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Europa lamenta exclusividade dos EUA em gestão de domínios da rede. Google fornece rara visão sobre seu mecanismo de busca. Google x Facebook - Alexandre Matias - Link. Essa briga está só começando… A capa da mais recente edição da revista Fortune escancara uma briga que não é novidade para quem acompanha de perto o universo digital. Em uma montagem, a revista colocou os dois CEOs de duas das maiores empresas de tecnologia do mundo em um embate típico dos velhos filmes de artes marciais: de um lado, Mark Zuckerberg, do Facebook; do outro, Larry Page, um dos criadores do Google. A briga é velha e se acirra desde que a rede de Zuckeberg atingiu a marca de meio bilhão de usuários no meio de 2010. Piorou quando o Google resolveu concentrar suas forças em mais um projeto de rede social, o Google Plus, lançado no meio deste ano. O Plus se tornou – por motivos óbvios, afinal, ele é do Google – a rede social que cresceu mais rápido em toda a história, embora as pessoas ainda estejam fazendo aquela clássica pergunta que sempre acompanha o surgimento desse tipo de site: “e agora, o que é que eu faço?”

Contato de terceiro grau. O e-mail não morreu, mas o futuro reserva alternativas interessantes. As empresas modernas não sobrevivem sem o e-mail. Hoje em dia, a maioria dos CIOs não teria dúvidas em concordar com esta afirmação. Contudo, temos de ter bem presente que já houve exemplos históricos suficientes de previsões que se tornaram famosas por se revelarem muito distantes da realidade.

Bill Gates, por exemplo, previu de que 640 Kb de memória seriam suficientes para qualquer computador. Gottlieb Daimler estimou que a procura mundial de automóveis nunca excederia um milhão, devido ao número limitado de condutores. Olhando para a frente, a convergência de voz e dados em dispositivos como os smartphones vai continuar a gerar mais sinergias rumo a serviços móveis melhorados – e isso irá começar a erodir a nossa dependência do e-mail.

Também iremos olhar para novos dispositivos que não só nos ajudarão a manter a sanidade através de uma facilitação das comunicações (honestamente, alguém aprecia realmente ter de lidar com mais de 150 e-mails por dia?) The Evolution of the Facebook Profile. Projeto de lei cria direitos e deveres para usuários da internet. No começo de setembro, o governo encaminhou para o Congresso um projeto de lei que cria o Marco Regulatório da Internet, um conjunto de regras que pretende preencher um buraco na legislação brasileira: até hoje, não existe nenhuma lei que regulamente o uso da internet no Brasil. Esse vazio resulta em vários problemas. Por exemplo, muitas decisões da Justiça envolvendo crimes na internet foram conflitantes. Além disso, a falta de uma lei da internet dificulta em questões polêmicas, como os crimes virtuais, ataques de hackers a sites de governos e empresas, e downloads de músicas e vídeos piratas.

O texto do marco regulatório foi construído pelo Ministério da Justiça e pela Fundação Getúlio Vargas, e passou por audiências públicas online, recebendo contribuições de diversos setores da sociedade. Uma vez na Câmara, deve passar por mais três comissões antes de ser votado: Defesa do Consumidor, Ciência e Tecnologia e Constituição e Justiça.

Publicar e disseminar dados e informações públicos; O tamanho da poluição do Google. Empresa emitiu 1,46 milhões de toneladas de CO2 e consumiu energia equivalente de 200 mil residências em 2010 Por Tatiana de Mello Dias SÃO PAULO – O Google revelou pela primeira vez nesta quinta-feira, 8, seu rastro de carbono. A empresa emitiu em 2010 1,46 milhões de toneladas métricas de CO2. Isso equivale à emissão de 70 mil cidadãos norte-americanos. Os data centers e os escritórios foram responsáveis por 1,2 milhões de toneladas através da compra de eletricidade. —- • Siga o ‘Link’ no Twitter e no Facebook A frota de carros da empresa (os carros do Street View e outros) emitiram mais de 11 mil toneladas. O Google diz que começou a neutralizar suas emissões de carbono em 2007, fazendo acordos para comprar energia renovável de fazendas que geram energia eólica, e comprando créditos de carbono que ajudariam a financiar outros projetos alimentados por energia verde.

