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Chart of Musical Symbols

Chart of Musical Symbols
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Brian Eno Brian Eno (b. 1948) Albums Textures (1989) Obscure No. 3: Discreet Music – Brian Eno (1975) Brian Eno's Obscure Records Series Brian Eno Interviewed on KPFA's Ode to Gravity, 1980 Reel 1 (54:30) Reel 2 (53:36) Artist/Composer: Charles Amirkhanian & Brian Eno Date: 1980-02-02 Source: Other Minds Label / Recorded by: KPFA Charles Amirkhanian and Brian Eno discuss Phonetic Poetry, how Brian writes his lyrics, and the spirit of inquisitiveness at KPFA Radio on Saturday February 2, 1980. Reel II starts with the history of the recording studio as a compositional tool;" and collaboration with David Byrne on album My Life in the Bush of Ghosts. An Interview with Brian Eno (February 26, 1988), Part 1 An Interview with Brian Eno (February 26, 1988), Part 2 An Brian Eno on Art and Music (February 27, 1988), Part 1 An Brian Eno on Art and Music (February 27, 1988), Part 2 Brian Eno in UbuWeb Film UbuWeb Sound | UbuWeb PennSound | CENTRO | EPC | WFMU

Símbolos da notação musical moderna Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Esta é uma lista dos principais símbolos e termos utilizados em partituras na notação musical moderna. Linhas[editar | editar código-fonte] Figuras e pausas[editar | editar código-fonte] Valores de duração de notas e Pausas não são definidas absolutamente, mas são proporcionais à duração das demais notas e pausas. Para efeito de definição a duração de uma semibreve será tomada como uma "duração de referência" (R). Marcas de interrupção[editar | editar código-fonte] Claves[editar | editar código-fonte] As claves de Dó, Fá e Sol podem ser modificadas por números de oitavas. Acidentes e armaduras de clave[editar | editar código-fonte] Fórmula de compasso[editar | editar código-fonte] Articulação[editar | editar código-fonte] Dinâmica[editar | editar código-fonte] Dinâmica musical é a forma como a intensidade ou volume de som varia ao longo da música. Acentos[editar | editar código-fonte] Acentos indicam como notas individuais devem ser tocadas. Oitavas

Elliott Carter He was extremely productive in his later years, publishing more than 40 works between the ages of 90 and 100,[1] and over 20 more after he turned 100 in 2008.[2] His last work, Epigrams for piano trio, was completed on August 13, 2012.[3] Biography[edit] Elliott Cook Carter Jr. was born in Manhattan on December 11, 1908, the son of a wealthy lace importer. Carter's father was Elliott Carter Sr. and his mother was the former Florence Chambers. As a teenager, he developed an interest in music and was encouraged in this regard by the composer Charles Ives (who sold insurance to Carter's family). On December 11, 2008, Carter celebrated his 100th birthday at Carnegie Hall in New York, where the Boston Symphony Orchestra and pianist Daniel Barenboim played his Interventions for Piano and Orchestra written that year. On February 7, 2009, he was given the Trustees Award (a lifetime achievement award given to non-performers) by the Grammy Awards.[5] Music[edit] Partial list of works[edit]

Notação Musical Teoria Musical — 4 de julho de 2012 3:58 pm Pauta, Clave, Notas Valores, Figuras Ligadura, Ponto de Aumento Compassos e Marcação de Compassos Acento Métrico Síncope e Contratempo Alterações Armadura de Clave Outros Sinais Andamentos Pauta ou Pentagrama É o local onde são escritas as notas. Clave É um sinal colocado no início da pauta e serve para determinar o nome da nota e sua altura na escala. Notas É a representação gráfica dos sons. (voltar) Valores Já viram que as notas representam graficamente o som; que tais notas são escritas na pauta; e que o nome dessa nota depende da clave colocada no início da pauta. Para que pudéssemos saber as durações de tempo de cada nota foram criados vários desenhos (figuras). Figuras Observe que a figura é composta por cabeça, haste e colchete Existem figuras de som (dizem quanto tempo dura a nota) e figuras de pausa (mostram quanto tempo dura o silêncio). A semibreve é a figura que compreende todas as outras. Ligadura Ponto de Aumento Compassos Marcação 1. 2.

