O smartphone estaria matando a compra por impulso? Interessante esse post da Business Insider que faz uma relação entre a queda de vendas de revistas nos EUA e o uso de smartphones. Nos supermercados, é comum ter revistas no checkout para a famosa compra por impulso, motivada por aquela última folheada enquanto espera o caixa. Hoje, segundo a reportagem (que cita a WARC), as pessoas ocupam esse espaço de tédio com o celular e não tem mais olhos para as revistas. E aí a venda cai. O fenômeno tem até nome: somos os “mobile blinders“.
A relação direta desse comportamento com a queda na venda de revistas é no mínimo ingênuo, mas o que é interessante é refletir sobre a questão. Será mesmo que o consumidor tem menos olhos às ofertas (seja de revistas, ou qualquer coisa) porque está hipnotizado pelo celular? [via textually] Globo reclama de estádios vazios, mas omite própria queda no Ibope - Blog do Daniel Castro. O que Avenida Brasil ensina para o mercado. 09 Aug 2012 Rodrigo Manzano Nina (Débora Falabella) e Carminha (Adriana Esteves) ocupam um dos centros do enredo Divulgação / Rede Globo Para além do hipnótico enredo que a novela das nove já comprovou ter – os dados de audiência e a repercussão da trama não nos enganam – Avenida Brasil tem muito a ensinar aos profissionais do mercado, sejam eles das agências de propaganda, dos veículos ou dos departamentos de marketing das companhias.
Avenida Brasil é o mais surpreendente sinal de que tanto a novela não morreu – como alguns profetas chegaram a afirmar há algum tempo – quanto tem muito a dizer sobre nossas relações sociais, humanas e mercadológicas. Os personagens, protagonistas ou periféricos, refletem uma mudança profunda na teia social brasileira, tanto na forma quanto no conteúdo como se manifestam no enredo.
Um dos méritos da novela – ao partir da metáfora da avenida que liga a zona sul ao subúrbio carioca – é construir uma narrativa de fluxo livre. Às 21h, será inevitável. PS. Consumo e Propaganda, por Claudia Penteado – iG. O filme “Colegas” – projeto da Gata Cine, dirigido por Marcelo Galvão e protagonizado por três atores com Síndrome de Down – já deu o que falar antes do lançamento oficial em 1 de março, por conta de um vídeo produzido pela AgênciaClick Isobar, que chegou a mais de 1 milhão de visualizações no YouTube e tornou-se Trend Topic no Twitter. Nele, o ator Ariel, protagonista do filme, pede a seu grande ídolo, o astro Sean Penn, que venha ao Brasil assistir a première do longa ao seu lado. Para isso contou com a “pequena” ajudinha de nomes como Xuxa, Gabriela Duarte, Juliana Paes, Lima Duarte, entre outros que se sensibilizaram com a ideia e participam do que virou uma verdadeira campanha para trazer o astro norte-americano e popularizou o bordão “Vem, Sean Penn”.
A ação também engajou a Apae de São Paulo, que atende pessoas com deficiência Intelectual e gerou alguns vídeos espontâneos pedindo para que o ator venha ao Brasil. Foi cogitado envolver marcas no patrocínio do projeto #vemseanpenn? O Doido e a Doida. Música Edição 167 - Julho 2011 Mãe e filho, os dois fizeram o colegial juntos numa escola pública de São Paulo. Vinte anos depois, ela dirige um café filosófico na periferia e ele é o rapper Criolo, autor de um dos melhores discos de 2011. por Armando Antenore play/pauseIniciar/Parar slideshow Foto Luiz Maximiano Tive uma ideia! – Eu?! – Maluco nada! – Bobagem... Ouviu. O episódio, raro, se deu em janeiro de 1990. . – Queria uma vaga para o Kleber..., arriscou a cearense Maria Vilani Cavalcante Gomes, dona de casa que dividia a criação dos cinco filhos com o marido, Cleon, metalúrgico igualmente oriundo de Fortaleza. Enquanto a secretária preenchia os papéis da matrícula, o menino puxou da cartola a insólita sugestão.
. – Vamos fazer o colegial juntos! A secretária, tão espantada quanto Maria, acabou acolhendo a ideia e a levou à direção da escola, que não impôs nenhum obstáculo. À semelhança da mãe, Kleber se aproximou do universo acadêmico. Lembra porque: Mas não lembra porque: Pacto Vitória Régia. Justa mente. 17 Jul 2012 Mídia Tem muitas questões em que não é possível se chegar a um consenso de mercado. Entre elas a tal participação “justa” no investimento publicitário, se é que isso existe. Quase todo o dia encontro alguém que reclama da concentração da verba de propaganda num meio de comunicação (principalmente na TV Aberta) e outras vezes ainda em alguns veículos (seja na Globo, na Abril, na RBS, no Estado, na Globosat, na CBN e por aí vai). São lógicas e argumentos diferentes e depende de onde se está. Quem tem um veículo “qualificado” acha que o seu público “vale” mais. Quem fala com mais gente, alega que tem mais audiência e que merece uma maior participação.
