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Clovis Rossi

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Folha.com - Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa. As 90 reportagens que fizeram história As 90 reportagens que fizeram história da Folha.

Folha.com - Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa

"Um rio desafia o Brasil", de Mário Mazzei Guimarães Série de 16 reportagens com enfoque econômico sobre a região cortada pelo rio São Francisco e suas carências. Recebeu o prêmio Esso de Jornalismo. "De repente, a violência", de Gil Passarelli. Sem querer? Veja como jornalistas usaram o acaso para conseguir grandes furos de reportagem. Detalhes Publicado em Quinta, 05 Setembro 2013 14:40 Escrito por Nathália Carvalho Dizem que, para os que acreditam em destino, nada é por acaso.

Sem querer? Veja como jornalistas usaram o acaso para conseguir grandes furos de reportagem

A verdade é que, quando o assunto é jornalismo, é preciso ficar atento a tudo - o tempo inteiro. É necessário treinar o olhar, como diz a editora assistente de O Globo, Angelina Nunes. Confira, abaixo, os relatos sobre três grandes reportagens: Em comédia, Johnny Depp interpreta jornalista (Imagem: Reprodução) Especial Clóvis Rossi. 25 anos ao redor do mundo - Editora Senac - São Paulo.

Entrevista especial com o jornalista Clóvis Rossi. Acervo Pessoal/Clóvis Rossi Após ter sofrido uma queda que causou a fratura detrês costelas em Madrid, o jornalista recebeu a visitado ex-presidente Lula Entre diversos nomes a serem mencionados para a segunda edição do especial Casperianos, um deles era sempre constante: o do grande jornalista Clóvis Rossi.

Entrevista especial com o jornalista Clóvis Rossi

Frequentemente ele é lembrado por estudantes e profissionais de comunicação pelas coberturas que realizou, além de reportagens e livros de sua autoria (como O Que é Jornalismo? , da Editora Brasiliense). Atualmente, ele vive conectado por meio de seu iPad e escreve quase que diariamente em sua coluna no jornal e no site da Folha de S.Paulo. Ao receber o convite por e-mail, Clóvis se mostrou interessado em lembrar os tempos da faculdade e refletir sobre a sua trajetória profissional.

Clóvis Rossi começou a estudar na Faculdade Cásper Líbero em 1962 e a realidade era completamente diferente. Para ler e ouvir a entrevista, volte à página do especial e acesse todo o conteúdo. Ouça os melhores momentos da entrevista com Clóvis Rossi. Clóvis Rossi divide sua experiência de correspondente internacional com os alunos. “Jornalismo não se ensina.

Clóvis Rossi divide sua experiência de correspondente internacional com os alunos

Jornalismo se faz com quatro verbos: ver, ler, ouvir e contar.” Essa foi a receita que o jornalista Clóvis Rossi passou para os estudantes da Cásper Líbero durante a palestra “Correspondente internacional – atuação e carreira”, que aconteceu no dia 19 de junho. O jornalista foi enviado especial durante muito tempo e teve a oportunidade de conhecer os cinco continentes realizando coberturas. Além disso, participou de momentos históricos, como a queda do Muro de Berlim, em 1989, e o Golpe Militar no Chile, em 1973. “Correspondente é a melhor função que se pode exercer no jornalismo. Jornalistas: Clóvis Rossi, por Alessandra Zaidan Santos. Clóvis Rossi, por Alessandra Zaidan Santos (São Paulo, 25 de janeiro de 1943 - ) Quem é: Jornalista, colunista, repórter especial e membro do Conselho Editorial da “Folha de S.

Jornalistas: Clóvis Rossi, por Alessandra Zaidan Santos

Paulo” onde trabalha desde 1980. Acompanhe o trabalho de Clóvis Rossi. RADAR JORNALÍSTICO: Homenagem ao Jornalista Clóvis Rossi. Clóvis Rossi é repórter especial, colunista e membro do conselho editorial da Folha de S.

RADAR JORNALÍSTICO: Homenagem ao Jornalista Clóvis Rossi

Paulo. Colunistas - Clóvis Rossi - Viagem às feridas de uma paixão juvenil - 13/09/2010. Jornalisticamente Falando...: Entrevista especial-Clóvis Rossi. Fiz esta entrevista na faculdade em 2008 e considero-a bem interessante: Nascido na cidade de São Paulo em 1943, Clóvis Rossi é colunista, repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha de S.

Jornalisticamente Falando...: Entrevista especial-Clóvis Rossi

Paulo. Entrevista – Clóvis Rossi. Repórter dedicado a testemunhar a História José Reinaldo Marques09/03/2007 Nascido na cidade de São Paulo em 1943, Clóvis Rossi é colunista, repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha de S.

