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Nova Política e Economia

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Rede Pró Partido. Primeiro vamos demitir todos os gerentes. A processadora de alimentos americana Morning Star mostra como criar uma organização que combina disciplina gerencial com a flexibilidade de um mercado — sem gerentes, cargos de chefia ou promoções. Gary Hamel A gestão é a atividade menos eficiente em sua organização. Pense nas inúmeras horas que líderes de equipe, chefes de departamento e diretores dedicam a supervisionar o trabalho de outros.

A maioria dos gerentes é trabalhadora; o problema não está neles. A ineficiência decorre de um modelo de gestão centralizada que é a um só tempo inconveniente e oneroso. Uma hierarquia de gerentes é um encargo pesado para qualquer organização. Em segundo lugar, a hierarquia típica de gestão aumenta o risco de decisões grandes, calamitosas. Terceiro, uma estrutura de gestão com vários níveis significa mais instâncias de aprovação e respostas mais lentas. Há, por último, o custo da tirania. Hierarquia versus mercado Daí precisarmos de empresas e gestores. Significa que essas trocas são inescapáveis? Gandhian economics. Gandhian economics is a school of economic thought based on the socio-economic principles expounded by Indian leader Mohandas Gandhi. It is largely characterised by its affinity to the principles and objectives of nonviolent humanistic socialism, but with a rejection of violent class war and promotion of socio-economic harmony.

Gandhi's economic ideas also aim to promote spiritual development and harmony with a rejection of materialism. The term "Gandhian economics" was coined by J. C. Kumarappa, a close supporter of Gandhi.[1] Gandhi's economic ideas[edit] Gandhi's thinking on socia-secular issues was greatly influenced by the American writer Henry David Thoreau. By championing homespun khadi clothing and Indian-made goods, Gandhi sought to incorporate peaceful civil resistance as a means of promoting national self-sufficiency. Swaraj, self-rule[edit] A free India did not mean merely transferring the established British administrative structure into Indian hands.

Environmentalism[edit] Loans that change lives. Donaervilha. Michael Löwy: Ecossocialismo versus Decrescimento » Fundação Lauro Campos. José Eustáquio Diniz Alves. Resultado da busca para José Eustáquio Diniz Alves As Olim-piadas do Pinicão da Guanabara, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Publicado em abril 25, 2014 por Redação Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil (16/02/2014) [EcoDebate] Este artigo pode ser visto como uma piada, como uma análise crítica ou simplesmente como uma constatação de fatos.

A Olimpíada do Rio está se tornando uma Olim-piada, enquanto a poluição tem transformando a bacia hidrográfica da Baia da Guanabara em um grande pinicão que recebe […] Continue A tempestade perfeita: crise da comida, água, emprego, energia e clima, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Publicado em abril 22, 2014 por Redação “A pirâmide global da riqueza pode afundar por falta de sustentação ecológica ou pode implodir por falta de justiça redistributiva em sua arquitetura social” (JED ALVES, 26/06/2013). Continue As limitações da ONU: CPD versus IPCC, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Publicado em abril 16, 2014 por Redação Continue “Terra!

Continue Continue. Decrescimento - Brasil. Immanuel Wallerstein Ruinas Capitalismo. Gustavo Opschpe Para o sociólogo americano Immanuel Wallerstein, a humanidade atravessará 50 anos de convulsões sociais com a agonia do sistema. GUSTAVO IOSCHPE, colunista da FolhaNas paredes do diminuto escritório em Paris, pôsteres amarelecidos de cidades italianas e anúncios de palestras, uma estante com livros, um rack com fitas cassete de música clássica. Uma mesa para o computador e outra para a montanha de papéis. No centro da anarquia, o protagonista: Immanuel Wallerstein, um dos mais importantes intelectuais vivos e um dos principais sociólogos em atividade.Próximo aos 70 anos, o sociólogo americano é o autor da monumental trilogia "The Modern World-System", três catataus que descrevem o mundo capitalista do século 16 até o 19. É de Wallerstein a famosa separação do mundo entre os países de centro e de periferia e a constatação de que estes sofriam com os termos desiguais de comércio praticados por aqueles.

Wallerstein - Certamente não é novo. Wallerstein - ... Curso Crise do Capitalismo; Sergio Lessa. Decrescimento: ''É preciso deseconomizar o imaginário'' O que realmente conta na vida não é mensurável, por isso vivemos uma "falência da felicidade quantificável". Por outro lado, "um crescimento infinito é incompatível com um mundo finito. Quem acredita nisso ou é louco ou é economista". A crítica radical à economia de Serge Latouche, ele mesmo economista, além de sociólogo e antropólogo, visa a descolonizar o imaginário das "ideologias da sociedade moderna", como indicadores a exemplo do PIB per capita.

Na noite desta segunda-feira, 21 de novembro, no câmpus de Porto Alegre da Unisinos, Latouche fez a sua primeira conferência dentro do Ciclo de Palestras: Economia de Baixo Carbono. Limites e Possibilidades, promovido pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU. Sua fala, intitulada Desenvolvimento Humano, Decrescimento e a Sociedade Convivial, foi comentada posteriormente por Plinio Alexandre Zalewski Vargas, diretor da Secretaria de Governança da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Crise de valores Futuro sustentável (Por Moisés Sbardelotto) The Future of Money. Occupy Wall Street | NYC Protest for World Revolution. Occupy Wall Street | NYC Protest for World Revolution. Sonháticos - Movimento por uma Nova Política. #12M – Brasil (Dia Mundial de Mobilizações) - Só mais um site Milharal. CHAMADO para o 12M e para Manifestos Colaborativos Ocupa Rio | #OcupaRio. No recente dia 13 de março, o Grupo de Trabalho Teoria, formado no Ocupa Rio, realizou seu 3º dia de debates abertos do ano de 2012.

Ao fim do dia, os participantes decidiram iniciar um manifesto coletivo sobre o Ocupa Rio e sobre o chamado global de reocupação 12M. A ideia era começar um texto que fosse livre para qualquer pessoa editar e colaborar. O texto ficará aberto neste link por 15 dias: . No dia 31 de março, ele será fechado e publicado com todas as contribuições. Além disso, ele será lido em praça pública nesse mesmo dia. Novas informações serão em breve atualizadas neste e nos demais canais do Ocupa Rio. Sinta-se livre para compartilhar e editar o manifesto que é de todos nós! Em 15 de outubro do ano passado, cerca de 150 pessoas se encontraram na praça da Cinelândia e tomaram a palavra. O OcupaRio foi removido no começo de dezembro, numa madrugada de sábado para domingo.

Por tudo isso, não acreditamos que a crise esteja distante. Ocupa Teoria. Democracia Pura.