Arvo Pärt Arvo Pärt (Estonian pronunciation: [ˈɑrvo ˈpært]; born 11 September 1935) is an Estonian composer of classical and sacred music.[1] Since the late 1970s, Pärt has worked in a minimalist style that employs his self-invented compositional technique, tintinnabuli. His music is in part inspired by Gregorian chant. As of 2013, Pärt has been the most performed contemporary composer in the world for three years in a row.[2] Life[edit] Pärt was born in Paide, Järva County, Estonia, and was raised by his mother and stepfather in Rakvere in northern Estonia. In 1980, after a prolonged struggle with Soviet officials, he was allowed to emigrate with his wife and their two sons. Musical development[edit] Familiar works by Pärt are Cantus In Memoriam Benjamin Britten for string orchestra and bell (1977) and the string quintet "Fratres I" (1977, revised 1983), which he transcribed for string orchestra and percussion, the solo violin "Fratres II" and the cello ensemble "Fratres III" (both 1980).

Notação musical Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. O Codex Chigi,textos e pertituras antigas junto com manuscrito musical do século XVI Origem[editar | editar código-fonte] Os primeiros neumas, apenas como marcas junto das palavras. Fragmento de Laon, Metz, meados do século X Transcrição de tablatura para órgão, século XVI. Os sistemas de notação musical existem há milhares de anos. O conhecimento deste tipo de notação foi perdido juntamente com grande parte da cultura grega após a invasão romana. Para resolver este problema as notas passaram a ser representadas com distâncias variáveis em relação a uma linha horizontal. Nesta época o sistema tonal já estava desenvolvido e o sistema de notação com pautas de cinco linhas tornou-se o padrão para toda a música ocidental, mantendo-se assim até os dias de hoje. Notação padrão[editar | editar código-fonte] A notação musical padrão é escrita sobre uma pauta de cinco linhas. Representação das durações[editar | editar código-fonte] Legenda Usada em Tablatura:

Appendix 1: The Hidden Markov Model Representation of a Query As shown in Figure 1, the user's query is transcribed by a pitch tracker into a form usable by MusArt. The query is recorded as a .wav file and then transcribed into a MIDI1-based representation using an enhanced autocorrelation algorithm [2]. Figure 1: MusArt Architecture MIDI is to a digital audio recording of music as ASCII is to a bitmap image of a page of text. Figure 1A: A sung query The pitch tracker divides the input file into 10 millisecond frames and tracks pitch on a frame-by-frame basis. Figure 1A shows a time-amplitude representation of a sung query, along with example pitch-tracker output (shown as piano roll) and a sequence of values derived from the MIDI representation (the deltaPitch, IOI and IOIratio values). We define the following. A note transition between note n and note n+1 is described by the duple <deltaPitch, IOIratio>. We represent a query as a sequence of note transitions. Markov Representation A set of states, S={s1, s2, s3,…, sn}.

Solfège Syllables are assigned to the notes of the scale and enable the musician to audiate, or mentally hear, the pitches of a piece of music which he or she is seeing for the first time and then to sing them aloud. Through the Renaissance (and much later in some shapenote publications) various interlocking 4, 5 and 6-note systems were employed to cover the octave. The tonic sol-fa method popularized the seven syllables commonly used in English-speaking countries: do (or doh in tonic sol-fa),[2] re, mi, fa, so(l), la, and si (or ti), see below). There are two current ways of applying solfège: 1) fixed do, where the syllables are always tied to specific pitches (e.g. "do" is always "C-natural") and 2) movable do, where the syllables are assigned to scale degrees ("do" is always the first degree of the major scale). Etymology[edit] Italian "solfeggio" and English/French "solfège" derive from the names of two of the syllables used: sol and fa.[3][4] Origin[edit] Sheet Music for Ut Queant Laxis and C

Gallery of Graphic Musical Notation Here's 24 examples of unusual or graphic musical notation, from the cuneiform markings of the oldest song in the world, to the graphic notation of Stockhausen, Crumb, Cage and Eno, to the painted musical inventions of Adolph Wolfli. Click each picture for a larger image. Key to composers of above works, arranged by row, left to right: Row 1: Bernard Rands, John Cage, Adolph Wolfli Row 2: John Cage, Unknown, Cornelius Cardew Row 3: George Crumb, Earle Brown, Earle Brown Row 4: Brian Eno, Unknown, Hermeto Pascoal Row 5: Iannis Xenakis, John Stump, Unknown Row 6: Unknown (oldest song in the world), Unknown, Unknown Row 7: Krzysztof Penderecki, Krzysztof Penderecki, Hans Christoph Steiner Row 8: Karlheinz Stockhausen, Karlheinz Stockhausen, Unknown

Música Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas)[1] é uma forma de arte que se constitui na combinação de vários sons e ritmos, seguindo uma pré-organização ao longo do tempo.[2] É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função. Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Definição[editar | editar código-fonte] Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. Referências

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