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Jornalismo e Tecnologias Móveis. Why journalists should learn to love data. Journalists are notorious for hating anything to do with math.

Why journalists should learn to love data

If we’d been any good with numbers, I often joke, we might have chosen a different career. But it’s essential for today’s journalists to get comfortable working with data, and the good news is that more and more of them are. What’s changed? For one thing, what used to be drudgery is now a snap. I can’t remember the formula for percentage change, for example, but I can calculate it in seconds with this online tool. There’s nothing that makes journalists sit up and take notice like other people getting stories. In an Q&A with the new Datajournalism blog, Rogers says you don’t need programming skills to work with data because there are so many free and simple tools available, like Many Eyes and Googledocs gadgets.

Make it manageable. I’d add one more: Get inspired. METODOLOGIAS DE PESQUISA. Livros básicos da comunicação numa revista « monitorando. Acaba de sair a edição 75 da revista mexicana Razón y Palabra.

livros básicos da comunicação numa revista « monitorando

A novidade é que este número reuniu dezenas de artigos de pesquisadores latino-americanos sobre livros essenciais da área da Comunicação e que vêm fazendo corações e mentes há décadas. O dossiê foi organizado pelos professores Jesús Galindo Cáceres e Héctor Gómez Vargas, que explicam que o objetivo da edição foi “dar cuenta de los libros que han hecho historia dentro del campo académico de la comunicación, sobre todo a nivel iberoamericano”. Assim, o leitor encontra não apenas resenhas, mas artigos que se debruçam sobre tais obras, avaliando sua permanência e influência na academia e no mercado.

É um desfile generoso: Luhman, Ramonet, Martín Barbero, Kerckhove, Anthony Giddens, Dominique Wolton, McLuhan, Mattelart, Judith Williamson, Paul Virillo, Henry Jenkins, John Austin, Marshall Berman, entre outros. Acesse: Wikileaks e a liberdade na web: grátis! « monitorando. Un buen libro de redacción periodística. PENSADORES DO CIBERESPAÇO – TEXTOS. Comecei o curso de mestrado na USP, no programa de Ciências da Comunicação, área Interfaces Sociais da Comunicação.

PENSADORES DO CIBERESPAÇO – TEXTOS

Como havia adiantado, este blog vai ser usado, também, para compartilhar os textos e as experiências de lá. A professora Beth Saad ofereceu uma série de textos para leitura durante a disciplina “A informação eletrônica em questão: pensadores do ciberespaço”. É um conjunto referencial sobre as mais recentes discussões sobre informação digital. Estão divididos em três eixos, abaixo. Está tudo em .pdf Bom proveito. Eixo 1 – O “status filosófico”da sociedade em rede e das TICs Lee Siegel. Theo Röle. Stephen Mcelhinney. Vários. Mark Deuze. Mark Deuze. Jan Fernback. Eixo 2 – O impacto da convergência Stefana Broadbent e Valerie Bauwens. Ramón Salaverría e José Alberto García Avilés.

Mark Deuze. Pablo Boczkowski e José Ferris. El momento crucial · ELPAÍS.com. Era el mejor de los tiempos, era el peor de los tiempos, la edad de la sabiduría, y también de la locura; la época de las creencias y de la incredulidad; la era de la luz y de las tinieblas; la primavera de la esperanza y el invierno de la desesperación".

El momento crucial · ELPAÍS.com

Así arranca la novela Historia de dos ciudades, de Charles Dickens, el periodista más famoso de todos los tiempos. La trama del libro, escrito en 1859, se desarrolla durante la Revolución Francesa. Dickens, que trabajó en media docena de periódicos, podría haber escrito las mismas palabras hoy sobre la revolución de Internet. La irrupción de la world wide web en el antiguo imperio del periodismo ha provocado incertidumbre y confusión, sin que nadie tenga muy claro si la toma de esta Bastilla debe de ser motivo de esperanza o de desesperación.

The New Media Reader - Noah Wardrip-Fruin and Nick Montfort, eds. R0098-1. Observatorio da Imprensa - Materias - 11/12/2002. WEBJORNALISMOFazendo jornalismo em redes híbridas Notas para discussão da internet enquanto suporte mediático Marcos Palácios Este artigo busca problematizar a internet enquanto suporte para a prática jornalística.

Observatorio da Imprensa - Materias - 11/12/2002

Afinal, o que há de novo nesse suporte? Até que ponto podemos falar em rupturas com relação a práticas jornalísticas anteriores, em suportes que precederam a internet? Um ponto de partida possível para esta discussão é um artigo pioneiro sobre a caracterização da internet como meio de comunicação de massa, publicado em 1996, por Merril Morris & Christine Ogan, no Journal of Computer Mediated Communication. É importante ressaltar que tais modalidades mediáticas (mídias de oferta e mídias de demanda) são vistas por Wolton não como pontos ascendentes numa escala progressiva e evolucionária, mas como complementares. "Comunicação direta, sem mediações, como uma mera performance técnica. Relativizando a dicotomia: redes híbridas Rede, sistema e ambiente compartilhado.

ECCMatternUbicompEng. Article: Convergence Defined  This chapter, from the book "Digital Journalism: Emerging Media and the Changing Horizons of Journalism," October 2003, was republished with permission from Rowman & Littlefield Publishers, Inc., editor Kevin Kawamoto and author Rich Gordon.

article: Convergence Defined 

At the dawn of the 21st century, it seems nearly impossible to follow developments in technology, business or journalism without encountering the word "convergence. " The term has been applied to corporate strategies (the merger of AOL and Time Warner), to technological developments (video on demand and interactive television), to marketing efforts (partnerships between newspapers and TV stations to promote each other's work), to job descriptions ("backpack journalists," who return from the scene of a story with words, audio and video) and to storytelling techniques (the melding of text and multimedia on news Web sites).