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Reportagens

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Los cínicos no sirven para este ofício - Kapuscinski. La vuelta al mundo de un arquitecto en 30 fotografías. Todo listo en la góndola del globo Victoria II. 60 bombonas de propano. 5 metros cuadrados de panel solar. 120 litros de agua, 15 kilos de provisiones y gadgets… muchos gadgets para navegar, inmortalizar y atacar los kilos de soledad que inflarán el lastre del Victoria. A punto de emprender un viaje alrededor del mundo sin escalas en busca de respuestas. La aventura no está tras un récord ya imposible, la idea es fotografiar 30 de las más variadas ciudades para estudiar y comprender el tejido urbano que domina el planeta del siglo XXI.

Este es el cuaderno de bitácora del sueño imposible de Le Corbusier y Verne. Dia 1 Salida tranquila desde Barcelona. Barcelona desde el aire. Llegamos a Mónaco justo cuando nos abandona el rayo verde a nuestras espaldas. Principado de Mónaco. Dia 2. Tras una noche acariciando la cuerda de los Alpes, desayuno a 3.000 pies sobre la ciudad de los canales. Venecia. La calima se tiñe de anaranjado con el anuncio del ocaso. La ciudad suiza de Berna. Día 3 Día 6. Vídeos | Produção Cultural no Brasil. A ordem criminosa do mundo. Redação Em novembro de 2008, a TVE (Espanha) exibiu um documentário intitulado “A ordem criminosa do mundo”. Nele, Eduardo Galeano, Jean Ziegler e outras personalidades mundiais falam sobre a transformação da ordem capitalista mundial em um esquema mortífero e criminoso para milhões de pessoas em todo o mundo. Mais de três anos depois, o documentário permanece mais atual do que nunca, com alguns traços antecipatórios da crise que viria atingir em cheio também a Europa.

Reproduzimos aqui o vídeo, legendado em português, e algumas das principais afirmações de Galeano e Ziegler: “Os verdadeiros donos do mundo hoje são invisíveis” “Os verdadeiros donos do mundo hoje são invisíveis. “O atual sistema universal de poder converteu o mundo num manicômio e num matadouro” (Eduardo Galeano). “A globalização é uma grande mentira” “O capital financeiro percorre o planeta 24 horas por dia com um único objetivo: buscar o lucro máximo.

“O dicionário também foi assassinado” Em cada batalhão da PM tem um grupo de extermínio. Retrospectransa 2011: Saiu na Revista | VICE Brasil. As mais lidas de 2012 | piauí_75. O esporte que vendeu a sua alma. "Não quer que o chutem também, vagabundo jogador de futebol? " É com essas palavras, seguidas de um pontapé, que o leal conde de Kent agride um mordomo que ousara desrespeitar o rei. É uma cena da tragédia Rei Lear, escrita há 400 anos por Shakespeare. Naquele tempo, o futebol era considerado um jogo da ralé, e ser chamado de jogador era um xingamento. Não era para menos, porque consistia em um enfrentamento generalizado entre duas aldeias, muitas vezes com vítimas fatais. Em Islington, ao norte de Londres, fica o estádio do Arsenal. O Emirates Stadium, um colosso de concreto que mais parece um aeroporto ou um shopping center, custou 400 milhões de libras (1,6 bilhão de reais).

Depois de dias de tentativas, consegui finalmente comprar um ingresso para o jogo do Fulham contra o Bolton Wanderers, talvez por acontecer numa quarta-feira à noite: pontapé inicial às 19h45. Os clubes da primeira divisão não teriam necessidade, aparentemente, de cobrar tão caro pelos ingressos. Frank Sinatra has a cold. In the winter of 1965, writer Gay Talese arrived in Los Angeles with an assignment from Esquire to profile Frank Sinatra. The legendary singer was approaching fifty, under the weather, out of sorts, and unwilling to be interviewed. So Talese remained in L.A., hoping Sinatra might recover and reconsider, and he began talking to many of the people around Sinatra -- his friends, his associates, his family, his countless hangers-on -- and observing the man himself wherever he could. The result, "Frank Sinatra Has a Cold," ran in April 1966 and became one of the most celebrated magazine stories ever published, a pioneering example of what came to be called New Journalism -- a work of rigorously faithful fact enlivened with the kind of vivid storytelling that had previously been reserved for fiction.

The piece conjures a deeply rich portrait of one of the era's most guarded figures and tells a larger story about entertainment, celebrity, and America itself. Frank Sinatra Has a Cold "Spanish? " Efêmeros, perenes e antropofágicos | Banda desenhada. “O samba, a prontidão e outras bossas são nossas coisas, são coisas nossas”. A canção de Noel Rosa, lançada em 1932, retrata muito bem o espírito de sua época, em que o Estado buscava com certa urgência uma identidade para o país. O Brasil, então agrário e com a esmagadora maioria de sua população analfabeta, assistiu à busca desenfreada de seus intelectuais por elementos simbólicos capazes de efetivar um discurso nacionalista que traria em si o status de uma almejada modernidade.

