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As favelas no Rio de Janeiro

Imagem que corresponde ao texto. Pequenos artigos continuação. Atletas australianos estão proibidos de visitar favelas do Rio, diz jornal - notícias em Olimpíadas Rio 2016. 'Atletas olímpicos australianos proibidos de visitar favelas', destaca jornal (Foto: Reprodução/Herald Sun) Atletas australianos estão proibidos de visitar áreas consideradas de risco no Rio, enquanto estiverem na cidade para disputar as Olimpíadas de 2016.

Atletas australianos estão proibidos de visitar favelas do Rio, diz jornal - notícias em Olimpíadas Rio 2016

A informação foi publicada neste domingo (21) pelo jornal australiano Herald Sun. A medida, diz a publicação, inclui passeios em favelas e uma lista de outros locais que está sendo preparada por especialistas em segurança. O aviso, segundo o Herald Sun, chegou para os esportistas por meio da chefe da delegação australiana, Kitty Chiller, que classificou o turismo em favelas como "fora dos limites". O veículo destaca que há mais de 700 favelas no Rio de Janeiro, e informa que 20% da população vive nessas comunidades. Laura postou foto na praia de Copacabana na segunda-feira (15) (Foto: Reprodução / Globo) Outras sugestões também chamam atenção.

Tem alguma notícia para compartilhar? Artigos pequenos. Resumo artigos. Major diz que pacificação nas favelas do Rio não retrocederá. Embora a violência tenha retornado às favelas pacificadas do Rio de Janeiro, onde um menino de 10 anos foi a vítima mais recente dos confrontos entre traficantes e policiais, o major que coordena a pacificação, Marcelo Cobrage, nega uma crise e insiste no reforço desta estratégia a quase um ano dos Jogos Olímpicos.

Major diz que pacificação nas favelas do Rio não retrocederá

Confira uma entrevista com o coordenador da pacificação: Existe uma crise das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP)? Cobrage: Com a implantação das UPP em favelas desde 2008, a queda da criminalidade em todo o Estado do Rio foi clara. Construção Mercado. Elemento fundamental para a retomada do Rio de Janeiro como centro das atenções foi o projeto de instalação de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nas favelas, coordenado pela Secretaria de Segurança do Estado.

A fonte, ok a data, ok a pertinência à pesquisa, ok ideias principais, ok vocabulário aprendido (sem leitura). Maxime e Fleur: ainda leem Matthieu: perfeito (apresentou um quadro, muito bem explicado. Conselho: você poderia ter mostrado um mapa do Rio com os bairros referidos. Clemence: muito bom, nao leu, ideias claras. – havaianasessec

A ocupação dos morros pelas forças de segurança, seguida da instalação de unidades fixas da Polícia Militar, amenizou um dos principais problemas da cidade - a violência potencializada pela guerra do tráfico - e despertou o interesse dos cariocas por regiões adjacentes às favelas, antes desprezadas devido aos altos índices de criminalidade.

Construção Mercado

A primeira pacificação aconteceu em novembro de 2008, com a ocupação do morro Santa Marta, no Botafogo. O vice-presidente do Secovi-Rio (Sindicato da Habitação), Leonardo Schneider, morou na região e conta que aquela comunidade era conhecida por tiroteios recorrentes e pela ameaça das balas perdidas. Bibliographie. Vocabulário novo.

Vocabulaire

Dependência do Bolsa Família aumenta com a crise. A previsão de um reajuste abaixo da inflação de 2015 para o programa Bolsa Família neste ano deverá ter um impacto direto na renda das residências mais pobres do Brasil.

Fonte: ok data: ok pertinência: ok erros linguisticos: as pessoas que estavam (e nao eram) em situaçao dificil no inicio... Atenção: escrever no quadro as palavras difíceis e chaves, como "reajuste", "renda". – havaianasessec

Considerado o gasto efetivo do ano passado, de R$ 27,7 bilhões, e o orçamento para o programa deste ano, de R$ 28,1 bilhões, o máximo reajuste possível para o benefício será de 1,4%.

Dependência do Bolsa Família aumenta com a crise

Sem especificar números, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) divulgou na semana passada que haverá R$ 1 bilhão a mais para o programa em 2016, o que permitiria uma correção maior, de até 3,7%. Conheça os grupos criminosos que controlam favelas do Rio - Rio de Janeiro. Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo Túnel construído pelos traficantes no morro da Mangueira, controlado pela maior facção criminosa do Rio, o Comando Vermelho Quatro grupos criminosos controlam favelas do Rio de Janeiro.

Data : 2011 (por que um artigo tão antigo? resposta dada por Mathieu, justificativa: é a mesma situação hoje. Qual a importância desse artigo para o trabalho de vocês? Mathieu : importante saber sobre a organização das facções nas comunidades. Clemence: excelente, comentou a imagem sem ler, apenas olhando às vezes suas anotações. Atenção : Não se deve ler o resumo do artigo, prefiro que se fale bem pouco, somente as ideias principais. – havaianasessec

O mais antigo deles é o Comando Vermelho (CV).

Conheça os grupos criminosos que controlam favelas do Rio - Rio de Janeiro

Mapa mental: captura de tela 1. Startup instala painéis solares em favelas no Rio de Janeiro. No início de 2016, a creche “Mundo Infantil” na favela de Santa Marta, no Rio de Janeiro, receberá a instalação de painéis solares para redução de gastos com energia elétrica.

Startup instala painéis solares em favelas no Rio de Janeiro

A iniciativa é da Insolar, empresa de cunho social fundada no Rio de Janeiro. “Nosso objetivo é democratizar o acesso à energia solar no Brasil, começando por comunidades cariocas pacificadas”, explica Henrique Drumond, administrador de 32 anos e fundador da empresa. De acordo com Henrique, o projeto da Insolar surgiu do desejo de conciliar sua vivência no mundo empresarial com sua experiência em ONGs. “Passei a maior parte da minha vida em setores corporativos, até que decidi sair da empresa onde trabalhava e tirei um ano sabático, quando fiz trabalho voluntário em Moçambique durante três meses”, relata. “Notei, então, que seria importante casar a visão empresarial, de profissionalismo, e direcionar essa competência em prol de algo que gerasse um impacto positivo no campo social e ambiental”.

Futuro próximo.