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Iscas Intelectuais

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O paradoxo da polarização em tempos de pluralidade - Quanta Ideias - Quanta Ideias. “Somos livres. A internet é feita por nós. Logo, a internet é livre.” Esse falso silogismo confirma a fragilidade de deduzirmos algo a partir de quase nada. Sem dúvida alguma, a internet descentralizou o poder de produção e disseminação de conteúdo, antes nas mãos de grandes corporações tradicionais. Mas até que ponto não estamos nas mãos de outros grandes, só que agora em ambiente digital? Muitos apontavam, com preocupação, que seríamos conhecidos como a “geração da revolução de sofá”. Porém, alguns movimentos sociais mundo afora demonstram a capacidade de arregimentar pessoas nesse meio por uma causa comum. Talvez, o problema esteja exatamente neste ponto: o descontentamento das ruas mostrou-se desgovernado, em rumos indefinidos e superficialidade latente. Com base instável, essas reivindicações promoveram uma ruptura entre o protesto e a revolução.

E se a internet não for a grande vilã? Navegamos em águas turbulentas e de baixa visibilidade. Entenda a Guerra na Síria de um jeito MUITO SIMPLES! Philos-Sophia Initiative Foundation » Vertical Causation (I): Matter and Form | Philos-Sophia Initiative. Raphael De Paola The subject of change and motion has always baffled the human mind, arousing many seemingly unanswerable questions. Depending on the answers given, one may wind up faced with insurmountable aporias. Aristotle was well aware of the dangers posed to Greek thinking before him and strove to address them, appropriating the discoveries of his predecessors and integrating them into a framework that to this day remains definitive, both in its general formulation and in its immense plasticity to accommodate new discoveries, which include those of modern science.

Thales, Anaximenes, and Heraclitus each proposed that the world is composed, respectively, of water, air, and fire; Empedocles then proposed the traditional “four elements” of water, air, fire, and earth. As a principle that bespeaks of the commonality of all beings, one of the marks of the notion of matter is precisely this: that which remains during the process of change. Read More... Read Less... Machado de Assis e o repulsivo herói do nosso tempo. No conto “Evolução”, de Machado de Assis, publicado em Relíquias da Casa Velha (1906), Inácio, o narrador, fala sobre sua amizade com Benedito. Movido por um “sentimento de compostura” — que “toda a gente discreta apreciará” —, o narrador oculta os sobrenomes, seu e do amigo, mas o faz principalmente para obedecer à intenção machadiana: apresentar ao leitor o “cheiro” do seu personagem, odor comum a muitas pessoas, como se pode concluir da analogia que Inácio faz com as rosas.

Perceba-se que Machado não utiliza o substantivo “perfume”, preferindo o ambíguo “cheiro”, que pode se referir a um odor agradável ou à fetidez. Trata-se de uma imprecisão que se diluirá ao longo da história. O artificialismo de Benedito começa a ser construído já no segundo parágrafo: ele tinge os cabelos utilizando um processo eficaz, só percebido por quem partilha da sua intimidade. A descrição de Inácio não deixa dúvidas: Mas engana-se o leitor que pensa em Benedito como um relativista ou um hipócrita. Olavo de Carvalho, o 'parteiro' da nova direita que diz ter dado à luz flores e lacraias - BBC Brasil.

Direito de imagem João Fellet Quando se mudou há alguns meses para que sua casa fosse reformada, o escritor e filósofo Olavo de Carvalho fez questão de levar toda a sua coleção de armas para a residência temporária, no sul do Estado da Virgínia (EUA). Sobre a cama onde dorme, afixou uma espingarda Remington calibre 12. No cômodo vizinho, ao lado de uma caixa com brinquedos, espalhou mais de 30 rifles de caça. Em frente à mesa onde trabalha, pendurou pistolas e revólveres. É dali que Carvalho faz as transmissões diárias de seu curso de filosofia, escreve para cerca de 500 mil seguidores nas redes sociais e trava os embates que o tornaram uma das figuras mais conhecidas e controversas da corrente que vem sendo chamada de nova direita brasileira - grupo ao qual, paradoxalmente, diz não pertencer.

