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Europe

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O rechaço à mudança provoca o pior estalo social em 20 anos na França. Um direto colaborador do presidente François Hollande, o experiente ministro de Finanças, Michel Sapin, o máximo dirigente sindical e analistas consultados não se atrevem a fazer prognósticos sobre como acabará essa grave crise.

O rechaço à mudança provoca o pior estalo social em 20 anos na França

Em jogo está o modelo social da França, o futuro da esquerda, o papel dos sindicatos e o futuro de Hollande e seu primeiro ministro, Manuel Valls. O que é o Brexit e como ele pode mudar a União Europeia - Nexo Jornal. Parlamentares europeus contra o Brexit espalham bandeiras em Estrasburgo Os eleitores do Reino Unido dirão no dia 23 de junho se querem ficar ou sair da União Europeia, um dos mais ambiciosos, ricos, abrangentes e poderosos blocos econômicos existentes hoje no mundo.

O que é o Brexit e como ele pode mudar a União Europeia - Nexo Jornal

A decisão põe em risco um condomínio político que começou a ser erguido depois da Segunda Guerra Mundial (1945) e que, em todo esse tempo, garantiu convergência monetária e estabilidade política, em contraste com um passado de conflitos e fragmentação que marcaram séculos de história europeia. O bloco é formado hoje por 28 países, 19 dos quais adotaram uma moeda comum, chamada Euro, a partir de 2002. Crueldade sem limites na Europa. A primeira, é que o desemprego subiu mais um pouco.

Crueldade sem limites na Europa

A média, agora, é de 12,2%, contra 12,1% apenas um mês antes. Entre os jovens, o desemprego passou de 50% na Espanha e de 60% na Grécia. The moral crusade against Greece must be opposed. ‘This is our political alternative to neoliberalism and to the neoliberal process of European integration: democracy, more democracy and even deeper democracy,” said Alexis Tsipras on 18 January 2014 in a debate organised by the Dutch Socialist party in Amersfoort.

The moral crusade against Greece must be opposed

Now the moment of deepest democracy looms, as the Greek people go to the polls on Sunday to vote for or against the next round of austerity. Unfortunately, Sunday’s choice will be between endless austerity and immediate chaos. As comfortable as it is to argue from the sidelines that maybe Grexit in the medium term won’t hurt as much as 30 years’ drag on GDP from swingeing repayments, no sane person wants either.

The vision that Syriza swept to power on was that if you spoke truth to the troika plainly and in broad daylight, they would have to acknowledge that austerity was suffocating Greece. They have acknowledged no such thing. Also airbrushed out of that story is what the late economist Wynne Godley called (in 1992!) O espectro que assola a Europa. Era só uma questão de tempo até que outros verdadeiros radicais acabassem por vir tomar o lugar dos partidos social-democratas, democratas-cristãos, centristas, que cederam aos diktats alemães.

O espectro que assola a Europa

Cresceram os partidos democráticos, conservadores e eurocépticos, como UKIP, que, como contestava a ortodoxia europeia, passou também a ser considerado radical. Mas cresceram os partidos de direita mais extrema, como a Frente Nacional e partidos neo-nazis, que deixam Marine Le Pen num altar de moderação, como é o caso da Aurora Dourada na Grécia. Carta Aberta de Alexis Tsipras aos cidadãos alemães.

A 13 de janeiro deste ano, Alexis Tsipras dirigiu a todos os cidadãos alemães uma carta aberta, publicada no jornal económico Handelsblatt, em que explica a posição do Syriza sobre a dívida grega e defende que a atual tática “adiar e fingir” aplicada pela Europa será muito onerosa para o contribuinte alemão e condenará uma orgulhosa nação europeia à indignidade permanente.

Carta Aberta de Alexis Tsipras aos cidadãos alemães

A tradução é do Aventar, a cujos responsáveis o Esquerda.net agradece. A maior parte de vós, caros leitores do Handelsblatt, terá já uma ideia preconcebida acerca do tema deste artigo, mesmo antes da leitura. Rogo que não cedais a preconceitos. O preconceito nunca foi bom conselheiro, principalmente durante períodos em que uma crise económica reforça estereótipos e gera fanatismo, nacionalismos e até violência. Descolonizações: Por que não sou Charlie Hebdo - Je ne suis pas Charlie. Nada justifica o massacre na redação do jornal Charlie Hebdo, mas algumas generalizações e relativizações na cabeça da sociedade são tão perigosas quanto kalashnikovs na mão de fundamentalistas.

Descolonizações: Por que não sou Charlie Hebdo - Je ne suis pas Charlie

O caso Charlie Hebdo levantou grandes discussões. Há politicos, instituições, governos, jornalistas e comentaristas de facebook de todas as estirpes falando sobre o assunto em tribunas, periódicos e mesas de bar. Todos são unanimes em condenar a brutalidade dos ataques, porém as divergências de opinião são maiores do que as concordâncias.

Entretanto, não quero falar agora sobre as divergências de opinião, e sim sobre o consenso, expresso no slogan “Je suis Charlie” (Eu sou Charlie), que inundou as redes sociais e capas de jornais ao redor do planeta. O atentado ao Charlie Hebdo e a regulação da mídia. Por Mônica Mourão e Bia Barbosa* Neste domingo (11), mais de um milhão e meio de pessoas foram às ruas em Paris em homenagem às doze vítimas do atentado à revista Charlie Hedbo, no último dia 7, e dos acontecimentos que o sucederam, quando outras quatro pessoas foram assassinadas dentro de um supermercado de produtos judaicos na cidade.

