O mercado editorial vai bem, obrigado. Com a tendência de crescimento das vendas de livros no Brasil, deve-se comemorar a existência da Jornada de Passo Fundo, bienais, feiras, festivais e outros eventos literários no país.
A Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo completa 30 anos trabalhando pela valorização dos diferentes modos de artes e a difusão do hábito de leitura no Brasil. O mercado editorial brasileiro apresenta vendas crescentes nos últimos tempos. Trópico - Produtoras de publicidade e mercado de cinema. Seja qual for o novo desenho institucional do cinema brasileiro, parece haver um mapa de poder criado sem consultas a governos e entidades de cinema. Vemos uma nova peça no tabuleiro de xadrez: as produtoras de publicidade que ocupam o mercado cinematográfico. Um filme como “Cidade de Deus” –que superou a marca dos 4 milhões de espectadores- foi produzido pela compacta, mas robusta, 02 Filmes. A produtora possui três estúdios de médio porte em São Paulo para propaganda, mas que foram utilizados também para o cinema, como no longa “Domésticas” e em alguns interiores de “Cidade de Deus”.
A 02 Filmes cobre todas as etapas da produção cinematográfica, “da idéia à prestação de contas”, diz Fernando Meirelles, sócio-fundador da empresa e diretor de “Cidade de Deus”. "A classe C é o Neymar da economia: só faz gols" Essa estratégia possibilitou o crescimento da classe C, que hoje soma 105 milhões de pessoas, 133% a mais que em 1993.
Engana-se quem acredita que a classe C quer se encostar num programa social ou ter um cartão de crédito para consumir às cegas. “Ela investe em educação para garantir o futuro”, diz Neri. A classe C, assegura ele, representa um porto seguro para o Brasil. “Eles são o Neymar da economia, só fazem gols, e fortalecem o mercado interno, com mais poder de compra que as classes A e B.” Confira. DINHEIRO – As empresas no Brasil aprenderam a trabalhar produtos e serviços para a base da pirâmide? Livros digitais e o mercado editorial brasileiro, por Alexandre Linares* - Tipos Digitais. “Tudo o que era sólido e estável se desmancha no ar,tudo o que era sagrado é profanado.”Karl Marx & Friedrich Engels O texto A publicação no formato digital não é uma opção, é uma questão de sobrevivência do editor e articulista editorial Carlo Carrenho abre um debate necessário.
E polêmico. Pensar sobre a questão do livro digital depende hoje de mais ousadia entre aqueles que decidem no mercado. A iniciativa do blog Tipos Digitais não pode, nem deve ficar isolada. Ao contrário, todos os atores do mercado editorial devem entrar nesta discussão, internamente nas editoras e publicamente em todos os espaços do mercado. Ranking Geral das Editoras 2011. Em primeiro lugar, peço desculpas a vocês, leitores, pela demora de posts como este.
A vida corrida realmente tem me impedido de me dedicar ao Blog, não só como deveria, mas como gostaria. De qualquer maneira, cedo ou tarde, eu sempre atualizo vocês da melhor maneira possível! Mas chega de blablablas e vamos ao que interessa, rs! Segue abaixo um print screen com as 15 primeiras editoras (Parabéns a todas!) , mas recomendo (MUITO!) Vale observar como o mercado editorial brasileiro é injusto e curioso em diversos aspectos. Mercado publicitário no Brasil cresce 17,7% e chega a R$ 35,9 bi em 2010 - O Globo Online.
SÃO PAULO.
O mercado publicitário brasileiro voltou a mostrar vigor em 2010 e movimentou R$ 35,9 bilhões, um salto de 17,7% sobre os R$ 30,5 bilhões do ano anterior. Foi a maior expansão do setor em seis anos, menor apenas que o avanço de 25,7% em 2004. Os dados são do Projeto Inter-Meios, coordenado pelo grupo Meio & Mensagem (M&M) em parceria com a PricewaterhouseCoopers (PwC), e revelam também que, do volume total movimentado no ano passado, R$ 29,1 bilhões foram consumidos pelos anunciantes na compra de espaço publicitário em veículos de comunicação. Além do consumo aquecido o ano todo pelo aumento da renda e pelo desemprego em queda, dois grandes eventos ajudaram a impulsionar os negócios da indústria da propaganda no ano passado: a Copa do Mundo da África do Sul, que mobilizou os grandes anunciantes privados, e as eleições para governador e presidente, que estimularam os gastos públicos com marketing.
» Classe C, o público de R$ 410 bilhões Webinsider. 03 de junho de 2008, 02:11 Antes de lançar campanhas publicitárias ou planejar estratégias de comunicação, lembre-se de incluir milhões de novos brasileiros consumidores. Parte destas vendas passam pela internet. Por Valdenir Flauzino Há muitos anos o brasileiro da classe C deixou de ser coadjuvante e tem ocupado um papel cada vez maior na economia do país. Diferente de há vinte anos, quando havia bem menos produtos e tudo era tão menos acessível, hoje há guerra de preços e economia mais equilibrada. Num novo cenário econômico brasileiro, a classe C consome mais e com qualidade e o abismo social tem ficado menor. O Brasil não deixou de ser um dos piores países em distribuição de renda, mas depois de quase uma década e meia de aumento do abismo social, uma transformação sutil porém importante vem ocorrendo, no sentido oposto. Obs.: Renda média por domicílio: Ficou claro o importante papel da nova classe emergente para a economia brasileira.