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Contra o golpismo, repactuar o desenvolvimento. Detalhes Publicado em Segunda, 09 Março 2015 19:31 Impasse vai além da polarização entre PT e PSDB Por Saul Leblon A separação entre direitos políticos e jurídicos, de um lado, e direitos sociais e econômicos, de outro, marca um período histórico específico da sociedade humana. O período capitalista. Em outros ciclos, sob o império romano, por exemplo, ou em sociedades escravocratas, as relações políticas e as estruturas econômicas guardavam asfixiante coerência.

Seria um oximoro falar em escravo com direitos civis se um poder irrestrito detinha o mando sobre o seu corpo, a sua vida e a alma. A convivência nunca amistosa entre capitalismo e democracia guarda laços com essa raiz de polos antagônicos. Do conflito emergiram avanços sociais, políticos e jurídicos que abriram espaços de direitos subtraídos ao capital, em uma relação ontologicamente inconciliável entre os que detém os meios produzir riqueza e aqueles cuja opção é vender seu corpo, sua mente – não raro, a alma – para esse fim. Google.

Google. Castells vê “expansão do não-capitalismo” Por: Manuel Castells - 28/11/2012. Entrevista a | Tradução: Imagem: {*style:<b> </b>*}{*style:<i><b> </b></i>*}Quando menciono essa Cultura Econômica Alternativa, é uma combinação de duas coisas. {*style:<i><b> </b></i>*}{*style:<b> </b>*}Se queremos trabalhar para ganhar dinheiro, para consumir, é porque acreditamos que comprando um carro novo ou uma nova televisão, ou um apartamento melhor, seremos mais felizes.

É fundamental, porque desencadeia uma crise de confiança nos dois maiores poderes do mundo: o sistema político e o financeiro. </b>*}A ideia é que os bancos vão ficar bem, nós não. </b>*}São práticas econômicas, mas que não são motivadas pelo lucro – redes de escambo, moedas sociais, cooperativas, autogestão, redes de agricultura, ajuda mútua, simplesmente pela vontade de estar junto, redes de serviços gratuitos para os outros, na expectativa de que outros também proverão você. Então, nós vivemos numa Sociedade em Rede. </b>*}Podemos regredir a uma sociedade pré-eletricidade? Apocalypse Xinguara - Uma Playlist video no Dailymotion. La corruption au coeur du barrage de Belo Monte. Poder - Governo vai destinar 100% de verba dos royalties de novos campos para educação - 30/11.

30/11/2012 - 18h34 Ao anunciar nesta sexta-feira o veto ao artigo da lei aprovado pelo Congresso que previa redistribuição mais igualitária dos royalties do petróleo, o governo confirmou que vai destinar 100% dos royalties dos novos campos para a área de educação. A obrigatoriedade deve constar na medida provisória que será enviada ao Congresso, conforme afirmou hoje o ministro Aloizio Mercadante (Educação). Governo anuncia veto a projeto de distribuição dos royalties Para Eduardo Campos, decisão de Dilma sobre royalties 'não encerra o assunto' Pelo texto da medida provisória, o governo destina toda receita dos royalties da União, dos Estados e dos municípios para educação. A Medida Provisória também muda o destino dos recursos do Fundo Social, criado para garantir investimentos dos recursos do pré-sal em diferentes áreas do governo federal. Pela nova regra, 50% vai obrigatoriamente para a educação e o restante será usado em projetos de saúde, meio ambiente.

"Veta, Dilma" no Rio. She's Alive... Beautiful... Finite... Hurting... Worth Dying for. O projeto secreto por trás de Belo Monte, por Carlos Tautz. Enviado por Carlos Tautz - 16h09m Política O projeto secreto por trás de Belo Monte, por Carlos Tautz A revelação de que “Projeto bilionário de grupo canadense quer extrair ouro no Xingu” (Valor, 17/09) comprova o que vários opositores da construção da usina Belo Monte há anos vêm afirmando. A megahidrelétrica não é o único projeto que grandes grupos econômicos têm para a região onde está sendo erguida a planta energética mais polêmica do Brasil. Vários especialistas afirmam que, sozinha e sem os subsídios governamentais, a usina não é viável economicamente. Para fazer jus à montanha de dinheiro que o governo coloca no projeto (só o BNDES comprometeu-se com R$ 24 bilhões), é preciso haver razões ocultas, ou outros projetos “secretos” como este que agora vem à tona, o da corporação mineradora Belo Sun Mining, sediada em Toronto.

