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Flashmob Flash Mob - Ode an die Freude ( Ode to Joy ) Beethoven Symphony No.9 classical music

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Researchers figured out how to generate power from falling raindrops — which could solve the biggest problem with solar energy Flashmob or Polished Ad on a Spanish Plaza, This Video Is a Feast Let's make no mistake here; this is a commercial for Banco Sabadell. And, yes, it's a majestic, highly orchestrated flashmob organized by one of Spain's largest banking groups. But, when I get an evening email from our founder and host confessing to shedding "happy tears" when watching it, I figure I better check it out. And, if you read the comments on YouTube, you'll see much more of the same sentiment being expressed. On May 19th at six in the evening, what appeared to be a single, tuxedoed street performer playing a bass for people strolling around Plaça de Sant Roc in Sabadell, Spain (just north of Barcelona) turned into a mass ensemble performing a movement of Beethoven's Ninth Symphony — including more than 100 musicians and singers from the Orchestra Simfònica del Vallès, Amics de l’Òpera de Sabadell, Coral Belles Arts, and Cor Lieder Camera. The production is lovely and highly produced, but it's the fascination and pure joy of the passersby that makes the moment quite magical.

Escutar música clássica modula genes responsáveis por funções cerebrais Escutar música representa uma função cognitiva complexa do cérebro humano, que é sabido induzir várias mudanças neurais e psicológicas. Entretanto, a base fundamental molecular dos efeitos de escutar a uma música é largamente desconhecida. Um grupo de estudiosos da Finlândia investigou como ouvir música clássica afeta o perfil de expressão do gene de participantes musicalmente experientes e inexperientes. Ouvir música aumenta a atividade dos genes envolvidos na secreção e transporte de dopaminas, função sináptica, aprendizado e memória. “A regulação de vários genes que são conhecidos de serem os responsáveis pelo aprendizado de som e canto em pássaros sugere uma base evolucionária compartilhada de percepção de som entre pássaros que cantam e humanos,” diz Dr. Em contraste, escutar música desregula genes que estão associados com a neurodegeneração, rementendo a música a uma função neuro-protetiva.

Ode to Joy lyrics License The purpose of this web site operated by the Internationale Stiftung Mozarteum in cooperation with the Packard Humanities Institute is to make Wolfgang Amadeus Mozart's musical compositions widely and conveniently accessible to the public, for personal study and for educational and classroom use. Wholesale downloading or reuse of the contents of this website is prohibited under all circumstances, whether commercial or otherwise. I agree to use this web site only for personal study and not to make copies except for my personal use under "Fair Use" principles of Copyright law The digitized version offers the musical text and the critical commentaries of the entire Neue Mozart-Ausgabe, edited by the Internationale Stiftung Mozart in cooperation with the Mozart cities of Augsburg, Salzburg, and Vienna. The printed edition has been published by Bärenreiter-Verlag ( and

Ceate your own life itinerary and map. James Kibbie - Bach Organ Works - Download download in groups Complete works organized into 13 groups for download. (Individual works may be downloaded via the catalog or search pages) The links below are to .zip archives containing 256kbps AAC encoded versions of the recordings. After downloading a .zip archive, uncompress it and import the folder of audio files into iTunes or a similar application. All 13 groups are available for download via where they can be downloaded all at once. This work by James Kibbie, The Complete Organ Works of J.S. Privacy Policy Contact Webmaster: Copyright © 2010 The Regents of the University of Michigan

Brain Pickings | Psychology 24 APRIL, 2014By: Maria Popova Warm wisdom from the beloved author to console on one of life’s deepest sources of isolation. “Dear Judy, please send me the facts of life, in numbered order.” So requested 9-year-old Fern in one of the many gems collected in Letters to Judy (public library) — an infinitely endearing compendium of the missives beloved author Judy Blume received from children, whose classic capacity for asking questions at once simple and profound shines here with soul-expanding luminosity. Because her young-adult novels have tackled such timelessly tricky subjects as teenage sex (Forever…), sibling rivalry (The Pain and the Great One), divorce (It’s Not the End of the World), masturbation (Deenie), menstruation (Are You There God? Sometimes funny, sometimes poignant, always earnest, these letters cover everything from the innocent joys of first love to the despairing anguish of loneliness and loss to the general psychoemotional turbulence of puberty. Donating = Loving

