Www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp139404.pdf. Jornal da USP, uma avaliação. Nesta última edição do ano do Jornal da USP – que retornará a circular em janeiro –, convém fazer uma avaliação de todo o trabalho realizado ao longo de 2008. Ainda que seja difícil mensurar os efeitos do fazer jornalístico, é possível analisar objetivamente alguns aspectos do jornal da Universidade e verificar se, de fato, o dinheiro público nele empregado deu o retorno esperado – uma obrigação de qualquer órgão mantido pelo contribuinte.
Em 2008, o Jornal da USP publicou 37 edições semanais, desde a de número 818, datada de 14 a 20 de janeiro, até esta que o leitor tem em mãos, de número 854, com data de 8 a 14 de dezembro. Essas edições foram produzidas graças ao trabalho de 20 profissionais: três fotógrafos, três revisoras, seis repórteres, uma estagiária, quatro designers, um editor de texto e uma secretária, além do diretor da Divisão de Mídias Impressas da Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) – responsável pelo jornal –, jornalista Marcello Rollemberg. Roberto C. G. Pesquisa FAPESP Online. Pesquisa FAPESP Online. Www.ufc.br/portal/images/stories/_files/comunicacao_marketing/jornalufc/2011/jornaldaufc40_2011.pdf. Www.ufc.br/portal/images/stories/_files/comunicacao_marketing/jornalufc/2011/jornaldaufc41_2011.pdf.
A Cabra - Dez anos de luta contra o silêncio e a privação. “Eu achava que era gay porque tinha sido abusado, mas depois percebi que não e hoje sou casado com uma mulher e tenho dois filhos”, testemunhava um jovem no instituto Justiça e Paz, em 2001, a convite de um pastor evangélico. O título do debate já fazia antever a tónica do discurso - “Homossexualidade: doença ou pecado?”. Perante as convicções homofóbicas do pastor, numa das filas, um grupo de homens, marcou a sua posição. Levantaram-se, viraram as costas ao orador e saíram em fila, salientando a sua indignação através de uma postura corporal que pretendia vincar a sua sexualidade. Ana Cristina Santos, também presente no público, conta este episódio que despoletou a vontade de dizer basta. “Acabou-se. Acabou o tempo em que em Coimbra só se fala de homossexualidade nestes termos vergonhosos”.
Dez anos depois, a Não Te Prives nota diferenças na população portuguesa. No plano jurídico também se observaram grandes alterações nos últimos dez anos. Jornal da UEM - Universidade Estadual de Maringá. Jornal da USP – Ano XXVII nº 950 de 27 de fevereiro a 05 de março de 2012. Comunidade »1 Estatuto em debate Conselho Universitário dá início às discussões sobre estrutura de poder e governança na Universidade Em sessão extraordinária realizada no dia 25 de março, o Conselho Universitário da USP deu início às discussões sobre a estrutura de poder e governança na Universidade, que têm como objetivo promover alterações no Estatuto da Universidade.
Nessa reunião, foram definidos os temas básicos a serem discutidos até o final deste ano, as formas como essas discussões serão ampliadas, a organização do processo e o calendário das reuniões extraordinárias para os debates sobre os temas. “Estamos dando início a um processo histórico. Pela terceira vez em 80 anos, a USP fará uma revisão geral aprofundada de seu Estatuto”, afirmou o reitor Marco Antonio Zago, no início da sessão.
“Sinto-me privilegiado em conduzir esse processo, em que os diferentes participantes da Universidade se dispõem ao diálogo para rever a estrutura da Universidade”, completou. Continue lendo » :: JORNAL DA UNICAMP :: Falta emancipar Tese aponta que programas de combate à pobreza não promovem a independência dos beneficiários do Estado Os programas de transferência de renda e segurança alimentar adotados por Brasil, México e Peru reduziram a taxa de pobreza nos três países da América Latina, mas têm se mostrado insuficientes para superar o problema definitivamente. A constatação faz parte da tese de doutorado da economista Luciana Rosa de Souza, que acaba de ser defendida no Instituto de Economia (IE) da Unicamp.
De acordo com o estudo, além de apresentarem limitações, as iniciativas encontram-se pulverizadas e fragmentadas, fatores que dificultam a promoção da emancipação dos beneficiários. “Falta a esses países a criação de uma rede de proteção social mais ampla, de forma a fazer com que as pessoas deixem de se tornar dependentes do Estado”, avalia a autora do trabalho, que foi orientada pelo professor Walter Belik. ■ Publicações Artigos SOUZA, Luciana Rosa de . SOUZA, Luciana Rosa de .