Os mesmos especialistas especulam que há outras usinas projetadas para o trecho a montante de Belo Monte. Preço da energia solar cai entre 15% e 20% | Economia. Apesar de ainda ser uma modalidade de energia pouco difundida no Brasil, a energia solar vem ganhando competitividade nos últimos anos devido ao desenvolvimento da sua cadeia fornecedora. Segundo Sérgio Marques, presidente da Bioenergy, empresa que atua no segmento de energia limpa, o preço da energia solar cai 15% a 20% ao ano, em média, com o avanço da tecnologia. Recentemente, a Bioenergy recebeu outorga da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para gerir oito empreendimentos solares no País. "Dizer que a energia solar será uma das mais baratas daqui a cinco anos não é nenhuma leviandade", afirma. Ele acredita que deve ocorrer um movimento similar ao que aconteceu com a energia eólica. Antes vista como uma energia "de boutique", passou a ser uma alternativa mais barata do que a energia hidrelétrica.

Segundo o empresário, a vantagem dos empreendimentos de energia eólica e solar é que eles podem ser implementados de acordo com o volume de produção. > Quadro Geral dos Povos. NOSSA! QUE JUSTIÇA... Introdução ao Pensamento Indígena 2 - Eduardo Viveiros de Castro. A Fonte das Mulheres - Completo Dublado. Abandonados à própria sorte Avá-canoeiro os pobres índios ricos. Impresso Cidades Atualizado em 07/09/2012 às 16:45 Sem o devido apoio da Funai, grupo vive dias ruins, vendo suas terras serem invadidas e ainda viverem situação de miséria e de abandono por parte das autoridades Wilson Isaias Os dois mais novos avá Apesar da fortuna - apenas em royalties - que já foi depositada pela empresa Furnas para eles, os Avá-canoeiro de Minaçu vivem em situação de miséria africana. Segundo informações da estatal de energia, foram mais de R$ 2 milhões em 16 anos. Alimentos escassos. Apesar de serem donos de uma extensa área de 38.702, 717 hectares dentro dos municípios de Minaçu e Colinas do Sul, de terem o direito a R$ 18 mil mensais em royalties depositados pela empresa Furnas como compensação por ocupação de parte da sua área com a construção do lago e da usina hidrelétrica de Serra da Mesa, os Avá-canoeiro vivem em situação de miséria extrema, mal alimentados, mal alojados e, praticamente, em situação de abandono.

Uma nação indígena ‘esquecida’ Wilson Isaias. 3 a 1: A situação dos índios Guarani Kaiowá. O mamute incontrolado | lucio_flavio. O Ministério Público Federal já ajuizou 15 ações civis públicas contra a hidrelétrica de Belo Monte, em construção no rio Xingu, no Pará. Seus argumentos sobre a inviabilidade econômica e socioambiental do empreendimento não parecem ter impressionado a principal instituição de fomento do país. Durante os próximos 30 dias, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social pretende liberar 19,6 bilhões para o projeto, que já recebeu do mesmo BNDES, em duas parcelas, neste ano, R$ 2,9 bilhões.

O total do comprometimento, assim, é de R$ 22,5 bilhões. O montante representa 80% dos R$ 28,9 bilhões previstos para serem usados até tornar Belo Monte a terceira maior hidrelétrica do mundo. Os títulos desta transação impressionam. Trata-se do maior empréstimo de toda história de 60 anos do banco. É três vezes maior do que a operação que ocupava até então o primeiro lugar no ranking do BNDES, os R$ 9,7 bilhões destinados à refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Teles Pires e Odebrecht: Bem vindos ao inferno. Luta dos guaranis caiovás chega à Justiça e ganha projeção internacional. RIO e SÃO PAULO - Nas últimavs duas semanas, o Brasil incorporou no vocabulário o nome do povo guarani caiová. “É caiová, ou tem som de ‘ua’?” , perguntaram centenas de pessoas nas redes sociais, numa curiosidade recém nascida sobre o povo indígena.

