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http://www.contracampo.com.br/61/sacrificio.htm Palavras, palavras. Teatro insuficiente das palavras. "Ninguém vai fazer nada?" – pergunta a si mesmo o patriarca da família. "Tudo será sempre igual, se fizermos tudo sempre da mesma forma?" O Sacrifício é o testamento de um cinema em busca de um ultrapassamento, de um cinema em que a fissura da superfície aparece como obsessão – de uma vida de imagens debruçadas sobre a possibilidade da ruptura, da quebra, do estilhaçar de um certo apaziguamento aparente das coisas.

contracampo :: revista de cinema