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The Giving Pledge

The Giving Pledge

CERPHI « Walkability Gauchetière Street, Montreal Definitions[edit] One of the best ways to quickly determine the walkability of a block, corridor or neighborhood is to count the number of people walking, lingering and engaging in optional activities within a space.[6] While this process is a vast improvement upon pedestrian level of service (LOS) indicators recommended within the Highway Capacity Manual,[7] it may not translate well to non-Western locations where the idea of "optional" activities may be different.[8] in any case, the diversity of people, and especially the presence of children, seniors and people with disabilities, denotes the quality, completeness and health of a walkable space.[9] Benefits[edit] Community planning[edit] Many communities have embraced pedestrian mobility as an alternative to older building practices that favor automobiles. There are several ways to make a community more walkable. Making crosswalks safer is also key to walkability. Measuring walkability[edit] See also[edit]

Giving in a digital world TEM UM PROPÓSITO QUE VALHA A PENA? ENTÃO NÃO FIQUE COM A ALMA PEQUENA! Curioso para ver o evento sobre empreendedorismo (a Feira do Empreendedor) no próximo final de semana. Tem o apoio do SEBRAE que é um organização paraestatal e ocorrerá na FIERGS que é outra entidade paraestatal. Mas se é verdade que não se olha os dentes de cavalo dado, vamos lá pregar. Pelo buzz deverá ter muita gente. Sempre é legal falar para estadio cheio. O ponto é que não sou muito o estilo auto-ajuda que grandes públicos costumam apreciar. Qualquer coisa fora desse escopo, pelo menos no RS, é mais do mesmo. Outro ponto que pretendo tratar é sobre o “bom mocismo” inútil que inoculam nos nossos candidatos a empreendedor. Bom investidores querem empreendedores que não tenham medo de ir para o trapézio sem rede em baixo. Por isso, senhores empreendedores, decidam se querem ir com a manada para serem doutrinados no Sebrae OU se querem pensar grande e entrarem na arena para desafiar quem quer que seja.

Business-en-trade Um jeito provinciano de não ser provinciano Li e reli a matéria do Grupo RBS na ZH de ontem celebrando o lançamento de uma plataforma de negócios digitais que, dizem eles, “será maior do Brasil”. Diz-se que bom senso, humildade e canja de galinha não fazem mal a ninguém… mas tudo bem, o novo líder da RBS acha que tem logo que ser “o maior”, etc. O ponto não é a pretensão desacompanhada da demonstração de competência ou de originalidade. O ponto é que entre os atributos do “maior” negócio… nunca antes acontecido neste país, o gestor da empresa afiança que a base será em SP, num tom que parece dizer que não está cingido à pequenez do Rio Grande e sim projetado para ser nacional e até transnacional a partir da metrópole paulista.… Lá vai a RBS, outra vez, tentar mostrar que é gaucha pero no mucho. Estas empresas podem não contar, mas sabem por que se mantem onde estão. Duvido que agregue um milimetro de reputação positiva o fato da RBS localizar seu negócio em SP. Adoro fazer negócios no Silicon Valley, adoro negociar em São Paulo.

Issuu - You Publish Será que eles pensam que estão fazendo algo digno? Ontem recebi uma mensagem de um amigo que recebera, ele próprio, a mensagem do Prefeito de Porto Alegre, José Fortunati “sharing” uma matéria do The Guardian (link aqui). Ontem, também, a Folha de Sao Paulo trouxe chamada de capa e pagina inteira promovendo o Recife como “The Hot Spot”. Nessa semana, ainda, a Zero Hora divulgou o Secretário do RS aborrecido, queixoso e ressentido pelo tratamento Federal que – “grandes aspas” – marginaliza o RS. Choramingos à parte, Porto Alegre pode ser muito melhor que o Recife e o RS pode chutar a bunda do Ministro que supostamente o prejudica. Se continuar celebrando suas vacas sagradas como a dessa matéria -Orçamento Participativo e afins - vai continuar na zona de rebaixamento e colhendo os resultados pálidos que está colhendo. É manjado o bordão de que quem continua fazendo o que sempre fez, se tudo der certo, continuará colhendo a mesma coisa de sempre. Eu só pude concluir o que segue: Endorsed by the Major I feel it deserved a word. I don’t care.

NetExplorateur ? NEM SIM, NEM NÃO. Estou radicalmente em cima do muro. No meu querido Estado, as “forças” do marketing ressurgem no papel de polianas multiplicadas. Identificaram o canto ranheta da sociedade gaúcha como sendo “do contra” e incapaz de construir consensos e agendas positivas. Este seria o RS do “não” ao qual antepõe uma ideia cordata, harmonizante, suave que chamaram RS do “sim”. Quase como uma aspiração gaúcha de ser mineira. Só não falam ao que devemos dar nosso “sim”. Para o Governo incompetente? Sim prá quem??? O “não” é um saco, admito. Mas ao menos tem nossa cara, é vigilante… Não serve para gerar iniciativas ou mudança significativas, mas não endossa bobagens. Quer dizer… Mas também tenho que dizer que admiro o insight dos marketeiros. Mas erraram na pontaria na mosca. Na parte que me toca, acho que o “não” renitente é ruim por definição. Nossa história de produtores de commodities e de estado inchado por funcionários publicos, estreitou e engessou nosso horizonte. Essas deformações sim são graves.

Bienvenue au pôle de compétitivité mondial FINANCE INNOVATION “Carta do Vale do Silício ao Presidente Obama” – E se fosse aqui? Eu sigo o Vivek Wadhwa e eventualmente tive a honra de discutir com ele temas relacionados a estratégias de desenvolvimento que sirvam para o Brazil e estejam validadas pelo comportamento dos mais influentes atores do Vale do Silício. Isso não garante muita coisa, dirão alguns, mas para mim ainda é a melhor referencia se compartilharmos da premissa de querer o Brasil brilhando entre os melhores do mundo. Vivek é indiano, um intelectual de grande prestígio não apenas nos US, mas onde quer que se discuta políticas industriais com ousadia e sem mistificação. Não é a toa que tornou-se o grande inspirador do Startup Chile e hoje lidera os principais debates sobre desenvolvimento. E esta cabeça lúcida e ambiciosa resolveu sistematizar o que o Vale do Silício quer do Presidente eleito. Vocês podem ler a integra do Vivek em inglês (achei que traduzir seria uma perda de tempo) com meus comentários em português. 1.Immigration reform. JC: Claro que uma reforma de imigração seria muito bem vinda.

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