"Eu quis que uma direita existisse, o que não quer dizer que eu pertença a ela. Elogia Michel Temer ao mesmo tempo em que diz considerar seu governo ilegítimo. Estrutura de poder Racha na direita. Home | Implicante.Org. 508 – A dissonância cognitiva. Você tem um amigo ou amiga que, mesmo diante de todas as evidências se recusa a mudar de opinião, hein? Não entende como é que uma pessoa aparentemente inteligente pode ser tão teimosa? Ah, você é assim, é? Bom! Bem vindo ao mundo da dissonância cognitiva. Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires. Este programa chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera. E quem vai levar o exemplar de meu livro Me Engana Que Eu Gosto é a Fernanda, de Sorocaba “Tô agora aqui voltando do trabalho, ouvindo seu podcast 497 – Eureka e mais uma vez você me emocionou, quando você comentou sobre o episódio do Bohemian Rhapsody, que eu acho que já ouvi umas dez vezes.

Obrigado Fernanda, é muito bom saber que de alguma forma nossa mensagem está calando fundo em você. Muito bem. Vamos lá então! Tudo azul? 505 – João Brasileiro Médio Revisitado. Eu não sei se você concorda, mas acho que a humanidade vive uma luta eterna entre o conhecimento e a ignorância. E às vezes dá impressão que a segunda está ganhando… Uns gregos trataram disso há uns três mil anos. Posso entrar? Amigo, amiga, não importa quem seja, bom dia, boa tarde, boa noite, este é o Café Brasil e eu sou o Luciano Pires.

Este programa chega até você com o apoio do Itaú Cultural e do Auditório Ibirapuera que, como sempre, estão aí, a um clique de distância. facebook.com/itaucultural e facebook.com/auditorioibirapuera. E quem vai levar o exemplar de meu livro ME ENGANA QUE EU GOSTO é o Thiago Casarotto… “Bom dia, boa tarde, boa noite, amigo Luciano. Valeu Thiago! Muito bem. Vamos lá então! Na hora do amor, use Lalá – Ahn…. não sei… Luciano – PRUDENCE, pô… Lalá – Ah…. Muito bem, esta é a reedição do programa 310 – João Brasileiro Médio, ppublicado em agosto de 2012 e que foi inspirado pela carta de um ouvinte, o Rógere Lemos. ““Caro Luciano Luciano, Pocotamente, Tudo azul?

3 falácias sobre a Zona Euro | O Insurgente. Três ideias viraram pressupostos imutáveis, nunca questionadas, na discussão pública sobre a Zona Euro que sucedeu à crise das dívidas soberanas. São elas: 1) os Estados soberanos membros de uma zona monetária não podem/não devem falir; 2) uma união fiscal e/ou política preveniria a sua falência; 3) a Zona Euro não é óptima, pelo que não pode funcionar. São as três falsas. Os Estados soberanos devem falir Os Estados soberanos podem e devem falir, assim limpando o seu balanço e começando de novo.

O problema da falência no actual quadro institucional da União Europeia é que a falência do Estado soberano iria implicar a imediata insolvência da banca doméstica, e por sua vez uma necessidade de recapitalização. Uma união fiscal e/ou política não previne a falência de um Estado Os Estados Unidos conseguiram sobreviver sem uma união fiscal durante 140 anos, entre 1790, ano da criação do dólar, e 1930, e com uma união política em constante evolução. A Zona Euro não é óptima. The most popular talks of all time | Playlist. Boaventura Santos volta à UFRGS com novos desafios para as ciências sociais — UFRGS. Galeria de imagens “Não é a primeira vez que a UFRGS tem o prazer intelectual e afetivo de escutar o professor Boaventura de Sousa Santos que, desde os anos 90 tem estado entre nós, sempre trazendo desafios a pensar nas ciências sociais”, disse o professor José Vicente Tavares em sua saudação ao sociólogo português.