O atentado ao Charlie Hebdo e a regulação da mídia

Boaventura: a Europa à beira do estado de sítio. A liberdade de expressão e seus limites — inclusive no “Charlie Hebdo”… “Valores ocidentais” ou hipocrisia?

Boaventura: a Europa à beira do estado de sítio

EUA alimentam o fundamentalismo islâmico. As vidas festejadas e as vidas esquecidas Por Boaventura de Sousa Santos O crime hediondo que foi cometido contra os jornalistas e cartunistas do Charlie Hebdo torna muito difícil uma análise serena do que está envolvido neste ato bárbaro, do seu contexto e seus precedentes e do seu impacto e repercussões futuras. No entanto, esta análise é urgente, sob pena de continuarmos a atear um fogo que amanhã pode atingir as escolas dos nossos filhos, as nossas casas, as nossas instituições e as nossas consciências.

A luta contra o terrorismo, tortura e democracia. Fantástico - Imagem mostra terroristas se abraçando para comemorar atentado. Vinte mortes, 17 delas de inocentes, em três dias de terror.

Fantástico - Imagem mostra terroristas se abraçando para comemorar atentado

Uma das cidades mais lindas do mundo, um dos berços da civilização moderna, teve a rotina profundamente abalada essa semana. Fantástico - Imagem mostra terroristas se abraçando para comemorar atentado. O terrorismo, a extrema-direita e o suicídio europeu, um continente em explosão. O ato terrorista contra os jornalistas do francês Charlie Hebdo, em Paris, que também provocou ontem (7) a morte de um funcionário da revista, de dois policiais no ato e possivelmente de mais um em tiroteio posterior – num total de 12 mortos –, é mais uma face da grande ameaça que paira sobre a Europa.

O continente inteiro está assentado sobre uma bomba-relógio. Não é uma bomba comum, porque casos como o do Charlie Hebdo mostram que ela já está explodindo. Nas pontas da bomba estão duas forças antagônicas, com práticas diferentes, porém com um traço em comum: a intolerância herdeira dos métodos fascistas de antigamente – e de sempre. De um lado, estão pessoas e grupos fanatizados que reivindicam uma versão do islamismo incompatível com o próprio Islã e o Corão, mas que agem em nome de ambos.

Contra o terrorismo, UE propõe controle das fronteiras e da internet - 11/01/2015 - Mundo. Os ministros do Interior de 12 países europeus e o secretário americano da Justiça, Eric Holder, anunciaram neste domingo (11) que irão aumentar o controle sobre as fronteiras, fortalecer a cooperação para monitorar extremistas viajando para Síria e Iraque e combater propaganda e recrutamento de grupos terroristas islâmicos na internet. Em resposta aos atentados desta semana, que deixaram 17 mortos, entre eles cartunistas do semanário satírico Charlie Hebdo, os ministros se reuniram na manhã de domingo para discutir medidas mais duras para combater o terrorismo.

Cartunista do Charlie Hebdo "vomita" em todos os novos amigos. Eleições Presidenciais: UE teme que instabilidade na Grécia arruíne o crescimento econômico. A Europa prende a respiração frente ao enésimo passeio à beira do abismo que a Grécia se dispõe a dar. Quando o resgate financeiro que ameaçou matar o euro parecia ter chegado ao fim, um arriscado movimento político em Atenas coloca em xeque a zona do euro: a convocatória de eleições antecipadas, após a terceira rodada do processo de eleição presidencial fracassar, nesta segunda-feira. A hipótese cada vez mais plausível de que vença o esquerdista Syriza, que defende a renegociação com os credores e até mesmo uma reestruturação da enorme dívida grega, preocupa a Comissão Europeia e os investidores, apesar das reuniões mantidas entre seu líder, Alexis Tsipras, com altos funcionários de Bruxelas e do Banco Central Europeu. O programa econômico do Podemos: a casa pelo telhado - Carta Maior. As elites econômicas e políticas e os grandes meios de comunicação passaram da incredulidade inicial e de uma confusão posterior em relação ao Podemos a uma posição aberta e de crescente hostilidade.

Lord of The Bonds - AKA Debt slavery for Europe. The Spanish election is a mandate for the indignados. Proposals for voting strategies proliferated in the runup to Sunday's general election in Spain. People wrote "ballot box" on drains and toilets; others suggested cutting out the middlemen and depositing votes directly into bank machines. This campaign of ballot spoiling wasn't a subcultural anarchist prank, but a reflection of extraordinarily widespread popular disaffection. A typical sight during a pre-election protest was a respectable middle-aged man with a cigarette in one hand and a marker pen in the other going from municipal bin to municipal bin writing "Vote here" on the lids. " 8 Reflections on the Rise and Rise of Podemos. Have you heard about the 8-month old radical left party that recently topped the Spanish polls?

If you have, that may well be the extent of the information that has made it to you across the Bay of Biscay. Podemos (‘We can’) was founded in January 2014 with pretensions of breaking the two-party hegemony in Spanish politics. Viva Podemos: the left shows it can adapt and thrive in a crisis. It’s almost a political cliche. If a country is battered by economic disaster, its ever poorer citizens will turn in droves to the crude xenophobia of the populist right.