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Google Acadêmico - metodologias ativas Citar Pesquisa avançada Encontrar artigos Exemplos: "Guilherme Bittencourt" ou McCarthy Exemplos: Saber Eletrônica ou Revista Ciência Hoje Exemplo: 1996 ArtigosPerfis Meu perfilMinha bibliotecaAlertasMétricas Pesquisa avançada Configurações Fazer login Fazer login Artigos Acadêmico Aproximadamente 880.000 resultados (0,03 s) Meu perfilMinha biblioteca A qualquer momentoDesde 2018Desde 2017Desde 2014 Classificar por relevânciaClassificar por data Em qualquer idiomaPesquisar páginas em Português incluir patentesincluir citações Criar alerta Dica: Pesquisa para resultados somente em português (Brasil). Educators, learners and active learning methodologies L Kane - International Journal of Lifelong Education, 2004 - Taylor & Francis Picking up from a previous publication in IJLE, the primary objective of this article is to engage in a critical analysis of the concept and practice of 'active'(including 'participatory') learning as well as the usefulness to educators of 'active learning methodologies'. … energy.

Have Fun Teaching Objetos de Aprendizagem Como a história da Taxonomia de Bloom pode me ajudar a ensinar melhor? No grande cenário educacional brasileiro, conseguimos observar com facilidade o movimento sentido à adoção de tecnologias nas salas de aula de o preparo do corpo docente para uso das ferramentas. No entanto, apesar desta trilha ser seguida no dias de hoje, ainda há muita dificuldade no que diz respeito ao uso destas tecnologias nas práticas diárias. Mais do que isso, é raro encontrar um uso “fora da caixa”, para as novas tecnologias. Assim como vimos em “Como o TPACK pode me ajudar a utilizar a tecnologia na sala de aula?” e “Como o modelo SAMR pode me ajudar a entender e aplicar melhor a tecnologia na sala de aula?” Dentre todas estas metodologias e modelos, a Taxonomia de Bloom é uma das opções utilizadas para identificar o desenvolvimento cognitivo dos alunos e desenvolver melhor as atividades em sala. A Taxonomia de Bloom A Taxonomia de Bloom foi criada em 1948 pelo psicólogo Benjamin Bloom e diversos colegas de trabalho que contribuíram para o projeto. Mas e sobre tecnologia? Abraços!

Portal:Educação Artigo em destaque no portal Personagem central na história da educação no Brasil, nas décadas de 1920 e 1930, difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova, que tinha como princípio a ênfase no desenvolvimento do intelecto e na capacidade de julgamento, em detrimento da memorização. Reformou o sistema educacional da Bahia e do Rio de Janeiro, exercendo vários cargos executivos. Foi um dos mais destacados signatários do Manifesto da Escola Nova, em defesa do ensino público gratuito, laico e obrigatório, divulgado em 1932. Mais artigos... Onde você pode ajudar Conheça o WikiProjeto Ciências Sociais para participar de discussões e consultar as orientações e recursos disponibilizados por outros editores.

Taxonomia dos objetivos educacionais Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O Círculo de Bloom onde é mostrado a Taxonomia cognitiva do psicólogo estadounidense (em espanhol) A taxonomia dos objetivos educacionais, também popularizada como taxonomia de Bloom, é uma estrutura de organização hierárquica de objetivos educacionais. Foi resultado do trabalho de uma comissão multidisciplinar de especialistas de várias universidades dos Estados Unidos, liderada por Benjamin S. - o cognitivo, abrangendo a aprendizagem intelectual; - o afetivo, abrangendo os aspectos de sensibilização e gradação de valores; - o psicomotor, abrangendo as habilidades de execução de tarefas que envolvem o aparelho motor. Cada um destes domínios tem diversos níveis de profundidade de aprendizado. Domínio cognitivo[editar | editar código-fonte] As habilidades no domínio cognitivo tratam de conhecimento, compreensão e o pensar sobre um problema ou fato. Está em andamento a discussão sobre a Criatividade substituir a Síntese (2013-14). ↑ Ir para: a b Lorin W.