Antes de passar a palavra ao conferencista de “As epistemologias do Sul e as ciências sociais do futuro”, o diretor do Instituto Latino-americano de Estudos Avançados completou: “Somos todos agradecidos por seu trabalho, seu elegante estilo e sua aguda crítica. Professor, que sua presença traga à Universidade e ao conhecimento, a Boaventurança.” Boaventura Santos apresentou a ideia de que é preciso fazer uma reforma profunda das ciências sociais. O convidado é também o presente à comunidade Sua palestra integra a programação relativa aos 80 Anos da Universidade. > À noite, o sociólogo participou de Ciclo de Conferências no ILEA. Jornal da Universidade by Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Gordian Knot. The Gordian Knot is a legend of Phrygian Gordium associated with Alexander the Great.

It is often used as a metaphor for an intractable problem (disentangling an "impossible" knot) solved easily by cheating or "thinking outside the box" ("cutting the Gordian knot"): Legend[edit] At one time the Phrygians were without a king. An oracle at Telmissus (the ancient capital of Phrygia) decreed that the next man to enter the city driving an ox-cart should become their king. A peasant farmer named Gordias drove into town on an ox-cart. His position had also been predicted earlier by an eagle landing on his cart, a sign to him from the gods, and, on entering the city, Gordias was declared king by the priests. Several themes of myth converged on the chariot, as Robin Lane Fox remarks:[3] Midas was connected in legend with Alexander's native Macedonia, where the lowland "Gardens of Midas" still bore his name, and the Phrygian tribes were rightly remembered as having once dwelt in Macedonia.

Nó górdio. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Alexandre corta o nó górdio em pintura do século XIX O nó górdio é uma lenda que envolve o rei da Frígia (Ásia Menor) e Alexandre, o Grande. É comumente usada como metáfora de um problema insolúvel (desatando um nó impossível) resolvido facilmente pelo engano. Conta-se que o rei da Frígia (Ásia Menor) morreu sem deixar herdeiro e que, ao ser consultado, o Oráculo anunciou que o sucessor chegaria à cidade num carro de bois. A profecia foi cumprida por um camponês, de nome Górdio, que foi coroado. Górdio reinou por muito tempo e quando morreu, seu filho Midas assumiu o trono. Quinhentos anos se passaram sem ninguém conseguir realizar esse feito, até que em 334 a.C Alexandre, o Grande, ouviu essa lenda ao passar pela Frígia.

É daí também que deriva a expressão "cortar o nó górdio", que significa resolver um problema complexo de maneira simples e eficaz. Tiago Malta: Noam Chomsky: As 10 estratégias de manipulação midiática. Fronteiras do Pensamento. Do Pensamento. Citações e Frases - Citador - Citações, Frases, Aforismos e Pensamentos por milhares de temas e autores. Luciano Pires | Palestras Provocacionais - palestrante, escritor, cartunista, comunicador, apresentador - Luciano Pires. TED | Talks - in Portuguese, Brazilian. Carol Bensimon: "O brasileiro classe média" O brasileiro classe média, ano-base 2013, tem um pet.

Não um gato, não um cachorro. Um pet. O brasileiro classe média puxa conversa sobre o pet com donos de outros pets: "Dois dão o mesmo trabalho que um. Só gasto mais em ração". Esse é um momento importante na vida do brasileiro classe média, pois pressupõe uma interação social que se desenvolve na calçada, ainda que estimulada pelas necessidades fisiológicas do pet. > Opine: o que você achou do texto da colunista? O brasileiro classe média vai para a academia de carro. O brasileiro classe média acredita em bairro planejado, brigadeiro gourmet e bufê-de-saladas-pratos-quentes-sushi-churrasco-ilha-de-massas-por-R$ 42,90.

O brasileiro classe média não faz, compra pronto. O brasileiro classe média pedindo pão no supermercado: "Me dá cinco.