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Globo sonegou Imposto de Renda. A Dilma vai cobrar. Um crime de imprensa: como o Fantástico matou o futuro de cinco crianças. Ter, 26/05/2015 - 12:09 Atualizado em 26/05/2015 - 13:09 “Nas vésperas da estreia de "Salve Jorge", da Rede Globo, uma série de reportagens do Fantástico aproximou o enredo da nova novela - que tratava de tráfico de pessoas - da vida real.

Um crime de imprensa: como o Fantástico matou o futuro de cinco crianças

Era a história de uma quadrilha de mães paulistas que foram a Monte Santo, na Bahia, e, supostamente mancomunadas com um juiz local, tiraram cinco crianças de uma única família para dá-las à adoção. O JornalGGN começa, hoje, a contar a verdadeira história das crianças de Monte Santo, cujo processo de adoção foi transformado em um espetáculo que tornou seus protagonistas -- famílias em busca de crianças carentes, facilitadores de adoção, juízes e conselhos tutelares -- em integrantes de uma quadrilha de tráfico de crianças.

Tirando o espetáculo e consideradas as provas pacientemente colhidas pelos acusados, sobram pessoas que tiveram as suas vidas invadidas e crianças transformadas em joguetes”. Um juiz sério foi tratado como criminoso. Link Permanente. Sociedade civil e MPF ganham prêmio por fazer o trabalho do governo. Por Pedro Ekman* No início deste mês, a Associação Nacional dos Procuradores da República entregou o Prêmio República, categoria Direito Constitucional, para o Fórum Interinstitucional pelo Direito à Comunicação (Findac).

Sociedade civil e MPF ganham prêmio por fazer o trabalho do governo

O impeachment será no Whatsapp. Nem Facebook, nem Twitter.

O impeachment será no Whatsapp

Empresas, ativistas e partidos políticos vêm aderindo em massa ao Whatsapp para vender, mobilizar e, claro, espalhar boatos. Sem anúncios e mais intimista e rápido que outras redes sociais, o aplicativo de mensagens instantâneas cai nas graças de quem espera chamar a atenção e dar credibilidade a ações nem sempre bem intencionadas. O boato nefasto da 'bolsa-prostituição' A credulidade inocente de boa parte da população usuária das mídias sociais é um risco e um problema que ainda não foi suficientemente abordado pela imprensa.

O boato nefasto da 'bolsa-prostituição'

Uma postagem absurda em um blog (10/5) quase desconhecido espalhou-se pela blogosfera, pelo Facebook e o Twitter, e quase convenceu muita gente que o governo federal iria subsidiar garotas de programa em 2 mil reais ao mês. Por alguns dias, muita gente acreditou que a administração Dilma Rousseff iria pagar algum tipo de auxílio às profissionais do sexo.

A Rádio Criciúma (16/5) comentou o bizarro fato, mas não captou a malícia do autor da mentira publicada: “Mesmo a ‘notícia’ sendo totalmente descabida e o blog ser exclusivamente preenchido com textos de humor, muitos internautas compartilharam nas redes sociais, sem conferir a veracidade, causando revolta dos indignados – que também não procuraram se informar, com a suposta ajuda às garotas de programa. O fim do bom senso - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 2/3/2015. A insistência de um grande grupo de parlamentares em conduzir a agenda política na direção oposta ao que indica a evolução da democracia no Brasil pode levar muitos cidadãos a desanimar da vida republicana.

O fim do bom senso - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 2/3/2015

Como efeito colateral, também pode ser afetada a reputação da imprensa, ao dar abrigo a certas propostas que significam um retrocesso em conquistas importantes da cidadania. A leitura dos jornais e a audiência atenta aos principais noticiosos do rádio e da televisão dão a impressão de que o Congresso Nacional se deslocou da contemporaneidade e busca uma ancoragem em algum ponto do século passado. Há uma clara estratégia em curso, que consiste em inserir no senso comum determinados valores que se enquadram melhor em doutrinas religiosas do que nos compêndios legais de um país moderno. Mesmo no campo teórico, há uma enorme difusão de conceitos sobre o que seria o senso comum ou o bom senso.

