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Poems

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Lembrar Natália Correia - Eduardo Pitta - Comunidades. Este blogue é sobre a perspectiva da distância, o olhar de quem vive os Açores radicado na América do Norte, na Europa, no Brasil, ou em qualquer outra região.

Lembrar Natália Correia - Eduardo Pitta - Comunidades

É escrito por personalidades de referência das nossas comunidades com ligações intensas ao arquipélago dos Açores (25.02.2007). Irene Maria F. Blayer - Nasceu em São Jorge, Azores, e vive no Canadá. She holds a Ph.D. in Romance Linguistics and is a Full Professor at Brock University, Canada -Doutorada em linguística, é Professora Catedrática na Univ. Brock. Lélia Pereira da Silva Nunes - Brasil Nasceu em Tubarão, vive em Florianópolis, Ilha de Santa Catarina. Nota: É proíbida a reprodução de textos e fotos deste blogue sem autorização escrita do RTP Multimédia. Note: Reprint or reproduction of materials from "Comunidades" is strictly prohibited without written permission from Multimedia RTP. Folha de poesia. OS BRAÇOS (Terceira) És Linda, és linda, és engraçada És engraçada, és uma bonita amante Bonita amante, viva o meu bem Tudo, tudo o que é bom, tens contigo Ai tens contigo, só te falta ser constante, Ai ser constante, viva o meu bem Ser pastor, ser pastor, lidar na serra Lidar na Serra, braços nus, faces vermelhas Faces vermelhas, viva o meu bem Comendo, comendo os frutos da terra Frutos da terra, vestindo a lã das ovelhas Ai das ovelhas, viva o meu bem CHAMARRITA (S.

folha de poesia

A senhora Chamarrita é uma santa mulher sai de manhã de casa entra à noite quando quer Vira e volta a Chamarrita quem manda voltar sou eu Você aqui está É gosto e regalo meu Canções Populares Açoreanas. Poderá também gostar de: ► Música tradicional açoriana – a questão histórica, J. . ► Para a sociologia da música tradicional açoriana, J.

. ► Partitura de “A Senhora Chamarrita”, São Miguel, Furnas. . ► “Música Tradicional Açoriana”, Açoriano Oriental, Wellington Nascimento, 2012-06-03. ► Músicas regionais dos Açores (sonoro) Lusofonia - poemas. Leitura orientada de textos de Natália Correia: Natália Correia nasceu a 13 de Setembro de 1923 em Fajã de Baixo, concelho de Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, e morreu em Lisboa na madrugada de 16 de Março de 1993.

Lusofonia - poemas

Nascida no seio de uma família da pequena-média burguesia dos arredores de Ponta Delgada, permaneceu até aos onze anos na ilha, aí se deixando impregnar de vivências e imagens que viriam a constituir um dos mais sólidos e recorrentes motivos de toda a sua produção artístico-literária. Depois, acompanhada da mãe e da irmã, partiu para a capital, onde se radicou e viria a destacar-se como uma das mais influentes figuras intelectuais da segunda metade do século.

É autora de uma obra extensa e multifacetada, que integra a poesia, a prosa de ficção, o teatro, o ensaio, a diarística, a tradução e a organização de antologias. Colaborou assiduamente na imprensa, impôs-se na televisão com o programa “Mátria”, realizou numerosas conferências e está traduzida em várias línguas. D. MAE ILHA *folha de poesia : signo insulado* MÃE ILHALimão aceso na meia-noite ilhada,O relógio na torre da MatrizPõe o ponteiro na hora atraiçoadaDa ilha que me deram e eu não quis.Mas, ó de alvos umbrais Ponta Delgada!

MAE ILHA *folha de poesia : signo insulado*

Meu prefixo de pastos, a raizÉ de calhau e de onda encabritada:Um triz de hortênsia e estala-me o verniz.Atamancada em fama a tosca ilhoa,Só na praça e no prelo é de Lisboa,Seu gesto, cãibra de garça interrompida.No mais, osso campesino e duroÉ fervor, é fogo e fé que juroAo lume e às flores da Graça recebida. Natália Correia (1923-1993), Sonetos românticos, Folha de poesia : A EXALTAÇÃO DA PELE e A COSMOCOPULA. O sentido da violência erótica violadora da interdição […] se explicita na declaração poética de outra portuguesa, Natália Correia, que une a vivência do excesso à consciência da dimensão telúrica da mulher: Hoje quero com a violência da dádiva interdita.

folha de poesia : A EXALTAÇÃO DA PELE e A COSMOCOPULA

Sem lírios e sem lagos e sem gesto vago desprendido da mão que um sonho agita. Existe a seiva. Existe o instinto. E existe eu suspensa de mundos cintilantes pelas veias metade fêmea metade mar como as sereias. Poesia. A recusa das imagens evidentes. Queixa das almas jovens censuradas. De alma aberta. Mãe infusa. Quando um ramo de doze badaladas. O cavalo. O sol nas noites e o luar nos dias. Escrito numa ânfora grega. Poema destinado a haver domingo. Como dizer o silêncio? Mãos feridas na porta dum silêncio. Poemas de Natália Correia. O Livro dos Amantes - Natália Correia. O Livro dos Amantes I. O livro dos Amantes II. O Livro dos Amantes IX. Auto-retrato. Fiz um conto para me embalar. Nuvens correndo num rio. Poemas - Natália Correia - Poemas / Poesia de Natália Correia. Paz - Natália Correia. Quanto Mais Amada Mais Desisto - Natália Correia. Do Sentimento Trágico da Vida - Natália Correia.

Bilhete para o Amigo Ausente - Natália Correia. O Testamento dos Namorados - Natália Correia. A Arte de Ser Amada - Natália Correia. Elegia dos Amantes Lúcidos - Natália Correia. De Amor nada Mais Resta que um Outubro - Natália Correia. Ode à Paz - Natália Correia. Balada para um Homem na Multidão - Natália Correia. Poema Involuntário - Natália Correia. Os Namorados Lisboetas - Natália Correia. O Espírito - Natália Correia. O Poema - Natália Correia. Cidadania - Natália Correia.