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Best Free Podcasts. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Fábula de Esopo : Os viajantes e a árvore. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Os sábios... e os sabiás. Era uma vez um homem que dizia ser sábio.

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Os sábios... e os sabiás

Um dia encontrou-se com outro homem à beira do rio Tejo. Foram andando... E conversando. O sábio disse que sabia tudo! E começou a fazer perguntas ao outro homem. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - GUERRA JUNQUEIRO : O Malmequer. No campo, junto da estrada real, havia uma casinha muito bonita, que deveis ter visto muitas vezes.

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - GUERRA JUNQUEIRO : O Malmequer

Há na frente um jardinzinho com flores, rodeado por uma sebe verdejante. Ali perto nas bordas do valado, no meio da erva espessa, floria um pequenino malmequer. Desabrochava a olhos vistos, graças ao sol, que repartia igualmente a sua luz tanto por ele como pelas grandes e maravilhosas flores do jardim. Uma bela manhã, já inteiramente aberto, com as folhinhas alvas e brilhantes, parecia um sol em miniatura circundado dos seus raios. Pouco se lhe dava que o vissem no meio da erva e não fizessem caso dele, pobre florinha insignificante.

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O Sapateiro pobre. Havia um sapateiro que trabalhava à porta de casa e todo o santíssimo dia cantava.

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O Sapateiro pobre

Tinha muitos filhos, que andavam rotinhos pela rua, pela muita pobreza, e à noite, enquanto a mulher fazia a ceia, o homem puxava da viola e tocava os seus batuques muito contente. Ora defronte do sapateiro morava um ricaço, que reparou naquele viver e teve pelo sapateiro tal compaixão que lhe mandou dar um saco de dinheiro, porque o queria fazer feliz. O sapateiro lá ficou admirado. Pegou no dinheiro e à noite fechou-se com a mulher para o contarem. Naquela noite, o pobre já não tocou viola. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O Galo de Barcelos. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Contes populaires à écouter. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - A Princesa e a Ervilha - Conto de Andersen. Era uma vez um príncipe que queria casar com uma princesa, mas com uma verdadeira princesa.

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - A Princesa e a Ervilha - Conto de Andersen

Deu a volta ao mundo na esperança de encontrar uma menina assim, mas em vão. Princesas encontrou ele muitas, mas era difícil ter a certeza de que eram verdadeiras princesas. Havia sempre alguma coisa nelas que lhe parecia suspeito. Por fim, regressou ao seu palácio muito triste, porque desejava muito casar com uma princesa verdadeira. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - GUERRA JUNQUEIRO : Não quero (Conto ORAL) Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - La crèche abîmée - O Presépio partido (Anecdote de Noël) Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - GUERRA JUNQUEIRO : O Ouro. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Que grande cobra ! Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Meu São Benedito. Um doutor casou com uma menina muito bonita e educada, boa dona de casa, e com todas as qualidades.

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Meu São Benedito

Mas, para o aceitar, a menina exigiu que fosse viver com eles a ama que a tinha criado. O marido concordou, porque a ama, além de boa pessoa, era uma mulher de trabalho, asseada, e sobretudo óptima cozinheira.Mas logo no primeiro dia de casados, quando se sentaram para almoçar, a menina não provou a sopa, que estava de chorar por mais, e pôs o prato de lado, explicando que em casa dela nunca se comia sopa ao almoço. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O sábio e o barqueiro. Um sábio atravessava de barco um rio e, conversando com o barqueiro, perguntou : - Diga-me uma coisa : você sabe botânica ?

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O sábio e o barqueiro

O barqueiro olhou para o sábio e respondeu : - Não senhor. Não sei que história é essa. - Você não sabe botânica ? O barqueiro continua remando. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O Céu e o Inferno... Leitura comparativa. Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar o conceito de Céu e Inferno.

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O Céu e o Inferno... Leitura comparativa

Mas o monge respondeu-lhe com desprezo : - Não passas de um rústico... não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia ! Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando da bainha sua espada, berrou : Folclore Brasileiro Ilustrado - O Mito do Quibungo - Dicas para Pais e Educadores. Folclore Brasileiro Ilustrado - O Mito do Quibungo Autor: Editoria de Pesquisas Site de Dicas[1]15 de Fevereiro de 2016 Série: Personagens do Folclore Brasileiro Nos mitos está a essência de grande parte de nossas crenças e superstições...

Folclore Brasileiro Ilustrado - O Mito do Quibungo - Dicas para Pais e Educadores

Os Aspectos Gerais do Mito do Quibungo Os Mitos assustadores retratam uma necessidade de explicação para os nossos medos mais profundos... O Quibungo é uma espécie de Bicho-Papão negro, um visitante africano inesperado que acabou por se domiciliar na Bahia, onde passou a fazer parte do folclore local. Trata-se de uma variação do Tutu e da Cuca, cuja principal função era disciplinar pelo medo as crianças rebeldes e relutantes em dormir cedo. Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O Quibungo. Erreur 403 - Académie d'AMIENS.