Onde está a sabedoria? Leia também. A TV que te vê - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 23/2/2015. A Samsung, indústria coreana de tecnologia digital, admitiu publicamente, há duas semanas, que seus aparelhos de televisão são capazes de gravar conversas dos espectadores e transmitir esse conteúdo para um banco de dados controlado pela empresa.

A TV que te vê - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 23/2/2015

Basta que o cidadão habilite o comando de voz do televisor inteligente – chamado no mercado de smart TV – para fazer o controle remoto de suas funções, que o sistema habilita o aparelho a gravar tudo que é captado pelo microfone, transmitindo os dados para a central da Samsung. Também a Apple já anunciou a colocação, no mercado, de um monitor de tela plana que agrega todas as funcionalidades da televisão inteligente e com um processador poderoso o suficiente para cumprir os atributos de um computador com grandes recursos.

Como nos tablets e nos melhores laptops, o novo equipamento tem uma câmera de alta definição capaz de registrar imagens e sons no ambiente. É interessante observar o quanto a tecnologia evoluiu nesse período. Escândalo provoca debate sobre pressão comercial no jornalismo - Tradução e edição: Leticia Nunes. Informações de Benjamin Mullin [“The Telegraph soft-balled bank to save advertising contract, former staffer says”, Poynter, 17/2/15], Chris Johnston [“Dail. O jornal encouraçado. Curitiba tem um pequeno jornal que conseguiu atravessar 30 anos sem crise.

O jornal encouraçado

O dono era um cartorário muito rico, amante do jornalismo. Fica no bairro Centro Cívico, num prédio pequeno de dois andares, muito clean. Foi desenhado para uma operação enxuta. A Petrobras e o massacre midiático de Dilma. Num de seus artigos, o jornalista Ricardo Melo diz: “Em 1997, o jornalista Paulo Francis denunciou esquema de roubalheira na Petrobras num programa de TV.

A Petrobras e o massacre midiático de Dilma

O presidente da empresa, Joel Rennó, em vez de tomar alguma providência, abriu um processo de US$ 100 milhões contra Francis”. Na verdade, Francis pôs o dedo na chaga que penaliza a sociedade. Ele sabia que a corrupção tomava a estatal petroleira desde os tempos da gestão Fernando Henrique Cardoso (1994-98). Seu único erro foi acusar sem apresentar uma única prova. Congresso de Israel vota contra Globo. Veja que interessante: o Knesset está votando (e aprovando) lei que impede a distribuição de jornais gratuitos em Israel.

Congresso de Israel vota contra Globo

Atentado à liberdade de imprensa? Ou zelo pela pluralidade e pela competição? O autor do artigo é um respeitadíssimo intelectual israelense. Três mitos sobre a Sabesp e a seca em São Paulo « O caçador de mitos – VEJA.com. Um caso de simpatia quase amor - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 21/1/2015  

Os profissionais de comunicação corporativa costumam dizer que gestão de crise é o conjunto de ações para evitar que piore tudo que já está ruim.

Um caso de simpatia quase amor - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 21/1/2015  

Trata-se, portanto, de conter o fluxo de notícias e opiniões negativas e, se possível, ocupar o tempo e o espaço com conteúdos positivos, ou, no mínimo, neutros. A tarefa fica mais difícil quando o núcleo do sistema de mídia, ou seja, os principais jornais e os noticiários de maior audiência na televisão, desenvolvem um viés negativo em relação à reputação que se pretende preservar ou recuperar. Por outro lado, quando a matriz do sistema midiático demonstra estar a favor de tal objeto, o único trabalho a ser feito é o de criar factoides capazes de manter o assunto indigesto longe da pauta dos jornalistas. Nesse caso, tudo se resume a cultivar relações de simpatia com a mídia, para continuar contando com a boa vontade dos jornalistas em comprar o que se vende. Canos furados Quando se revela que o desastre é iminente, o que fazem os jornais?