Eles podem estar certos; mas também podem estar errados. Não há uma fórmula possível para se chegar nessa participação “justa”. Primeiro , na comparação entre os meios – pois cada um tem um jeito diferente de falar com seu publico. Esses percentuais são uma mera constatação. Não é mais prestigiado nas verbas? Tem gente que encanta. Ilustríssima - Todos querem tirar a nova classe média para dançar - 15/07. Mad Men: quanto eles ganhariam hoje? Na ordem, ilustrações dos personagens Don Draper, Peggy Olsen e Pete Campbell. Para o Ad Age, salários não correspondem à realidade. E bebidas alcoólicas continuam sendo benvindas dentro de agências Crédito: Reprodução Você já deve ter visto infográficos como o que ilustra esta matéria. Eles seguem a mesma identidade visual e funcionam como um grande compêndio de dados sobre um mesmo assunto.
Os levantamentos são feitos pela Carrington, instituição de ensino norte-americana com cursos de especialização nas áreas que envolvem os gráficos que produz. Nesta semana, a escola superior lançou em seu site um infográfico com valores atualizados do mercado publicitário norte-americano, além de algumas comparações entre os modos e costumes da geração histórica da Madison Avenue com os de hoje. Já Pete Campbell, o engomadinho executivo de atendimento da série, ganharia US$ 3,8 mil mensais.
Salário e comportamento O Ad Age usa dados próprios para desconstruir o infográfico. Processo Criativo. Eike Koenig from Hort. Decision-Making Under Stress: The Brain Remembers Rewards, Forgets Punishments. If you’re trying to make an important decision while the baby is crying, the boss is shouting on the phone and the cat has chosen this moment to think outside the box, you might want to take a breather and wait. A new review shows that acute stress affects the way the brain considers the pros and cons, causing it to focus on pleasure and ignore the possible negative consequences of a decision.
The research has implications for everything from obesity and addictions to finance, suggesting that stress may modify the way people make choices in predictable ways. “Stress affects how people learn,” says Mara Mather, a psychology professor at the University of Southern California and the lead author of the review. “People learn better about positive than negative outcomes under stress.” For example, two recent studies looked at how people learned to connect images, such as letters from an unfamiliar language, with either rewards or punishments. Vittra Telefonplan (English subtitles) - Presented by Videobrigade.
5 anos mudaram tudo. Chimamanda Adichie: o perigo de uma única história. Innovation Is About Arguing, Not Brainstorming. Here's How To Argue Productively. Turns out that brainstorming--that go-to approach to generating new ideas since the 1940s--isn’t the golden ticket to innovation after all. Both Jonah Lehrer, in a recent article in The New Yorker , and Susan Cain, in her new book Quiet , have asserted as much. Science shows that brainstorms can activate a neurological fear of rejection and that groups are not necessarily more creative than individuals. Brainstorming can actually be detrimental to good ideas. But the idea behind brainstorming is right. To innovate, we need environments that support imaginative thinking, where we can go through many crazy, tangential, and even bad ideas to come up with good ones.
So if not from brainstorming, where do good ideas come from? At Continuum, we use deliberative discourse--or what we fondly call “Argue. So we argue. Breaking down hierarchy is critical for deliberative discourse. It’s widely evangelized that successful brainstorms rely on acceptance of all ideas and judgment of none. Marketing Invisível. Você já deve ter lido sobre mensagens subliminares, né?
No cinema, em músicas (quando tocadas ao contrário), em experimentos mercadológicos (“compre pipoca, beba Coca-Cola”) e até em desenhos: o Pica Pau louco, os testes de cores no Pokemon e os absurdos da Disney. Coisa do capeta, viu! Sabe que essas mensagens tentam vender produtos através do seu inconsciente e etc… Balela ou não, isso existe. Algumas mensagens são sim captadas abaixo do limiar, a menor sensação detectável conscientemente, outras são “implantadas” na sua cabecinha sem você nem perceber.
Por todos os lados produtos gritam em sua direção na tentativa de diferenciação e, principalmente, de conquistar sua “fidelidade” (pelo menos por alguns segundos). E se algumas táticas de influência, como o boca a boca, tivessem uma nascente bem pensada e planejada? Li a matéria na Super Interessante deste mês e, no mesmo dia, recebi por email, via tweet e Facebook o vídeo sobre este livro. Mas não deu certo. Ken Robinson says schools kill creativity.