Após uma carta interpretada como uma ameaça de suicídio coletivo, milhares de pessoas aderiram a causa, militando nas ruas ou na internet, para chamar a atenção para o drama dos 170 índios da comunidade Pyelito kue/Mbrakay, que reivindicam um pedaço de terra de dois hectares de extensão, numa fazenda de 700 hectares. A luta dessa etnia não é um fato isolado. Só em 2011 foram registrados, segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), 56 conflitos fundiários no país envolvendo índios em 16 estados.

São disputas que ocorreram em áreas demarcadas e fora delas. Os dados referentes a este ano ainda estão em fase de consolidação. O Mato Grosso do Sul virou o palco desse drama. O litígio está longe de terminar e vai além dos guarani caiová. CORUMBIARA - Filme Completo. Belo Monte: a life on the front-line - ARAWA - Amazon Rainforest Awareness Network. Hidroeléctricas en la amazonía ¿energía limpia? MPF/MS: 19 respondem por homicídio do cacique guarani-kaiowá Nízio Gomes — PR/MS - MPF/MS.

Morte ocorreu durante tentativa de expulsão de índios de área ocupada, em 2011. Entre os réus estão fazendeiros, advogados e um secretário municipal, além de proprietário e funcionários de uma empresa de segurança privada. 19 pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul e respondem como réus na Justiça por vários crimes relacionados à tentativa de expulsão dos indígenas do acampamento Guaiviry, instalado em área de mata nativa de propriedade rural localizada às margens da rodovia MS 386 entre os Municípios de Ponta Porã e Aral Moreira, sul do estado.

A ação ocorreu em 18 de novembro de 2011 e resultou na morte do cacique Nízio Gomes e em lesões corporais ao indígena Jhonaton Velasques Gomes. Foram utilizadas ao menos seis armas de fogo calibre 12 na ação, ainda que com munição menos letal. 7 réus continuam presos. Faixa colocada pelos indígenas após a morte de Nízio. Crimes Barraco no Tekohá Guaiviry. Homicídio apurado mesmo sem o corpo. VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA - A voz das brasileiras. Política - “Pra frente Brasil” na versão Kátia Abreu e a situação da pobreza rural.

No final de outubro, uma edição do Jornal Nacional, R$530 mil por 30 segundos, eis que aparece o Pelé entrando em campo, com a música ao fundo: -Vamos juntos todos pra frente Brasil salve a seleção... Entra em campo para estrear a campanha Time Agro Brasil, da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, dirigida pela senadora pelo Tocantins, Kátia Abreu. Ela também está na cena, junto com os ex-ministros Alysson Paulinelli e Roberto Rodrigues. Pelé mostrando aos brasileiros como o agronegócio produz comida boa, barata e saudável. Os ex-ministros garantindo como o Brasil é campeão em produção e preservação. Todos de camisa amarela. Para quem não lembra da letra da composição de Miguel Gustavo, sucesso na época do governo do general Emílio Garrastazu Médici, também conhecido por ser o pior da ditadura militar, a música fala de 90 milhões de brasileiros unidos em uma só corrente, em um só coração.