Segundo a empresa, 25% de sua eletricidade veio de fontes renováveis em 2010. 25 infográficos recentes para entender a Internet. Neste mês de Agosto, a internet, da forma como a conhecemos, completou “apenas” 20 anos. Hoje, ninguém duvida que a sua criação é um marco decisivo na História, transformando completamente a forma como a sociedade se comunica, se relaciona e se desenvolve. E o motor de toda essa dinâmica, obviamente, é a quantidade avassaladora de websites que diariamente são produzidos e colocados online. Resolvemos, por isso, trazer no Comunicação Digital de hoje uma seleção de infográficos recentes que retratam a importância da internet, com partcular enfâse no processo de desenvolvimento dos sites.

O Passado, o Presente e o Futuro Antes de entrarmos nas questões mais técnicas relacionadas com o desenvolvimento de sites, vale a pena conferir alguns dos infográficos criados para assinalar os 20 anos de internet, que fazem uma retrospectiva desse caminho, e deixam no ar algumas tendências – e até previsões para o futuro. Feliz Aniversário, Internet! Os principais estágios do desenvolvimento da Internet. Como o Google atualiza o algoritmo de seu buscador. O Google lançou em seu canal oficial um vídeo que mostra como são implementadas as melhorias no algoritmo de seu buscador. As ideias do que precisa ser melhorado nascem a partir de hipóteses dos engenheiros. Cada hipótese é investigada pelo engenheiro e depois discutida com todo o grupo. (Se você estiver lendo este post por RSS e o vídeo acima não abrir, assista-o no blog) Algumas notas sobre esse processo: No ano passado foram lançadas mais de 500 atualizações e melhorias para o algoritmo de buscas.

Da metade para o final do vídeo, eles mostram um exemplo real que foi implementado há pouco tempo no buscador. Muita gente conhece o “Did you mean”, a ferramenta que sugere a grafia correta da palavra caso você a tenha digitado incorretamente no campo de busca. O problema é que se você digita um nome de remédio, por exemplo, e não clica na sugestão que o “Did you mean” te oferece, você pode acabar comprando o remédio errado. Daí que eles testaram uma ferramenta chamada “Full Page Replacement”. 12 mil jornais online em único site. Google y los bibliotecarios… una relación de amor-odio. Cuántas veces habremos escuchado eso de: “búscalo en Google” o “si no está en Google no existe”.

Frases como estas son las que hacen que los profesionales de la información y la documentación puedan (repito: puedan) llegar a quedar en un segundo plano como referencistas y colaboradores en trabajos de investigación, o en simples consultas de los usuarios de la biblioteca (más bien esto segundo). Hay vida después de Google, al igual que antes de Google también la había. Cierto es que este macro buscador ha facilitado muchísimo las cosas en cuanto al acceso a la información a las personas. Ya cada individuo puede realizar sus consultas sin necesidad de acercarse a su biblioteca, archivo o unidad de información desde cualquier terminar (ordenador, móvil, tablet…) con conexión a internet o buscar el libro que le interesa leer y descargárselo por internet.

(Puntualización: Google no es todo internet, pero si gran parte de internet es Google) The following two tabs change content below. Acesso offline ao Gmail. Aplicativo para Chrome permite ler, responder e organizar e-mails mesmo sem estar conectado à rede; Agenda e Docs também ganham função offline Por Carla Peralva SÃO PAULO – O Google lançou, nesta quarta-feira, 31, um novo aplicativo para seu navegador, o Chrome, que permite que o usuário leia, responda e organize seus e-mails do Gmail mesmo sem estar conectado à rede.

Nas próximas semanas, também será possível acessar os serviços de Agenda e de Documentos quando se está offline. —- • Siga o ‘Link’ no Twitter e no Facebook Construído em HMTL 5 e baseado no aplicativo do Gmail para tablets – construído para com ou sem conexão com a internet -, o Gmail Offline já está disponível para download na Chrome Web Store. Durante as próximas semanas, os serviços Agenda e Docs serão atualizados e terão um função que permite que também sejam consultados offline, sem necessidade de baixar um aplicativo.