Em artigo, presidente da Sabesp admite racionamento de água em SP. Jerson Kelman (direita) durante cerimônia de posse na Sabesp (Foto: Tatiana Santiago/G1) O novo presidente da Sabesp, Jerson Kelman, admitiu em artigo publicado nesta quinta-feira (22), que pode adotar racionamento em São Paulo "se continuar a não chover nos lugares certos e nas quantidades necessárias". "O termo racionamento é usado, em geral, quando se força a diminuição coletiva do consumo por meio da total interrupção do fornecimento por algumas horas do dia ou quando se impõem quotas individuais de consumo.

Não é o que a Sabesp tem feito, mas poderá ser forçada a fazê-lo, se continuar a não chover nos lugares certos e nas quantidades necessárias", disse em artigo publicado na "Folha de S.Paulo". Os flagelados de São Paulo - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 23/1/2015. A manipulação de fatos e indicadores entrou tão fundamente no processo de produção da mídia tradicional no Brasil que mesmo o leitor crítico, que pela experiência sai vasculhando contradições e inconsistências, tem dificuldade para encontrar o viés que os editores querem impor ao público. Não basta analisar as manchetes e avaliar as escolhas de destaques entre as principais notícias; também não é suficiente ler nas entrelinhas o que a narrativa jornalística tenta esconder: é preciso adivinhar a malícia e seguir suas pegadas.

Vejamos, por exemplo, o que acontece com o noticiário sobre a crise de abastecimento de água na região metropolitana de São Paulo: a estratégia de comunicação do governo paulista consiste em desviar a atenção para a questão da energia, e com isso colocar na perspectiva do público a parte de responsabilidade que cabe ao governo federal. Como se faz isso? Com parcelas da verdade, cuidadosamente articuladas para que pareçam compor a verdade inteira. Quem sai no retrato - Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 22/1/2015. Os jornais de quinta-feira (22/1) refletem uma circunstância corriqueira na relação da imprensa com o poder político e reproduzem o estado de guerra que domina o ambiente midiático. As manchetes e outros títulos de destaque nas primeiras páginas procuram exacerbar as dificuldades da economia nacional, ao mesmo tempo em que tentam colocar o problema de abastecimento de água em São Paulo na conta das mudanças climáticas.

O conjunto de notícias e opiniões que os diários apresentam como a síntese do período induz o leitor a acreditar que o Brasil é um comboio em direção ao abismo, e que o condutor, o ministro da Fazenda Joaquim Levy, está tomando as providências para reduzir a velocidade e desviá-lo de volta para o trilho do desenvolvimento. A presidente da República, responsável pela estratégia que o ministro deve administrar, é citada quase exclusivamente no meio de declarações sobre o escândalo da Petrobras. Racionamento de fato Nada foi feito. O atentado à liberdade de opinião nas ações contra blogs. Qua, 14/01/2015 - 06:50 Atualizado em 14/01/2015 - 11:05 Não vou discutir sentença judicial através do Blog.

Digo isso a propósito da condenação que me foi imposta pela justiça do Rio de Janeiro em ação movida pelo jornalista Ali Kamel, das Organizações Globo. O caso de Veja por Luís Nassif. O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja.Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico. Ocasomauríciomarinho - O caso de Veja por Luís Nassif. O esboço de políticas violentas de alteridade. Por Roberto Vinicius P.S. O fim da televisão como a conhecemos - Reproduzido da Carta Maior, 5/1/2015, tradução de Daniella Cambauva; intertítulos do OI.