Quanto ao tripé boa, barata e saudável não dá para engolir e vou comentar. Kátia Abreu não tem crédito para emitir juízos sobre índios. Nelson Rodrigues só se deslumbrou com "a psicóloga da PUC" porque não conheceu "a antropóloga da Folha". Mas ela existe. É a Kátia Abreu. É ela quem diz aos leitores da Folha de S. Paulo, com muita autoridade, quem é índio no Brasil. Podeis obtemperar que o caderno Mercado, onde a coluna é publicada, não é lugar adequado para esse tipo de reflexão e eu vos respondo que não é pecado se aproveitar das brechas da mídia. A maior contribuição da antropóloga da Folha talvez tenha sido justamente a recuperação que fez de categorias como "sílvicola" e "aborígene", muito usadas no período colonial, mas lamentavelmente já esquecidas por seus colegas de ofício. Com tal ferramenta inovadora, ela estabeleceu as linhas de uma nova política indigenista, depois de fulminar e demolir aquilo que chama de "antropologia imóvel" que seria praticada pela Funai.

Os argonautas do Gurupi A abreugrafia acabou com essas presepadas. Em que consiste, afinal, esse método que dispensa o trabalho de campo? APIB denounces the U.N. the violation of rights « Indigenous Brazil~ The national direction of the articulation of indigenous peoples in Brazil-APIB, represented by indigenous leader Uilton Tuxá– also APOINME Coordinator-self Commissioned Officers denounced the United Nations for Human Rights, the violation of rights and promoted genocide against indigenous peoples of Brazil, due to the indifference and inaction of the Government Dilma Rousseff.

The meeting took place at UN headquarters in Geneva, Switzerland, where he was handed over to present a document of APIB which highlights the PEC 215/00 303 Ordinance and the Attorney General of the Union (AGU) as legal instruments against the Convention 169 of the ILO and the United Nations Declaration on the rights of indigenous peoples. Since the beginning of the month, on a trip through Europe, the leader Ananda Tuxá has denounced to several international organizations and world press the critical situation faced by the people of Brazil.

Read the complete Letter of the APIB to the United Nations: Social rights. Metanoia: A New Vision of Nature (a film about life, evolution and intelligence) Créditos de carbono: redução da emissão de gases poluentes | Perguntas & Respostas | VEJA.com. Poder - Guaranis-caiovás vivem em confinamento em MS - 18/11. "A tristeza nossa não é barata. A tristeza nossa é cara. " O desabafo do cacique Getúlio Juca, 60, da aldeia Jaguapiru, em Dourados, resume o drama vivido pelos 43 mil índios da etnia guarani-caiová, na região do cone sul do Estado de Mato Grosso do Sul, próximo à fronteira com o Paraguai. A segunda maior população indígena do país, segundo dados do IBGE, vive espremida em reservas ou em acampamentos improvisados em fazendas e às margens de rodovias. Como a ditadura ensinou técnicas de tortura à Guarda Rural IndígenaGuaranis-caiovás reclamam da falta de recursos para plantar Eles dizem querer voltar para o local de onde foram expulsos, seus "tekohás", terras sagradas onde afirmam que seus antepassados viveram e hoje estão enterrados.

Mas a terra agora está nas mãos dos fazendeiros, que produzem soja, cana, milho e gado em áreas adquiridas do governo federal desde o fim da Guerra do Paraguai (1864-70), quando o Império começou a colonizar a região. A discussão, porém, está longe do fim. New Report Reveals Dangers of Fracking in Watersheds with Reservoirs. Fresh Water Accountability Project A report commissioned by citizens opposed to hydraulic fracturing has identified grave public health and environmental risks in plans to lease public land for fracking near Muskingum Watershed Conservancy District (MWCD) reservoirs in Ohio. The report, written by Paul Rubin, a high-profile New York Hydrogeologist and president of HydroQuest, warns of toxic water contamination sources which will be created by fracking near and underneath the lakes. The report was sent to the MWCD along with a demand letter that there be an immediate moratorium of indefinite length imposed upon hydraulic fracturing on any MWCD lands and underneath all MWCD reservoirs, and further, that there be a permanent policy to not sell reservoir water for fracking.

