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Reprodução/Facebook Foto publicada no Facebook na última quarta-feira (24) Na última quarta-feira (24) um policial militar entrou sem autorização em uma sala de aula do ensino fundamental do CEU Parque Bristol, na zona sul de São Paulo, para repreender alunos que estariam chamando os policiais de “coxinha” pela janela. Uma foto do momento da ação foi divulgada no Facebook e compartilhada por mais de 1.600 pessoas, até a publicação da matéria, seguida por comentários que afirmam que o policial teria ameaçado e coagido os alunos. O perfil das Mães de Maio publicou o seguinte relato no Facebook sobre a foto: "... as crianças mexeram com eles pela janela chamando-os de ‘coxinha’. Isso foi o suficiente para eles invadirem a escola, entrarem nessa sala de oitava série e cometer atrocidades como ameaças de morte, coação, engatilhar armas, humilhá-los, chamá-los de marginais, enfim...atitudes dignas de homens ‘corajosos’.
PM invade sala de aula em São Paulo para dar bronca em alunos; foto circulou pelo Facebook
Reinventado a universidade
A edição da revista Time deste mês traz uma capa sobre educação com o seguinte título: Reinventando a universidade, uma reportagem especial sobre ensino superior (em livre tradução). A matéria principal, disponível gratuitamente no site, busca analisar se é realmente possível que cursos on-line ofereçam uma educação universitária de qualidade para uma grande quantidade de pessoas. O baixo custo de estudar pela internet também pode ser levando em conta, já que, segundo dados do Federal Reserve, os americanos devem US$ 914 bilhões em empréstimos estudantis. Para exemplificar o alcance das aulas virtuais, a reportagem traz como exemplo um evento ocorrido no Paquistão, no dia 17 de setembro.Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo Estudos realizados pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e pela Universidade de Campinas (Unicamp) mostraram que o desempenho médio dos alunos que entraram na faculdade graças ao sistema de cotas é superior ao resultado alcançado pelos demais estudantes. O primeiro levantamento sobre o tema, feito na Uerj em 2003, indicou que 49% dos cotistas foram aprovados em todas as disciplinas no primeiro semestre do ano, contra 47% dos estudantes que ingressaram pelo sistema regular.
Desempenho de cotistas fica acima da média - vida - versaoimpressa
O professor americano Will Richardson percebeu, em sua rotina de sala de aula, que havia alguma coisa mudando naquele espaço de aprendizagem. O ano era 2001 e ele dava aula de inglês para o ensino médio em escolas norte-americanas. Nessa década que se passou, as tecnologias foram entrando no universo educacional, ele começou a escrever sobre o assunto e, entre idas e vindas de conversas com professores pelo país, sua suspeita só se confirmou: essa aflição não era só sua. Foi aí que percebeu que o primeiro passo para os professores se adequarem aos novos formatos de educação era fazer com que eles reaprendessem a aprender e, para isso, era fundamental que eles se organizassem em redes. “Esse é um dos desafios mais interessantes que temos hoje: como é que ajudamos os professores a entender o que está acontecendo fora das escolas e os deixamos aptos para preparar as crianças para essa realidade?”
“Professores devem reaprender a aprender”
Aviso: O Todos Pela Educação não emite certificados, não oferece bolsas de estudos e não possui parcerias com escolas ou organizações educacionais para promoção de cursos, seminários, palestras, eventos ou outras iniciativas que impliquem qualquer tipo de pagamento (como matrículas, mensalidades ou materiais). O movimento só pode ser citado como apoiador ou patrocinador de uma organização ou iniciativa mediante autorização formal. <p style="text-align:right;color:#A8A8A8"></p>
Editorial: Pobreza não determina analfabetismo - Educação na mídia - Comunicação e Mídia
O quase-mercado escolar
A pesquisa Processos velados de seleção e evitação de alunos em escolas públicas , do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), indica que escolas de "boa reputação" conseguem, por meio de práticas veladas, selecionar os alunos que entram e, principalmente, que vão permanecer na unidade, como mostra a reportagem " Em busca dos melhores ". Os mecanismos são variados. Um deles, por exemplo, é a consulta ao histórico do aluno no momento de um pedido de vaga. Ao tentar escolher seus alunos, as escolas visam a manutenção do que consideram um bom ambiente escolar.A jornada tem que ter beleza ! | Educ.Ação
Sentado no chão, assistindo a aula da professora Mona (matemática), ouço pássaros, cigarras, vejo cores, crianças, sorrisos. Lá fora o sol brilha forte e a temperatura esta batendo fácil na casa dos 30 graus, mas aqui, dentro de uma bolha construída de bambu retorcido, trançado, amarrado, uma brisa sopra leve e estamos perfeitamente confortáveis. A luz solar penetra por uma espécie de clarabóia no teto e também por todos os lados e a classe praticamente não tem paredes. Aqui cadeiras, mesas, prateleiras, armários, é tudo de bambu. Mas por favor, não imagine algo tosco, malfeito ou adaptado. A Green School é absolutamente linda, espetacular para dizer o mínimo.Não importa muito como ela seja chamada: educação 3.0, educação para o século 21, educação para a vida. Mas a verdade é que muitos educadores já perceberam que os sistemas educacionais precisarão se adaptar se quiserem formar alunos capazes de lidar com a quantidade de informação hoje acessível, hábeis em administrar problemas cada vez mais complexos e prontos para serem atuantes em um mercado que exige habilidades que não ensinadas nos livros. Cientes desse descompasso entre o que a escola oferece e o que o mundo exige, um grupo de especialistas decidiu formar o Gelp (Global Education Leaders’ Program) para discutir problemas reais de sistemas educacionais espalhados pelo mundo e suas possíveis soluções. “Não há uma resposta única nem um só modelo a ser seguido”, diz David Albury, diretor de design e desenvolvimento do Gelp.