Entrevista – Clóvis Rossi

Paulo. GIJC 2013: Clóvis Rossi e Juan Arias. Especial Jornalistas (bloco 2) Provocações 045 com melhores momentos de jornalistas - bloco 02. Provocações 045 com melhores momentos de jornalistas - bloco 01. #3 Dialogando com Clóvis Rossi. Clovis Rossi. Elecciones en Brasil 2014. Especial Jornalistas (bloco 2) Entenda a corrupção no Brasil - YouTube.flv. Clóvis Rossi exclusivo para o Portal. Programa 45 - poema 2. Clóvis Rossi fala sobre a Argentina - Jornalismo sem Fronteiras. Especial Jornalistas (bloco 1) Depoimento de Clóvis Rossi - Prêmio Comunique-se 2011. Juca Entrevista - Clovis Rossi - parte 2. Juca Entrevista - Clovis Rossi - parte 1. Juca Entrevista - Clovis Rossi - parte 3. Algo mais que samba por Clovis Rossi. En sus relaciones con EE UU, Brasil puede tropezar una segunda vez en una piedra llamada Irán.

Algo mais que samba por Clovis Rossi

Y en ambas tiene razón. El tropiezo que está por venir tiene este formato: día 10, Dilma Rousseff irá a los Estados Unidos para su primera visita oficial (ya estuvo antes, pero en eventos de la ONU). Pese a ello, tuvo la sinceridad de criticar duramente la política de Washington respecto a Irán. Y lo hizo dos semanas antes, en Nueva Dehli, durante la rueda de prensa para los periodistas brasileños que estábamos cubriendo la cuarta cúpula de los BRICS (Brasil, Rusia, Índia, China y Sudáfrica). "Para Brasil, las medidas de bloqueo de compras a Irán parecen extremamente peligrosas, aunque no tengamos relaciones comerciales con este país", disparó Dilma (relaciones existen, pero son inferiores al 1% de las exportaciones brasileñas y aún menos para la importación).

Rusia presionó para que el documento final de los BRICS denunciara la presión de EE UU, pero no funcionó. Observatório da Imprensa – Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito. Bate papo informal com jornalista Clovis Rossi sobre o Oriente Médio atual. Imprensa: Clóvis Rossi será premiado nos EUA - 06/07/2001. Observatório da Imprensa – Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito. Quatro jornalistas latino-americanos foram honrados com os prêmios Maria Moors Cabot de 2001, devido à cobertura que desempenharam na América Latina.

Observatório da Imprensa – Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito

O anúncio ocorreu no dia 13 de julho, e os ganhadores são Monica Gonzalez, Jorge Ramos, Clóvis Rossi e Sebastian Rotella, segundo a Associated Press (13/7/01). Os prêmios Cabot, em seus 63 anos, homenageiam repórteres e editores que "demonstram compromisso com a liberdade de imprensa e conhecimento interamericano". São oferecidos anualmente pela Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, nos EUA. Busca - Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Cl%C3%B3vis_rossi-27.03.1981_2009_5_15_16_37_28.pdf. PJ:Br - Mural do Jornalismo Brasileiro. Scherer, Salgar, Clóvis Rossi, Sábat Premio Homenaje CEMEX+FNPI. ¿Cómo se mantiene la independencia informativa cuando las presiones económicas del gobierno asfixian, cuando una bomba estalla en la redacción, cuando una dictadura asuela las calles?

Mais admirados e seus eleitores comentam o reconhecimento. Plurale em site: ação, cidadania, ambiente. Por Isabella Araripe, de Plurale De São Paulo / Fotos de Isabella Araripe A entrega do Prêmio "Os 100 mais Admirados Jornalistas Brasileiros", na noite de segunda-feira (8/12), em São Paulo, foi marcada pela defesa da imprensa livre. Vários homenageados alertaram para tentativas de controlar a liberdade do exercício do Jornalismo. "Trago um recado dos amigos de Brasília que alguns querem nos calar. Mas não vamos deixar", advertiu o jornalista Vicente Nunes, Editor de Economia do Correio Braziliense, um dos premiados e vencedor recentemente do Prêmio Esso. "Sou um otimista. Jornalistas de diferentes perfis, idades, estados e especializações ganharam a premiação - concedida pelo Portal Jornalistas & Cia e Maxpress - que é definida por um colégio eleitoral formado por especialistas em Comunicação.