Rubin’s report focuses on Seneca Lake, Ohio’s second-largest freshwater lake, as an example of a Muskingum reservoir case study. Hydrogeologist Rubin states: Further, says Rubin: Fracking Chemical Disclosure Database Provides New Tool in Fight Against Drilling. EcoWatch Today, SkyTruth released a database created from more than 27,000 industry reports on the chemicals used in hydraulic fracturing, or “fracking.” The data were extracted from chemical disclosure reports submitted by industry to FracFocus.org, for gas and oil wells fracked between January 2011- August 2012. The SkyTruth Fracking Chemical Open Database is the first free resource enabling research and analysis of the chemicals used in fracking operations nationwide, and is available now for download from SkyTruth.org. SkyTruth hopes that this information will promote credible research and discussion about effective disclosure on this nationally significant issue. “SkyTruth unveils the toxic truths of a toxic industry,” said Robert F.

Kennedy, Jr., president of Waterkeeper Alliance. Visit EcoWatch’s FRACKING page for more related news on this topic. MPF investiga projeto de ouro na região de Belo Monte - geral - geral. Crime Ambiental - Lei de Crimes Ambientais e Tipos. FARMERS POISON GuaraniKaiowa's Creek, in Mato Grosso do Sul, Brazil | Official Força e Coragem. Monica Guarani Kaiowá. FAZENDEIROS ENVENENAM O CÓRREGO YPO'I-PARANHOS-MS.

CIMI - Conselho Indigenista Missionário. Constituição. Conjuntura da Semana. Política energética: As opções brasileiras em debate. Facebook. Xingu Vivo » (2) Fotos da Linha do tempo. Mineração fecha cerco sobre os Yanomami. Marãiwatsédé. Nós e os índios | Amálgama. Licenciamento ambiental será simplificado | Amazônia. Eco Reserva entrevista Antonia Melo, líder do Movimento Xingu Vivo. COMUNICADO | COMUNIDADE INDÍGENA TELES PIRES « PONTO DE PAUTA para o livre debate. I-Juca-Pirama - Gonçalves Dias. Medo e tensão no Oeste. Belo Monte, Anúncio de uma Guerra - Filme.

Monica Guarani Kaiowá. BOL Mail - bookmarks - Jorge Coli Brasil não se olha Café filosófico. ‘The End of Men,’ by Hanna Rosin. BOL Mail - bookmarks - é de dar muita pena...é de cortar o coração... Bienvenue sur Facebook. Bienvenue sur Facebook. Bienvenue sur Facebook. Vale plans Amazon biofuel plant. Apesar de polêmicas e protestos, obras em Belo Monte continuam - notícias em Pará. Comissão discutirá implementação de mineradora no Rio Xingu - Tribuna Hoje - O portal de notícias que mais cresce em Alagoas. SEMENTE DE SONHOS - Nova versão. Mineradoras querem mais da metade da Terra Indígena Yanomami. Advogados Sem Fronteiras. PEC 215: as bancadas ruralista e evangélica contra os povos indígenas. Entrevista especial com Cleber César Buzatto. Povos da floresta. Bienvenue sur Facebook. Henri Acselrad: Agronegócio e povos tradicionais.

Microgeração, "savoir faire" e apagões. Belo Monte é a forma de viabilizar definitivamente a mineração em terras indígenas. Belo Monte, Anúncio de uma Guerra - filme completo. Genocídio contra índios Guarani Kaiowá em Mato Grosso! » Diana Serra | Diana Serra. Líderes Guarani-Kaiowa pedem ajuda ao povo de São Paulo. Facebook. Bastidores da tragédia Kaiowá-Guarani: Multinacionais, partidos, Justiça… Belo Monte, nosso dinheiro e o bigode do Sarney. « Uhun. Apresentação do Passa Palavra.

Facebook. Conheça as competências para o século 21. Filósofo da rua - Eduardo Marinho. Detergente caseiro, econômico e sustentável. Facebook. Saudades. These 50 Photos Will Blow you Away. 70 Photos That Will Take Your Breath Away. Everyone's Mixtape. ► Casimir Pulaski Day by Sufjan Stevens | Songs to be alone to. | cookc3 | 8tracks. Amazing Wall Art by Alexandre Farto. Brilliant Works by Pavel Guzenko.

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