‘A escola é o lugar que atrasa o século 21’
Segundo Valor (18/09/12: D6), ter um livro publicado é uma ambição nutrida por muitos candidatos a escritores . Mas conseguir contrato com uma editora e ter sua criação vendida em uma livraria é uma realização para poucos . Em geral, os editores escolhem livros cujo potencial é atrair o maior público possível.
Publicação de Livro Eletrônico « Fernando Nogueira da Costa
ingles
Por que não estão colaborando na minha nova intranet 2.0?
De maneira geral, os ainda incipientes projetos de migração de empresas tradicionais para o novo modelo 2.0 se concentram, de maneira geral, na introdução de ferramentas “colaborativas”, substituindo a velha Intranet por ferramentas parecidas com o Facebook. Infelizmente, por mais que se esforcem, não estão funcionado. Vou tentar procurar algumas causas… Versão 1.0 - 05 de julho de 2012 Rascunho - colabore na revisão. Replicar: pode distribuir, basta apenas citar o autor, colocar um link para o blog e avisar que novas versões podem ser vistas no atual link. De maneira geral, do que leio e escuto o resultado tem sido: “aqui ninguém colabora”, “está difícil a colaboração”, “precisamos de uma gestão de mudança forte”, “tem que ter algo que agregue valor”.Ensaio sobre a colaboração em rede | Leo Germani
( version en español , traduzida por Maynar Patricia Vorga Leite y Ana Campo. gracias eiabel lelex!) Um grupo de pessoas se encontra para compartilhar experiências e logo percebem que tem muitas ideias e objetivos em comum. O encontro é intenso e todas saem de lá determinadas a manterem contato e colaborarem em seus projetos. Todas voltam para os seus afazeres e, algum tempo depois, a única colaboração real que conseguiram foi criar uma lista de emails e compartilhar alguns links interessantes. Você já viu isso acontecer?Acaba de ser formalizada a Secretaria da Economia Criativa, voltada a um tema que conquista o mundo desde sua emergência na Austrália, em 1994 e sua adoção como política de Estado no Reino Unido, em 1997. No Brasil, a proposta desembarcou em 2004, pelas mãos do Embaixador Rubens Ricupero, quando Secretário-Geral da UNCTAD. Desde então, grupos empresariais, pesquisadores, economistas e governantes estaduais e municipais vêm ladrilhando a trilha da economia criativa, demonstrando seu potencial como estratégia de desenvolvimento, sensibilizando a sociedade civil e produzindo estudos e ações. A institucionalização de uma secretaria no governo federal é um marco importante para que a base construída seja alavancada por políticas públicas. Como especialista no assunto, venho deixar minha contribuição para o debate e a construção dessas políticas, sugerindo alguns caminhos complementares aos mencionados no Plano da Secretaria da Economia Criativa, publicado há nove meses.
Economia Criativa – e agora, José?
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4 Keys to a Winning Kickstarter Campaign | Wired Business
Mention Kickstarter these days and blockbuster campaigns come to mind. There’s Ouya’s blistering $2 million in one day for a new Android gaming console (it’s raised more than $5 million to date), and the Nifty MiniDrive , external memory for Apple MacBooks. The tiny storage company is more than 2,000% above its $11,000 goal with 15 days left in the campaign.Financiamento coletivo para aproximar a ciência das pessoas | ::. ISVOR | Programa Da Vinci .::
Jovens cientistas estão encontrando uma alternativa às disputadas e cada vez menos numerosas bolsas de pesquisa científica nos Estados Unidos. Eles participaram durante o último mês da campanha #SciFund Challenge , criada com o objetivo de abrir para financiamento coletivo projetos científicos. No total 75 pesquisadores estavam concorrendo pela atenção e pela preciosa doação das pessoas. Essa já é a segunda edição da campanha, sendo que na primeira 49 cientistas conseguiram arrecadar juntos mais de 76 mil dólares.crowdlearning
Grupo de estudos
Próximo - (Em aberto – fechando turma) Criei um grupo no Facebook para início das conversas! Dias: geralmente noite. Local: p ela Internet, via Hungout. Horário : 2 horas, conforme a turma, ou 19 horas, ou 21 horas.noticias

