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Grupo A » Revista Pátio » Conteúdo exclusivo » O uso das tecnologias na educação

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No contexto escolar atual, é impensável fazermos algumas tarefas sem a ajuda de um computador. Pilhas de cadernos, agendas e planilhas de papel foram substituídas por arquivos no computador, que facilitam o fechamento de notas, o controle de presenças, a emissão do histórico dos alunos, etc. Provas são ricamente elaboradas com o uso de softwares, internet e editores de texto. Chega um momento, porém, em que a presença de alguns recursos tecnológicos deve deixar de ser imprescindível apenas no espaço administrativo e ocupar seu lugar onde será mais útil e mais ricamente aproveitada: a sala de aula. Os recursos tecnológicos na escola É evidente a insatisfação dos alunos em relação a aulas ditas "tradicionais", ou seja, aulas expositivas nas quais são utilizados apenas o quadro-negro e o giz. O aprender por aprender já não existe: hoje, os alunos precisam saber para que e por que precisam saber determinado assunto. Então, por que fazer o mesmo quando se pode fazer diferente?

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O Que é Plasticidade Cerebral? O Que é Plasticidade Cerebral ? Autora: Daniela Cunha Agonilha Plasticidade cerebral é a denominação das capacidades adaptativas do SNC – sua habilidade para modificar sua organização estrutural própria e funcionamento. É a propriedade do sistema nervoso que permite o desenvolvimento de alterações estruturais em resposta à experiência, e como adaptação a condições mutantes e a estímulos repetidos. Como lidar com os celulares em sala de aula Olá educadores! Você é daqueles que pega o celular toda hora? Se distrai fácil com os aplicativos do aparelho? Ou é professor e não aguenta mais chamar a atenção dos seus alunos quanto ao uso em sala de aula? Pois saiba que estamos lidando com a “geração distraída”, que são as pessoas que prestam mais atenção a seus aparelhos tecnológicos do que em qualquer outra coisa.

# 3 – Plasticidade cerebral, poder e tecnologias cognitivas Versão 1.0 – 05.08.13 Uma das principais descobertas da neurociência, nova ciência baseada nas descobertas sobre nosso cérebro, em função de novas máquinas de medição e pensadores, é de que ele não é estático, ou dividido apenas em dois lados. O cérebro é uma rede mutante e se adapta ao ambiente e também as tecnologias que usa. Ou seja, o cérebro de quem dirige um carro é diferente daquele que NÃO dirige que tem que “incoporar” o automóvel a ele. Há uma plasticidade mutante do nosso cérebro, que faz com que nos adaptemos as novidades tecnológicas. Portanto, o cérebro é tão mutante, quanto as tecnologias cognitivas e aí temos um grande campo de estudo para pensarmos a relação da verdade/realidade na sociedade.

Escola digital desafia 'professor analógico' - Geral A ideia de "professores analógicos" em escolas com "alunos digitais" sempre volta à tona quando o debate é a chegada da tecnologia na sala de aula. A diferença de gerações é essencial nessa relação, mas há uma crise que cabe principalmente ao poder público resolver: a formação dos docentes ainda não contempla essa nova realidade e desafios. As lacunas de formação que faz com que professores cheguem às escolas já defasados em relação ao uso da tecnologia são sentidas pelas secretarias de Educação. "Graduações e licenciaturas atualmente em seu currículo tratam a tecnologia e seus recursos de maneira superficial, pois a formação desses profissionais dá-se a partir de embasamentos teóricos, não relacionando a prática com a real função das tecnologias na educação", diz a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Maria Nilene da Costa. Diferenças.

#4 – A plasticidade cerebral tecnológica Versão 1.0 – 05.08.13 O que podemos afirmar é que a estrutura de poder da sociedade se estabelece dentro de uma plasticidade cerebral tecnológica específica. Ou seja, nossa espécie tem um modelo cerebral que é condicionado pelas tecnologias cognitivas de plantão. Ao longo do tempo no mesmo ambiente cognitivo, as relações vão se estabelecendo e sendo estabelecidas dentro dessa plasticidade cerebral. Uso de aplicativos para celular ganha força na escola Tecnologia e educação sempre tiveram uma relação difícil, sobretudo dentro da sala de aula. Embora o modelo de escola tenha pouco se alterado com o passar dos anos, a cultura digital é uma realidade entre alunos e professores – o que tem desafiado a tradição. Com a disseminação dos smartphones, escolas, governos e demais instituições se voltam para potencializar essa tecnologia na melhoria do ensino e da aprendizagem.

Neurociência: como ela ajuda a entender a aprendizagem Plasticidade cerebral O cérebro se modifica em contato com o meio durante toda a vida A interferência do ambiente no sistema nervoso causa mudanças anatômicas e funcionais no cérebro. Assim, a quantidade de neurônios e as conexões entre eles (sinapses) mudam dependendo das experiências pelas quais se passa. Antes, acreditava-se que as sinapses formadas na infância permaneciam imutáveis pelo resto da vida, mas há indícios de que não é assim. Tecnologia no Ensino Infantil Crianças pequenas também usam computador, telefone, ipad e outras ferramentas. Como isso afeta a aprendizagem? As crianças das novas gerações já nasceram "plugadas" no universo digital. Desde pequenas sabem usar o computador, acessar a internet, manusear uma câmera digital ou um telefone celular. Além de serem instrumentos de comunicação e entretenimento, essas ferramentas tecnológicas também são importantes aliadas do ensino, desde a educação infantil. "Se o papel da escola é preparar para a vida e a tecnologia faz parte da vida, a escola precisa preparar os alunos para lidar com ela desde cedo", afirma Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia educacional no Colégio Dante Alighieri, de São Paulo.

Conheça o Edmodo, a maior Rede Social voltada à Educação POR PATRÍCIA GOMES Quando a porta da sala de aula se fecha, o professor se vê ali, sozinho, com 30, 40 alunos. Bate insegurança, dúvida, solidão, os educadores costumam dizer. Mas a tecnologia tem ajudado a diminuir essa sensação. O Edmodo, maior rede social do mundo voltada para a educação, tem se fortalecido como um espaço em que, para além de organizar a sala de aula com atividades virtuais, os professores podem trocar experiências boas ou ruins, aprender juntos, compartilhar materiais. Em seis anos de existência, a rede já reúne mais de 31 milhões de usuários, entre educadores e estudantes, espalhados por 190 países, inclusive no Brasil. Desde 2011, eles organizam a EdmodoCon, um dia inteiro de atividades voltadas ao desenvolvimento profissional.

Os impactos da tecnologia no desenvolvimento sensório-motor das crianças do mundo de hoje Quando nos lembramos como as crianças de uns vinte anos atrás brincavam, temos excelentes recordações. As crianças de pelo menos vinte anos atrás brincavam do lado de fora da casa o dia inteiro, pedalavam de bicicleta, faziam esportes e construiam "fortalezas". As crianças daquela época tinham grandes habilidades para brincadeiras criativas e não precisavam de nenhum material com algum custo para se divertirem e nem supervisão de pais era necessária, enquanto brincavam. As crianças daquela época mudaram, e muito; o mundo sensorial delas era simples e natural.

Faltou apresentar o comitê editorial do periódico e sua ênfase de estudo. by cintiaramaldes May 10

Há recursos suficiente para aulas com tecnologia nas escolas? o que fazer então quando falta recursos? O aluno tem direito ao acesso às tecnologias na escola? by anapaulamachado Apr 14

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