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Razão por que a água do mar é salgada. [1] Mó é cada uma do par de pedras duras, redondas e planas, com as quais, nos moinhos, se trituram grãos de trigo, cevada, centeio e outros, até se reduzirem a farinha; ou, nos lagares a azeitona, até ser dela extraído todo o óleo. [2] parámos / paramos (Br) [3] Mó é cada uma do par de pedras duras, redondas e planas, com as quais, nos moinhos, se trituram grãos de trigo, cevada, centeio e outros, até se reduzirem a farinha; ou, nos lagares a azeitona, até ser dela extraído todo o óleo. [4] Origem : O lindo site «Histórias da Carochinha»

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - Razão por que a água do mar é salgada

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O sal e a água - Teófilo Braga. 1. a) O que é que o rei, pai das três filhas, queria saber ?................................................................................................................................................................................................................................................................................................

Aux Rendez-vous d'Anatole - Pédagoland - O sal e a água - Teófilo Braga

1. b) Qual é a personagem que falou de «sal» ?................................................................................................................................................................................................................................................................................................ 1. c) Qual foi a reacção do pai ? 2. b) Quem é que se tornou cozinheira ? 2. c) Quem é que se apaixonou por ela ? 4. 5. 6. 7. ERA UMA VEZ... - Centro de Competência Nónio SécXXI da ESE de Santarém. Contos de Hans Christian Andersen. Contos Zen: O Céu e o Inferno.

Céu e Inferno. 1BOM_DIA : Mensagem: : Fábula japonesa. Lenda japonesa - O Céu e o Inferno. Agosto 2012. O Cai Gen Tan菜根譚 foi escrito no século 16 pelo erudito Hong Yingming 洪應明 (ou Hong Zicheng洪自誠, 1572-1620), próximo ao final da dinastia Ming大明 (1368-1644). Apesar de ter publicado vários outros textos, com certeza foi o Cai Gen Tan que teve maior destaque na obra de Hong. O título é de difícil tradução: literalmente, ele significaria algo como ‘Discurso sobre as raízes dos vegetais’. Hong buscava estabelecer uma analogia entre as três grandes correntes do pensamento chinês em sua época: Confucionismo, Daoísmo e Budismo Chan (Zen). Para que as ‘raízes’ das três frutificassem, portanto, precisavam ser cultivadas no intimo do ser humano.

Categorias. Arquivo Português de Lendas. Erreur 403 - Académie d'AMIENS. A Princesa e a Ervilha - Conto de Andersen. Que grande cobra ! MEU SÃO BENEDITO. MEU SÃO BENEDITO. Um doutor casou com uma menina muito bonita e educada, boa dona de casa, e com todas as qualidades. Mas, para o aceitar, a menina exigiu que fosse viver com eles a ama que a tinha criado.

O marido concordou, porque a ama, além de boa pessoa, era uma mulher de trabalho, asseada, e sobretudo óptima cozinheira. Mas logo no primeiro dia de casados, quando se sentaram para almoçar, a menina não provou a sopa, que estava de chorar por mais, e pôs o prato de lado, explicando que em casa dela nunca se comia sopa ao almoço. O marido aceitou a explicação, e achou a sopa tão boa, que, depois de comer a dele, comeu também a da mulher. Contos Infantis, fábulas ilustradas, folclore, histórias tradicionais. Histórias da Carochinha. CONTES Pt.

O sábio e o barqueiro. José de Lemos. Le Conte à L'Ecole. La pratique du conte à l'oral dans le milieu scolaire. Nous aborderons dans ce chapitre les différentes expériences et réflexions sur le conte en milieu scolaire, mais ceci uniquement autour de l'acte de raconter et donc de la pratique orale du Conte.La pratique pédagogique et écrite se trouvera dans le chapitre suivant. ("Le conte comme outil pédagogique") Un lien vers "Sitinstit" qui a pour but de mettre en synergie les initiatives individuelles et associatives des acteurs de l'enseignement et de l'éducation des enfants de 2 à 11 ans. Henri Cazaux- conteur, sur le site Millenium, nous donne son avis sur le conte à l'école. Et Philippe Campiche - conteur, qui nous donne également son point de vue : Playdoyer pour une initiation au conte à l'école Un article des "Arts du récit" : La place du conte en milieu scolaire Reflexions de Christian Tardif : Christian Tardif a été enseignant pendant 10 ans.

Allez donc faire un tour sur la page "Les enfants-conteurs" . Le Conte comme outil pédagogique :