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PM invade sala de aula em São Paulo para dar bronca em alunos; foto circulou pelo Facebook. Reinventado a universidade. A edição da revista Time deste mês traz uma capa sobre educação com o seguinte título: Reinventando a universidade, uma reportagem especial sobre ensino superior (em livre tradução). A matéria principal, disponível gratuitamente no site, busca analisar se é realmente possível que cursos on-line ofereçam uma educação universitária de qualidade para uma grande quantidade de pessoas. O baixo custo de estudar pela internet também pode ser levando em conta, já que, segundo dados do Federal Reserve, os americanos devem US$ 914 bilhões em empréstimos estudantis. Para exemplificar o alcance das aulas virtuais, a reportagem traz como exemplo um evento ocorrido no Paquistão, no dia 17 de setembro.

Com o objetivo de bloquear o trailer de um filme anti-muçulmano, o governo paquistanês fechou o acesso ao YouTube. Entretanto, 215 pessoas que moram no país ficaram sem poder participar de um curso de física on-line criado pela Udacity, empresa instalada no Vale do Silício, Califórnia. Outros destaques. Desempenho de cotistas fica acima da média - vida - versaoimpressa. Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo Estudos realizados pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e pela Universidade de Campinas (Unicamp) mostraram que o desempenho médio dos alunos que entraram na faculdade graças ao sistema de cotas é superior ao resultado alcançado pelos demais estudantes. O primeiro levantamento sobre o tema, feito na Uerj em 2003, indicou que 49% dos cotistas foram aprovados em todas as disciplinas no primeiro semestre do ano, contra 47% dos estudantes que ingressaram pelo sistema regular.

No início de 2010, a universidade divulgou novo estudo, que constatou que, desde que foram instituídas as cotas, o índice de reprovações e a taxa de evasão totais permaneceram menores entre os beneficiados por políticas afirmativas. A Unicamp, ao avaliar o desempenho dos alunos no ano de 2005, constatou que a média dos cotistas foi melhor que a dos demais colegas em 31 dos 56 cursos. “Professores devem reaprender a aprender” O professor americano Will Richardson percebeu, em sua rotina de sala de aula, que havia alguma coisa mudando naquele espaço de aprendizagem. O ano era 2001 e ele dava aula de inglês para o ensino médio em escolas norte-americanas. Nessa década que se passou, as tecnologias foram entrando no universo educacional, ele começou a escrever sobre o assunto e, entre idas e vindas de conversas com professores pelo país, sua suspeita só se confirmou: essa aflição não era só sua. Foi aí que percebeu que o primeiro passo para os professores se adequarem aos novos formatos de educação era fazer com que eles reaprendessem a aprender e, para isso, era fundamental que eles se organizassem em redes.

“Esse é um dos desafios mais interessantes que temos hoje: como é que ajudamos os professores a entender o que está acontecendo fora das escolas e os deixamos aptos para preparar as crianças para essa realidade?” , pergunta o especialista, que já tem uma dica de qual seja a resposta. Em busca dos melhores. Outubro/2012 Ideb | Edição 186Amanda CieglinskiColaborou Isabelle Rezende O antigo slogan de uma marca de biscoitos fazia sucesso ao perguntar se o produto vendia mais porque era fresquinho ou se era fresquinho porque vendia mais.

Essa mesma lógica pode ser aplicada ao se analisar os resultados de índices educacionais. As melhores escolas são melhores porque têm bons alunos ou têm bons alunos porque são as melhores? A divulgação de mais uma edição do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) trouxe à tona novamente discussões sobre a qualidade do ensino no país. Todos tentam responder quais são as práticas e modelos que fazem uma escola ter um bom resultado no indicador. > Leia depoimentos de funcionários de escolas públicas sobre o processo de seleção nas unidades de ensino. O quase-mercado escolar. A pesquisa Processos velados de seleção e evitação de alunos em escolas públicas, do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), indica que escolas de "boa reputação" conseguem, por meio de práticas veladas, selecionar os alunos que entram e, principalmente, que vão permanecer na unidade, como mostra a reportagem "Em busca dos melhores".

Os mecanismos são variados. Um deles, por exemplo, é a consulta ao histórico do aluno no momento de um pedido de vaga. Ao tentar escolher seus alunos, as escolas visam a manutenção do que consideram um bom ambiente escolar. O estudo conduzido pelo Cenpec entrevistou funcionários que trabalham em escolas públicas e que estão diretamente envolvidos no processo de matrícula: secretários, agentes escolares e auxiliares técnicos de educação. Confira, abaixo, alguns desses depoimentos. "Em algumas escolas nós sabemos que, se o aluno é da escola X, [dizem:] eu não tenho vaga, mas se é da escola Y, eu ainda aceito. Sala Debate 02/10/2012 Bloco 1 Crowdfunding. Recursos Educacionais Abertos. ‘A escola é o lugar que atrasa o século 21’ Não importa muito como ela seja chamada: educação 3.0, educação para o século 21, educação para a vida.