A televisão continua mudando rapidamente. Essencialmente, pelas novas práticas de acesso aos conteúdos audiovisuais que observamos sobretudo entre as gerações jovens. Todos os estudos realizados sobre as novas práticas de uso da televisão nos EUA e na Europa indicam uma mudança acelerada. Os jovens telespectadores passam do consumo “linear” da TV para um consumo de programas gravados e “à la carte” em uma “segunda tela” (computador, tablet, smartphone). De receptores passivos, os cidadãos estão passando a ser, mediante o uso massivo das redes sociais, “produtores-difusores”, ou produtores-consumidores (prosumers).

Nos primeiros anos da televisão, o comportamento tradicional do telespectador era olhar os programas diretamente na tela de seu televisor da sala, mantendo-se frequentemente fiel a um mesmo (e quase único) canal. Consumo massivo A essa oferta, já muito abundante, se somam agora os canais online da Galáxia da Internet. Os próprios televisores também estão desaparecendo. Sociedade de Consumo e o ovo da serpente do PT ~ Cinema Secreto: Cinegnose. Terça-feira, outubro 07, 2014 Wilson Roberto Vieira Ferreira 11 comments. Efeito Pinball potencializa bombas semióticas na mídia, por Wilson Ferreira. Qui, 11/12/2014 - 12:43 Atualizado em 11/12/2014 - 13:24. Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito. Reciclando a cobertura política Os principais jornais do País capricham na cobertura da cerimônia de posse da presidente da República, Dilma Rousseff, em seu segundo mandato.

Defeated Brazilian presidential candidate sues Twitter. The São Paulo Court of Justice has ruled in favor of defeated Brazilian presidential candidate Aécio Neves in the latest developments of a lawsuit where the politician demands details of Twitter users that have been trolling him. Neves had originally requested the IP details and other information of Twitter users who had been allegedly linking him to various criminal activities, as well as drug use, during the election campaign. The 66 authors of supposedly offensive messages include film-makers and academics, as well as journalists. Later, the politician's legal team said it had mistakenly included some of those names and excluded 11 Twitter users from the list. According to newspaper Folha de São Paulo, the São Paulo court determined that out of the 55 names, 20 users had been producing and disseminating content that linked Neves to criminal activity.

Neves' lawyers argue that the users are paid to spread defamatory content online. Why Eel Drones Are the Future of Naval Warfare. In the decade ahead, unmanned underwater vehicles, or UUVs, may have the same sort of disruptive effects on militaries as their flying counterparts. Pública encontra destroços de bombas de napalm no Vale do Ribeira. Entre 22 de abril e 1 de junho de 1970, no sexto ano da ditadura militar, o Vale do Ribeira, a 200 km de São Paulo, foi palco de uma verdadeira operação de guerra.

A “Operação Registro” foi a maior mobilização da história do II Exército. Foram empregados 2954 oficiais, entre membros do Centro de Informações do Exército, regimentos de infantaria e pára-quedistas das forças especiais, polícias da Polícia Militar e Rodoviária de São Paulo e do Dops, além da Marinha para vasculhar a área e capturar 9 integrantes da organização VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) comandados pelo Capitão Carlos Lamarca, que instalou dois centros de treinamento de guerrilha na área. Para contar essa história, a Pública viajou duas vezes ao Vale do Ribeira, conversou com 12 testemunhas dos bombardeios, revisou documentos secretos e vasculhou a floresta durante 7 horas.

AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO. A revoada dos passaralhos. O Getúlio Vargas enfrentou o monopólio dos meios - Reproduzido da Carta Maior, 4/11/2014; título original “Última Hora: de como Vargas enfrentou o monopólio dos meios”, intertítulos do OI. Quando imprensa vira notícia, uma das duas está doente. Antigetulismo, anticomunismo e antipetismo. Prevalência do jornalismo e as velhas artimanhas. Informação passada a limpo - Reproduzido do suplemento “Ilustríssima” da Folha de S.Paulo, 9/11/2014.