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Ramiro Marques - A Escolha de Melissa - (Romance) UMO avião começou a perder altitude. O Pedro olhou pela janela e viu uma ilhaacastanhada, quase careca, cercada de azul. O avião fez-se à pista e o casario, branco ecinzento, da Cidade da Praia, deu lugar a várias línguas de alcatrão, rodeadas de areiasuja e arbustos rasteiros. Aquela paisagem era-lhe familiar, embora não visitasse a ilhahavia dez anos. Quando deixou o avião, uma onda de calor bateu-lhe na cara. Ao fundodas escadas, o alcatrão fumegava.

Duas raparigas, impecavelmente vestidas com umafarda dos TACV-Airlines , receberam-no com sorrisos e desejaram-lhe as boas-vindas.Ele agradeceu, encaminhou-se para o hangar e procurou um táxi. NOVA NOMENCLATURA GRAMATICAL. Currículo do Ensino Básico inalterado em 2011/2012 | Ensino Básico. Um Poema por Semana, RTP 2 - RTP! Um Poema por Semana terminou e Sophia de Mello Breyner Andresen, Cesário Verde, Ruy Belo, Fernando Pessoa, Miguel Torga, Sá de Miranda, António Nobre, Alexandre O'Neill, Luís Vaz de Camões, Jorge de Sena, José Régio, David Mourão Ferreira, António Gedeão, Eugénio de Andrade, Mário Cesariny foram os poetas que entraram pela nossa casa durante 75 dias.

Cada poema durou uma semana e contou com 75 diseurs, um por dia: homens e mulheres, novos e velhos, portugueses e brasileiros e angolanos e italianos falantes de português. Todos eles declamaram o poema à sua maneira, de forma mais ou menos extensa, mais rápida ou mais lenta, a sorrir e a cantar ou quase a chorar. Todos contribuíram com um pouco de si e mostraram-nos o que estava escrito nas entrelinhas, espalhando sonho e inspiração, que o público caracterizou de "um oásis no deserto". Paralelamente à emissão decorreram várias iniciativas, desde a mostra de vídeos de slam poetry até à música.

Welcome to StoryTree! Um Poema por Semana, RTP 2 - RTP! Viagens Literárias. Estúdio Raposa » Palavras de Ouro. Palavras 163 – “Sétimo aniversário” 16.07.2012 | Produção e voz: Luís Gaspar Nem sempre os aniversários do Estúdio Raposa foram comemorados, vá lá saber-se porquê. Alguns foram esquecidos, outros, quase que famosos, especialmente aquele em que se ouviu uma entrevista com o Pai Natal. Ou teria sido no Natal…bem, já não sei. Vou comemorar este 7º aniversário – atenção à simbologia do sete – em duas vertentes: confissões e gostos. Uma das questões que me foram colocadas e às quais não respondi, digamos, abertamente, foi de que forma escolho os textos que leio.

E então, não tem colaboradores? Outra coisa são as três pessoa que tiveram grande importância no nascimento e desenvolvimento do Estúdio Raposa e que, talvez, eu nunca tenha destacado com o ênfase merecido. Mas, vamos à poesia. No plaino abandonado Que a morna brisa aquece, De balas trespassado Duas de lado a lado Jaz morto, e arrefece. Raia-lhe a farda o sangue. Tão jovem! Caiu-lhe da algibeira A cigarreira breve. Adeus. Boa noite.