Crianças que têm aula de música ampliam suas funções cognitivas para sempre Renato Grandelle Fonte: – clique e conheça!!! Inscreva-se em nosso site e receba informações sobre os trabalhos da Biblioteca: “A música é capaz de despertar memórias, emoções e sentimentos profundos. Ela penetra tão profundamente em nosso sistema nervoso que é, comumente, a última coisa que perdemos. Quando músicos de jazz tocam de improviso (uma característica frequente desse tipo de música), seus cérebros “desligam” áreas ligadas à autocensura e à inibição e ativam aquelas que deixam fluir a autoexpressão. Estudo mostra de que forma as lições com instrumentos moldam cérebro RIO – Uma das características típicas dos seres humanos — dentre aquelas que nos diferenciam dos demais animais — é a nossa capacidade praticamente única na natureza de criar, tocar e apreciar música. De acordo com o novo trabalho, crianças que recebem aulas de música regularmente ampliam suas capacidades cerebrais pelo resto de sua vida adulta. Atividade cerebral cresce Mais música, menos erros

7 Must-Read Books on the Art & Science of Happiness by Maria Popova From Plato to Buddha, or what imperfection has to do with the neuroscience of the good life. If you, like me, are fascinated by the human quest to understand the underpinnings of happiness but break out in hives at the mere mention of self-help books, you’re in luck: I’ve sifted through my personal library, a decade’s worth of obsessive reading, to surface seven essential books on the art and science of happiness, rooted in solid science, contemporary philosophy and cross-disciplinary insight. From psychology and neuroscience to sociology and cultural anthropology to behavioral economics, these essential reads illuminate the most fundamental aspiration of all human existence: How to avoid suffering and foster lasting well-being. The question of what makes us happy is likely as old as human cognition itself and has occupied the minds of philosophers, prophets and scientists for millennia. Human rationality depends critically on sophisticated emotionality. Donating = Loving

Notação musical Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O Codex Chigi,textos e pertituras antigas junto com manuscrito musical do século XVI Origem[editar | editar código-fonte] Os primeiros neumas, apenas como marcas junto das palavras. Fragmento de Laon, Metz, meados do século X Transcrição de tablatura para órgão, século XVI. Os sistemas de notação musical existem há milhares de anos. O conhecimento deste tipo de notação foi perdido juntamente com grande parte da cultura grega após a invasão romana. Para resolver este problema as notas passaram a ser representadas com distâncias variáveis em relação a uma linha horizontal. Nesta época o sistema tonal já estava desenvolvido e o sistema de notação com pautas de cinco linhas tornou-se o padrão para toda a música ocidental, mantendo-se assim até os dias de hoje. Notação padrão[editar | editar código-fonte] A notação musical padrão é escrita sobre uma pauta de cinco linhas. Representação das durações[editar | editar código-fonte] Legenda Usada em Tablatura:

Charles Bukowski, Arthur C. Clarke, Annie Dillard, John Cage, and Others on the Meaning of Life by Maria Popova “We are here to laugh at the odds and live our lives so well that Death will tremble to take us.” The quest to understand the meaning of life has haunted humanity since the dawn of existence. Pulitzer Prize winner Annie Dillard: We are here to witness the creation and abet it. Ralph Morse Albert Einstein's study shortly after his death, Princeton, New Jersey Legendary science writer Stephen Jay Gould: The human species has inhabited this planet for only 250,000 years or so-roughly.0015 percent of the history of life, the last inch of the cosmic mile. Bill Owens Graduation dance Frank Donofrio, a barber: I have been asking myself why I’m here most of my life. Leonard Freed Harlem summer day Science fiction writer Arthur C. A wise man once said that all human activity is a form of play. Franco Zecchin Sicily Literary icon John Updike: Ancient religion and modern science agree: we are here to give praise. Abbas Fireman at scene of bomb explosion, Belfast, Northern Ireland Myron Davis

Música A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas)[1] é uma forma de arte que se constitui na combinação de vários sons e ritmos, seguindo uma pré-organização ao longo do tempo.[2] É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função. A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Definição[editar | editar código-fonte] Listas de música Referências

John Steinbeck on Falling in Love: A 1958 Letter by Maria Popova “If it is right, it happens — The main thing is not to hurry. Nothing good gets away.” Nobel laureate John Steinbeck (1902-1968) might be best-known as the author of East of Eden, The Grapes of Wrath, and Of Mice and Men, but he was also a prolific letter-writer. Steinbeck: A Life in Letters constructs an alternative biography of the iconic author through some 850 of his most thoughtful, witty, honest, opinionated, vulnerable, and revealing letters to family, friends, his editor, and a circle of equally well-known and influential public figures. Among his correspondence is this beautiful response to his eldest son Thom’s 1958 letter, in which the teenage boy confesses to have fallen desperately in love with a girl named Susan while at boarding school. New York November 10, 1958Dear Thom:We had your letter this morning. Complement with six tips on writing from Steinbeck. via Letters of Note Donating = Loving Brain Pickings has a free weekly newsletter. Share on Tumblr