Com forte caráter populista, o Estado utilizou o rádio - o meio de comunicação em massa mais acessível da época – para criar uma identidade nacional, catapultando o samba carioca – até então restrito a um gueto étnico – como gênero máximo de nossa tradição popular. Descentralizado, mas nem tanto Márcio Bulk – Já se falou bastante da importância da web 2.0 e de outras tantas ferramentas tecnológicas que favoreceram o desenvolvimento da atual cena independente brasileira.

Fred Coelho – Concordo com você. Vila da Ressaca: os restos de um sonho dourado. Victor Moriyama 14 de Março de 2013 Em consonância com o nome, Vila da Ressaca é o que sobrou dos tempos em que havia ouro abundante no local. Essa comunidade de garimpeiros fica na chamada Volta Grande do rio Xingu, uma grande curva em formato de ‘U’ que começa logo abaixo de Altamira. Esse trecho do rio está condenado pela hidrelétrica de Belo Monte, que vai secá-lo com a construção de um canal de 100 quilômetros, o qual criará um atalho reto entre uma ponta e a outra da Volta Grande, até chegar à boca da usina. As comunidades ribeirinhas que vivem à sua margem, deixarão de sê-lo: não serão mais banhadas pelas águas do Xingu. A construção de Belo Monte fez Altamira borbulhar de crescimento. Uma curiosidade sobre a Ressaca: ela fica dentro do município de Senador José Porfírio, porém a cidade de Altamira está entre metade e um terço da distância da Vila até a sede de Senador Porfírio.

Nos áureos tempos, a Ressaca chegou a abrigar 6 mil habitantes. Descida de arrepiar. Guilherme Arantes: entrevista. Pedro Matallo Guilherme Arantes Guilherme Arantes não esconde de ninguém o gosto que tem pela música que mexe com o povo. Seu nome é sinônimo de pop romântico no Brasil, graças a um sem número de multiplatinadas trilhas de novelas e por aparições memoráveis diante dos maiores auditórios do país nos anos 70 e 80. Os Racionais MCs amam o cara. João Gilberto é só elogios a dele. Os novos nomes da música moderna o colocam em um patamar de cult. Enquanto isso continua compondo, continua gravando e continua lançando, desta vez de forma independente, a música que faz há quatro décadas. "Tentei fazer um disco que fosse sanguíneo, que saísse sangrando emocionalmente. Seu mais recente disco é o Condição Humana, lançado pelo seu selo Coaxo do Sapo e gravado em seu estúdio-retiro no norte da Bahia, “perto de Salvador, que é um belo hub de embarque para todo o país”, como o próprio comenta.

O nome do disco é Condição Humana, que é um título bem forte. A capa de Condição Humana, de Guilherme Arantes. Ya somos una nación, ¿y ahora qué? Tags: FotografíaIndependenciaInstituteSudán del SurZed Nelson El General Mamur Obuto Mete, responsable de la desmovilización y desmantelamiento de las milicias y tribús renegadas leales a comandantes locales.

Juba, Sudán del Sur. (foto: Zed Nelson/Institute) Lo consiguieron. La fiera de 50 años de guerra civil intermitente en Sudán amainó y de los escombros de este conflicto nació una nueva nación avalada por el voto a favor del 98% de la población. Hablamos de Sudán del Sur, actualmente el estado más joven del planeta. Unos meses después de este hito, el fotógrafo Zed Nelson visitó el país. El trabajo de Nelson es un corte transversal por los nuevos actores de Sudán del Sur. “Empezar un país de cero es una situación extraordinaria. No existen apenas referencias pasadas para guiarse. El mayor aliado para conseguirlo es el oro negro que yace en los subsuelos de las llanuras del país. Para lo bueno y para lo malo, pocas veces un país tiene la oportunidad de empezar de cero.

George Conway. Malucos de Estrada - A reconfiguração do movimento "hippie" no Brasil. Alice esperou 38 anos para matar o marido. Alice deita a cabeça no ombro do inspector. A cara cai-lhe ao comprido dos ossos e, pelo meio de soluços, apenas uma frase: “Não aguentei mais.” O filho vai com a família a caminho de umas férias no Gerês quando o telefone toca para avisar da tragédia. “Uns homens vieram cá a casa e mataram o teu pai”, diz-lhe de rajada uma vizinha da mãe. O filho não pensa e faz inversão de marcha. Estava longe de adivinhar que a tragédia afinal ainda era maior.Alice tem 32 anos, vive em casa dos pais e quer esquecer o primeiro marido e não voltar a pensar em casamento. \r\n Assim se passaram sete anos, com Alice debaixo das saias dos pais a meter na cabeça que nascera sem sorte e que ali viveria para sempre, sem homem mas sem problemas.

Trinta e oito anos de solidão Depois do casamento, bastaram alguns dias para adivinhar o calvário: José era, de facto, de boas famílias – seria difícil encontrar melhores sogros e cunhados –, mas não era um homem bom. Perder ou vencer o combate? Texto de Sílvia Caneco. Produção Cultural no Brasil.