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Talks - in Portuguese, Brazilian

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Fronteiras do Pensamento Explicando um Banco Semi Sentado e o Laudo Ergonômico O que é um Banco Ergonômico? O que é um Laudo Ergonômico Funcional? O que é um Banco Semi Sentado? Temos recebidos vários questionamentos de nossos leitores que tem recebido muitas reclamações trabalhistas e ficam muitas vezes sem entender o significado de muitos termos. Geralmente a alegação é que: ...”compramos um banco ergonômico mas o fiscal nos advertiu que estava incorreto...como é possível essa colocação? Se o banco é ergonômico, por que está errado?” Vamos responder por partes para que todos entendam Da mesma forma que qualquer outro produto denominado “ergonômico”, o Banco Ergonômico é um mobiliário utilizado de forma a dar mais conforto ósteo - muscular para a pessoa que o utiliza, em conformidade com as exigências de fabricação preconizadas pela ABNT específicas para determinada utilização, levando em conta as normas antropométricas e mecânicas do ser humano. É necessário que se estude a Ergonomia do posto de trabalho para se especificar quais os materiais a serem utilizados.

Every Every Every Generation Has Been the Me Me Me Generation - Elspeth Reeve Millennials are the "ME ME ME GENERATION," writes Joel Stein for the cover of Time magazine, which is apparently a marked departure from the Baby Boomers, who were the plain old "Me Generation" (one me, no caps) and who created the "Me Decade" in the 1970s, and who coined the phrase, "But enough about me… what do you think about me?" in the 1980s when they were raising the next narcissists, Generation X. Sometimes you get the sense that these magazines' cultural writers have very little experience with the entire American culture, and prefer to make their grand analyses based on what people they know in the gentrified parts of cities like New York and Los Angeles were talking about at brunch last weekend. The type of young person that magazine writers come across most frequently are magazine interns. Because the media industry is high-status, but, at least early on, very low pay in a very expensive city, it attracts a lot of rich kids. But here is Stein's most important bit of data:

Carol Bensimon: "O brasileiro classe média" O brasileiro classe média, ano-base 2013, tem um pet. Não um gato, não um cachorro. Um pet. > Opine: o que você achou do texto da colunista? O brasileiro classe média vai para a academia de carro. O brasileiro classe média acredita em bairro planejado, brigadeiro gourmet e bufê-de-saladas-pratos-quentes-sushi-churrasco-ilha-de-massas-por-R$ 42,90. O brasileiro classe média não faz, compra pronto. O brasileiro classe média pedindo pão no supermercado: "Me dá cinco.

10 Melhores Livros de Design de Produto! Seleção dos 10 melhores livros em Design de Produto que quem está ou gostaria de estar nessa área deveria ler (e ter!). Olá! Hoje estou estreando como colunista no Choco la Design, com artigos relacionados ao Design de Produto. Sou apaixonada por design! Primeiramente gostaria de me apresentar: sou designer, formada há 20 anos pelo Mackenzie/SP e sou mestre em design pela Anhembi Morumbi/SP. Outra paixão que tenho é em relação aos livros. A Arte da Inovação (Tom Kelley) Este livro fala sobre a bem-sucedida IDEO, empresa norte-americana que projetou produtos como o mouse da Apple e o Palm Pilot V. Das Coisas Nascem Coisas (Bruno Munari) Neste livro clássico sobre metodologia de projetos são apresentados alguns pequenos problemas e outros mais complexos, sempre tendo em vista o que se deve fazer para resolvê-los. Design Basics: From Ideas to Product (Gerhard Heufler) Design: História, Teoria e Prática do Design de Produtos (Bernhard E. Design Secrets: Products (IDSA) Até a próxima!

A lógica desastrosa - Reproduzido de Época, 23/12/2012; título original “A lógica desastrosa de Lula sobre a imprensa”, intertítulos do OI Há dias, em Paris, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou dos jornais. De novo. “Quando político é denunciado, a cara dele sai noite e dia nos jornais”, disse ele. Segundo Lula, os anunciantes estão a salvo das reportagens investigativas, pois os repórteres e os editores não têm a dignidade de apurar os fatos e de publicá-los com um grau mínimo de independência crítica. Claro: os jornalistas de brio, honrados, foram ultrajados por ele. Existe uma explicação. Verbas gordas Há cerca de dois meses, no final da campanha municipal, em São Paulo, o então candidato a prefeito José Serra (PSDB) deu de acusar os repórteres que formulavam perguntas incômodas (na opinião dele) de ser agentes de “pautas petistas”. Lula, outra vez, lança mão do mesmo truque. Desta vez, porém, uma resposta não pode faltar. >> Primeira mentira. >> Segunda mentira. Mas atenção: a Caixa, que pertence ao governo federal, investiu mais que o Bradesco: R$ 1,092 bilhão. >> Terceira mentira. >> Quarta mentira.

Nó górdio Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Alexandre corta o nó górdio em pintura do século XIX O nó górdio é uma lenda que envolve o rei da Frígia (Ásia Menor) e Alexandre, o Grande. Conta-se que o rei da Frígia (Ásia Menor) morreu sem deixar herdeiro e que, ao ser consultado, o Oráculo anunciou que o sucessor chegaria à cidade num carro de bois. Górdio reinou por muito tempo e quando morreu, seu filho Midas assumiu o trono. Quinhentos anos se passaram sem ninguém conseguir realizar esse feito, até que em 334 a.C Alexandre, o Grande, ouviu essa lenda ao passar pela Frígia. É daí também que deriva a expressão "cortar o nó górdio", que significa resolver um problema complexo de maneira simples e eficaz.

Portfoliobox - Your online portfolio website Paulo Nogueira: As barbaridades que são ditas e feitas em nome da liberdade de imprensa Este jornal de Murdoch não sobreviveu à revisão que se faz na Inglaterra sobre os limites da mídia. Regular a mídia é vital para torná-la melhor, e falar em “censura” é cinismo paralisador. Paulo Nogueira em seu Diário do Centro do Mundo E eis que o mundo todo discute os limites da mídia. A recomendação principal: a formação de um órgão regulamentador independente. Para ficar num só caso. Fiscais não se autofiscalizam. Dias depois de divulgado o relatório, o premiê David Cameron se reuniu com editores de jornais. Cameron deixou claro seu apoio à essência das recomendações de Leveson. 1) A independência do novo órgão regulador em relação às empresas de jornalismo. 2) Multas na “casa do milhão de libras”, quando for o caso. 3) Retificações rápidas e em lugar de grande destaque. É mais ou menos o que se tem na Dinamarca, conforme já escrevi neste Diário. A opinião pública britânica apoia maciçamente o Relatório Leveson. No Brasil, vigora a autorregulamentação. Funciona? É uma possibilidade.

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