Mas a verdade é que muitos educadores já perceberam que os sistemas educacionais precisarão se adaptar se quiserem formar alunos capazes de lidar com a quantidade de informação hoje acessível, hábeis em administrar problemas cada vez mais complexos e prontos para serem atuantes em um mercado que exige habilidades que não ensinadas nos livros. Cientes desse descompasso entre o que a escola oferece e o que o mundo exige, um grupo de especialistas decidiu formar o Gelp (Global Education Leaders’ Program) para discutir problemas reais de sistemas educacionais espalhados pelo mundo e suas possíveis soluções.

“Não há uma resposta única nem um só modelo a ser seguido”, diz David Albury, diretor de design e desenvolvimento do Gelp. Já sobre as avaliações por performance, afirma ele, surgem na tentativa de medir e reconhecer habilidades que os testes de múltipla escolha não conseguem. Roda Viva - Milton Santos. Publicação de Livro Eletrônico « Fernando Nogueira da Costa. Grêmio passo a passo - Jornal Mundo Jovem. MOODLEMOOT 2012 - DirectPresenter. Os Pilares do Storytelling | Enrico Cardoso. As empresas, muitas vezes já entenderam o papel do storytelling. Mas, a grande sacada é, como utilizar as ferramentas de storytelling em um negócio.

A construção de marcas passa por um processo de criação deuma conexão pessoal entre consumidores e empresa. Essa conexão é nada mais do que uma história que conecta pessoas em torno de uma história que cria um sentimento em torno daquilo que a empresa faz. E, esse sentimento é nada mais do que uma empatia que fazem uma marca e uma empresa interagirem acreditando compartilhar do mesmo estilo e das mesmas visões de mundo. Isso deveria se chamar visão empática de marca. Que é o poder da marca entender o comportamento do seu consumidor ideal e saber quais são seus ideais e suas vontades. Diagrama e Elementos do Storytelling. Infelizmente, estudar profundamente o consumidor não é algo que as empresas fazem no seu primeiro momento do negócio. E, feito isso, se posicionam no mercado, mostrando o que os clientes podem esperar delas. #1. . #2. . #3. . #4.

Ingles

Por que não estão colaborando na minha nova intranet 2.0? De maneira geral, os ainda incipientes projetos de migração de empresas tradicionais para o novo modelo 2.0 se concentram, de maneira geral, na introdução de ferramentas “colaborativas”, substituindo a velha Intranet por ferramentas parecidas com o Facebook. Infelizmente, por mais que se esforcem, não estão funcionado. Vou tentar procurar algumas causas… Versão 1.0 - 05 de julho de 2012Rascunho - colabore na revisão.Replicar: pode distribuir, basta apenas citar o autor, colocar um link para o blog e avisar que novas versões podem ser vistas no atual link. De maneira geral, do que leio e escuto o resultado tem sido: “aqui ninguém colabora”, “está difícil a colaboração”, “precisamos de uma gestão de mudança forte”, “tem que ter algo que agregue valor”. O problema da não participação se deve a uma característica humana muito conhecida por todos nós: você só se engaja em processos de forma voluntária se sentir que a sua contribuição faz alguma diferença.

Certo? Não parece que está dando certo! Ensaio sobre a colaboração em rede | Leo Germani. (version en español, traduzida por Maynar Patricia Vorga Leite y Ana Campo. gracias eiabel lelex!) Um grupo de pessoas se encontra para compartilhar experiências e logo percebem que tem muitas ideias e objetivos em comum. O encontro é intenso e todas saem de lá determinadas a manterem contato e colaborarem em seus projetos.

Todas voltam para os seus afazeres e, algum tempo depois, a única colaboração real que conseguiram foi criar uma lista de emails e compartilhar alguns links interessantes. Você já viu isso acontecer? Eu já. Muitas vezes. Por que a gente tem tanta dificuldade em criar canais reais de colaboração em nossos projetos com outras pessoas? Neste ensaio eu quero explorar um pouco a dinâmica das redes de colaboração, trazendo uma observação da prática das redes de desenvolvimento de software livre, que é a mais bem sucedida rede de colaboração aberta que existe.

