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Antropologia

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Etnografia. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Etnografia

A etnografia (do grego έθνος, ethno - nação, povo e γράφειν, graphein - escrever) é por excelência o método utilizado pela antropologia na coleta de dados. Baseia-se no contato inter-subjetivo entre o antropólogo e o seu objeto, seja ele uma tribo indígena ou qualquer outro grupo social sob o qual o recorte analítico seja feito. A base de uma pesquisa etnográfica é o trabalho de campo. Neste caso, este trabalho de campo se dá por meio do contato intenso e prolongado (que pode durar até mesmo mais de um ano) do pesquisador com a cultura do grupo para descobrir como se organizam seu sistema de significados culturais. [1] O etnógrafo pode ser considerado um instrumento humano. Com um problema de pesquisa, uma teoria de interação ou de omportamento social e uma variedades de guias conceituais em mente, o etnógrafo se envereda em uma cultura ou situação social para explorar, coletar e analizar dados.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Etnografia

Etnologia. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. etnologia é o estudo ou ciência que estuda os fatos e documentos levantados pela etnografia, no âmbito da antropologia cultural e social, buscando uma apreciação analítica e comparativa das culturas e das civilizações.[1] Em sua acepção original, era o estudo das sociedades primitivas, todavia, com o desenvolvimento da Antropologia, o termo primitivo foi abandonado por se acreditar que exaltaria o preconceito étnico.

Etnologia

Assim, atualmente se diz que etnologia é o estudo das características de qualquer etnia, isto é, agrupamento humano - povo ou grupo social - que apresenta alguma estrutura socio-econômica identificável, onde em geral os membros têm interações cara a cara, e há uma comunhão de cultura e de língua. Este estudo visa estabelecer linhas gerais e de desenvolvimento das sociedades. O etnógrafo observa as diferenças entre as sociedades,[2] desde o modo de andar e usar o corpo (técnicas corporais) até a celebração do casamento e dos funerais.

Etnologia

Indigenous Peoples of the world. Eduardo Viveiros de Castro: 'O que se vê no Brasil hoje é uma ofensiva feroz contra os índios' RIO - Certa vez, ao dar uma palestra em Manaus, o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro deparou-se com uma plateia dividida entre cientistas e índios.

Eduardo Viveiros de Castro: 'O que se vê no Brasil hoje é uma ofensiva feroz contra os índios'

Enquanto apresentava suas teses sobre o perspectivismo ameríndio, conceito desenvolvido a partir da cosmologia dos povos com que estudou na Amazônia, notou que a metade branca da plateia ia perdendo o interesse. No fim da palestra, diante do silêncio dos cientistas, uma índia pediu a palavra para alertá-los: “Vocês precisam prestar atenção ao que o professor aí está dizendo. Polyamory. O pensamento moderno – afanando ideias...: Rousseau, Kant e a "história conjectural" "Comecemos, então, por afastar todos os fatos, pois que não levam à questão.

O pensamento moderno – afanando ideias...: Rousseau, Kant e a "história conjectural"

Difusionismo. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Difusionismo

Difusionismo é a teoria que trata do desenvolvimento de culturas e tecnologias, particularmente na história antiga. A teoria sustenta que uma determinada inovação foi iniciada numa cultura específica, para só então ser difundida de várias maneiras a partir desse ponto inicial. De acordo com o difusionismo, presume-se que uma inovação maior (como por exemplo, a invenção da roda) tenha sido criada num tempo e local particular para então ser passada para populações vizinhas através de imitação, negociação, conquista militar ou outras maneiras.

Dessa forma, a inovação irradia lentamente de seu ponto de partida. A teoria pode ser aplicada a temas artísticos, crenças religiosas ou qualquer outro aspecto da cultura humana. Esse método tem sido usado para investigar inovações, traçando rotas até presumidos pontos de partida, localizando assim sua origem em culturas distintas e mapeando a história de sua difusão. The Hazards of Predicting Divorce Without Crossvalidation.

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Eduardo Viveiros de Castro (nasceu em 1951) é um antropólogo brasileiro, professor do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

(Brasil) Eduardo Viveiros de Castro, o antropólogo contra o Estado

Sobre ele, Claude Lévi-Strauss, seu colega e mentor, disse: “Viveiros de Castro é o fundador de uma nova escola na antropologia. Com ele me sinto em completa harmonia intelectual”. O antropólogo anarquista Pierre Clastres, autor do livro “A sociedade contra o Estado”, é também uma das suas referências fundamentais. Por RAFAEL CARIELLO (*)