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Ministério Público Federal

República de Curitiba. Congresso Nacional. Supremo Tribunal Federal. Rodrigo Janot tem outro sobrenome: Golpe. Rodrigo Janot é procurador-geral da República, mas trabalha mesmo no âmbito provinciano do Paraná, cujo condestável juiz de primeira instância, Sérgio Moro (PSDB/PR), trabalha como ponta de lança para se concretizar um golpe de direita e, portanto, criminoso, contra a presidente Dilma Rousseff, o Estado de Direito e a democracia.

Rodrigo Janot tem outro sobrenome: Golpe

Janot, que deve acrescentar ao seu sobrenome a palavra Golpe, está a preparar sua biografia para a história como um golpista que, não só participou de uma hipotética derrubada de uma presidente constitucional, bem como liderou o golpe, a se aproveitar de seu cargo público pago com o dinheiro do contribuinte, sendo que dezenas de milhões desses cidadãos votaram em Dilma Rousseff. A História é muito dura e cruel com os golpistas, inclusive a citá-los eternamente como acontece com os golpistas vivos e mortos de 1964, que hoje compõem o lado sombrio da História.

O procurador que sabe demais. A história um tanto nebulosa das ameaças ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, confere ao ambiente político, já tão carregado de nuvens negras, um ar que oscila entre a dramaticidade e a incredulidade.

O procurador que sabe demais

Em qualquer caso, grave. Tais ameaças teriam sido detectadas pela área de inteligência do governo e justificado ao menos um encontro do ministro da Justiça com o procurador, sem constar previamente da agenda e sem pauta específica. As circunstâncias e os personagens embaralham ainda mais o drama. Quem é Sérgio Machado, que hoje apavora Brasília. São Paulo – Até pouco tempo, o cearense Sérgio Machado ostentava em seu currículo o “feito” de ser o mais longevo presidente da história da Transpetro, o braço logístico da Petrobras.

Quem é Sérgio Machado, que hoje apavora Brasília

A trajetória de 11 anos e 4 meses no comando da estatal foi interrompida em novembro de 2014, quando ele pediu licença do cargo após ter seu nome envolvido no escândalo de corrupção da petroleira, investigado pela Operação Lava Jato. Três meses depois, ele pediu renúncia. Hoje, entra para a história como o homem cujas gravações (e revelações) apavoram Congresso e Palácio do Planalto. Nesta terça, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki homologou a delação premiada de Machado.

Quem é Delcídio do Amaral, senador preso pela PF. O senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso na manhã desta quarta-feira 25 pela Polícia Federal, é uma figura política controversa e conhecida por seu bom trânsito em diversos partidos.

Quem é Delcídio do Amaral, senador preso pela PF

Exemplo disso é o fato de ser conhecido nos bastidores do Senado, como contou recentemente o jornal O Globo, como "o mais tucano dos petistas". Engenheiro elétrico, Delcídio tem uma carreira ligada ao setor de energia. Foi engenheiro-chefe da construção da hidrelétrica de Tucuruí, no Pará; trabalhou como diretor da Shell na Holanda; e comandou a Eletrosul, braço da Eletrobrás. No governo de Itamar Franco (1992-1994), foi secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, ministro da pasta e presidente do Conselho de Administração da Vale do Rio Doce.

Em 1998, Delcídio assinou sua filiação ao PSDB, mas seu ingresso no partido não chegou a ser homologado. Em 2001, ocorreu a aproximação com o PT. Desde então a influência de Delcídio Amaral no partido só cresceu. Ascensão e queda de Eduardo Cunha, um dos políticos mais poderosos do país - BBC Brasil.

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Ascensão e queda de Eduardo Cunha, um dos políticos mais poderosos do país - BBC Brasil

Camara A crise política brasileira ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira, quando o ministro do Superior Tribunal Federal Teori Zavascki determinou o afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do mandato de deputado federal. Cunha é réu no STF pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro; ele também é acusado de ter recebido propina no esquema da Petrobras investigado pela Operação Lava Jato. A liminar concedida pelo ministro atendeu a um pedido feito em dezembro pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot.

Cunha, o primeiro deputado da história afastado pelo STF. Nesta quinta-feira o Supremo Tribunal Federal voltou a ocupar uma posição de protagonismo na crise política brasileira e afastou Cunha de seu mandato, assim como da presidência da Câmara.

Cunha, o primeiro deputado da história afastado pelo STF

Por unanimidade, os 11 ministros acataram um pedido da Procuradoria-Geral da República que entendia que o deputado estava obstruindo as investigações contra ele que são feitas pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Lava Jato, e pelo Conselho de Ética da Câmara. Quem é o "japonês bonzinho" da Lava Jato? O áudio que levou para a prisão o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) e o banqueiro André Esteves pode ajudar a elucidar parte dos vazamentos acerca da Operação Lava Jato.

Quem é o "japonês bonzinho" da Lava Jato?

Em um trecho da conversa, Edson Ribeiro, advogado de Nestor Cerveró, e Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras, afirmam que um agente da Polícia Federal vende informações sigilosas. O diálogo ocorre após Delcídio relatar aos interlocutores ter visto, com André Esteves, uma cópia da minuta da delação premiada negociada por Cerveró com os procuradores. A ascensão do doleiro. Mais do que a discordância com a publicidade imposta aos depoimentos dos réus de processos relacionados à Operação Lava Jato, o motivo do alvoroço e das críticas ao juiz Sérgio Moro é o personagem central da investigação: Alberto Youssef.

A ascensão do doleiro

É o conhecimento armazenado pelo doleiro ao longo de décadas no mercado de câmbio ilegal que o transformou em pesadelo dos maiores empresários e políticos para os quais prestava serviços até sua prisão, em março. Nesse cenário, os artigos publicados com críticas à delação premiada, os ataques contra a publicidade imposta aos processos e o pedido de bancas criminais para a OAB investigar a conduta de Moro são apenas consequências das tormentas a serem formadas com a delação de Youssef. O caminho de Moro e do doleiro cruzaram-se faz tempo. O titular da 13ª Vara Criminal de Curitiba conheceu Youssef quando ele era réu em processos relacionados ao caso Banestado. Ainda em 2008 a situação começou a mudar. É nesse momento que começam os ataques ao juiz. Quem é Alberto Youssef, o doleiro suspeito no governo e na Petrobras.

Um rápido sobrevoo revela o boom imobiliário de Londrina, cidade paranaense de 485 mil habitantes.

Quem é Alberto Youssef, o doleiro suspeito no governo e na Petrobras

Graças à denúncia de um empresário do setor, lesado em um empreendimento, a Polícia Federal descobriu uma das maiores operações de lavagem de dinheiro do país. De quebra, a investigação revelou casos de corrupção na Petrobras e as relações incestuosas entre um doleiro e integrantes de diferentes partidos. Com receio de novas descobertas, muita gente em Brasília dorme mal. O personagem do pesadelo é o doleiro Alberto Youssef, 47 anos. O menino que vendia salgados pelas ruas de Londrina agora é apontado como o responsável por lavar R$ 10 bilhões. Saiba mais: > Envolto em suspeitas, deputado André Vargas deixa o PT> Leia todas as notícias sobre as suspeitas na Petrobras Os tempos de pasteleiro ficaram para trás assim que, ainda adolescente, Youssef vislumbrou novo mercado contrabandeando eletrônicos do Paraguai.