Normalmente, quando fazemos o desenho de uma rede, fazemos assim: Criar esses canais de recepção dá trabalho. Easel.ly | create and share visual ideas online. Economia Criativa – e agora, José? Acaba de ser formalizada a Secretaria da Economia Criativa, voltada a um tema que conquista o mundo desde sua emergência na Austrália, em 1994 e sua adoção como política de Estado no Reino Unido, em 1997.

No Brasil, a proposta desembarcou em 2004, pelas mãos do Embaixador Rubens Ricupero, quando Secretário-Geral da UNCTAD. Desde então, grupos empresariais, pesquisadores, economistas e governantes estaduais e municipais vêm ladrilhando a trilha da economia criativa, demonstrando seu potencial como estratégia de desenvolvimento, sensibilizando a sociedade civil e produzindo estudos e ações. A institucionalização de uma secretaria no governo federal é um marco importante para que a base construída seja alavancada por políticas públicas. Como especialista no assunto, venho deixar minha contribuição para o debate e a construção dessas políticas, sugerindo alguns caminhos complementares aos mencionados no Plano da Secretaria da Economia Criativa, publicado há nove meses.

Imagens

Crowdfunding - íntegra - Ação - Catalogo de vídeos. 4 Keys to a Winning Kickstarter Campaign | Wired Business. The top factors that make or break a Kickstarter campaign. Graphic: AppsBlogger Mention Kickstarter these days and blockbuster campaigns come to mind. There’s Ouya’s blistering $2 million in one day for a new Android gaming console (it’s raised more than $5 million to date), and the Nifty MiniDrive, external memory for Apple MacBooks. The tiny storage company is more than 2,000% above its $11,000 goal with 15 days left in the campaign. But for all the success stories on Kickstarter, there are many, many failures. 1. Some Kickstarter goals are so high, they’re laughable, and others are too low to be taken seriously. 2. The average Kickstarter campaign lasts for 30 days, which Mollick finds is a sweet spot for successful projects. 3.

The nearly foolproof way to raise money on Kickstarter is to get the attention of the crowdfunding site’s staff. Even if your project doesn’t get featured, video helps your chance of success, or rather, not having video hurts that chance. 4. Financiamento coletivo para aproximar a ciência das pessoas. Jovens cientistas estão encontrando uma alternativa às disputadas e cada vez menos numerosas bolsas de pesquisa científica nos Estados Unidos. Eles participaram durante o último mês da campanha #SciFund Challenge, criada com o objetivo de abrir para financiamento coletivo projetos científicos.

No total 75 pesquisadores estavam concorrendo pela atenção e pela preciosa doação das pessoas. Essa já é a segunda edição da campanha, sendo que na primeira 49 cientistas conseguiram arrecadar juntos mais de 76 mil dólares. Dessa vez foram arrecadados aproximadametne 90 mil dólares. Os criadores da #SciFund Challenge dizem que essa não é apenas uma oportunidade de captar recurso de outras fontes, mas também de aproximar o público do universo das ciências. Cientistas mais experientes também estão animados com o potencial do financiamento coletivo e acreditam que essa iniciativa tem tudo para dar certo. Dr. Veja aqui as pesquisas que participaram da campanha.

Crowdfunding e Direito.

Crowdlearning

Ci.olnet. Issuu - You Publish. Grupo de estudos. Parte básica: 1- rediscutir as ideias de estratégia e inovação diante do novo cenário digital;2- apresentar uma visão alternativa do mundo digital e seus desdobramentos futuros;3- sugerir a criação de Laboratório Estratégico de Inovação;4- dividir o laboratório em duas frentes: ações incrementais e disruptivas, apontando projetos para a nova Governança Colaborativa Digital. O aluno ganhará com o curso: a) alargamento cognitivo para que possa analisar melhor cenários futuros;b) pro-atividade;c) compreensão melhor do que virá a partir da guinada digital;d) ser capaz de desenvolver projetos colaborativos dentro da nova Governança. Módulo avançado: Ser capaz de criar outros laboratórios e multiplicar os conceitos.Aprofundar e consolidar os aprendizados do Módulo Básico.

Faça contato: cnepomu@gmail.com – 21 – 996086422 – 2246-1323 Skype: cnepomuceno1 Governança 3.0 – a crise das organizações tradicionais (onde estamos, para onde vamos e o que podemos fazer?) De 05/05 a 23/05/2014 Inscreva-se JÁ! Building a Circuit-Diagram for the Brain (Jennifer Raymond, Stanford University)

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