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Cachaça

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As favelas no Rio de Janeiro

Imagem que corresponde ao texto. Pequenos artigos continuação. Atletas australianos estão proibidos de visitar favelas do Rio, diz jornal - notícias em Olimpíadas Rio 2016. 'Atletas olímpicos australianos proibidos de visitar favelas', destaca jornal (Foto: Reprodução/Herald Sun) Atletas australianos estão proibidos de visitar áreas consideradas de risco no Rio, enquanto estiverem na cidade para disputar as Olimpíadas de 2016. A informação foi publicada neste domingo (21) pelo jornal australiano Herald Sun. A medida, diz a publicação, inclui passeios em favelas e uma lista de outros locais que está sendo preparada por especialistas em segurança. O aviso, segundo o Herald Sun, chegou para os esportistas por meio da chefe da delegação australiana, Kitty Chiller, que classificou o turismo em favelas como "fora dos limites". Laura postou foto na praia de Copacabana na segunda-feira (15) (Foto: Reprodução / Globo) "Nós não queremos ser um Big Brother, nós não queremos atletas trancados nos quartos às 20h, mas nós temos o dever de cuidar deles", disse a chefe da delegação na reportagem.

Outras sugestões também chamam atenção. Tem alguma notícia para compartilhar? Artigos pequenos. Resumo artigos. Major diz que pacificação nas favelas do Rio não retrocederá. Embora a violência tenha retornado às favelas pacificadas do Rio de Janeiro, onde um menino de 10 anos foi a vítima mais recente dos confrontos entre traficantes e policiais, o major que coordena a pacificação, Marcelo Cobrage, nega uma crise e insiste no reforço desta estratégia a quase um ano dos Jogos Olímpicos. Confira uma entrevista com o coordenador da pacificação: Existe uma crise das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP)?

Cobrage: Com a implantação das UPP em favelas desde 2008, a queda da criminalidade em todo o Estado do Rio foi clara. Compreendemos que o processo de pacificação alcança uma nova fase, a da consolidação. O governador (do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão) publicou um decreto que faz da pacificação uma política de Estado que não será interrompida com as mudanças de governo. O decreto também aponta que cabe à Secretaria de Segurança Pública se associar com a iniciativa privada, com organismos nacionais e internacionais para consolidar a pacificação. O efeito UPP | Construção Mercado. Elemento fundamental para a retomada do Rio de Janeiro como centro das atenções foi o projeto de instalação de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nas favelas, coordenado pela Secretaria de Segurança do Estado.

A ocupação dos morros pelas forças de segurança, seguida da instalação de unidades fixas da Polícia Militar, amenizou um dos principais problemas da cidade - a violência potencializada pela guerra do tráfico - e despertou o interesse dos cariocas por regiões adjacentes às favelas, antes desprezadas devido aos altos índices de criminalidade. A primeira pacificação aconteceu em novembro de 2008, com a ocupação do morro Santa Marta, no Botafogo. O vice-presidente do Secovi-Rio (Sindicato da Habitação), Leonardo Schneider, morou na região e conta que aquela comunidade era conhecida por tiroteios recorrentes e pela ameaça das balas perdidas. "O fundo do meu prédio dava de frente para o morro. Embora houvesse uma distância de cerca de 2 km, ninguém queria comprar apartamento ali.

Bibliographie. Vocabulário novo.

Vocabulaire

Dependência do Bolsa Família aumenta com a crise. A previsão de um reajuste abaixo da inflação de 2015 para o programa Bolsa Família neste ano deverá ter um impacto direto na renda das residências mais pobres do Brasil. Considerado o gasto efetivo do ano passado, de R$ 27,7 bilhões, e o orçamento para o programa deste ano, de R$ 28,1 bilhões, o máximo reajuste possível para o benefício será de 1,4%. Sem especificar números, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) divulgou na semana passada que haverá R$ 1 bilhão a mais para o programa em 2016, o que permitiria uma correção maior, de até 3,7%.

Ainda assim, o porcentual ficará bem abaixo do IPCA, índice de inflação oficial do País, que ficou em 10,67% no ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Durante uma década, o orçamento do Bolsa Família cresceu consistentemente acima da inflação (ver quadro acima), mas a situação se inverteu desde o ano passado, quando o total liberado para o programa subiu só 1,8% em relação a 2014. Renda frágil. Conheça os grupos criminosos que controlam favelas do Rio - Rio de Janeiro. Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo Túnel construído pelos traficantes no morro da Mangueira, controlado pela maior facção criminosa do Rio, o Comando Vermelho Quatro grupos criminosos controlam favelas do Rio de Janeiro.

O mais antigo deles é o Comando Vermelho (CV). A facção surgiu na década de 70 no presídio da Ilha Grande, em Angra dos Reis, no Sul Fluminense, com o nome de Falange Vermelha, a partir do contato entre presos políticos e criminosos comuns. Nos anos 80, o CV passou a ocupar morros na cidade, como o Juramento, em Vicente de Carvalho, na zona norte, reduto de José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha, e atuar no tráfico de drogas. A base de atuação do grupo era o Complexo do Alemão. Com a ocupação da área pela Força de Pacificação do Exército, as principais favelas do CV passaram a ser o Jacarezinho e Manguinhos, na mesma região. Rival do CV, a facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) surgiu em meados dos anos 90 dentro do complexo penitenciário de Bangu, na zona oeste. Mapa mental: captura de tela 1. Startup instala painéis solares em favelas no Rio de Janeiro. No início de 2016, a creche “Mundo Infantil” na favela de Santa Marta, no Rio de Janeiro, receberá a instalação de painéis solares para redução de gastos com energia elétrica.

A iniciativa é da Insolar, empresa de cunho social fundada no Rio de Janeiro. “Nosso objetivo é democratizar o acesso à energia solar no Brasil, começando por comunidades cariocas pacificadas”, explica Henrique Drumond, administrador de 32 anos e fundador da empresa. De acordo com Henrique, o projeto da Insolar surgiu do desejo de conciliar sua vivência no mundo empresarial com sua experiência em ONGs. “Passei a maior parte da minha vida em setores corporativos, até que decidi sair da empresa onde trabalhava e tirei um ano sabático, quando fiz trabalho voluntário em Moçambique durante três meses”, relata.

Transformando a ideia em realidade Para que as boas intenções virassem um projeto sólido, foi necessária uma longa jornada. Chegou, então, o momento de buscar fontes de financiamento. Futuro próximo.