Poetry

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Maior Prazer Dar que Receber - Cesare Pavese. Mais Populares Não há dúvida de que é inútil e prejudicial lamentarmo-nos perante o mundo.

Maior Prazer Dar que Receber - Cesare Pavese

Resta saber se não é igualmente inútil e prejudicial lamentarmo-nos perante nós próprios. Casa dos Poetas - Blogue de Poesia, poetas portugueses e do mundo. Pernoitas em Mim - Al Berto. Mais Populares foram breves e medonhas as noites de amor/ e regressar do âmago delas esfiapava-lhe o corpo/ habitado ainda por flutuantes mãos/ / estava nu/ sem água e sem luz que lhe mostrasse como era/ ou como po... no regresso encontrei aqueles/ que haviam estendido o sedento corpo/ sobre infindáveis areias/ / tinham os gestos lentos das feras amansadas/ e o mar iluminava-lhes as máscaras/ esculpidas pelo dedo ... visita-me enquanto não envelheço/ toma estas palavras cheias de medo e surpreende-me/ com teu rosto de Modigliani suicidado/ / tenho uma varanda ampla cheia de malvas / e o marulhar das noites povoad...

Pernoitas em Mim - Al Berto

Ofício de Amar - Al Berto. Mais Populares foram breves e medonhas as noites de amor/ e regressar do âmago delas esfiapava-lhe o corpo/ habitado ainda por flutuantes mãos/ / estava nu/ sem água e sem luz que lhe mostrasse como era/ ou como po... no regresso encontrei aqueles/ que haviam estendido o sedento corpo/ sobre infindáveis areias/ / tinham os gestos lentos das feras amansadas/ e o mar iluminava-lhes as máscaras/ esculpidas pelo dedo ... pernoitas em mim/ e se por acaso te toco a memória... amas/ ou finges morrer/ / pressinto o aroma luminoso dos fogos/ escuto o rumor da terra molhada/ a fala queimada das estrelas/ / é noite ainda/ o...

Ofício de Amar - Al Berto

Amei Demais - Joaquim Pessoa. Mais Populares Estou mais perto de ti porque te amo./ Os meus beijos nascem já na tua boca./ Não poderei escrever teu nome com palavras./ Tu estás em toda a parte e enlouqueces-me./ / Canto os teus olhos mas não se...

Amei Demais - Joaquim Pessoa

Quem morre de tempo certo/ ao cabo de um certo tempo/ é a rosa do deserto/ que tem raízes no vento./ / Qual a medida de um verso/ que fale do meu amor? William Blake. William Blake (28 November 1757 – 12 August 1827) was an English poet, painter and printmaker.

William Blake

Largely unrecognised during his lifetime, Blake is now considered a seminal figure in the history of the poetry and visual arts of the Romantic Age. His prophetic poetry has been said to form "what is in proportion to its merits the least read body of poetry in the English language".[1] His visual artistry led one contemporary art critic to proclaim him "far and away the greatest artist Britain has ever produced".[2] In 2002, Blake was placed at number 38 in the BBC's poll of the 100 Greatest Britons.[3] Although he lived in London his entire life (except for three years spent in Felpham),[4] he produced a diverse and symbolically rich oeuvre, which embraced the imagination as "the body of God"[5] or "human existence itself".[6]

Houve uma Ilha em Ti - Joaquim Pessoa. Houve uma ilha em ti que eu conquistei.

Houve uma Ilha em Ti - Joaquim Pessoa

Uma ilha num mar de solidão. Tinha um nome a ilha onde morei. Chamava-se essa ilha Coração. Que saudades do tempo que passei.