A Editora e Diretora de Plurale, a jornalista Sônia Araripe, também foi premiada. Infolatam El periodista brasileño Clovis Rossi recibe premio de la Cámara Española de Comercio - Infolatam. Imprensa: Rossi e Setti, raros encontros de caráter e talento – Ricardo Kotscho – R7. Termo de Uso Específico – R7 Pontos O respectivo Termo de Uso Específico (doravante, “Termo de Uso”) tem como objetivo regrar a participação e utilização pelos usuários devidamente cadastrados no Portal R7 e possuidores de um serviço de e-mail @R7 (doravante, “Usuário(s) R7”) no R7 Pontos (doravante, “R7 Pontos”), consistente em um programa de incentivo de navegação e interatividade aos Usuários R7 no Portal R7, de participação inteiramente facultativa pelo Usuário R7, com benefícios descritos neste instrumento, disponibilizada através da internet mediante o acesso do Usuário R7 à respectiva área do Portal, localizada pelo endereço eletrônico pela Rádio e Televisão Record S.A.

(doravante, “Record” ou simplesmente “R7”). 1. Aceitação do Termo de Uso pelo Usuário R7 1.1. 1.2. 1.3. Prêmio Comunique-se. A democracia é ruim para o Jornalismo.

Livros

E se Clóvis Rossi, da Folha, lesse Aristóteles? Pode ser “delicioso”!!! Clóvis Rossi, colunista da Folha, escreveu um texto na Folha Online intitulado “O lado lixo da Internet”. Alude a uma coluna da ombudsman do jornal, Suzana Singer, que protestou contra o fato da a Folha Online publicar comentários de leitores sem mediação, apelando apenas a algumas ferramentas que barrariam barbaridades, todas fáceis de driblar. Este blog tem mediação. Não a faço sozinho porque não haveria tempo. Rossi aborda ainda o caso de blogueiros financiados por governos, ou sei lá, forças estranhas, aqui e no mundo. Existem, e todo mundo sabe. Do nada, resolveu entrar no caso do Prêmio Jabuti. ENTREVISTA COM CLÓVIS ROSSI. Texto sobre Octavio Frias. Conta várias passagens da carreira do Clovis. Clóvis Rossi relembra cinco décadas de jornalismo - 02/08/2014 - Ilustrada. Clóvis Rossi queria ser diplomata, mas tinha que esperar os 21 anos de idade para entrar na carreira. Para matar o tempo e esticar a mesada do pai por mais uns anos, prestou jornalismo, o "curso mais fácil de entrar".

Começou a trabalhar, foi ficando, ficando, e ficou por 51 anos –34 deles na Folha. Na última conversa realizada na Casa Folha na 12ª edição da Flip, mediada pelo editor-executivo da Folha, Sérgio Dávila, neste sábado (2), Rossi relembrou suas mais de cinco décadas no jornalismo, comentando algumas de suas coberturas mais importantes, recheadas de casos saborosos. Por coincidência, sua primeira reportagem publicada no jornal "Correio da Manhã" era sobre a pintora Djanira, de Paraty, citada em reportagem de capa da edição deste sábado da "Ilustrada". "Como não sou místico, não sei que sinal é esse", brincou antes de contar os bastidores do texto, escrito pouco mais de um mês após o Golpe de 1964. Havia, contudo, um detalhe: a casa em que estava não tinha luz. “A faculdade era um prédio pequeno com poucas salas”, conta Clóvis Rossi. 1962. Com apenas 15 anos de funcionamento, o prédio da Faculdade Cásper Líbero se localizava na antiga Rua da Conceição, atual Avenida Cásper Líbero.

O espaço, que era também chamado de “Palácio da Imprensa”, era o mesmo local da redação de A Gazeta, que havia sido a primeira obra planejada exclusivamente para a produção de um jornal. De acordo com o jornalista Clóvis Rossi, as salas eram distribuídas em um mesmo andar e não havia todo o planejamento que encontramos hoje na faculdade. Confira abaixo algumas lembranças e comentários dele sobre essa época. “Fui descobrindo que a rua era muito mais divertida do que a redação”, diz Rossi.

Acervo Pessoal/Clóvis Rossi O jornalista cobriu a queda do Muro de Berlim, que marcou o fim do socialismo e da divisão da Alemanha Além de editor e repórter, Clóvis Rossi foi enviado especial durante muito tempo. Neste trecho da entrevista, ele conta algumas histórias de viagens e coberturas especiais para os jornais. Qual foi o momento em que foi possível fazer reportagens fora do país? A primeira vez foi para cobrir o Golpe no Chile, em 1973, quando eu era assistente do editor-chefe no Estadão, acumulando as duas funções como enviado especial regular.

Durante a sua experiência em Buenos Aires, você chegou a comentar no livro Enviado Especial – 25 Anos ao Redor do Mundo que as suas matérias eram xerocadas por grupos de resistência argentina à ditadura por tratar de temas que não eram muito discutidos. “O jornalismo depende de quatro verbos: ver, ler, ouvir e contar”, define Clóvis Rossi.