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Natalia. É o Botequim na Graça. Regressar ao Botequim. O Botequim. Ali na Graça. A história do Botequim, na Graça, Lisboa, está intimamente ligada à intelectualidade das décadas de 70 e 80. Natália Correia, falecida poetisa e escritora, juntamente com Isabel Meyrelles, Júlia Marenha e Helena Roseta, foram as fundadoras do espaço. Trata-se de um local que funcionou como abrigo a várias personalidades da cultura portuguesa e onde se organizaram tertúlias clandestinas, de forma a fugir ao raio de intervenção da PIDE/DGS – Polícia Internacional e de Defesa do Estado, que vigorou durante a ditadura de António de Oliveira Salazar primeiro, e Marcelo Caetano depois. Entre os frequentadores, realce para David Mourão-Ferreira, Ary dos Santos e José Cardoso Pires. Após a morte de Natália Correia, em 1993, o bar foi encerrado. Reabre como sede da Fundação José Afonso e, mais tarde, com o nome Pequeno Herói, uma livraria infantil.

O espaço, esse, não é dos mais amplos que vai encontrar na capital, mas é um dos mais acolhedores. A música é suave. O Botequim da Graça | Botequim. O Botequim foi fundado por Natália Correia, em 1968, com Isabel Meyrelles, Júlia Marenha e Helena Roseta. Foi ali que, durante as décadas de 70 e 80, se reuniu grande parte da intelectualidade portuguesa, de Fernando Dacosta a David Mourão-Ferreira, António Alçada Baptista, José-Augusto França, Luiz Pacheco, Ary dos Santos e José Cardoso Pires. Encerrado após a morte de Natália Correia, em 1993, reabre como sede da Fundação José Afonso e mais tarde com o nome Pequeno Herói, uma livraria infantil.

O resultado do vosso e do nosso esforço já está à vista, resta-nos esperar que gostem. Um bem-haja a todos os que acompanharam e incentivaram todo este trajecto, do restauro do espaço à programação cultural e à criação de um sonho que nos sustém desde há muito. Gostar disto: Gosto Carregando... Natália Correia - a vida por detrás da obra. Botequim Largo da Graça - Restaurantes - Lisboa - Esta é uma casa com história, situada em pleno Largo da Graça, o Botequim foi fundado em 1968 por Natália Correia, com Isabel Meyrelles, Júlia Marenha e Helena Roseta. Foi palco de tertúlias na década de 70 e 80 de grande parte da intelectualidade portuguesa de Ary dos Santos a José Cardoso Pires. O espaço fechou pouco depois da morte da escritora em 1993. Em Agosto de 2010 abre portas pela mão de quatro amigos que recuperam o espírito do passado. Às quintas realizam-se concertos e nas noites mais frias sessões de poesia. Mais Informações Dia(s) de Encerramento: Não encerra Especialidades: Biqueirão de escabeche; muxama; prego em bolo do caco Tipo de Restaurante: Português Horário de Funcionamento: De segunda a domingo, das 9h00 às 24h30 ver mapa e contactos Se algum dos dados apresentados não estiver correto, envie por favor, um e-mail para a redação do Lifecooler.

O Botequim - Guia do Lazer. Images. Botequim volta à graça. Sentada numa das poucas mesas do restaurante, uma estrangeira alta e bonita, enquanto come uma salada e bebe vinho, escuta primeiro Doors e a seguir Zeca Afonso. Carlos Serra, programador do espaço, mostra-lhe a capa do vinil. Respondendo à questão sobre o que a leva até ao número 79 do Largo da Graça diz "primeira vez em Portugal, primeiro dia em Lisboa, primeiro sítio" que sorte ter o Botequim como anfitrião. É o mesmo Botequim da escritora, poetisa e deputada Natália Correia (falecida em 1993), que há três dias (13 de setembro) teria celebrado o seu 87.º aniversário. Quinze anos depois, uma das referências nos meios intelectuais e políticos de Lisboa dos anos de 1970 e 80, do século XX, reabre as suas portas.

"Ao procurarmos um escritório encontrámos o Botequim", explicam. Às quintas-feiras, as noites cosmopolitas são de concerto, mas no Botequim as manhãs também podem ser especiais. O Botequim de Natália Correia volta a ganhar vida | AJA. Postado por AJA Associação José Afonso, Natália Correia Quinta-feira, Setembro 2nd, 2010 Reabriu ao fim de quinze anos o bar fundado pela escritora Natália Correia, uma referência nos meios intelectuais e políticos de Lisboa nos anos de 1970 e 80. Centro de tertúlias políticas, literárias e artísticas, foi palco de conspirações e acesos debates na presença de figuras como Ramalho Eanes, Sá Carneiro ou Helena Roseta. Os novos donos querem recuperar o antigo prestígio do espaço, no Largo da Graça. «“Um dia vim aqui visitar uns amigos e a sua atmosfera atraiu-me logo.

Eles foram-se embora e este espaço esteve muito tempo devoluto, como que à espera que eu me casasse e o alugasse.” Casou-se e alugou-o.» Notícia completa. Natália Correia recordada no antigo Botequim. Aescritora Natália Correia foi ontem homenageada em Lisboa. A cerimónia, informal, decorreu na livraria "O pequeno herói", exactamente na mesma casa que outrora foi o bar Botequim, um espaço de tertúlia e de convívio de muitos intelectuais portugueses e gerido pela própria Natália Correia. Fundado em 1971, o Botequim "foi um espaço um bocado sucedâneo do que já tinha sido a Casa da Natália", afirmou, ontem, ao JN, Júlia Lello, poetisa e amiga da escritora açoriana, e frequentadora assídua do Botequim. Em Fevereiro deste ano, o espaço transformou-se numa livraria especializada em literatura infantil com a gestão de Mário Cunha e Elsa Serra. O próprio nome da livraria é retirado do título do primeiro livro publicado de Natália Correia - "Grandes aventuras de um pequeno herói" - e que é, aliás, a única obra de literatura infantil da autora.

"Tivemos desde o início o desejo de fazer aqui uma sessão de homenagem a Natália Correia", disse-nos Mário Cunha.