away with their science sections altogether.

She believes part of this change is driven by readers’ interest in issues that they believe affect them directly and that they can have some control over. Dissertação Sobre divulgação científica: Entrevista com Wilson da Costa Bueno. Olá! O jornalista, pesquisador e professor Wilson da Costa Bueno concedeu entrevista ao blog, na qual comenta a respeito da divulgação científica (DC) no Brasil.

Entre os assuntos abordados, estão: as oportunidades e as novas perspectivas da DC, através das práticas na web; os tradicionais problemas de relacionamento entre o divulgador e o cientista; e as políticas públicas de articulação entre os atores da área. Breve perfil Bueno é autor da primeira tese de doutorado sobre jornalismo científico no país, defendida em 1985 na Universidade de São Paulo (USP), onde chegou a cursar Matemática, mas sem concluir a graduação.

Hoje, ele é docente da USP e da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), diretor da Revista Comtexto Comunicação e Pesquisa e editor de revistas digitais e de sites. Entre outras atividades, o pesquisador natural da cidade de Ribeirão Preto-SP presidiu por dois mandatos a Associação Brasileira de Jornalismo Científico (1988-1989 e 2007-2009). Confira a entrevista. A notícia de divulgação científica: eleição e síntese do que é socialmente relevante 1. Www.foco.fae.ufmg.br/pdfs/404.pdf. Dissertação Sobre divulgação científica. Www.renex.org.br/documentos/Colecao-Extensao-Universitaria/01-Plano-Nacional-Extensao/Plano-nacional-de-extensao-universitaria-editado.pdf. Jornalismo Científico: uma revisão conceitual  -  Sérgio Bialski. Manuel Calvo Hernando assevera que Copérnico, no prefácio dedicado ao papa Paulo III, escreveu o seguinte: " ... a matemática só se escreve para matemáticos’. No século passado, um matemático, Georgonne, dizia: "ninguém pode orgulhar-se de ter dito a última palavra sobre uma teoria enquanto não a possa explicar em termos simples a qualquer um que encontre na rua’.

E, há alguns anos, o físico americano Robert Oppenheimer afirmava, dirigindo-se à imprensa: "esperamos dos jornais que contribuam a manter livres os caminhos da verdade e da comunicação, a fim de que os homens se mantenham de certo modo unidos num saber comum e numa humanidade comum’. " Estas três citações resumem, para Calvo Hernando, "um largo caminho percorrido desde o conceito minoritário e quase secreto da ciência até a gostosa e unânime participação atual do homem de rua na grande aventura do conhecimento.

Wilson Bueno, refutando Vera Santos, diz: "não concordamos com esta tese. . ( . . . ) (...) How to take a global approach to any local beat. Whether you’re covering agriculture, education, business or environmental issues, there’s a global component to your beat. Journalists increasingly need to understand the big picture to cover their communities. “The global context used to be too large and abstract to matter much at the local level. And we didn’t need to consider this angle to be safe, secure and prosperous,” Doug McGill, a journalist who has taken a “glocal” approach to his reporting, said via email. “But today, we absolutely need a global view to ensure our safety, security and prosperity.”

McGill believes there’s “a definite mindset, matched with a certain set of specific reporting skills, that can help journalists discover and illuminate how global trends play out at the local level, and sometimes break international news locally.” Tuesday at 1 p.m. The hot sauce trial: 5 ways journalists can improve coverage of research. Humans are messy and complicated. Psychologists and sociologists have put us through proverbial rats’ mazes for decades, hoping to find patterns in our behavior. Every time, our humanness gets in the way. Social science is not like physical science: drop 10 eggs from the same height, and they’ll all fall. Feed eggs to 10 people, though, and you may get 10 different responses. Did the subject’s mother serve eggs every Sunday for breakfast? That’s why reporting on social-science studies can be deceptively hard.

These tips, aimed at general assignment reporters, can save you from misinterpreting or sensationalizing a researcher’s hot new findings. Read the whole study This advice may seem obvious, but when you’ve been handed a 20-page study full of academic language two hours before deadline, it can be tempting to read the introduction and then start putting together your story. Take, for instance, a study about whether playing a competitive video game would make subjects more aggressive. Centro de Investigação Media e Jornalismo.