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Life is Strange: 1 resenha do jogo e 5 motivos para querer assistir a série - MinasNerds. Antes, uma recomendação: escute aí a trilha sonora do jogo enquanto lê – assim não vai ser nem um pouco necessário reforçar o quanto ela é incrível. Você já teve aquela curiosidade terrível de querer fazer alguma coisa só pra ver o que aconteceria? Quer dizer, fazer ou dizer alguma coisa bizarra, drástica, idiota ou sei-lá-o-quê e voltar no tempo antes de ter que lidar com as consequências? Então, Life is Strange vai acalentar seu coração.

No jogo, somos Max Caulfield, uma nerd, hispter e aspirante à fotógrafa ( e como isso soa nada original) que descobre um poder de voltar no tempo e alterar o destino. Ao se envolver com uma série de acontecimentos macabros, violentos, sentimentais e meio inexplicáveis, o superpoder vai sendo cada vez mais requisitado e você vai jogar com ela para resolver a história. Com uma melancolia e suspense amáveis, Life is Strange é sobretudo uma história de amizade. Tipo a vida real, só que dá pra voltar no tempo. Personagens Jogabilidade “Ver o que acontece” Visual. Crítica | Assassin’s Creed (2016): um tombo sem feno para aparar. Durante a Comic-Con Experience, o stand que promovia esta versão para cinema de “Assassin’s Creed” tinha uma plataforma de seis metros de altura, de onde o visitante poderia simular o Salto de Fé, um dos movimentos mais famosos da franquia de game na qual o filme é baseado.

Essa atração da CCXP era infinitamente mais divertida que o longa dirigido por Justin Kurzel, cineasta trazido pelo astro e produtor Michael Fassbender para repetir com Marion Cotillard a parceria que deu certo no elogiado “Macbeth – Ambição e Guerra”. O longa acompanha Callum Lynch (Michael Fassbender), um condenado à pena de morte que é “convidado” a participar de um experimento em uma máquina chamada Animus, que o fará reviver as memórias de um de seus antepassados, Aguilar (também Fassbender). Sem saber, Lynch se vê no meio de uma guerra secular entre as facções dos quase anárquicos Assassinos – da qual Aguilar fazia parte – e dos controladores Templários, donos da fundação da qual Lynch é “hóspede”. Preta, Nerd & Burning Hell : QUEM É AVELINE GRANDPRÉ? Nesta semana da mulher, de 1º a 8 de março, portais nerds feministas se juntaram em uma ação coletiva para discutir de temas pertinentes à data e à cultura pop, trazendo análises, resenhas, entrevistas e críticas que tragam novas e instigantes reflexões e visões.

São eles: Collant Sem Decote, Delirium Nerd, Ideias em Roxo, Momentum Saga, Nó de Oito , Preta, Nerd & Burning Hell, Prosa Livre, Psicologia&CulturaPop, Valkirias, Kaol Porfírio. #wecannerdit #nerdiandade #nerdgirl #feminismonerd #8demarço por Daniela Razia Quando chegou a notícia dessa iniciativa no nosso grupo do zap sobre matérias em relação ao Dia internacional da Mulher, muitas coisas me vieram a cabeça e confesso que não foram boas. Temas distribuídos fiquei com a parte de games. Aveline, nascida do relacionamento de Phillipe de Gradpré (comerciante francês) e de uma escravizada africana de nome Jeanne, foi criada em um ambiente privilegiado.

E até hoje isso ocorre. Lista: Melhores jogos de terror com Protagonismo Feminino. 3 jogos que nos ensinam sobre relações de poder – Collant sem decote. 5 Personagens Femininas que nunca foram donzelas. Mass Effect Andromeda: Um jogo que não vai ser esquecido tão cedo!

Protesto contra o machismo no mundo gamer. Olá! Será que poderíamos falar sobre um assunto chato, mas extremamente necessário? Então vamos falar sobre a cultura machista que infelizmente também atinge o mundo gamer. Há pouco tempo nós vimos na mídia o episódio com o ator José Mayer, sobre a atitude nem um pouco digna dele. Vimos também no BBB17 outro exemplo de agressão. E hoje, infelizmente, o exemplo que vou citar aconteceu comigo. Mas antes de continuar, vou deixar aqui o que diz a lei sobre assédio e agressão contra a mulher: “Importunação ofensiva ao pudor: é o assédio verbal, quando alguém diz coisas desagradáveis e/ou invasivas (as famosas “cantadas”) ou faz ameaças. Sim, amigos e amigas gamers. Eu já usei diversos cosplays nesses meus 8 anos como cosplayer. O vídeo foi retirado do ar depois de muitas denúncias e uma atitude junto à coordenação do evento já está sendo tomada, que tenho que destacar que a todo momento se mantiveram contra a atitude tomada por esse rapaz.

Foto de capa: Rio Rock Way. Jogos que salvam vidas: Os videogames como ferramenta de alerta contra relacionamentos abusivos – Collant sem decote. “Bioshock”: A passagem da utopia para a distopia. Girl Power, viagem no tempo, teoria do caos e muito drama em “Life is Strange” “Transistor” e o protagonismo feminino que não deixa a desejar. 5 documentários para entender a história dos games. Quem for criança daqui a dez anos provavelmente não vai acreditar quando ouvir que games eram considerados coisa de criança até alguns anos atrás. De bolas prateadas e máquinas enormes em arcades escuros, até os torneios milionários em estádios lotados, vem sendo uma longa estrada. Uma grande história. Estes documentários contam essa história melhor que eu jamais conseguiria. A indústria de games já não sofre mais com as incertezas de um mercado em desenvolvimento. Essa evolução foi relativamente rápida, mas possível apenas porque tem gente do mundo inteiro dando o sangue todos os dias por nada mais que sua paixão pelos games. 1.

Direção: Brett Sullivan A história dos jogos eletrônicos começa com muito de jogo e só um pouco de eletrônico. Onde assistir: O documentário está no YouTube, mas em 360p e apenas com legendas em inglês. 2. Diretor: Seth Gordon A premissa parece apenas divertida, ou mesmo boba, até que passamos a conhecer melhor os "personagens". 3. Nós viemos da era do arcade. 'Horizon Zero Dawn' é acusado de racismo e 'apropriação cultural' Um dos maiores lançamentos no mercado de games deste ano, "Horizon Zero Dawn" rendeu críticas muito positivas na imprensa especializada.

Contudo, o game de ação exclusivo do PS4 não agradou a todos, e tem sido acusado de perpetuar racismo e até por "apropriação cultural". A acusação partiu de Dia Lacina, uma escritora de descendência indígena, que publicou um longo artigo a esse respeito na plataforma Medium. Segundo Dia, o que "Horizon" faz é reforçar estereótipos e preconceitos contra a população indígena, especialmente no vocabulário dos personagens. Ao longo da história de "Horizon", quatro termos são usados com certa frequência para descrever as tribos fictícias do game: "selvagens", "bravos", "primitivos" e "tribais". Na visão de Dia, esse é o problema.

O site Waypoint falou com a Guerrilla Games, desenvolvedora de "Horizon", para que o estúdio pudesse responder às acusações.