Livro no Gitbooks | EAD do nosso jeito Este livro mostra nossa visão sobre a Educação a Distância. Propósito do livro Este livro tem como principal propósito: Servir como evidências de aprendizagens sobre os conteúdos estudados no curso Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância, em nível de Pós-Graduação Lato Sensu (Especialização) na modalidade a distância - Gestão em EAD a Distância. -- Alexandre, E. Mas também: Registrar informações relativas a Educação a DistânciaPossibilitar colaboração de colegasEsquematizar os conteúdos estudados Contribuindo com o livro Você pode contribuir com este livro no github: ead-do-nosso-jeito.

Quem é quem na EaD Qual é sua opinião sobre Educação a distância (EaD)? Se sua resposta tem a ver com a imagem de um curso menos exigente que o presencial, em que um estudante solitário fica diante da tela do computador, você precisa rever seus conceitos. A tendência atual na modalidade é a valorização do contato em todas as frentes, com a alternância de momentos de interação mediados pelas tecnologias de informação e comunicação (TIC) e em unidades de apoio presencial, os polos. A articulação de três atores - aluno, professor e tutor - é fundamental na formação de docentes a distância (leia os depoimentos na próxima página). Na graduação dessa modalidade de ensino, os professores têm a função de ministrar aulas - presenciais ou a distância - e, em muitos casos, conceber o projeto pedagógico e produzir ou supervisionar o material didático que será utilizado. O tutor, por sua vez, é o elo entre os alunos e o professor. Ainda não existe uma regulamentação da profissão e das condições de trabalho dele.

Busca: Greg Kearsley de: R$ 16,50 até: R$ 61,28 de: R$ 20,00 até: R$ 140,00 de: R$ 30,00 até: R$ 88,32 de: R$ 55,00 até: R$ 79,90 Capa ilustrativa por: R$ 93,95 Outros títulos similares por: R$ 15,00 por: R$ 50,00 por: R$ 53,01 por: R$ 58,31 por: R$ 60,00 por: R$ 70,00 por: R$ 78,90 por: R$ 80,00 por: R$ 88,32

ESTUDO SOBRE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Marta de Campos Maia Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas FGV-EAESP – mmaia@fgvsp.br Fernando de Souza Meirelles Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas FGV-EAESP – meirelles@fgvsp.br Resumo O estudo dos diversos modelos utilizados nos cursos a distância nas principais Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras pode estimular a análise dos profissionais envolvidos com a Educação a Distância (EAD) que estejam enfrentado um processo de escolha de uma metodologia para melhor servir aos estudantes que não podem ou optam por não vir para o campus da IES. O principal objetivo deste estudo é analisar como as tecnologias de informação e comunicação (TIC) estão sendo utilizadas nos processos educacionais nos cursos a distância nas IES no Brasil. Palavras Chave: Educação a Distância, Metodologia de ensino; Tecnologia de Informação e Comunicação. 1. 2. 3. 4. Tamanho da Amostra 5. Composição da Amostra 1. 2. 3. 4. a. b.

Taxonomia de Bloom e Tecnologia O que é a taxonomia de bloom? Hierarquia tradicional dos processos de raciocínio Em 1956, Benjamin Bloom escreveu a Taxonomia dos Objetivos Educacionais: Domínio Cognitivo e, desde então, sua descrição em seis níveis do raciocínio foi amplamente adotada e usada em inúmeros contextos. Sua lista de processos cognitivos é organizada do mais simples, que é ter a informação, ao mais complexo, que implica julgamento sobre o valor e a importância de uma idéia.Taxonomia de Bloom revisada Em 1999, Dr. Lorin Anderson, um antigo aluno de Bloom, e seus colegas publicaram uma versão atualizada da Taxonomia de Bloom que considera uma gama maior de fatores que afetam o ensino e a aprendizagem. Essa taxonomia revisada tenta corrigir alguns problemas da taxonomia original. taxonomia de bloom e tecnologia educacional Clique aqui para editar. apps que podem ser usados de acordo com a taxonomia de bloom revisada

