Na mesa ou no lixo? Saiba mais sobre o desperdício alimentar e ajude a combatê-lo | Futura. Why Are So Many Americans Single? As reliably as autumn brings Orion to the night sky, spring each year sends a curious constellation to the multiplex: a minor cluster of romantic comedies and the couples who traipse through them, searching for love. These tend not to be people who have normal problems. She is poised, wildly successful in an ulcer-making job, lonely. He is sensitive, creative, equipped with a mysteriously vast apartment, unattached. For all these resources, nothing can allay their solitude. He tries to cook. She collects old LPs. He seeks love in the arms of chatty narcissists.
Few things are less welcome today than protracted solitude—a life style that, for many people, has the taint of loserdom and brings to mind such characters as Ted Kaczynski and Shrek. And yet the reputation of modern solitude is puzzling, because the traits enabling a solitary life—financial stability, spiritual autonomy, the wherewithal to buy more dishwashing detergent when the box runs out—are those our culture prizes. MATTER by Matter. Share this project Done Share Tweet Embed by Matter The world is full of big stories. We don't want them to go missing. San Francisco, CAWeb pledged of $50,000 goal seconds to go Funded! This project was successfully funded .
The world is full of big stories. Share this project Matter First created | 7 backed readmatter.com See full bioContact me Rewards You selected Pledge $10 or more 831 backers For the price of a movie ticket, help create a new home for quality journalism. Featured Funding period - (30 days) About this project Every step of this project has surprised us. Now there are just a few days left, and we need your help to see how far we can take this before time runs out. The web is the future of journalism, but let's be honest: the future isn’t living up to expectations.
We think it can be. We’ve developed a way to support independent, global, in-depth reporting about science and technology, two subjects that are close to our hearts. We’re building MATTER for readers, not advertisers. Help. Apufsc-Sindical. Texto encaminhado com sucesso. Crítica à Razão Acadêmica, organizado por Waldir Rampinelli e Nildo Ouriques, um volume essencial para as mentes acadêmicas honestas. Para todos os inconformados diante do poder corrupto e burocrático que ronda as nossas universidades, um aviso: saiu um livro excelente, com análises duras e verdadeiras sobre os campi.
Faço referência à coletânea editada por Waldir José Rampinelli e Nildo Ouriques : CRÍTICA À RAZÃO ACADÊMICA, reflexões sobre a universidade contemporânea(Florianópolis, Editora Insular, 2011). Artigos incluídos: 1) A liberdade sacrificada – Fábio Lopes da Silva 2) O Estado atual da educação superior nos Estados Unidos – Frank Donoghue (com agudíssima análise da situação norte-americana, com as universidades que visam o lucro, paradigmas das nossas “universidades privadas”, onde “privada”tem a polissemia imaginável, que fazem fusões, ganham milhões, com dinheiro dos pobres e da classe média, e mais um bom dinheiro dos governos “progressistas”).
Pós-desastre: Reconstruindo a armadilha/ A semelhança entre as tragédias que assolaram Blumenau e a Região Serrana do Rio • especial água • plurale em site: ação, cidadania, ambiente. Por Claudia Siebert, Professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo e Pesquisadora do NEUR – Núcleo de Estudos Urbanos e Regionais da Universidade de Blumenau Foto de Valter Campanato, da Agência Brasil/ Nova Friburgo (RJ) Como se mede uma tragédia? Se nosso intrumento de mensuração for o número de mortes, o deastre socio-ambiental da Região Serrana do Rio de Janeiro - com 249 mm de chuva entre 11 e 12 de Janeiro de 2011, que resultou em mais de 800 mortes confirmadas e de 400 desaparecidos - foi dezenas de vezes maior do que o desastre que atingiu Blumenau em 2008. No entanto, se nossa régua for a precipitação, os 500 mm de chuva que Blumenau recebeu em dois dias - com recorde histórico de 283 mm em 24 horas, entre os dias 22 e 23 de Novembro de 2008 - foi maior, apesar de só (só?)
Ter causado 24 mortes. Mas como não estamos em uma competição macabra pelo maior desastre, assistimos ao noticiário do Rio de Janeiro com a angustiante sensação de dejà vu. (*) csiebert.arq@gmail.com. CONTESTADO - Notícias, fotos e vídeos sobre Contestado. Arte/estadão.com.br Para recontar a Guerra do Contestado (1912-1916), o repórter especial da Agência Estado Leonencio Nossa e o repórter fotográfico Celso Júnior consultaram 13 caixas de documentos militares produzidos durante o conflito. Mais de dois mil papéis e 87 fotografias foram reproduzidos. Nossa e Celso Júnior - que no ano passado ganharam seis prêmios com o caderno especial Guerras Desconhecidas do Brasil, publicado pelo Estado em 19 de dezembro de 2010, outra reportagem investigativa com viés histórico - também consultaram coleções de periódicos da Biblioteca Nacional, do Rio de Janeiro, e processos de terras dos cartórios de registros de Lebon Régis e Porto União, em Santa Catarina.
Para localizar as "crianças" do Contestado, o Estado recorreu a cinco rádios da região, sistemas de som de postes, blogs comunitários, pequenos jornais, comunidades religiosas e cartórios de registro civil de várias cidades. Leia abaixo as reportagens: Bom jornalismo fascina e vende - opiniao - versaoimpressa. CARLOS ALBERTO DI FRANCO, DOUTOR EM COMUNICAÇÃO; É PROFESSOR DE ÉTICA E DIRETOR DO MASTER EM JORNALISMO. E-MAIL: DIFRANCO@IICS.ORG.BR - O Estado de S.Paulo As virtudes e as fraquezas dos jornais não são recatadas. Registram-nas fielmente os sensíveis radares dos leitores. Precisamos, por isso, derrubar inúmeros desvios que conspiram contra a credibilidade dos jornais.
Um deles, talvez o mais resistente, é o dogma da objetividade absoluta. Transmite, num pomposo tom de verdade, a falsa certeza da neutralidade jornalística. Só que essa separação radical entre fatos e interpretações simplesmente não existe. Jornalismo não é ciência exata e jornalistas não são autômatos. Mas a busca da isenção enfrenta a sabotagem da manipulação deliberada, a falta de rigor e o excesso de declarações entre aspas. O jornalista engajado é sempre um mau repórter. A grande surpresa no jornalismo é descobrir que quase nunca uma história corresponde àquilo que imaginávamos. O jornalismo tropeça em armadilhas.