AUTORES | Andragogia Brasil John Dewey – Teoria e Prática no EnsinoDewey defendia que os conteúdos ensinados são assimilados de forma mais fácil quando associados às tarefas realizadas pelos alunos.LEIA MAIS Paulo Freire – Educador BrasileiroO atual patrono da educação brasileira, Paulo Freire, é um dos idealizadores da pedagogia crítica e dedicou parte da vida aos aprendizes adultos.LEIA MAIS Eduard Lindeman – Andragogo AmericanoLindeman foi muito importante para a história da Andragogia. Em uma de suas viagens para o continente europeu descobriu o termo ‘andragogik’.LEIA MAIS

Por que metodologias ativas de aprendizagem não funcionam na América Latina? - InfoGeekie Para quem trabalha diariamente em busca de uma Educação mais inovadora, a resposta parece óbvia. Apostamos todas as nossas fichas na segunda opção: queremos estudantes mais autônomos, protagonistas, capazes de construir uma trilha personalizada de conhecimento teórico e empírico. Acreditamos que, dessa forma, eles estarão preparados para os desafios de um futuro mais conectado, rápido e flexível, que exige habilidades socioemocionais tanto – ou mais – que conteúdo. Entretanto, um estudo recente do Instituto McKinsey (baixe a pesquisa na íntegra aqui) nos mostra que, ao menos por enquanto, não é bem assim. Em um extenso relatório sobre os fatores que mais influenciam o sucesso escolar na América Latina, um dos destaques é que alunos tendem a performar melhor quando participam de uma mescla entre instrução orientada pelo professor e investigação por conta própria. Parece contraintuitivo? Você já aprendeu a aprender? Aprender ativamente é uma mudança cultural Leia mais:

A solução para a educação é foco no professor | Brasil 28 de novembro de 2016 – Por Nicola Calicchio e Marcus Frank O Brasil atravessa uma das piores crises econômicas de sua história e, com isso, temos desafios imensos, em especial no que tange a educação. Se, por um lado, o orçamento não fecha e são precisos ajustes; por outro, a qualidade da educação pública no país é baixa e a necessidade de investimentos na área é premente. O primeiro passo é analisar se os atuais gastos do país com a área são adequados. No entanto, isso não significa que o Brasil invista o suficiente em educação. E há um caminho paralelo para melhorar a educação pública: fazer mais com o que já gastamos, investindo de forma inteligente e eliminando desperdícios. Primeiro, gastar mais melhora o desempenho em educação, mas, após um certo nível, os ganhos vão se tornando marginais. Que dá para fazer muito mais com o mesmo, está claro. Se assegurar investimentos nos anos iniciais é importante, outra reflexão relevante é em que tipo de investimento temos maior impacto.

Aprendizagem ativa – Revista Educação Conheça as metodologias que prometem revolucionar a forma de aprender e ensinar, tornando o aprendizado mais dinâmico e as aulas mais interessantes para os alunos por Salete Silva Primeiro a globalização, depois a informatização e, ultimamente, a chegada ao ensino superior, e ao mercado de trabalho, das chamadas geração Y e Z, levaram as instituições de ensino a adotar o uso de metodologias ativas em sala de aula. As mudanças impactam ainda o papel do docente, transformando-o em um verdadeiro orientador de estudos ao invés de mero transmissor de conteúdo, exigindo também do aluno uma nova postura: a de protagonista de seu próprio aprendizado. Há diversos modelos de metodologias ativas disponíveis no mercado, entre as quais estudos de caso, aula-laboratório, trabalhos em grupos, simulações, aprendizagem baseada em problemas ou projetos (PBL), entre outras. O sucesso de qualquer uma delas, no entanto, depende de uma radical mudança na atuação do professor em sala de aula. Aprender fazendo

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